Escreva, clique aqui. Usuário cadastrado clique aqui
quinta-feira, 24/07/2014 | 3 Comentários
francois

Ariano virou borboleta

Por François Silvestre

Ariano Suassuna saiu do casulo. Encantou-se ou desencantou e virou borboleta. Quando aparecer numa vereda de Riacho dos Cavalos, ou na Marcelina de Tio Quetim, uma borboleta de asas vastas, com as cores da caatinga, não duvide: É Ariano. De...

email twitter facebook imprimir
quarta-feira, 09/05/2012 | Comentar

Dialética da desinibição

Por Gustavo de Castro

Não é estranho que a dialética da desinibição possua o imperativo do “falatório”, do “vozerio”, da “cacofonia” e da “conversa fiada”.

O que ela (a diáletica) gera por um lado: a expressão, contamina por outro: a verdade ruminada, talvez mais profunda p q meditada e autêntica.

A mão fala da cabeça....

email twitter facebook imprimir
quarta-feira, 09/05/2012 | 6 Comentários

Atravessando o deserto com Rimbaud

Por Carlos de Souza

NA TRIBUNA DO NORTE

Estava há algum tempo procurando algo bom para ler que fugisse um pouco do trivial variado que infesta minhas pilhas de livros. Encontrei esse Rimbaud na África – Os Últimos Anos de Um Poeta no Exílio (1880-1891), de Charles...

email twitter facebook imprimir
quarta-feira, 09/05/2012 | Comentar

Nossas d’instâncias

Por Gustavo de Castro

Isso que vc me diz só faz lembrar Atenas e aquelas ruínas de dantes, os kinemas, as cisternas de outrora, os tonéis dos justos, as fissuras nas calçadas, as pedras antigas e os capitéis coríntios.

Não sei p q lembrei disto agora. Também...

email twitter facebook imprimir
quarta-feira, 09/05/2012 | 3 Comentários

Resenha: Frankenstein (Mary Shelley)

Por Uiara Nunes

NA CARTA POTIGUAR

Considerada uma das primeiras obras de ficção científica, “Frankenstein; ou o Prometeu Moderno” constitui uma história de horror emblemática para os tempos atuais.

A palavra “Frankenstein” certamente chegou à maioria de nós através dos mais variados filmes e desenhos inspirados...

email twitter facebook imprimir
Posts mais antigos

Poesia //

Ver todas
quarta-feira, 23/07/2014 | 5 Comentários

Águia

Por Ednar Andrade

águia

Rugas em minha pele
Desenham com tinta sangue, agonias tatuadas.
Navalha fria, corta-me.
A carne inteira geme, anseia sorriso.

Sou a velha águia que retira-se.
SOU
O cão largado no inútil e solitário uivo
Na escuridão dos sem aurora que os acuda.

Cio de cobra ………………..
Ciciar de cigarra. . . . . . .
Piar de ave noturna não é cantar.
É lamento.