Siddharta, de Conrad Rooks, grátis na rede

31 de janeiro de 2010 às 21:34 | Comentar

O poeta Volonté emprestou-me o filme em DVD “Siddhartha”, baseado no livro “Sidarta”, de Hermann Hesse, que li há bastante tempo, depois de “O lobo da estepe”, do mesmo autor.

Assisti hoje, gostei e fiquei curioso em saber mais informações sobre o diretor, Conrad Rooks (1934-2008), que não conhecia. Fico sabendo que ele foi ligado à cultura beatnik e ganhou o Leão de Prata em Veneza com o filme “Chappagua – almas entorpecidas”.

Abri dez páginas do Google. Não achei quase nada da biografia do diretor americano, mas encontrei sinopses de “Chappagua” e “Siddhartha”, que reproduzo no final.

Nessa busca acabei chegando a um blog que oferece dezenas de downloads gratuitos de filmes políticos. Isso é uma das coisas que acho massa na Internet, você vai atrás de uma coisa, às vezes acha, outras vezes não, mas algumas vezes depara com outras muito mais interessantes. Raramente você perde a viagem numa pesquisa, é só estar atento.

Recomendo uma olhada no blog Filmes Políticos, que disponibiliza “Siddhartha” para download grátis. Não encontrei “Chappaqua”.

aqui

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Aquele misterioso momento

31 de janeiro de 2010 às 20:22 | Comentar

Por Luís Fernando Veríssimo
O Gloho

Nas fotos publicadas nas orelhas dos seus livros, Roberto Calasso parece uma imagem idealizada de intelectual italiano.

Um perfil aristocrático como perfeita expressão de uma mente de primeira.

Pode-se imaginar o que completa o perfil: um gosto rarefeito por boa comida e bons vinhos, um papo estimulante.

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Inteligência e burrice

31 de janeiro de 2010 às 20:14 | Comentar
Por tete bezerra

“Difícil dizer o que incomoda mais, se a inteligência ostensiva ou a burrice extravasante.” Stanislaw Ponte Preta

História da Inteligência Brasileira

31 de janeiro de 2010 às 20:09 | Comentar
Por Laurence Bittencourt

Caro Tácito, descobri Wilson Martins e a sua maior obra, quando era estudante em São Paulo, na Faculdade Metodista em São Bernardo do Campo. Wilson escreveu a “História da Inteligência Brasileira” quando o país estava imerso na ditadura militar de 1964. Foi com essa obra que aprendi mais sobre o Brasil do que quase todos os livros que já tinha lido. O fato de sermos “palco morto” em relação ao Renascimento que explodia na Europa, o que nos atravancou para o Humanismo, foi um desses achados que Wilson nos ensinou. A natureza e raiz de um país autoritário (quem tem o mínimo de conhecimento sobre a nossa historia sabe disso) são explicadas didaticamente por Wilson nessa obra monumental. E como critico literário foi singular e brilhante quase que permanentemente.

Sugestão

31 de janeiro de 2010 às 20:08 | Comentar

Por Lima Jr.

Marcos Silva: Grato pela atenção. Tendo recebido uma lista com vários nomes pelo editor do Substantivo (obrigado), e após alguma procura no próprio site pelos trabalhos de ficção dos contribuintes, encontrei trabalhos de apenas 2 ou 3 no genero. Um em particular me chamou atenção. Marcos, me parece que você ė conhecedor dos diversos trabalhos aqui expostos. Poderia você ou qualquer ou outro colega indicar 3 ficcionistas com potencial comercial daqui, para que eu pudesse focar minha pesquisa? Fica mais fácil assim. Grato. Lima Jr.

Mais informações s/ morte de Martins

31 de janeiro de 2010 às 17:48 | Comentar

Morreu ontem (30) em Curitiba o escritor e crítico literário Wilson Martins, aos 88 anos, devido a complicações de uma cirurgia para a retirada da bexiga. Ele estava internado no Hospital Nossa Senhora das Graças.

O corpo foi velado neste domingo, na capela 3 do Cemitério Luterano, ao lado do Estádio Couto Pereira, e será cremado na segunda-feira, às 15h, no Crematório Vaticano, também na capital paranaense, em uma cerimônia reservada à família.

- Meu tio era um misto de tudo. Uma pessoa muito bem-humorada e realista. Aceitava várias condições diferentes de modo de vida das pessoas. Era nosso professor. Com ele, aprendemos os ensinamentos de vida – afirmou o sobrinho do escritor, João Luiz Guazi, de 50 anos.

Wilson Martins nasceu em São Paulo, em 1921. Formado em direito, resolveu se especializar em letras, atingindo o título de doutor. Tornou-se professor de literatura francesa na UFPR e deu aulas de literatura brasileira em universidades dos Estados Unidos. Na Universidade de Nova York ele trabalhou por 26 anos, onde se tornou professor emérito, e se aposentou em 1992.

Martins foi colunista dos jornais “O Globo”, “Jornal do Brasil” e “Gazeta do Povo”. O crítico recebeu prêmios como o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, por duas vezes, por volumes do livro “História da Inteligência Brasileira”, e o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, em 2002, pelo conjunto de sua obra”. (G1)

Indicações de leituras

31 de janeiro de 2010 às 16:14 | Comentar
Por tete bezerra

Cristovão Tezza: Velharias http://tinyurl.com/yb3tojq

Carlos Heitor Cony: Romeu e Julieta http://tinyurl.com/yb662pu

Cristovão Tezza:Vendo cinema, lendo um filme http://tinyurl.com/yb75l6e

Comentário sobre a especulação imobiliária nas cidades brasileiras. Blog do Zanin – Arquitetura da destruição http://bit.ly/b3mQME

O cãozinho resgatado do gelo já tem dono: http://tinyurl.com/yjnus8k

Pé na Estrada, 50 anos http://tinyurl.com/yelpp74

Sobre Wilson Martins

31 de janeiro de 2010 às 16:10 | Comentar
Por Laurence Bittencourt

Tácito, soube da morte do escritor Wilson Martins através de uma colega professora.

Morre o escritor Wilson Martins

31 de janeiro de 2010 às 11:49 | Comentar
Por Laurence Bittencourt

Caro Tácito acabo de saber que morreu um dos maiores intelectuais deste país: o escritor e critico literário, Wilson Martins. Sua “Historia da Inteligência Brasileira” em 12 volumes, é desses livros que qualquer pessoa cultivada não pode deixar de ter e ler. Além de “História…”, Wilson é autor de “A idéia modernista”, “Crítica literária no Brasil”, entre outros. Uma perda inestimável.

Textos do crítico aqui

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Pesquisei no Google. Somente dois blogs registraram a morte do crítico. O de Lívio Oliveira (aqui) e o Nilnews (aqui). Os portais de notícias ainda não noticiaram, o que achei muito estranho. Quem informou a Lívio foi o escritor Miguel Sanches Neto, por e-mail. O jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, onde morava o escritor, traz curto texto sobre a morte (aqui).

Sundance anuncia vencedores

31 de janeiro de 2010 às 11:30 | Comentar

“Na noite de ontem  (30/1) foram anunciados os 34 filmes vencedores do júri do 26º Festival de Sundance, no Park City Racquet Club, em Utah (EUA). A cerimônia foi comandada pelo ator David Hyde Pierce.

Winter’s Bone, da diretora Debra Granik, que conta a história de uma adolescente em busca do pai traficante, e o documentário Restrepo, de Sebastien Junger e Tim Hetherington, sobre soldados americanos no Afeganistão, foram os grandes vencedores. Debra também levou o prêmio de Melhor Roteiro.

Mais de 110 filmes foram exibidos na 26ª edição do festival, inclusive o inédito Segredos da Tribo, do diretor brasileiro José Padilha. Mark Ruffalo ganhou Menção Honrosa do Júri por Sympathy For Delicious.

O Festival de Sundance foi criado pelo ator e diretor Robert Redford para premiar as produções independentes do cinema.

Veja a lista dos premiados:

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Amis critica Coetzee

31 de janeiro de 2010 às 11:20 | Comentar

Martin Amis critica o Nobel J.M. Coetzee “por não ter talento algum”.

aqui

Ressaca brasileira (eleição presidencial)

31 de janeiro de 2010 às 11:06 | Comentar
Por Marcos Silva

Amigos e amigas:

Sobre os resultados da eleição presidencial chilena, já manifestei meu receio de pinochetização lá e aqui (os tucanos fascinados com a derrota do situacionismo no Chile).

Quero acrescentar que sinto falta de projetos pós-Lula entre os pré-candidatos brasileiros. Dilma evoca a continuidade com a coerência de candidata da situação. O que Serra e Marina (mais Ciro, fantasmagórico) apresentam de alternativo mesmo? As discussões até agora denunciam corrupções (parece Dorival Caymi: “Quem inventou o amor não fui eu nem ninguém”), questão importante mas perigosamente abstrata: nenhum candidato defenderá uma plataforma explícita pró-corrupção enquanto a política for política.

Fui aluno de Maurício Tragtenberg, sociólogo. Ele caracterizava eleições como disputas por privilégios e monopólios – orçamentos e cargos.

“É doloroso mas infelizmente é a verdade.” (“Caprichos do destino”, de Pedro Caetano e Claudionor Cruz, gravação clássica de Orlando Silva). Resta torcer pelos usos menos piores(perdão, Camões) desses monopólios e privilégios.

Abraços:

Carta Aberta ao secretário Kalazans Bezerra

31 de janeiro de 2010 às 11:05 | Comentar
Por tete bezerra

Reação à liberação das obras de construção de espigões próximos ao Morro do Careca, em Ponta Negra.

Circula Carta Aberta ao secretário do Meio Ambiente, Kalazans Bezerra, assinada por Maria das Neves Valentim (Nevinha) – Membro do Movimento Filhos de Ponta, Membro do MPPU – Movimento Político pela Unidade, Vice presidente da ASSUSSA Ponta Negra, Articuladora do MPPE – Movimento Permanente pela Ética (Comitê 9840+Fórum Natal Cidade Sustentável+MARCCO)

aqui

Impunidade fardada

31 de janeiro de 2010 às 10:53 | Comentar

Comissão Interamericana acolhe nova denúncia contra o Brasil e contesta a legitimidade das cortes militares para julgar crimes das polícias estaduais.

aqui

Obama e a Direita

31 de janeiro de 2010 às 10:27 | Comentar

Barack Obama tenta conter avanço de direita radical.

aqui

Reflexões pós-ressaca

31 de janeiro de 2010 às 10:02 | Comentar

Para intelectual chileno, não foi Piñera quem ganhou a presidência, mas a Concertação que a perdeu.

aqui

A Cruz do Caminho

31 de janeiro de 2010 às 10:01 | Comentar
Por fernando monteiro

“Os cristãos têm só um crucifixo, ao passo que nós temos a medula da cruz”, diziam os sufistas discípulos da Rosa de Bagdá.

De novo, um nó górdio – agora de linho do pano de um “sudário” sanguinolento, atado ao espelho de cobre no qual ainda esperamos enxergar a névoa do futuro, no remate do desenho (vá a palavra teilhardechardinesca!) cristocêntrico. Ou o futuro que se determina – para tantos – pelo sacrifício de um rabi de poucos discípulos, pregando para a gente pobre daquela paupérrima província do império que nos deu a boa ordem…

Jesus de Nazaré vai se fazer crucificar entre o Antigo e o Novo, na medular distância iniciática entre os caminhos do Mar Morto e o desdobramento do helenismo reelaborado por visões de gosto semítico – quando a clara herança do Logos aparecer temperada com aquela “gordura espiritual” que já está nos textos bíblicos do Vale dos Penhascos (Q’uram, um dos cenários mais desolados da Terra)…

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Fornicava e lia jornais

31 de janeiro de 2010 às 9:38 | Comentar

Publicado no Papo Furado

http://www.papofurado.org/

De Alberto Camus

“Às vezes imagino o que dirão de nós os futuros historiadores. Uma só frase lhes bastará para definir o homem moderno: fornicava e lia jornais”.

Comentário do poeta Jairo Lima, chefão lá do Papo Furado:  “Na verdade, eles diriam: trepavam e editavam blogs”.

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Meu comentário: Otimismo seu, poeta, muitos estão fazendo somente a segunda opção. E mal (rs).

Google e idiotas

31 de janeiro de 2010 às 9:32 | Comentar

De Carlos Von Soshten, no Twitter:

O Google é uma senhora ferramenta de embelezamento intelectual. Tranforma qualquer idiota em uma pessoa “culta”.

A ficção e seu além (ou seu aquém?)

31 de janeiro de 2010 às 9:27 | Comentar
Por Marcos Silva

Lima Jr.:

Achei ótimo vc querer pesquisar mais os escritores deste SP. Tendo a pensar que ficção e não-ficção se misturam sempre, vide os casos de Lima Barreto e Euclides da Cunha. No ano 2000, naquela enxurrada de melhores do século, a importante filósofa brasileira Maria Sylvia Carvalho Franco incluiu “Grande Sertão: Veredas” entre os dez melhores livros de HISTÓRIA escritos no Brasil. Sempre leio os livros de Foucault como boas novelas.

No SP, Laurence e Pablo, dentre outros, transitam de um gênero para outro, sem perderem a sustança.

Abraços:

AGENDA

  • O dia em que os manicacas caem na folia

    Prévia da troça Manicacas no Frevo ocorre hoje, com concentração às 18h no Bar de Pedrinho, no centro da cidade.

    aqui

  • Lançamento da Palumbo será hoje na Quinta Viva do Samba, no Centro Histórico

    Por Sérgio Vilar
    NO DIÁRIO DO TEMPO

    Todas as quintas-feiras têm sido motivo de samba no pé e boemia no Centro Histórico. E hoje não será diferente. O grupo Arquivo Vivo se iniciou timidamente no Buraco da Catita, subiu a ladeira até as adjacências do Beco da Lama para tocar de graça no Bar de Fátima e hoje ganhou a simpatia do público em frente ao Bar de Nazaré, onde fincou “morada” em mesa postada no meio da rua e sob as bênçãos de São Jorge. A partir das 19h o som começa. Tudo de graça e no gogó.

    mais informações »

  • Os vencedores do Prêmio Hangar 2012

    O Prêmio Hangar de Música 2012 promoveu uma solenidade à altura da importância conquistada pelo premiação nestes dez anos. Uma verdadeira celebração da música potiguar.

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vagalume da Paz
    04-02-2012 às 8:12 - Comentar
    Por Romana Alves

    Vaga vagalume
    Venha em cardume
    O mundo está escuro!
    Vire luz
    Traga paz

    COMENTÁRIOS

    • Fernando Monteiro: Belo hai-cai, Poeta -- obrigado! -- com essa certeza, sempre, de haver sido LIDO, sim, quando o ouvido apuradíssimo da LEITURA (raridade rara - tautologia necessária) é não menos que o do Poeta que sucedeu, aí, em grandeza lírica, o querido (saudade!) Luís Carlos Guimarães: JARBAS MARTINS. - As asas da noite que surgem (1)
    • Daniel Menezes: O direito autoral é a apropriação individual de conhecimento coletivo. Tipo assim, a sociedade trabalha para promover a cultura objetiva e depois, alguém, por um impulso social, produz algo. Afinal, uma sociedade sempre gera as questões que pode responder, já dizia o barbudo. Este "inventor" (expressão burguesa) não produz a "novidade" sozinho e nunca partindo do zero. Depois de feito, diz que aquilo é dele. Só muito aparato estatal para empurrar isso pela goela. - Pirataria
    • Ednar Andrade: Boa noite, Marcos, amigo, querido. Também acho maravilhoso reencontrá-lo. Já sentia a tua falta aqui neste espaço. Saudades. Eu sou, tu és, Rio corrente. Não demores. Beijos, querido. - Fio de luz
    • Regiane de Paiva: Não sei dizer o quanto este texto me emocionou. Aqui sinto a literatura e a vida. Cada metáfora ou descrição de um recorte da memória provoca uma sensação de nostalgia e de melancolia. Llosa afirma que nada ensina melhor que a literatura a ver a riqueza do patrimônio humano e a valorizá-la como uma manifestação da sua múltipla criatividade. Desta forma, entendo que este texto é literatura pura! Literariedade, primor e encanto! Beijos in..... marido! - Da solidão
    • Regiane de Paiva: O título é a extensão do texto. A fala pueril dentro de um contexto como a política remeteu a uma bela reflexão. À medida que eu ia lendo o texto, ouvia uma voz de menino atrás dos meus olhos, parece que o menino conversa fitando o leitor... Texto maravilhoso! - Política de menino
    • Jarbas Martins: UM HAI-CAI PARA FERNANDO MONTEIRO A noite, com gesto brusco,/ roubou um naco da tarde/ e se esgueira pelo subúrbio. - As asas da noite que surgem (1)
    • Jarbas Martins: Fernando Monteiro, sim. E o pouco que li de António Lobo Antunes. - As asas da noite que surgem (1)
    • Jarbas Martins: Juan Ramón Jiménez, sim. E a boa tradução de Antonio Cícero. - Juan Ramón Jiménez: "Soledad" / "Solidão"
    • Marcos Silva: Não assisti à montagem de Roda Viva, eu morava em Natal na época. Li o texto, vi fotografias, ouvi depoimentos (inclusive de Anna Maria Martinez Correa, historiadora e irmã de José Celso, que acompanhou os debates sobre a agressão aos atores da peça). A peça foi recuperada na auto-vitimização de Marília Pera como justificativa para seu apoio à candidatura de Fernando Collor... Na época da encenação, atribuía-se a agressividade da peça ao diretor José Celso. Chico Buarque, com muita dignidade, declarou que o texto era integralmente dele. É difícil dizer para um autor o que ele deve ou não autorizar fazer em relação a sua obra. Roda viva existe como memória. Talvez seja legal pensar, hoje, numa peça sobre Roda viva (que tal uma peça sobre a invasão do teatro pelos terroristas de direita, que contavam com apoio de estado?). En passant, discordo de Alonso sobre a peça criticar APENAS a Jovem Guarda. É claro que ela aborda toda a indústria cultural, que lançou inclusive... Chico Buarque de Hollanda! Nesse sentido, é preciso explorar em profundidade as ligações entre a peça e canções posteriores, como "Agora falando sério" e "Essa moça tá diferente". - Zé Celso questiona decisão de Chico de vetar encenação de 'Roda Viva'
    • carlos de souza: devia liberar a biografia, que não tem uma sequer revelação que já não tenha em sua discografia e reportagens jornalísticas. punir um escritor sério por pura babaquice diminui sua aura de "rei", isso sim. - Roberto Carlos autoriza relançamento de seu disco "proibido"