Estou “de cara” com o absurdo do colunista do JH ao tratar do golpe em “Honduras”, simplesmente, inacreditável o que lemos. O ego do colunista já deve ter tomado conta da consciência cívica e ética, se é que ele tem.
Sobre críticas
1 de julho de 2009 às 9:36 | Comentar“O patrulhamento a qualquer crítica ao governo, incluindo ai o ônus que o governo teve que pagar – submetendo-se ao BC – significa fazer o jogo da mídia e do mercado.”
A exclusão dos “democratas”
1 de julho de 2009 às 9:13 | ComentarCaro Tácito, os nossos “democratas” tem uma sede de exclusão que eu nunca vi. Imagine se tivessem o poder
Hotel de Trânsito
1 de julho de 2009 às 8:55 | ComentarÉ hoje às 19 horas na Siciliano do Midway que a Flor do Sal lança “Hotel de Trânsito”, do jornalista Cassiano Arruda. A Tribuna do Norte traz reportagem assinada por Michelle Ferret sobre o livro.
Tu ainda perde tempo lendo isso, Daniel?
1 de julho de 2009 às 8:41 | ComentarCoup d’etat é o nome do que aconteceu na Nicarágua. Na sanha de balançar a bandeirinha da moda anti-chavista alguns colegas terminam deixando o bom senso de lado e vestindo a camisa com grafia em letras garrafais: D-E-M-O-C-R-A-T-A-S.
Larga o Jornal de Hoje, Daniel, e vai ler um livro…
A liberdade e o vampiro
1 de julho de 2009 às 8:40 | ComentarCaros amigos:
O bonito texto de François Silvestre (extraído de onde?) lembra o filme clássico “M, o vampiro de Dusseldorf”, de Fritz Lang A cidade é mapeada por policiais e bandidos, tudo é controlado por esses dois grupos para prender e talvez matar o vampiro. O filme termina com uma corajosa conclusão, em tempos de Nazismo ascendente: ao invés de matar o assassino – talvez apenas um doente apavorado -, os pais devem cuidar mais de seus filhos. Na Dusseldorf de François, nós (que não somos bandidos nem policiais) cuidaremos de quem, seremos cuidados por quem? Que liberdade é essa?
Outra liberdade é necessária! Sem que percamos o tesouro da liberdade, do qual Hannah Arendt (a partir do poeta René Char) fala no belíssimo “Entre o passado e o futuro”.
Abraços:
O vôo da liberdade
1 de julho de 2009 às 8:40 | ComentarCaros amigos:
Ainda comovido com o bonito texto de François Silvestre, reproduzo a letra de uma grande canção de Gilberto Gil, especialmente por causa dos versos “E quando canto / Deixo a imaginação voar”:
Doente,morena
Gilberto Gil
De manhã cedo ela sai
Leva a chave
Me deixa trancado
O dia inteiro
Não ligo
Deito sobre os trilhos
E vejo o trem passar
Entre brinquedos, cigarros
O Tesouro da Juventude
Em não sei quantos volumes
E quando canto
Deixo a imaginação voar
Mas ontem à noite
A mão sobre meus cabelos
Ela me disse:
“Meu bem, não tenha medo
No verão que vem
Nós vamos à praia”
x x x x
Abraços a todos:

