Escreva, clique aqui. Usuário cadastrado clique aqui
sexta-feira, 22/08/2014 | Comentar

Romance ganhador do Prêmio Pulitzer, ‘O pintassilgo’ chega ao Brasil

Autora do best-seller, a americana Donna Tartt rejeita gêneros e diz ser fã de Clarice Lispector.

aqui

email twitter facebook imprimir
sexta-feira, 09/03/2012 | Comentar

Sob o céu de Natal

Por DAMATA

Amigo Demétrio,

Recebi o belo convite pelo qual muito agradeço a atenção. Sob o céu de Natal estive uma vida. Sob o céu de Paris estive certa vez vindo da Alemanha. Lembro sempre dessa cidade como um bela mulher assim como Natal. Não consegui postar um comentário, mas canto com...

email twitter facebook imprimir
sexta-feira, 09/03/2012 | 2 Comentários

vídeopoema: noturnos

Por Nina Rizzi

[A partir de poemas de Nina Rizzi, o novo filme de Carito Cavalcantii e Joca Soares: NOTURNOS.

Direção e fotografia: Carito Cavalcanti e Joca Soares. Roteiro: Carito Cavalcanti. Edição e finalização: Joca Soares. Voz e poemas: Nina Rizzi. Trilha...

email twitter facebook imprimir
sexta-feira, 09/03/2012 | Comentar

Lotte & Zweig, a vida e a morte

NO OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

Reproduzido do Diário Catarinense, 28/2/2012; título original: “Livro Lotte & Zweig conta a história misteriosa envolvendo a morte do escritor alemão e sua mulher em Petrópolis em 1942”; intertítulos do OI

No livro Lotte &...

email twitter facebook imprimir
sexta-feira, 09/03/2012 | Comentar

Nossos três russos

Por Paula Scarpin

Há muitas explicações para o sucesso cada vez maior da literatura russa no Brasil. Uma delas é que Tolstói e Dostoiévski andam desembarcando no país sem fazer escalas por outros idiomas. Um fenômeno que deve ser atribuído a três pessoas.

aqui

email twitter facebook imprimir
Posts mais antigos

Poesia //

Ver todas
sexta-feira, 22/08/2014 | 1 Comentário

TARDE SILENTE

Por Suely Nobre

 

Ontem, a tarde se fez silêncio

Um silêncio real

Profundo como abismo

Um silêncio a eternizar as horas

E adormecer os sentidos

Um silêncio disforme

A espernear em meu peito

Em dorida agonia

Um silêncio letal

A mutilar o meu corpo

E carregar em segredos

Pedaços de mim

Um silêncio arredio

A quedar minha paz

E revirar ao avesso

Tantas recordações

Um silêncio imortal

A não permitir ao vento

Sequer bater à porta

E murmurar um soneto.