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segunda-feira, 15/09/2014 | Comentar

Autocrítica

Por François Silvestre

Marx dizia que “o papel da crítica não é enfeitar as grades com rosas para atenuar a feiura do cárcere, mas quebrá-las para a colheita da flor viva”.

Certa vez, num papo com Ariano Suassuna, ele disse não identificar beleza literária na obra de Marx. E fez...

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quarta-feira, 09/05/2012 | Comentar

Dialética da desinibição

Por Gustavo de Castro

Não é estranho que a dialética da desinibição possua o imperativo do “falatório”, do “vozerio”, da “cacofonia” e da “conversa fiada”.

O que ela (a diáletica) gera por um lado: a expressão, contamina por outro: a verdade ruminada, talvez mais profunda p q meditada e autêntica.

A mão fala da cabeça....

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quarta-feira, 09/05/2012 | 6 Comentários

Atravessando o deserto com Rimbaud

Por Carlos de Souza

NA TRIBUNA DO NORTE

Estava há algum tempo procurando algo bom para ler que fugisse um pouco do trivial variado que infesta minhas pilhas de livros. Encontrei esse Rimbaud na África – Os Últimos Anos de Um Poeta no Exílio (1880-1891), de Charles...

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quarta-feira, 09/05/2012 | Comentar

Nossas d’instâncias

Por Gustavo de Castro

Isso que vc me diz só faz lembrar Atenas e aquelas ruínas de dantes, os kinemas, as cisternas de outrora, os tonéis dos justos, as fissuras nas calçadas, as pedras antigas e os capitéis coríntios.

Não sei p q lembrei disto agora. Também...

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quarta-feira, 09/05/2012 | 3 Comentários

Resenha: Frankenstein (Mary Shelley)

Por Uiara Nunes

NA CARTA POTIGUAR

Considerada uma das primeiras obras de ficção científica, “Frankenstein; ou o Prometeu Moderno” constitui uma história de horror emblemática para os tempos atuais.

A palavra “Frankenstein” certamente chegou à maioria de nós através dos mais variados filmes e desenhos inspirados...

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sábado, 13/09/2014 | 12 Comentários

O que é um brasileiro?

Por François Silvestre

É um sujeito meio honesto,

meio velhaco,

meio culto,

meio bocó,

meio modesto,

meio arrogante,

meio calado, meio falante,

todo galado!

Mora num país que não é seu,

registrado num cartório de pilantras,

fodido e dizendo que fode.

Grita pra ser ouvido,

enquanto o silêncio esperto lhe rouba o som da garganta.