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sexta-feira, 25/07/2014 | Comentar

Entrevista exclusiva de Mano Brown, líder do Racionais MC’s, à CULT

“Eu tenho muita música fora do Racionais, e talvez tenha que apelar para esse arquivo para colocar no disco do grupo”.

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domingo, 20/05/2012 | Comentar

A felicidade no abismo

“Não tenho o vislumbre de me sentir ator. Tem gente que vive do próprio ego, a se carcomer”. Foto: Adriana Lorete

Ele queria a entrevista aos pés de um baobá, árvore sagrada para os africanos, cujo tronco monumental leva à sugestão de estar de...

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domingo, 20/05/2012 | Comentar

BitTorrent ajuda vendas de música, diz estudo

Por Redação Link
ESTADÃO

Conclusão é de que não há prova de que downloads ilegais tenham impacto negativo em lançamentos de álbuns

Downloads do BitTorrent ajudam a venda de álbuns de música. Pode soar como heresia para a indústria fonográfica,...

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domingo, 20/05/2012 | Comentar

História sem recalque

Por Ivan Marsigliae
O Estado de S. Paulo

Ex-guerrilheiro que se tornou psicanalista fala do desamparo da tortura

Em 1970, aos 25 anos – um “adulto”, segundo diz – Reinaldo Morano Filho largou o quarto ano do curso de medicina na Pinheiros para se lançar em uma aventura tão incerta quanto...

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domingo, 20/05/2012 | Comentar

O que dinossauros nos ensinam

Por Marcelo Gleiser
FSP

A história das colisões na Terra mostra que, se a história tivesse sido outra, não estaríamos aqui

Às vezes, a morte vem de lugares inesperados. Para um dinossauro que vivia há 65 milhões de anos, o maior perigo eram outros...

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sexta-feira, 25/07/2014 | Comentar

Lábius

Por Oreny Junior

beijos soam nos lábios em batom com bola em lábios inferiores superiores lábios doce cor morango gelatinando no visgo viscoso desse mel de desejos sonhando no pau sonâmbulo em pêndulo entrincheirando seu vértice sua cova sua cava no curral dessa vaca babando o capim com sal do ébano de orpheu nu jardim onde os ratos sofejam a doce melodia da meia noite ratazanas desmaiam e amanhece o sol amarela o vermelhidão da noite anterior e a cidade cheira e não encontro os dormentes da linha férrea onde pudesse envenenar-me com os cogumelos úmidos que teimaram em renascer e marcar um novo encontro quando os lábios não mais se conheciam e as tetas não acendiam em ângulo reto mostrando o norte do cabaré da morte