Lá vem o Tigre

1 de fevereiro de 2010 às 22:24 | Comentar
Por João da Mata

Crônicas de uma cidade submersa I

Final de semana quase carnaval. As noticias não são nada boas. Vão acabar com Ponta Negra. Precisava um sambista como Herivelton Martins para cantar: Vão acabar com a nossa Ponta Negra!. Cidade mergulhada no vício e no maior descalabro administrataivo da história. Espero que os colegas não estejam entorpecidos pelo fedor e miséria. Hoje falarei de tigres e manhá quem sabe ja estaremos mudos.

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Festival de Berlim anuncia concorrentes

1 de fevereiro de 2010 às 19:04 | Comentar

Cinco dos candidatos, como Zhang Yimou e Roman Polanski, já ganharam o prêmio máximo do evento.

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Leia última entrevista de Tomás Eloy Martínez

1 de fevereiro de 2010 às 18:59 | Comentar

Escritor argentino autor de ‘Santa Evita’ falou ao ‘Estado’ sobre seu último romance, ‘Purgatório’.

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Salinger em família

1 de fevereiro de 2010 às 16:33 | Comentar

The New Yorker publica cinco fotos raras do escritor J. D. Salinger. Abaixo uma delas.

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Edson Nery

1 de fevereiro de 2010 às 16:29 | Comentar
Por João da Mata

Um grande bibliotecário e erudito. Dá gosto ouvi-lo na sua erudição e grande cultor do livro. Chega cambaliante nos seus mais de 80 anos na Fliporto para mais uma palestra, reclama da falta de corrimões para os idosos, e proporciona à seleta platéia uma brilhante conferencia com título “A América Latina de Gilberto Freyre”.

Um defensor apaixonado de tudo que Gilberto Freyre escreveu e disse. Grande conhecedor da obra gilbertiana, mas um leitor acritico e parcial.
Um dandi nordestino que usa smoking e perfume frances.

Edson é um grande amigo e muito nos orgulha com sua erudição que vai de Bossuet a Gilberto Freyre passsando por todos os clássicos da literatura.

Sobre Avatar, Guerra ao Terror e Amor sem Escalas

1 de fevereiro de 2010 às 16:22 | Comentar

Desconfio que o Oscar de Melhor Filme 2010 ficará entre Avatar e Guerra ao Terror (foto). Este último foi escolhido o melhor pelas Associações de Críticos e o Producers Guild of America. O que contrabalança a escolha de Avatar pelo Globo de Ouro. Infelizmente, Guerra ao Terror ainda não passou em Natal. O outro que concorre, Preciosa, também não foi exibido, mas não recebeu nenhum prêmio que o tornaria sério candidato ao Oscar.

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Um monge entre gatos e livros

1 de fevereiro de 2010 às 15:09 | Comentar

“A primeira coisa que clama atenção quando se entra na casa do escritor Edson Nery da Fonseca, em Olinda, é o cheiro de gato. São nada menos que 21 felinos, deitados no chão ou trepados em sofás, e nos raios de sol do entardecer que atravessam diagonalmente a janela vemos incontáveis pelos flutuando. “Herdei o gosto por gato da minha mãe”, conta. “Quando ela morreu, a gata dela morreu três dias depois. Isso me deixou encantado com os gatos.” Nery, como todo mundo o chama, também herdou da mãe a religiosidade. Durante as quase três horas em que falou ao Estado, ele interrompeu a entrevista apenas duas vezes. Uma foi para servir às visitas baba de moça, um doce típico de coco e ovo. A outra foi para receber a bênção do diácono, que todos os dias às 18 h vem rezar uma oração e lhe oferecer uma hóstia”. Daniel Piza

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Entrevista com Safran Foer

1 de fevereiro de 2010 às 15:01 | Comentar

Por Cíntia Bertolino
Estadão

No seu primeiro título de não ficção, o escritor americano Jonathan Safran Foer disseca a indústria da carne nos EUA

Em Eating Animals (Hamish Hamilton), publicado no fim de 2009 nos Estados Unidos, o escritor americano Jonathan Safran Foer traça um perfil perturbador das fazendas industriais, responsáveis por 99% da carne consumida naquele país.

Ao saber que sua mulher, a também escritora Nicole Krauss, estava grávida, Foer, tomado pela preocupação de alimentar um filho, quis saber em profundidade de onde vinha e como era produzida a carne que comia. Desde então é vegetariano. Autor dos elogiados romances Tudo se Ilumina (2005) e Extremamente Alto & Incrivelmente Perto (2006), ambos editados no Brasil pela Rocco, Foer passou três anos pesquisando o assunto.

Eating Animals será lançado por aqui, também pela Rocco, em meados deste ano, com tradução da escritora Adriana Lisboa. “Nem todo mundo adora o livro, mas mesmo quem não gostou concorda que este é um assunto que precisa ser discutido. Importar-se com essa questão é ser fundamentalmente humano”, disse ele nesta entrevista ao Estado, de Nova York.

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O pensador que fundou o mundo moderno

1 de fevereiro de 2010 às 14:56 | Comentar

“Uma enciclopédia que fosse de fato uma suma do conhecimento humano provocaria um incômodo tão grande no mundo contemporâneo que governos cairiam, igrejas perderiam fiéis e seus autores seriam perseguidos pelo planeta afora, a julgar pelos ataques virtuais que os chineses têm desferido contra o Google nos últimos meses. Informação perturba. Conhecimento, mais ainda. Por saber demais, o filósofo francês Denis Diderot (1713-1784), um dos principais pensadores iluministas, foi parar na cadeia em 1749. Autor de um panfleto contra as regras universais da moral e a favor do livre-pensar, ele ousou defender o ateísmo numa época em que a Bíblia segurava monarquias decadentes na Europa. E mais: não fugiu do assunto em sua Enciclopédie, mãe de todas as enciclopédias modernas e tataravó da Wikipedia”.

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Almas gêmeas que não passaram do mês de janeiro

1 de fevereiro de 2010 às 14:50 | Comentar

Livrarias britânicas e francesas lembram de George Orwell e Albert Camus (foto) com leva de lançamentos e relançamentos. Sergio Augusto

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25 momentos da blogosfera brasileira

1 de fevereiro de 2010 às 14:44 | Comentar

O jornalista Alexandre Inagaki – inspirado nos 25 Momentos da Blogosfera Portuguesa- organizou os 25 Momentos da Blogosfera Brasileira.

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O Brasil como sociedade anacrônica e cruel

1 de fevereiro de 2010 às 14:35 | Comentar

“Era o período final do governo FHC. Durante meses, todas as terças-feiras, por volta das 22h., eu voltava da aula que dava em um cursinho pré-vestibular para alunos carentes da favela da Maré, descia do ônibus no Largo do Machado e ia a pé para o meu apartamento em Botafogo – um trajeto de cerca de 1,5km, que passa por três bairros”. Maurício Caleiro

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Tempo-Será

1 de fevereiro de 2010 às 14:29 | Comentar
Por João da Mata

Para o teatrólogo e poeta Jairo Lima

TEMPO-SERÁ: 28 anos de um projeto teatral coletivo

“… o amor se vai o mar se sono se esvai como diz: o caso está enterrado a canoa do amor se quebrou no cotidiano estamos quites inútil apanhando de mútua dor mútua cota de dano”. (Maiakowisky).

Em 1982 uma experiência teatral muito bonita na cidade de Natal. Um grupo formado basicamente de professores universitários no início da carreira, alguns já retornando do mestrado e cheios de sonhos e projetos.

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Wilson & Wilson

1 de fevereiro de 2010 às 14:27 | Comentar
Por Marcos Silva

Amigos e amigas:

Como todo mundo, li “O Modernismo”, manual de Martins publicado pela Cultrix. É um guia tradicional útil. Não registra Cãmara Cascudo, tende a ficar no eixo Rio/São Paulo, com algumas incursões nordestinas – Gilberto Freyre, em especial.

Depois, conheci a “História da Inteligência”, enciclopédica, considerada burra por Darcy Ribeiro porque de direita. O anti-comunismo de Wilson parece ter sido esquecido nos obituários, dentro da tradição cristã: descanse em paz. Ser anti-comunista é corajoso nos países que implantaram autoritarismo sob o nome de comunismo e enquanto essa situação durou – depois da reimplantação generalizada do Capitalismo, virou ideologia oficial. Ser anti-comunista num país anti-comunista (ditatorial entre 1964 e 1985, como se sabe) é se afastar do papel de uma intelligentsia, no sentido de Mannheim. E a ideologia do paranismo, muito alimentada por Wilson, celebrava o Brasil branco do sul.

Mas Wilson merece descansar em paz, claro, dentro da tradição cristã.

Abraços:

Millôr Fernandes

1 de fevereiro de 2010 às 13:49 | Comentar

“Millôr Fernandes, sinônimo de absoluto”. Reportagem de Vera de Souza e Sérgio Costa.

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Achada vala comum na Colômbia com 2 mil cadáveres

1 de fevereiro de 2010 às 13:40 | Comentar

Por Antonio Albiñana, Bogotá
Jornal “Público” (Espanha)

No pequeno povoado de Macarena, região de Meta, 200 quilômetros ao sul de Bogotá, uma das zonas mais quentes do conflito colombiano, está sendo descoberta a maior vala comum da história recente da América Latina, com uma cifra de cadáveres enterrados sem identificação, que poderia chegar a 2.000 segundo diversas fontes e os próprios residentes. Desde 2005 o Exército, cujas forças de elite estão baseadas nos arredores, depositou atrás do cemitério local centenas de cadáveres com a ordem para que fossem enterrados sem nome.

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SOS Ponta Negra

1 de fevereiro de 2010 às 13:24 | Comentar
Por João da Mata

Leio estarrecido em letras garrafais que vão retomar o projeto de construção de espigões ao lado do morro do careca. Projeto embargado. Projeto que é um acinte à cidade de Natal e seus moradores. Não podemos permitir tamanha agressão. Eles não podem vender uma cidade, a sua alma, o seu cartão postal. Invoco a todos os santos e políticos do Brasil e do mundo para que não permitam que seja cometido mais esse crime.

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Luís da Câmara Cascudo e Gilberto F. Vasconcellos

1 de fevereiro de 2010 às 13:22 | Comentar
Por João da Mata

A paixão gilbertiana pelo mestre da cultura popular Câmara Cascudo é comovente porquê, com conhecimento de causa e leituras criteriosas do vasto e profundo universo cascudiano. Na revista “Caros Amigos” a primeira coisa que leio é o Pequeno Folhetim do Folclore do Gilberto Vasconcellos que acaba de lançar um belo livro “A questão do Folclore do Brasil do sincretismo à xifopagia” pela EDUFRN no selo da coleção Estudos Norte-Riograndenses.

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Ao Amigo Jairo

1 de fevereiro de 2010 às 13:19 | Comentar
Por João da Mata

Amigo Jairo:

Foi um longo verão. Inútil chorar. O amor acaba. Inútil esquecer o que passou. Foi bom para nós dois. Você partiu e fiquei vendo que
voce estava aqui e nem sabia. Obrigado pelas sopas que antecedem ao prato principal. Obrigado pelo papo furado.

Você que uniu cidades. Com o amor é diferente. Assim mesmo, solitário. Ficamos mais desertos. Aprendemos muito com o outro. De tudo um pouco. Luzes, beleza, amor. Livros, óperas, literatura é o que desejamos e quando muito conseguimos um pequeno fragmento dito tantas vezes como nesse pequeno fragmento de um discurso amoroso de Roland Barthes citando Nietzche.

“ ou ainda: tal, não é o amigo? Aquele que pode se afastar um instante sem que sua imagem d]se destrua? “ Éramos amigos e nos tornamos estranhos um ao outro. Mas é bom que seja assim, e não o procuraremos dissimular sem disfarçar, como de devêssemos ter vergonha disso. Como dois navios que seguem cada um sem rumo e seu próprio objetivo: assim sem duvida poderemos nos encontrar e celebrar festas entre nós como já fizemos antes- e então os bons navios repousavam lado a lado no mesmo porto, sob o sol, tão tranqüilos que se poderia dizer que já tinham chegado ao seu objetivo e tivessem tido a mesma destinação. Mas em seguida o apelo irresistível da nossa missão nos levaria de novo um para longe do outro, cada um sobre mares , rumo a passagens, sob sóis diferentes – talvez para nunca mais nos revermos, talvez para nos revermos uma vez mais, mas sem nos reconhecermos: mares e sós diferentes provavelmente nos fizeram mudar! “

Salinger na Globonews

1 de fevereiro de 2010 às 9:30 | Comentar

De Geneton Moraes, no Twitter:

Paulo César Peréio recitando trechos de O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO: nesta segunda, 11:30 e 17:30, Globonews Especial sobre J.D.Salinger.

AGENDA

  • O dia em que os manicacas caem na folia

    Prévia da troça Manicacas no Frevo ocorre hoje, com concentração às 18h no Bar de Pedrinho, no centro da cidade.

    aqui

  • Lançamento da Palumbo será hoje na Quinta Viva do Samba, no Centro Histórico

    Por Sérgio Vilar
    NO DIÁRIO DO TEMPO

    Todas as quintas-feiras têm sido motivo de samba no pé e boemia no Centro Histórico. E hoje não será diferente. O grupo Arquivo Vivo se iniciou timidamente no Buraco da Catita, subiu a ladeira até as adjacências do Beco da Lama para tocar de graça no Bar de Fátima e hoje ganhou a simpatia do público em frente ao Bar de Nazaré, onde fincou “morada” em mesa postada no meio da rua e sob as bênçãos de São Jorge. A partir das 19h o som começa. Tudo de graça e no gogó.

    mais informações »

  • Os vencedores do Prêmio Hangar 2012

    O Prêmio Hangar de Música 2012 promoveu uma solenidade à altura da importância conquistada pelo premiação nestes dez anos. Uma verdadeira celebração da música potiguar.

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vagalume da Paz
    04-02-2012 às 8:12 - Comentar
    Por Romana Alves

    Vaga vagalume
    Venha em cardume
    O mundo está escuro!
    Vire luz
    Traga paz

    COMENTÁRIOS

    • Fernando Monteiro: Belo hai-cai, Poeta -- obrigado! -- com essa certeza, sempre, de haver sido LIDO, sim, quando o ouvido apuradíssimo da LEITURA (raridade rara - tautologia necessária) é não menos que o do Poeta que sucedeu, aí, em grandeza lírica, o querido (saudade!) Luís Carlos Guimarães: JARBAS MARTINS. - As asas da noite que surgem (1)
    • Daniel Menezes: O direito autoral é a apropriação individual de conhecimento coletivo. Tipo assim, a sociedade trabalha para promover a cultura objetiva e depois, alguém, por um impulso social, produz algo. Afinal, uma sociedade sempre gera as questões que pode responder, já dizia o barbudo. Este "inventor" (expressão burguesa) não produz a "novidade" sozinho e nunca partindo do zero. Depois de feito, diz que aquilo é dele. Só muito aparato estatal para empurrar isso pela goela. - Pirataria
    • Ednar Andrade: Boa noite, Marcos, amigo, querido. Também acho maravilhoso reencontrá-lo. Já sentia a tua falta aqui neste espaço. Saudades. Eu sou, tu és, Rio corrente. Não demores. Beijos, querido. - Fio de luz
    • Regiane de Paiva: Não sei dizer o quanto este texto me emocionou. Aqui sinto a literatura e a vida. Cada metáfora ou descrição de um recorte da memória provoca uma sensação de nostalgia e de melancolia. Llosa afirma que nada ensina melhor que a literatura a ver a riqueza do patrimônio humano e a valorizá-la como uma manifestação da sua múltipla criatividade. Desta forma, entendo que este texto é literatura pura! Literariedade, primor e encanto! Beijos in..... marido! - Da solidão
    • Regiane de Paiva: O título é a extensão do texto. A fala pueril dentro de um contexto como a política remeteu a uma bela reflexão. À medida que eu ia lendo o texto, ouvia uma voz de menino atrás dos meus olhos, parece que o menino conversa fitando o leitor... Texto maravilhoso! - Política de menino
    • Jarbas Martins: UM HAI-CAI PARA FERNANDO MONTEIRO A noite, com gesto brusco,/ roubou um naco da tarde/ e se esgueira pelo subúrbio. - As asas da noite que surgem (1)
    • Jarbas Martins: Fernando Monteiro, sim. E o pouco que li de António Lobo Antunes. - As asas da noite que surgem (1)
    • Jarbas Martins: Juan Ramón Jiménez, sim. E a boa tradução de Antonio Cícero. - Juan Ramón Jiménez: "Soledad" / "Solidão"
    • Marcos Silva: Não assisti à montagem de Roda Viva, eu morava em Natal na época. Li o texto, vi fotografias, ouvi depoimentos (inclusive de Anna Maria Martinez Correa, historiadora e irmã de José Celso, que acompanhou os debates sobre a agressão aos atores da peça). A peça foi recuperada na auto-vitimização de Marília Pera como justificativa para seu apoio à candidatura de Fernando Collor... Na época da encenação, atribuía-se a agressividade da peça ao diretor José Celso. Chico Buarque, com muita dignidade, declarou que o texto era integralmente dele. É difícil dizer para um autor o que ele deve ou não autorizar fazer em relação a sua obra. Roda viva existe como memória. Talvez seja legal pensar, hoje, numa peça sobre Roda viva (que tal uma peça sobre a invasão do teatro pelos terroristas de direita, que contavam com apoio de estado?). En passant, discordo de Alonso sobre a peça criticar APENAS a Jovem Guarda. É claro que ela aborda toda a indústria cultural, que lançou inclusive... Chico Buarque de Hollanda! Nesse sentido, é preciso explorar em profundidade as ligações entre a peça e canções posteriores, como "Agora falando sério" e "Essa moça tá diferente". - Zé Celso questiona decisão de Chico de vetar encenação de 'Roda Viva'
    • carlos de souza: devia liberar a biografia, que não tem uma sequer revelação que já não tenha em sua discografia e reportagens jornalísticas. punir um escritor sério por pura babaquice diminui sua aura de "rei", isso sim. - Roberto Carlos autoriza relançamento de seu disco "proibido"