Generosidade excessiva

31 de janeiro de 2010 às 9:26 | Comentar
Por Marcos Silva

Fernando:

Vc é sempre tão generoso comigo! Não quero melhorar ninguém, ninguém precisa de melhoria vinda de fora, ninguém é prédio velho em ruínas – ainda mais o maldito sublime Baudelaire! Se eu me melhorar um pouco ao longo da vida, já me darei por satisfeito.

Quanto às traduções de Baudelaire: é claro que vc conhece, de cor e salteado, as lindas versões em português brasileiro de Guilherme de Almeida, Jamil Almansur Haddad, Ivo Barroso, Ivan Junqueira e Juremir Machado da Silva, dentre tantos outros e, como não é dado a ironias, fala aquilo somente para me agradar – obrigado de novo. E sabe mais que eu que traduzir significa declarar admiração pelo original e enunciar publicamente como o entendeu. Mais ainda: convidar o leitor das traduções a fazer suas versões próprias – o velho poema-processo, encerrado em 1972 (parada tática oficial), tem alguma relação com isso, contra as versões definitivas.

Sempre aprendo muito com vc.

Abraços:

Entendido

31 de janeiro de 2010 às 9:24 | Comentar
Por Laurence Bittencourt

Perfeito Marcos, valeu.

Abs, Laurence.

Conhecer um poeta

31 de janeiro de 2010 às 9:01 | Comentar

O crítico e escritor José Castello dedicou sua coluna de sábado em O Globo ao poeta Gustavo de Castro, um dos nossos colunistas. Agradeço a Moacy Cirne a gentileza e presteza do envio, após solicitação feita ontem. “Um poeta que conhece a delicadeza do que faz, e não foge disso. Atitude de poeta, e não de esnobe, ou de hipnotizador”, diz Castello sobre Gustavo. Confiram o texto completo.

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Prosa de Ficção

31 de janeiro de 2010 às 8:44 | Comentar

Por Lima Jr.

O Substantivo foi indicado como site com conteudo literário. Poderia informar quem são os seus contribuintes que escrevem prosa para que eu possa aprofundar pesquisa no google sobre estes ficcionistas. Trata-se de trabalho acadêmico. Obrigado pela ajuda e parabéns pelo blog.

*********

Lima Jr.
Vou listar os que lembro que fazem prosa de ficção, mas correndo o risco de esquecer alguém (por favor, quem ficar de fora injustamente, envie post acrescentando). Nelson Patriota, Carlos de Souza, Alexis Peixoto, Laurence Bittencourt, Fernando Monteiro, Charles Phelan, Denise Araújo, Alex de Souza, Elianne Diz e Pablo Capistrano. Incluí os colaboradores fixos e eventuais.
Abs.

Baudelaire e o esprito da coisa

31 de janeiro de 2010 às 8:28 | Comentar
Por Marcos Silva

Querido Tácito:

No quarteto de abertura do poema “Ao leitor”, de Charles Baudelaire, usei a forma “esprito” pra garantir a métrica. Desconfio que o corretor automático do blog mudou para espírito. Ou então forças do além interferiram.
Seria mais canônico esp’rito?
Abraços esp’rituosos:

*********

Ok Marcos. Vou agora mesmo corrigir. Desculpas. Abs.

Ainda a questão paulina

31 de janeiro de 2010 às 8:27 | Comentar
Por Marcos Silva

Laurence:

Acho que não fui suficientemente claro quando falei em não discriminar, referindo-me a Paulo e seus livros. Minha intenção foi sublinhar que, embora não goste desse escritor e de seu produto, considero legítima a atividade e os rendimentos dele: ele tem todo o direito de escrever o que quiser, os leitores têm todo o direito de comprar e gostar do que quiserem, ele tem todo o direito a receber muito dinheiro pois produz mercadorias que vendem muito. Tenho certeza de que aqueles escritos dão trabalho para Paulo, todavia não aprecio o resultado do que ele apresenta. O raciocínio se aplica aos atores e às atrizes que mencionei em resposta a Fernando: com certeza, fizeram diferentes esforços para chegarem àqueles resultados (em geral, muito preparo físico – academias, dietas, até cirurgias) mas não considero bom o que me trazem, ressalvando, sempre, o direito deles ao trabalho e a uma remuneração que corresponda minimamente aos valores que possibilitam – por maior que seja o salário de um Antonio Fagundes, p. ex., é sempre fração mínima dos lucros que ele possibilita à emissora onde trabalha.

A criação de um mercado, onde os trabalhadores ganhem bem, é muito importante para a literatura e as artes em geral. O problema de literatura e artes em geral é a necessidade gritante de pensarmos o tempo todo – e até em nível mundial, como suas críticas ao teatro clássico o demonstram – sobre a qualidade dos resultados.

Obrigado por me obrigar a tentar maior clareza.

Abrações:

Os “deslumbramentos” não param

31 de janeiro de 2010 às 8:23 | Comentar
Por fernando monteiro

Amigo e Tradutor Marcos Silva:

Agora, você melhorou Baudelaire! Sua tradução é melhor do que o poema dele. Estou deslumbrado, de novo.
Os “deslumbramentos” não param, neste sábado. Aliás, são, já, as primeiras horas do Domingo. Neste longo dia de descanso, por favor “carregue pedra”, traduza Dante e melhore o Florentino também!

Você sabe, o palhaço Tiririca tentou, e, infelizmente, não foi mais além da produção daqueles versos: “Florentina, Florentina, Florentina de Jesus”…

Cineastas apoiam receita de Domingos

30 de janeiro de 2010 às 23:31 | Comentar

“O cineasta, dramaturgo e ator Domingos Oliveira, em seu artigo na ultima quarta-feira no GLOBO , levantou questões importantes sobre a atual situação do cinema brasileiro. Uma discussão fundamental que deve continuar, pois esse cinema é de todos nós, espectadores e cineastas. Não somente porque trata de investimento do setor público, mas porque precisamos definir que cinema nós, brasileiros, queremos fazer e ver. Para nós, trata-se basicamente de defender o direito à diversidade”. José Joffily, Murilo Salles e Lucia Murat

aqui

Ainda Moisés e o Atonismo – para Laurence

30 de janeiro de 2010 às 23:24 | Comentar
Por fernando monteiro

O profeta Moisés, para chegar à visão da Sarça luminosa, tivera (Freud apontou, no seu ensaio também luminoso) uma iniciação “na sabedoria egípcia” naquela mesma velha cidade de Om que não é outra senão a Heliópolis do culto solar antigo, renovado por Amenófis IV e, mais tarde, ampliado no primeiro monoteísmo (quando o rei ergue a nova capital e adota o nome de Akhenaton). Foi esse o culto que o rei egípcio primeiramente “reafirmou”, numa espécie de preparação da “revelação” que irá fazer – à sua maneira – aos egípcios. Será a religião de Aton, o Deus Único “expresso” pelo Disco Solar (um Princípio, e não mais uma divindade pagã, panteista etc).

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Traduzindo Baudelaire

30 de janeiro de 2010 às 23:21 | Comentar
Por Marcos Silva

Querido Fernando:

Eu me deslumbrei porque coincidiu com o começo de uma tradução de Baudelaire, da qual reproduzirei o primeiro e o último quartetos:

xxxxx

Ao leitor

(Charles Baudelaire,
tradução de Marcos Silva)

A bobeira, o erro, o pecado, o mesquinho,
Baixam em nossos espritos, trabalham-nos dorsos,
E nós alimentamos amáveis remorsos,
Quais mendigos que nutrem o que há de daninho

(…)

É o Tédio! – o olho chora sem vontade,
Sonha com cadafalso e fuma um cachimbão.
O conheces, leitor, um monstro que não invade,
- Hipócrita leitor, – meu igual, – meu irmão!

xxxxx

Abraços sempre afetuosos:

Meu Ataulfo favorito

30 de janeiro de 2010 às 23:20 | Comentar
Por Marcos Silva

Amigos e amigas:

Ataulfo compôs muita coisa boa (“Mulata assanhada” é uma delícia). Mas ainda prefiro:

Vida da minha vida
(Ataulfo Alves)

Minha musa inspiradora
Minha noite de luar
Agradeço ao Criador
Que me fez um sonhador
Pra melhor te exaltar

Rima rica do meu verso
Minha canção preferida
Melodia do meu samba
Vida da minha própria vida

Estrela que brilha mais
Que uma constelação
Nestas noites de verão

Ilumina os dia meus, minha querida,
Vida da minha própria vida

xxxxx

Abraços:

Museus e direitos humanos

30 de janeiro de 2010 às 23:19 | Comentar
Por Marcos Silva

Bertolino:

Esqueci de acrescentar ao menos dois museus aos direitos para todos: o de Antiguidades do Cairo e o do Ouro de Lima. Em Lima, tem ao menos dois mais fascinantes: o de cerâmica erótica pré-colombiana e o assustador Museu da Inquisição (instrumentos de tortura). Em Londres, a Tate Gallery. Em Madri, o Prado subentende o Reina Sofia (os mais belos quadros de Salvador Dali que vi, mais Guernica e sua preparação) – ir a Toledo é necessário pra aprender o que é bom pra tosse com El Greco. Em New York, MOMA E Metropolitan. Na Terra Brasilis, sempre MASP, Belas Artes do Rio, Pinacoteca de SP, Arte Sacra de SP e Salvador…
Abraços fraternos:

A qualidade do produto

30 de janeiro de 2010 às 23:15 | Comentar
Por Laurence Bittencourt

Caro Marcos, me desculpe mas sua resposta me pareceu um escape. Postular que o problema de Paulo é a qualidade do produto depois de dizer que “não devemos discriminar ninguém pelo fato de vender muito”, perceba, me parece um contrasenso. Se não devemos discriminar, então que se tenha a fila. E de fato é bom que os escritores vivam do seu oficio. Não foi esse o caso de Lima Barreta, Cruz e Souza, Clarisse (foto) e tantos outros. Se tivéssemos menos preconceitos para com o que é nosso, e principalmente para o fato do escritor vender, talvez estivéssemos discutindo de uma forma mais livre.

Ataulfo Alves

30 de janeiro de 2010 às 19:57 | Comentar

Para relembrar Ataulfo  Alves, no centenário do seu nascimento.  Ouçam Roberta Sá interpretando “Errei Sim”.

Charlie Watts renega Beatles e Stones

30 de janeiro de 2010 às 19:38 | Comentar

“O baterista dos Rolling Sones, Charlie Watts, declarou a um jornal austríaco que nunca gostou de Elvis Presley e dos Beatles. As informações são do site “Spinner”.

“Nunca fui fã dos Beatles. Do Ringo sim, mas não da música. E sempre detestei Elvis Presley. Ele seria o último artista a me inspirar. Miles Davis e Fats Domino, sim, mas Elvis, não”, declarou o músico.

Com uma assustadora sinceridade, o lendário baterista também afirmou que não se incomodaria se os Stones parassem de tocar. “Honestamente, não daria a mínima se isso acontecesse. Jazz é a minha paixão. É a música que realmente quero tocar. Os Stones são meramente um passatempo inconveniente”, revelou.

Watts atualmente faz uma série de concertos na Áustria, com a banda de blues e jazz The ABC&D of Boogie Woogie — assim chamada por causa das iniciais dos integrantes Axel Zwingenberger, Ben Waters, o próprio Charlie Watts e Dave Green.

Entretanto, o promoter da trunê, Will Turk, garante que os Rolling Stones voltarão em breve. “Os shows do The ABC&D só são possíveis porque os Stones estão dando um tempo. Quando Mick Jagger chama, Charlie está sempre pronto”, disse”. (G1)

Ataulfo Alves

30 de janeiro de 2010 às 19:02 | Comentar

A dica é para quem está em Natal. A 88,9 (FM Universitária) iniciou há pouco (19h) um especial com o cantor Ataulfo Alves. Uma maravilha! Tô aqui no micro e curtindo. Acho que pode ser acessado pela internet.

A moça tecelã

30 de janeiro de 2010 às 18:45 | Comentar
Por Tânia Costa

Para Marina morena (ou não!)

Achei que esse conto tem muito a ver com você. A primeira vez que eu o ouvi foi no curso de Psicopedagogia contado por uma professora que antes de iniciar sua aula, lia sempre algum conto, poesia… Apaixonei-me de imediato. No dia seguinte adquiri o livro, lindo com umas ilustrações de bordados bem vivos e coloridos. Mas, a história… é uma história de amor, encanto, desencanto e recomeço. Ah! Passei a “contá-la de cor e salteado”. O final é surpreendente! Só lendo!

A Moça Tecelã
Marina Colasanti

Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear.

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Enquanto Godot não chega…

30 de janeiro de 2010 às 18:08 | Comentar

Por Viegas Fernandes da Costa (*)

… cai-me à mesa uma edição do caderno de Cultura do Zero Hora de 21 de novembro de 2009. Na capa, Itálico Marcon. Nunca tinha ouvido falar! Segundo Luiz Antônio Araujo, o autor da reportagem, Marcon é (ou era, haja visto os últimos eventos) o segundo maior bibliófilo do Brasil. Perde (perdia), apenas para Delfim Netto, este sim o maior juntador de livros brasileiro.

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Por isso não provoque é cor de rosa choque!

30 de janeiro de 2010 às 18:02 | Comentar
Por Tânia Costa

Caro Sergio,

Eu estava “zoando” com você. Em algum momento você falou sobre “parecer muito certinho”. Queria ver você rubro. Mas, você é muito elegante, um gentleman, uma figura de fino trato. Você não teve que respirar três vezes antes de responder não? (rs). A de Odair José foi ótima. Eu até escutei outro dia, não exatamente “pare de tomar a pílula”, mas “eu vou tirar você desse lugar”. Um amigo me reapresentou Paulo Sergio e aí pesquisando no Youtube para chegar em Odair foi um pulo. Mas, isso é outra história que postarei outro dia, lembrando a recente polêmica neste blog: música popular x música erudita.

Mas, fique esperto! Não provoque é cor de rosa choque…

“O homem é o lobo do homem”

30 de janeiro de 2010 às 18:00 | Comentar
Por Tânia Costa

Há alguns anos atrás voltando da Chapada dos Veadeiros, desci em Brasília para comprar uma passagem para Goiânia, de lá é que eu retornaria para Natal. Ao dirigir-me ao guichê, uma mulher me abordou solicitando uma ajuda e mostrando-me um papel. Neguei e não lhe dispensei a menor atenção, ela insistiu e eu de forma incisiva disse-lhe não.

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AGENDA

  • Pinacoteca está com Edital aberto para ocupação das Salas de Exposições

    Artistas plásticos e visuais ainda podem se inscrever no Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Pinacoteca Potiguar para todo o ano de 2012.

    mais informações »

  • Rede Cinemark exibe direto de Londres a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House

    Espetáculos serão transmitidos em mais de 30 complexos espalhados pelo Brasil, sendo dois ao vivo. Natal-RN participa da programação e os ingressos já estão à venda

    A Rede Cinemark traz para o Brasil, com exclusividade, a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House (ROH), de Londres, a partir do dia 25 de fevereiro.

    mais informações »

  • Museu de Arte Moderna do Rio abre mostra cancelada de Nan Goldin

    NAN GOLDIN
    QUANDO abre hoje, às 19h; de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 19h; até 8/4
    ONDE MAM-Rio (av. Infante Dom Henrique, 85, Rio; tel. 0/xx/21/2240-4944)
    QUANTO R$ 8
    CLASSIFICAÇÃO 18 anos

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vento nordeste
    10-02-2012 às 7:14 - Comentar
    Por Oreny Junior

    sopra
    meu vento nordeste
    sou todo seu
    feito de sol e sal
    visto as velas
    desse cais cansado
    que tanto me espera
    levado pelas caiçaras
    nos lemes canguleiros
    sopra
    meu vento nordeste
    a amada me aguarda
    o rancho está vazio
    aproveita a baixa da maré
    e me atraca
    joga essa âncora
    onde o tempo
    por uns dias
    será meu amigo
    sopra
    meu vento nordeste
    sopra
    sopra
    ..

    COMENTÁRIOS

    • Marcos Silva: Certamente, existem ONGs sérias. Infelizmente, a desqualificação geral tende a se tornar corriqueira. Lembro que ela aparece com todas as letras no filme Tropa de elite (I). - Brado retumbante
    • Marcos Silva: No diálogo de 2010 sobre esse tema aqui, SP, considerei o direito do feto como especialmente frágil, uma vez que é uma vida ainda sem voz. Prefiro que haja debate sobre esse e outros temas. Não procuro convencer ninguém. Apenas considero fundamental ocupar o espaço público com argumentos em confronto, evitar a política de cada macaco em seu galho. Sou homem, não engravido. Mas posso engravidar uma mulher. Para evitar isso, tomo as providências necessárias (camisinha, em especial). Se engravidasse alguém, defenderia o feto, sim - parte de mim, parte do direito ao meu corpo. Melhor conversar. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Fernando: Marcos silva, discordo. O tema do aborto é tão absurdo que nem sequer deve ser debatido. Você não percebe que isso é exatamente o que os abortistas desejam? Eles desejam pôr em discussão um assunto que até então é evidente: a vida humana ganhou um valor intrínseco com o Cristianismo (todos são filhos de Deus, todos são irmãos), mas agora os que querem erradicar Cristo da sociedade estão querendo justamente questionar esse valor, "discuti-lo". Seria o mesmo que você propor que o tema da pedofilia é muito sério e precisa ser debatido, ou então que como alguns seres humanos têm tendência homicida, deveríamos debater o homicídio. A discussão em si já questiona o valor, e eu te asseguro que as pessoas que propõem isso sabem o que estão fazendo, porque eu estudei com essa gente que quer manipular a linguagem para mudar a sociedade. Elas nunca vão apresentar suas reais intenções, porque tais intenções não atrairiam ninguém, causariam repugnância. A propósito, desculpem-me: nos comentários anteriores errei o endereço. Querem ver se o aborto é algo a ser discutido? Assistam a esse vídeo: abort67.co.uk Abs - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Yuno Silva: Pelo visto dá para ver que o assunto é polêmico, cultural, um tabu histórico, e abordado com o lado emocional da racionalidade. Deixemos a cristandade de lado para um debate amadurecido. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Carmen Vasconcelos: Grata, Anchieta. - Avoengo
    • Marcos Silva: Walter: Entendo que o grande equívoco foi terem implantado uma ditadura no país. Objetivamente, os guerrilheiros do Araguaia e outros não tinham poder de fogo para o enfrentamento com um Exército regular e minimamente equipado, que sustentatava o regime. Mas a guerrilha anunciou, tragicamente (porque muita gente morreu e sofreu - e não só os guerrilheiros propriamente ditos), que nem tudo era ditadura. Não anunciou sozinha, claro. Parte da produção artística (música popular, artes visuais, teatro, cinema, literatura) também o fez. A mesma situação se observou nos movimentos sociais que foram se estruturando contra o regime. A "milicada" não precisava de treinamento, já era bem treinada e o demonstrou desde o começo do regime, oprimindo os adversários. É possível que a guerrilha tenha servido como álibi para o regime. Mas uma ditadura, quando não tem álibi, inventa, como o Nazismo o fez em relação aos judeus. - À sombra da ditadura
    • Clarissa Torres: Paiva, texto incrível! Que alma atormentada e corajosa. Realmente, a imagem é igualmente perturbadora e por isso belíssima. Me lembrou Ego Schiele. - Rita louca
    • Jarbas Martins: Seja apocalíptica, não, Paglia.Tenha medo não. De hora em hora Deus melhora. - Camille Paglia, em entrevista recente
    • Jarbas Martins: Sai dessa, M.Couto. - À sombra da ditadura
    • Jarbas Martins: Tô contigo, Alex. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”