Associação para proteger blogueiros

2 de fevereiro de 2010 às 22:35 | Comentar

“Jornalistas e advogados reunidos no debate “O Direito e a Internet”, na Campus Party, apoiaram a criação de uma entidade nos moldes da Eletronic Frontier Foundation para proteger blogueiros ameaçados ou sob processo judicial”.

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Alguns de vocês devem lembrar que abordei essa questão outro dia aqui, procupado que fiquei com a condenação por motivos discutíveis de blogueiros em alguns estados brasileiros. Essa associação tem de ser viabilizada urgentemente porque o cerco à liberdade de expressão na internet deverá aumentar.

O vedetismo judiciário

2 de fevereiro de 2010 às 22:29 | Comentar

“Está ocorrendo no Brasil, ultimamente, uma degradação da imagem, da autoridade e da verdadeira eficiência de órgãos do Judiciário como guarda da Constituição e instrumento da Justiça e do Estado Democrático de Direito. Essa degradação é decorrência de um grave desvio de comportamento, que pode ser identificado como vedetismo judiciário”. Dalmo Dallari

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O iPad e a salvação que ainda não chegou

2 de fevereiro de 2010 às 22:24 | Comentar

“Esperava-se muito do novo aparelho, mas a sensação de “revolução midiática” que se achava que ele causaria parece ter esfriado após o lançamento”. Leticia Nunes

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A revolta (da direita) contra a democracia liberal

2 de fevereiro de 2010 às 22:12 | Comentar

“Se o comunismo não deu as respostas que se esperava dele no século 20, se o socialismo real fracassou, a democracia liberal também já era, agora que é crescentemente abandonada pela direita. Nos Estados Unidos, ela está se organizando fora das estruturas do Partido Republicano, a quem acusa de ser elitista. A ação direta está em voga entre os militantes do Tea Party, um movimento que se aglutina em torno da rejeição a Barack Obama, que acusa de “arrecadar demais”, “gastar demais”, de ser fraco com os inimigos externos, de ser “socialista”. Luiz Carlos Azenha

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Abaixo-assinado

2 de fevereiro de 2010 às 22:01 | Comentar

No link abaixo você assina o abaixo-assinado em defesa da paisagem de Ponta Negra, uma das mais belas do Rio Grande Norte e que está ameaçada pela construção de espigões. Os prédios foram proibidos na administração passada e liberados na atual, da prefeita Micarla Verde, do Partido Verde.

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Wilson Martins

2 de fevereiro de 2010 às 21:39 | Comentar

Por Cristovão Tezza
Gazeta do Povo (PR)

“Com a morte de Wilson Martins (1921-2010), pa­­rece que todo um tempo da crítica literária brasileira desapareceu com ele. Nos seus mais de 60 anos de atividade, Wilson Martins fez um completo e detalhado levantamento da produção literária brasileira, quase que livro a livro, de tudo que apontava para a relevância, que é a tarefa primeira do crítico. Radicalmente independente, de uma erudição enciclopédica e às vezes opiniático e particularíssimo em sua visão, ele foi quase sempre a primeira e mais forte referência de quem quer que tenha enveredado pela ficção e pela poesia no país desde a década de 40.

Clique aqui para ler mais »

“re-Visões e outros poemas contra-acabados”

2 de fevereiro de 2010 às 16:36 | Comentar

Nelson Patriota escreve em sua coluna sobre o novo livro do poeta Jarbas Martins, “re-Visões e outros poemas contra-acabados”, que será editado pela Editora Sebo Vermelho.

Jarbas reúne seus inéditos e dispersos

2 de fevereiro de 2010 às 16:32 | Comentar
Por Nelson Patriota

Atendendo a sugestão do livreiro Abimael Silva, o poeta Jarbas Martins está reunindo seus dispersos em livros, jornais, revistas e gavetas, com isso, dando forma a um novo livro, que terá o sugestivo nome de “re-Visões e outros poemas contra-acabados” (qualquer eco ao seu livro Contracanto não é mera coincidência, mas a construção “contra-acabados” ele tributa ao poeta Augusto de Campos). A ideia de Jarbas é que ainda este ano seu novo livro de poemas seja lançado, certamente num grande evento literário, à altura das expectativas que cercam de idiossincrasias a figura do poeta.

De fato, Jarbas Martins costumava jactava-se, até poucos anos atrás, de ser autor de um único livro de versos, Contracanto, lançado em 1996 pela Editora da UFRN, e que, certamente, está esgotado. Seus namoros com a poesia, porém, já haviam rendido, dois anos antes de Contracanto, um curioso e singular livreto intitulado 14 versus 14 – itinerário do soneto norte-rio-grandense – seleção e crítica. Essa obra, aliás, constitui outro projeto literário em que Jarbas vem trabalhando com vistas a uma segunda edição. A seleção de poemas não sofrerá alterações, mas o curto ensaio que enfeixou a primeira edição será substituído por uma longa reflexão crítica em torno da história do soneto enquanto estilo poético, mas sem perder de vistas as características que ele assume quando transplantado para a seara das nossas letras.

14 versus 14, que é também uma “viagem em busca da aura perdida do soneto”, conforme a definição do seu autor, seria seguida de Contracanto e, em 2008, de Antielegia para Emmanuel Bezerra. Assim, a veleidade que Jarbas alimentou de ser o poeta de um único livro está se desfazendo, graças às injunções da própria poesia.

Essa mudança deve ser vista como uma consequência natural de sua história como poeta vivendo em um contexto muito específico, do qual ele faz absoluta questão de não desenraizar-se e para o qual vem dando uma contribuição das mais singulares e significativas.

É suficiente que se atente para o escopo de abrangência da sua poesia, em inquieta expansão, para aí se perceber o quanto ela exibe de colorido, de variegado, de pensado e de experimentado. Desde Contracanto, formas clássicas, como o soneto, convivem, em Jarbas, com experiências induzidas pela eclosão do concretismo e do pós-concretismo, especialmente sob a forma do poema processo, “pecado” em que também incorreram conterrâneos seus, como Dailor Varela, Moacy Cirne, Bosco Lopes, Anchieta Fernandes e Nei Leandro de Castro.

Nel mezzo del cammin, a arte tradutória, exemplarmente defendida pelo poeta Luís Carlos Guimarães entre nós, sobretudo depois da publicação do seu 113 traições bem-intencionadas, sugeriu a Jarbas experiências nessa senda. Daí, vieram as traduções de Henri Michaux, de Jorge Luis Borges, de César Vallejo, entre outros, que ele publicou em algumas edições do jornal cultural O Galo, na Revista do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte e também na Antologia poética de tradutores norte-rio-grandenses, que organizamos para a Editora da UFRN, em 2008. Sub-repticiamente, houve também o reencontro com o soneto, gênero que, hoje, parece merecer uma especial atenção de Jarbas, pelas possibilidades que lhe vem oferecendo em termos de expressão poética.

O acervo de traduções, de sonetos e de outras formas poéticas que Jarbas Martins vem produzindo nestes últimos anos justifica plenamente o projeto editorial de Abmael Silva para um novo livro do autor de Contracanto.

A propósito dessa obra, já não seria tempo de dar-lhe uma segunda edição, haja vista que se encontra fora de catálogo há mais de duas décadas? Não pensamos, evidentemente, numa mera reposição de um título esgotado, mas numa reedição comportando um novo projeto gráfico e uma exposição introdutória assinada pelo próprio poeta, além, evidentemente, de uma seleção da fortuna crítica escrita à sua margem nesse entretempo. Mais do que servir à memória literária potiguar, uma obra com tais características faria justiça ao papel que Contracanto merece ocupar nas nossas letras.

Los desafíos de la cultura ‘narco’

2 de fevereiro de 2010 às 16:26 | Comentar

“Los novelistas van siempre un paso adelante de la realidad. Hacia 1930, el argentino Roberto Arlt vislumbró en sus dos grandes novelas, Los siete locos y Los lanzallamas, la madeja fascista que se cernía sobre las naciones jóvenes del sur. Así también ahora la guerra contra las drogas y el narcotráfico impregna buena parte de la literatura, sobre todo en Colombia y México, donde la cultura narco se ha infiltrado en todos los aspectos de la vida”. Tomás Eloy Martínez

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Oscar terá guerra conjugal nas principais categorias

2 de fevereiro de 2010 às 14:27 | Comentar

“Embora as indicações ao Oscar 2010 tenham sido distribuídas democraticamente entre diversas produções, tudo leva a crer que a disputa principal da premiação de melhor filme e cineasta se dará entre dois concorrentes: “Avatar” e “Guerra ao Terror” (justamente aqueles que tiveram o maior número de indicações). Será quase uma guerra conjugal, já que James Cameron, diretor do primeiro, foi marido de Kathryn Bigelow, diretora do segundo.

Nessa briga, “Avatar” entra com o peso dos recordes de bilheteria, da vitória no Globo de Ouro e da afirmação do 3-D como caminho possível para o futuro do cinema. Já “Guerra ao Terror” vem com o aval da crítica, com o charme de se tornar o primeiro Oscar de melhor filme dirigido por uma mulher e com a eterna desconfiança da Academia de Hollywood em relação aos blockbusters.

No saldo geral, “Avatar” deve se tornar o filme com maior número de estatuetas, graças principalmente às categorias técnicas. De resto, deve haver uma pulverização dos outros prêmios, principalmente por conta das categorias de interpretação.

“Crazy Heart” deve dar o prêmio de melhor ator a Jeff Bridges, “Um Sonho Possível” pode garantir um de melhor atriz para Sandra Bullock, Christopher Waltz leva é barbada como ator coadjuvante por “Bastardos Inglórios”, e Mo’Nique entra com alguma vantagem para atriz coadjuvante por “Precious”. Na divisão, talvez ainda sobre alguma estatueta para “Amor sem Escalas” por melhor roteiro.

Alguns comentários adicionais:

- A decisão de ter 10 candidatos a melhor filme me parece totalmente dispersiva.

- Na categoria de filme estrangeiro, há dois representantes sul-americanos, o argentino “O Segredo dos seus Olhos” e o peruano “A Teta Assustada”. O cinema brasileiro, que tem aquela velha obsessão com o Oscar, vai ter que assistir da arquibancada. Mas o prêmio deve ir mesmo para “A Fita Branca”, do austríaco Michael Haneke.

- Se eu fosse eleitor da academia, “Bastardos Inglórios” seria o melhor filme e Quentin Tarantino, o melhor diretor e roteirista”. Ricardo Cali – IG

Fraseamentos de René Char (1907-1988)

2 de fevereiro de 2010 às 14:24 | Comentar
Por Gustavo de Castro

Cumpre em relação aos outros aquilo que só a ti próprio prometeste.

Nenhum homem, a não ser um morto-vivo, se pode sentir ancorado nesta vida.

Aquilo que vem ao mundo para nada perturbar não merece nem contemplações nem paciência.

Na ação, sê primitivo; na antevisão, um estratego.

Avatar e Guerra ao Terror lideram indicações

2 de fevereiro de 2010 às 14:08 | Comentar

“Avatar” e “Guerra ao terror” dividem o páreo pelo Oscar deste ano, com nove indicações cada um. O anúncio dos filmes que disputarão o maior prêmio do cinema mundial, dado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, foi realizado na manhã desta terça-feira (2).

Conheça a lista completa de indicados no link abaixo.

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Beyoncé sem som

2 de fevereiro de 2010 às 13:53 | Comentar
Por Marcos Silva

Amigos e amigas:

A multipremiada Beyoncé é bonitona, ótima pra ver. Confesso que acho o som dela sem graça.
Abraços:

Grammy consagra Beyoncé

2 de fevereiro de 2010 às 8:46 | Comentar

Beyoncé leva seis prêmios no Grammy; melhor álbum vai para Taylor Swift.

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Bibliotecas do mundo

2 de fevereiro de 2010 às 8:37 | Comentar

Veja as fotos de  algumas das bibliotecas mais importantes do mundo, como a “Strahov Theological Hall – Original Baroque Cabinet”, abaixo.

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Entrevista com Manoel de Barros

2 de fevereiro de 2010 às 8:23 | Comentar

Entrevista, em vídeo, com o poeta Manoel de Barros.

“Eu sou cuiabano de chapa e cruz. Mas fui criado no Pantanal de Corumbá, no chão de acampamentos, a ver meu pai fazendo cercas. Conheci as boas coisas do chão. Hoje o meu olhar é ajoelhado no chão a ver os caracóis da terra, as rãs das águas, os lagartos das pedras.”

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AGENDA

  • O dia em que os manicacas caem na folia

    Prévia da troça Manicacas no Frevo ocorre hoje, com concentração às 18h no Bar de Pedrinho, no centro da cidade.

    aqui

  • Lançamento da Palumbo será hoje na Quinta Viva do Samba, no Centro Histórico

    Por Sérgio Vilar
    NO DIÁRIO DO TEMPO

    Todas as quintas-feiras têm sido motivo de samba no pé e boemia no Centro Histórico. E hoje não será diferente. O grupo Arquivo Vivo se iniciou timidamente no Buraco da Catita, subiu a ladeira até as adjacências do Beco da Lama para tocar de graça no Bar de Fátima e hoje ganhou a simpatia do público em frente ao Bar de Nazaré, onde fincou “morada” em mesa postada no meio da rua e sob as bênçãos de São Jorge. A partir das 19h o som começa. Tudo de graça e no gogó.

    mais informações »

  • Os vencedores do Prêmio Hangar 2012

    O Prêmio Hangar de Música 2012 promoveu uma solenidade à altura da importância conquistada pelo premiação nestes dez anos. Uma verdadeira celebração da música potiguar.

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vagalume da Paz
    04-02-2012 às 8:12 - Comentar
    Por Romana Alves

    Vaga vagalume
    Venha em cardume
    O mundo está escuro!
    Vire luz
    Traga paz

    COMENTÁRIOS

    • Fernando Monteiro: Belo hai-cai, Poeta -- obrigado! -- com essa certeza, sempre, de haver sido LIDO, sim, quando o ouvido apuradíssimo da LEITURA (raridade rara - tautologia necessária) é não menos que o do Poeta que sucedeu, aí, em grandeza lírica, o querido (saudade!) Luís Carlos Guimarães: JARBAS MARTINS. - As asas da noite que surgem (1)
    • Daniel Menezes: O direito autoral é a apropriação individual de conhecimento coletivo. Tipo assim, a sociedade trabalha para promover a cultura objetiva e depois, alguém, por um impulso social, produz algo. Afinal, uma sociedade sempre gera as questões que pode responder, já dizia o barbudo. Este "inventor" (expressão burguesa) não produz a "novidade" sozinho e nunca partindo do zero. Depois de feito, diz que aquilo é dele. Só muito aparato estatal para empurrar isso pela goela. - Pirataria
    • Ednar Andrade: Boa noite, Marcos, amigo, querido. Também acho maravilhoso reencontrá-lo. Já sentia a tua falta aqui neste espaço. Saudades. Eu sou, tu és, Rio corrente. Não demores. Beijos, querido. - Fio de luz
    • Regiane de Paiva: Não sei dizer o quanto este texto me emocionou. Aqui sinto a literatura e a vida. Cada metáfora ou descrição de um recorte da memória provoca uma sensação de nostalgia e de melancolia. Llosa afirma que nada ensina melhor que a literatura a ver a riqueza do patrimônio humano e a valorizá-la como uma manifestação da sua múltipla criatividade. Desta forma, entendo que este texto é literatura pura! Literariedade, primor e encanto! Beijos in..... marido! - Da solidão
    • Regiane de Paiva: O título é a extensão do texto. A fala pueril dentro de um contexto como a política remeteu a uma bela reflexão. À medida que eu ia lendo o texto, ouvia uma voz de menino atrás dos meus olhos, parece que o menino conversa fitando o leitor... Texto maravilhoso! - Política de menino
    • Jarbas Martins: UM HAI-CAI PARA FERNANDO MONTEIRO A noite, com gesto brusco,/ roubou um naco da tarde/ e se esgueira pelo subúrbio. - As asas da noite que surgem (1)
    • Jarbas Martins: Fernando Monteiro, sim. E o pouco que li de António Lobo Antunes. - As asas da noite que surgem (1)
    • Jarbas Martins: Juan Ramón Jiménez, sim. E a boa tradução de Antonio Cícero. - Juan Ramón Jiménez: "Soledad" / "Solidão"
    • Marcos Silva: Não assisti à montagem de Roda Viva, eu morava em Natal na época. Li o texto, vi fotografias, ouvi depoimentos (inclusive de Anna Maria Martinez Correa, historiadora e irmã de José Celso, que acompanhou os debates sobre a agressão aos atores da peça). A peça foi recuperada na auto-vitimização de Marília Pera como justificativa para seu apoio à candidatura de Fernando Collor... Na época da encenação, atribuía-se a agressividade da peça ao diretor José Celso. Chico Buarque, com muita dignidade, declarou que o texto era integralmente dele. É difícil dizer para um autor o que ele deve ou não autorizar fazer em relação a sua obra. Roda viva existe como memória. Talvez seja legal pensar, hoje, numa peça sobre Roda viva (que tal uma peça sobre a invasão do teatro pelos terroristas de direita, que contavam com apoio de estado?). En passant, discordo de Alonso sobre a peça criticar APENAS a Jovem Guarda. É claro que ela aborda toda a indústria cultural, que lançou inclusive... Chico Buarque de Hollanda! Nesse sentido, é preciso explorar em profundidade as ligações entre a peça e canções posteriores, como "Agora falando sério" e "Essa moça tá diferente". - Zé Celso questiona decisão de Chico de vetar encenação de 'Roda Viva'
    • carlos de souza: devia liberar a biografia, que não tem uma sequer revelação que já não tenha em sua discografia e reportagens jornalísticas. punir um escritor sério por pura babaquice diminui sua aura de "rei", isso sim. - Roberto Carlos autoriza relançamento de seu disco "proibido"