Contista americana Lydia Davis vence o Man Booker International Prize
23 de maio de 2013 às 19:08 | ComentarA escritora americana Lydia Davis, conhecida por seus contos muito curtos, venceu o prêmio bianual Man Booker International Prize.
A escritora americana Lydia Davis, conhecida por seus contos muito curtos, venceu o prêmio bianual Man Booker International Prize.

No dossier central da revista, textos de Raquel Ribeiro, Germán Santamaría, Embaixador da Colômbia em Portugal, Pilar del Río e Tomás Eloy Martínez, com a primeira crítica a Cem Anos de Solidão, publicada em 1967, quatro abordagens à vida e obra de Gabriel García Márquez.

Entre os listados, há clássicos como “O Crepúsculo dos Deuses“, passando por inesquecíveis como “Pulp Fiction”, até atuais como “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”.
Por Paulo Moreira Leite
Aos poucos, Joaquim Barbosa autoriza o país a identificar um estilo político.

Por Randall Mikkelsen
Paul Theroux deu seu adeus literário à África numa estação de trem em Luanda, Angola, cinco décadas após visitar o continente pela primeira vez como voluntário do Corpo da Paz.
Por Liv Brandão
Em um passado não muito distante, o principal alavancador de carreiras literárias na internet eram os blogs. Dessa plataforma saiu uma geração inteira de novos autores quase independentes.
Para meu amigo Marcos Silva, que me fez, neste instante, cantar e viajar…
Ator quebra jejum de 18 anos, derruba protocolo e provoca risadas em Cannes.
No livro O que os Cegos Estão Sonhando?, lançado em 2012, Noemi Jaffe traz o testemunho de sua mãe sobre o ano que passou em dois campos de concentração nazistas. Outros relatos de sobreviventes juntam-se neste mês à extensa lista de diários do holocausto. Leia um trecho.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Por Leonardo Avritzer
Está na hora de mudar aceitar o padrão internacional de punição das violações dos direitos humanos e de rever a Lei da Anistia.
Por Marcia Tiburi
Sobre a função das Correções no mundo das aparências TAGS: 179, coluna, Marcia Tiburi, Opinião Marcia Tiburi A pobreza da experiência cultural contemporânea agrega dois grupos pseudopolíticos: os “politicamente corretos”, que Nietzsche, no século 19, chamaria de “sacerdotes da moral”, e seus críticos, sempre autoelogiados como “politicamente incorretos”, que seriam hoje “sacerdotes do imoral”, servos daquela moral, só que sob o disfarce da inversão.

Por Homero Fonseca
É quase comovente!
Zé de Arruda diz a frase e fica pensativo, cofiando a barba ruiva. Conversávamos num dos boxes externos do Mercado de S. José, destrinchando uma macaxeira com charque.
O assunto era a moda das bicicletas no Recife. À nossa direita, com visibilidade prejudicada pela floresta de barracas e guarda-sóis onde os ambulantes comerciam uma infinidade de bugigangas, via-se um pedaço da fachada cor de rosa do antigo Cinema Glória.
Evento literário em Paraty acontece entre 3 e 7 de julho.
De Alberto Lacet, por e-mail:
Caro Tácito Costa, Estou remetendo algumas noticias referentes ao assunto já antes abordado pelo Substantivo Plural, caso queira acrescê-las para conhecimento de seus leitores, que demonstraram interesse pela matéria. http://www.substantivoplural.com.br/aquarela-de-pedro-americo/#comments
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Tentei copiar o link do Jornal da Paraíba, onde a notícia saiu, mas só com senha. Então, vai em PDF:
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JOSEPH
| Voilà c’que c’est, mon vieux Joseph | |
| Que d’avoir pris la plus jolie | |
| Parmi les filles de Galilée, | |
| Celle qu’on appelait Marie. | |
| Tu aurais pu, mon vieux Joseph, | |
| Prendre Sarah ou Déborah | |
| Et rien ne serait arrivé, | |
| Mais tu as préféré Marie. | |
| Tu aurais pu, mon vieux Joseph, | |
| Rester chez toi, tailler ton bois | |
| Plutôt que d’aller t’exiler | |
| Et te cacher avec Marie. | |
| Tu aurais pu, mon vieux Joseph, | |
| Faire des petits avec Marie | |
| Et leur apprendre ton métier | |
| Comme ton père te l’avait appris. | |
| Pourquoi a-t-il fallu, Joseph, | |
| Que ton enfant, cet innocent, | |
| Ait eu ces étranges idées | |
| Qui ont tant fait pleurer Marie ? | |
| Parfois je pense à toi, Joseph, | |
| Mon pauvre ami, lorsque l’on rit | |
| De toi qui n’avais demandé | |
| Qu’à vivre heureux avec Marie
JOSÉ (versão de Nara Leão) Olha o que foi meu bom José Casar com Deborah ou com Sarah Você podia simplesmente Meu bom José você podia Porque será meu bom José Me lembro as vezes de você |

Recebi e repasso:
Dentro de 24 horas, o presidente Obama pode, de uma vez por todas, dar o passo final para fechar Guantánamo — a prisão mais polêmica do planeta.
“As estrelas do céu correm, / eu também quero correr; / Elas correm atrás / da Lua / Eu atrás do bem querer”. Quadrinha Popular
Nada há mais belo que uma Lua Cheia. Nesta quinta feira 23 de Maio a Lua vai está no seu plenilúnio em conjunção com o planeta Saturno. A lua reina majestosa no céu de todos nós. Musa inspiradora de todos os loucos e poetas. E quando a seta da noite atingir-te despida e nua não esqueças …. : “Não te esqueças de mim, quando erradia / perde-se a Lua no sidéreo manto; / Quando a brisa estival roçar-te a fonte, / Não te esqueças de mim, que te amo tanto!” ( Fagundes Varela ).
Clique aqui para ler mais »

Por Sérgio Rodrigues
“Difícil”, “louca”, “hermética”, “obscena”, Hilda Hilst (1930-2004) é provavelmente, entre os grandes nomes da literatura brasileira, o que carrega o maior número daqueles estereótipos que cumprem função vital no mundo do semi-intelectualismo – permitir que se julgue conhecer um autor sem ter lido uma linha do que escreveu (leia aqui sua participação na série Começos inesquecíveis, com a abertura da novela “Com os meus olhos de cão”).
A Revista Catorze lança nesta quarta-feira (22) a primeira iniciativa de jornalismo financiado coletivamente no Rio Grande do Norte. A equipe está preparando uma versão impressa em que os custos serão cobertos via Catarse, site onde as pessoas podem fazer doações em troca de recompensas para apoiar o projeto.






(fotos de Mariana Giurno)
O Sarau Caipira do Grupo Ô de Casa apresentou-se na Capela de Nossa Senhora das Mercês (São Luiz do Paraitinga, SP), dia 18 de maio de 2013, durante a Festa do Divino Espírito Santo. Contou com a participação de Marcos Silva e Rosana Damas (canto), Eli Clemente, Zoraide Liger e Taís Liger (declamação) e Geovanni di Ganzá (violão). O repertório inclui Heckel Tavares, Villa Lobos, Jayme Ovalle/Manuel Bandeira e Mário de Andrade (canções) e Patativa do Assaré, Cornélio Pires e Laureano (poemas), dentre outros.

glande lábios pelo
lábio espelho em grande
sabor despalavra
gosma entrecortar
ancorar em seco
cena palco céu
soca rolhas vinho
mesmo dois espaço
saciar-se nunca
nem dosar o dia
amar contra ordem
como para sempre