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terça-feira, 30/09/2014 | Comentar

Brigitte Bardot

Aos 80 anos: sempre ousada, franca e controversa. Desde sua primeira aparição pública, em 1950, Bardot, ícone das telas que deu as costas à fama cinematográfica, convive com o escândalo.

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quarta-feira, 09/05/2012 | Comentar

Dialética da desinibição

Por Gustavo de Castro

Não é estranho que a dialética da desinibição possua o imperativo do “falatório”, do “vozerio”, da “cacofonia” e da “conversa fiada”.

O que ela (a diáletica) gera por um lado: a expressão, contamina por outro: a verdade ruminada, talvez mais profunda p q meditada e autêntica.

A mão fala da cabeça....

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quarta-feira, 09/05/2012 | 6 Comentários

Atravessando o deserto com Rimbaud

Por Carlos de Souza

NA TRIBUNA DO NORTE

Estava há algum tempo procurando algo bom para ler que fugisse um pouco do trivial variado que infesta minhas pilhas de livros. Encontrei esse Rimbaud na África – Os Últimos Anos de Um Poeta no Exílio (1880-1891), de Charles...

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quarta-feira, 09/05/2012 | Comentar

Nossas d’instâncias

Por Gustavo de Castro

Isso que vc me diz só faz lembrar Atenas e aquelas ruínas de dantes, os kinemas, as cisternas de outrora, os tonéis dos justos, as fissuras nas calçadas, as pedras antigas e os capitéis coríntios.

Não sei p q lembrei disto agora. Também...

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quarta-feira, 09/05/2012 | 3 Comentários

Resenha: Frankenstein (Mary Shelley)

Por Uiara Nunes

NA CARTA POTIGUAR

Considerada uma das primeiras obras de ficção científica, “Frankenstein; ou o Prometeu Moderno” constitui uma história de horror emblemática para os tempos atuais.

A palavra “Frankenstein” certamente chegou à maioria de nós através dos mais variados filmes e desenhos inspirados...

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terça-feira, 30/09/2014 | Comentar

Lágrimas de crocodilo

De Alfredo Perez Alencart. (Poeta de Salamanca. Tradução do poeta português Albano Martins)

 

E Bush lacrimejou

 

quando viu chorar as mães

que perderam os filhos

no Iraque.

 

Ele e outros poderão dizer

esquiusmi ou

“os meus sentidos pêsames”,

mas todos sabemos

que os sáurios não choram

quando devoram a presa:

 

dos seus olhos sai

a saliva abundante

do banquete.