Recebi o seguinte texto, que repasso.
Uma infausta data: 48 anos depois.
Caio N. de Toledo
Aos que partiram sem poder dizer adeus.
Na data em que o imaginário popular consagra como o dia da mentira 48 anos atrás foi rompida a legalidade democrática instituída no Brasil com a Constituição de 1946. Hoje, a quase totalidade das entidades que conspirou, apoiou e promoveu a derrubada do governo democrático de João Goulart (1961-1964) não festejará o golpe civil-militar de 1964.
Do exílio a todo lugar
1 de abril de 2012 às 12:40 | ComentarSalman Rushdie é presença incansável na agitada vida noturna de Nova York.
Um novo retrato de Jango
1 de abril de 2012 às 12:25 | Comentar
Por Paulo Moreira Leite
Quase meio século depois do golpe de 1964, João Goulart começa a vencer o estereótipo do presidente que só tinha defeitos
Só queremos casa, comida e liberdade
1 de abril de 2012 às 12:22 | ComentarAo ser preso e torturado, Ramy Essam se torna herói da revolução árabe, grava CD e sai em turnê para alertar: mais sangue será derramado.
“Quero ser lembrado hoje.”
1 de abril de 2012 às 12:08 | 9 Comentários
Comovente – pelas sábias lições de humanidade e de humildade – a entrevista do “divino” Ademir da Guia, um dos maiores ídolos do Palmeiras e do futebol brasileiro, dada ao jornalista Geneton Moraes. Uma aula, de fato, em que reconhece elegantemente que seria muito difícil compor a Seleção fantástica de 1970, no lugar de Gérson ou Rivelino.
Perguntado sobre o que acha que vão falar a seu respeito daqui a cem anos, respondeu: “Quero ser lembrado hoje. Gosto muito do agora.”
Abril é cruel
1 de abril de 2012 às 12:04 | 6 Comentários“Abril é o mais cruel dos meses, germina / Lilases da terra morta, mistura / Memória e desejo, aviva / Agônicas raízes com a chuva da primavera.” “A Terra Desolada” / T.S. Eliot (tradução de Ivan Junqueira)
Situado no inicio da segunda quadra do ano Abril é o mais cruel dos meses cantou o poeta de “A Terra Desolada”. Imagine aqui Terra ignota e árida. Abril depois de um verão esturricante num outono que não produz cores nem flores. Mês que começa mentindo, Abril não é de poesia. Na “Tarde” de Abril, o poeta de “o solitário vento de verão” essa triste figura do mês:
“Um se ressente da ausência do mar rumoroso. Outro o lastima o tédio que o cerca e o faz desinfeliz. Outro atribui ao mês as infelicidades nos amores. E o mês se ressente, fica feio e triste….”
O maior desafio da imprensa
1 de abril de 2012 às 11:16 | 1 Comentário
Por Luís Nassif
BLOG DO NASSIF
Nos próximos meses, a liberdade de imprensa no Brasil enfrentará um dos maiores desafios da sua história: demonstrar capacidade de se abstrair do corporativismo e proceder a uma análise corajosa e isenta sobre fatos que começarão a jorrar nos próximos dias.
Trata-se da ligação da revista Veja com o crime organizado. Mais especificamente com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e seu oficial maior, senador Demóstenes Torres.
‘Sem transição suave para o capitalismo em Cuba’
1 de abril de 2012 às 11:09 | ComentarPara biógrafo de Che, regime precisa evitar que ilha vire sociedade criminosa organizada.
Os 50 anos do primeiro álbum de Bob Dylan
1 de abril de 2012 às 11:02 | 1 ComentárioO poder dos quietos
1 de abril de 2012 às 10:58 | Comentar1º de dezembro de 1955, Rosa Parks voltava para casa depois de um dia de trabalho, no Alabama
Por Susan Cain
FSP
Tradução: ANA CAROLINA BENTO RIBEIRO
O que Harry Potter e o Google têm em comum
RESUMO
A série de trechos de livros que a “Ilustríssima” publica em primeira mão apresenta texto de Susan Cain que integra “O Poder dos Quietos”, best-seller nos EUA, com lançamento nacional previsto para maio. A autora analisa a reação social frente aos introvertidos e cita personalidades com essa característica.
Nossas vidas são moldadas tão profundamente pela personalidade quanto pelo gênero ou código genético. E o aspecto mais importante da personalidade -”o norte e o sul do temperamento”, como diz um cientista- é onde cada um se localiza no espectro introversão-extroversão.
A invenção da antropologia
1 de abril de 2012 às 10:47 | ComentarEm entrevista a um time de antropólogos brasileiros, o norte-americano Roy Wagner, autor de “A Invenção da Cultura” e crítico da presunção à autossuficiência dos Estados Unidos, defende o humor como forma de invenção e argumenta que, ao reverter causa e efeito, ele se torna o conhecimento íntimo de todas as coisas.
Encontro sinistro
1 de abril de 2012 às 10:45 | Comentar
O Anjo
1 de abril de 2012 às 10:35 | 11 ComentáriosRasga, engole papéis
Quebra vidro
mastiga os cacos
Alimenta-se do mal
Arrota ódio
- SER INSANO!
Cria do azar
Manipula fórmulas
Desinventa palavras
Cria templos
Respira: radiação
Bebe: combustível
Cospe, escarra, castiga…
Destrói vidas
Cultiva morte
Depois dele
O que restará?
Gilberto Gil em Natal
1 de abril de 2012 às 10:34 | 6 Comentários
Percebo que as pessoas ficam meio que chateadas, decepcionadas mesmo, quando vão a um show e não escutam os grandes sucessos, os hits mais conhecidos dos cantores e músicos que admiram. Ouvi esse tipo de reclamação, ontem, no show de Gilberto Gil no Teatro Riachuelo (“Concertos de Cordas e Máquinas de Ritmo”).
Durante o show o que mais se ouvia na plateia era gente gritando: “- Canta ‘Drão’! “, ”- Canta ‘Super-homem’, canta essa, canta aquela….”. Teve até uma figura que sapecou essa aí: “- Canta Vamos voar!!!!”. rs. Devia estar se referindo a “Vamos fugir”. E Gil prosseguia serenamente no seu set list eleito.
Sob o céu de Natal
1 de abril de 2012 às 10:30 | Comentar
Por Mário Gerson
NA GAZETA DO OESTE
Com imagens profundas que revelam uma identificação geográfica, mas não tiram o ar universal de seu texto, Demétrio Vieira Diniz começa com ‘o pé direito’ num gênero movediço e mutável como o conto











