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quarta-feira, 23/04/2014 | Comentar

Reouvindo Chico II – Meu caro amigo

Por Marcos Silva

A canção “Meu caro amigo”, parceria de Chico Buarque com Francis Hime, foi lançada em 1976. A ditadura Geisel anunciava “abertura” e praticava assassinatos – Manoel Fiel Filho, em janeiro, e os comunistas Angelo Arroyo, João Drummond e Pedro Pomar, em dezembro. A...

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quarta-feira, 09/05/2012 | Comentar

Dialética da desinibição

Por Gustavo de Castro

Não é estranho que a dialética da desinibição possua o imperativo do “falatório”, do “vozerio”, da “cacofonia” e da “conversa fiada”.

O que ela (a diáletica) gera por um lado: a expressão, contamina por outro: a verdade ruminada, talvez mais profunda p q meditada e autêntica.

A mão fala da cabeça....

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quarta-feira, 09/05/2012 | 6 Comentários

Atravessando o deserto com Rimbaud

Por Carlos de Souza

NA TRIBUNA DO NORTE

Estava há algum tempo procurando algo bom para ler que fugisse um pouco do trivial variado que infesta minhas pilhas de livros. Encontrei esse Rimbaud na África – Os Últimos Anos de Um Poeta no Exílio (1880-1891), de Charles...

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quarta-feira, 09/05/2012 | Comentar

Nossas d’instâncias

Por Gustavo de Castro

Isso que vc me diz só faz lembrar Atenas e aquelas ruínas de dantes, os kinemas, as cisternas de outrora, os tonéis dos justos, as fissuras nas calçadas, as pedras antigas e os capitéis coríntios.

Não sei p q lembrei disto agora. Também...

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quarta-feira, 09/05/2012 | 2 Comentários

Resenha: Frankenstein (Mary Shelley)

Por Uiara Nunes

NA CARTA POTIGUAR

Considerada uma das primeiras obras de ficção científica, “Frankenstein; ou o Prometeu Moderno” constitui uma história de horror emblemática para os tempos atuais.

A palavra “Frankenstein” certamente chegou à maioria de nós através dos mais variados filmes e desenhos inspirados...

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quarta-feira, 23/04/2014 | Comentar

A ETERNIDADE DE DEUS E DA TARDE

Por Eduardo Gosson

Para Suely Meneses

 São quinze horas

Na Pça. André de Albuquerque -

onde o português iniciou a Colonização

as repartições não vencem

a monotonia do quotidiano

 

Mas o repicar do sino

da igrejinha de Nossa Senhora

dos pretos do Rosário,

tendo o Rio Potengi

e a Cidade do Natal ao lado,

anuncia a beleza de Deus

e da tarde.

 

(17.04.2014)