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quinta-feira, 24/07/2014 | Comentar
francois

Ariano virou borboleta

Por François Silvestre

Ariano Suassuna saiu do casulo. Encantou-se ou desencantou e virou borboleta. Quando aparecer numa vereda de Riacho dos Cavalos, ou na Marcelina de Tio Quetim, uma borboleta de asas vastas, com as cores da caatinga, não duvide: É Ariano. De...

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sexta-feira, 09/03/2012 | Comentar

Sob o céu de Natal

Por DAMATA

Amigo Demétrio,

Recebi o belo convite pelo qual muito agradeço a atenção. Sob o céu de Natal estive uma vida. Sob o céu de Paris estive certa vez vindo da Alemanha. Lembro sempre dessa cidade como um bela mulher assim como Natal. Não consegui postar um comentário, mas canto com...

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sexta-feira, 09/03/2012 | 2 Comentários

vídeopoema: noturnos

Por Nina Rizzi

[A partir de poemas de Nina Rizzi, o novo filme de Carito Cavalcantii e Joca Soares: NOTURNOS.

Direção e fotografia: Carito Cavalcanti e Joca Soares. Roteiro: Carito Cavalcanti. Edição e finalização: Joca Soares. Voz e poemas: Nina Rizzi. Trilha...

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sexta-feira, 09/03/2012 | Comentar

Lotte & Zweig, a vida e a morte

NO OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

Reproduzido do Diário Catarinense, 28/2/2012; título original: “Livro Lotte & Zweig conta a história misteriosa envolvendo a morte do escritor alemão e sua mulher em Petrópolis em 1942”; intertítulos do OI

No livro Lotte &...

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sexta-feira, 09/03/2012 | Comentar

Nossos três russos

Por Paula Scarpin

Há muitas explicações para o sucesso cada vez maior da literatura russa no Brasil. Uma delas é que Tolstói e Dostoiévski andam desembarcando no país sem fazer escalas por outros idiomas. Um fenômeno que deve ser atribuído a três pessoas.

aqui

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quarta-feira, 23/07/2014 | 2 Comentários

Águia

Por Ednar Andrade

águia

Rugas em minha pele
Desenham com tinta sangue, agonias tatuadas.
Navalha fria, corta-me.
A carne inteira geme, anseia sorriso.

Sou a velha águia que retira-se.
SOU
O cão largado no inútil e solitário uivo
Na escuridão dos sem aurora que os acuda.

Cio de cobra ………………..
Ciciar de cigarra. . . . . . .
Piar de ave noturna não é cantar.
É lamento.