13 filmes que você não pode deixar de assistir

Tácito Costa
Destaque

Adotei uma estratégia diferente este ano no Oscar. Procurei assistir primeiro aos indicados à Melhor Filme Estrangeiro. Dos cinco finalistas, vi quatro, “O Apartamento” (Irã), “Terra de Minas” (Dinamarca), “Um homem chamado Ove” (Suécia) e “Toni Erdmann” (Alemanha).

Baccalauréat”, Melhor Direção em Cannes, do romeno Cristian Mungiu

Baccalauréat”, Melhor Direção em Cannes, do romeno Cristian Mungiu

Falta assistir “Tanna” (Austrália), o quinto indicado. Tentarei assistir no próximo final de semana. Todos, em DVD, adquiridos na 7ª Arte, no camelódromo da Cidade Alta.

Quem ficou com a estatueta foi “O Apartamento”, do diretor iraniano Asghar Farhadi, que venceu em 2012, com o também excelente “A Separação”.

Produção alemã “Toni Erdmann”

Produção alemã “Toni Erdmann”

Dos cinco, “Toni Erdmann” foi o que arrebatou mais prêmios internacionais, entre os quais, Prêmio da Crítica no Festival de Cannes e Melhor Filme Estrangeiro no London Critics Circle Film Awards.

A minha estratégia também levou em conta que esses filmes que disputam a categoria de melhores estrangeiros raramente passam nas salas de Natal, enquanto a produção americana, principalmente os premiados, tem sessões garantidas.

Estão em cartaz e já assisti na Sessão de Arte do Cinepólis, “A Qualquer Custo”, do diretor David Mackenzie, e “Moonlight: sob a luz do luar”, de Barry Jenkins. Gostei dos dois. Não me interessei por “La La Lande”, que também está passando.

"Eu, Daniel Blake", do diretor Ken Loach

“Eu, Daniel Blake”, do diretor Ken Loach

Por fora da corrida do Oscar, de janeiro para cá, vi o polonês “Estados Unidos do Amor”, de Tomasz Wasilewski, Urso de Prata de Melhor Roteiro, no Festival de Berlim, “Eu, Daniel Blake”, do britânico Ken Loach, Palma de Ouro em Cannes, “Baccalauréat”, Melhor Direção em Cannes, do romeno Cristian Mungiu, o colombiano “O Abraço da Serpente”, de Ciro Guerra, o húngaro “O Cavalo de Turim”, de Béla Tar, Grande Prêmio do Júri em Berlim (Urso de Prata), “Capitão Fantástico”, produção americana, dirigida por Matt Ross, e o francês, “Elle”, dirigido por Paul Verhoeven.

"Elle", com a bela Isabelle Huppert

“Elle”, com a bela Isabelle Huppert

Todos, filmes muito acima da média do que passa nas sessões comerciais dos cinemas de Natal. Alguns nas listas de melhores de 2016 dos críticos especializados. Produções para quem está a fim de ir além do entretenimento e quer botar a cabeça para pensar. As sinopses e críticas sobre cada um você encontra acessando o Google.

Por ordem de preferência eu classificaria assim os treze:

“Eu, Daniel Blake” e “O Apartamento” (empatados em primeiro)
“Toni Erdmann”
“Baccalauréat”
“Terra de Minas”
“Elle”
“Moonlight: sob a luz do luar”
“Um homem chamado Ove”
“A Qualquer Custo”
“O Abraço da Serpente”
“Estados Unidos do Amor”
“O Cavalo de Turim”
“Capitão Fantástico”

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Tácito Costa

Comentários

1 comment

  1. Marcos Sá de Paula 17 março, 2017 at 21:17

    O Abraço da Serpente e O Cavalo de Turim são produções bem antigas, não? O australiano Tanna é muito bonito. Uma história singela é uma paisagem de tirar o fôlego. No mais, espero vc no Som da Mata!

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