
Por André Barcinski
FSP
Você gosta de cinema? Tem seus diretores preferidos? Gosta de discutir o estilo e influência de cada diretor?
Então você deve muito a Andrew Sarris.
Sarris, um dos mais polêmicos e importantes críticos de cinema norte-americanos, morreu quarta-feira em Nova York, aos 83 anos, de um vírus estomacal. Era casado com a também crítica de cinema Molly Haskell. Clique aqui para ler mais »
A famigerada lista de Michel Laub
22 de junho de 2012 às 15:54 | ComentarTop 10 livros sobre doenças.
Silêncio branco – a viagem do capitão Scott
22 de junho de 2012 às 15:42 | Comentar70 fatos e curiosidades da vida de Paul McCartney
22 de junho de 2012 às 15:14 | 1 ComentárioQuando Paul McCartney se apresentou na cerimônia do Grammy em 2012, a parcela mais jovem dos telespectadores colocou entre os tópicos mais comentados no Twitter a incrível pergunta “Who is Paul McCartney?”.
“Febre do Rato” vai na contramão da indústria
22 de junho de 2012 às 15:07 | 1 Comentário
Filme de Cláudio Assis usa a poesia como forma de arte transgressora. Diretor pernambucano continua fazendo cinema de guerrilha e diz que se manter íntegro é uma guerra.
Entrevista com Marina Silva
22 de junho de 2012 às 15:05 | Comentar‘Tese americana de cada país por si sai fortalecida do Rio’.
Arquitetura ‘pop-up’
22 de junho de 2012 às 14:52 | 1 Comentário
Por Hermano Vianna
O GLOBO
“Além de
comprimento,
largura,
altura,
cada edifício
deveria ter
seu tempo”
Cedric Price (foto) foi arquiteto que construiu quase nada. E, mesmo que tivesse construído, teria se alegrado com o desaparecimento de todos os seus edifícios, para darem lugar a outras obras. Tentaram tombar o Inter-Action Centre, de Kentish Town, periferia de Londres, um de seus poucos projetos que saíram do papel. CP, como era conhecido, fez campanha contra o tombamento. O Inter-Action Centre, formado por estruturas modulares móveis para se adequar ao uso que a comunidade ia criando para cada uma delas (inclusive — pioneiramente — contêineres, hoje onipresentes em projetos pós-pós-modernos), apresentava instruções para sua demolição. Em outras palavras: tinha prazo, também a ser definido por seus usuários, de validade. Seu criador foi o principal proponente de uma quarta dimensão para a arquitetura: além de comprimento, largura, altura, cada edifício deveria ter seu tempo.
Reeditado “Do ventre da cordilheira, uma carta para Yasmine”, de Isolda Lemos
22 de junho de 2012 às 14:43 | ComentarUma história de amor em plena temporada de chumbo. Um relato comovente. Um testemunho emocionante de um período da nossa história que não deve ser esquecido.
Após 17 anos do seu lançamento será lançada a segunda edição do livro “Do ventre da Cordilheira: uma carta para Yasmine”, escrito por Isolda Melo Lemos, que relata, de forma testemunhal, o período que viveu em exílio, no Chile, com seu marido Rubens Lemos (jornalista, preso político, exilado no Chile em 1970-72).
Escrito originalmente para comemorar os 18 de sua filha, Yasmine Lemos, concebida durante sua estada no Chile, esta segunda edição vem acrescida de algumas fotos e cartas enviadas por Rubens Lemos na distância do exílio e comemora, por sua vez, os 70 anos de Isolda.
Mais que o testemunho de uma época que envolveu toda uma geração cercada de extremismo, repressão, ações desesperadas e também utopias, o livro deve ser lido como uma história de amor, vivida por Isolda e Rubens Lemos.
Esse é o pano de fundo para o novo Uma carta para Yasmine. Um livro que não deixa nenhum leitor indiferente e traz nas suas linhas um soluço, que se mantém preso na garganta até a última página. Talvez pela contundência devastadora, mesmo sem apontar diretamente o óbvio da escuridão daquela época (que soaria panfletário). Talvez por não esconder com tintas douradas (que poderia parecer fútil) a paixão vivida na crueza daqueles dias. Quem sabe por isso mesmo se mantenha tão bonito e forte.
O lançamento desta segunda edição deve reunir os amigos de Rubens Lemos e Isolda. Uma oportunidade também para aqueles que não leram a primeira edição, esgotada em pouco tempo. No relato de Isolda, mãe, mulher, enamorada, uma história que emociona e acende mais uma luz na escuridão que foi aqueles tempos de chumbo.
Programa
Lançamento da 2ª Edição do livro Do ventre da Cordilheira: uma carta para Yasmine
Autora: Isolda Melo Lemos
Páginas: 102
Valor: R$ 20,00
Editora: Offset Editora
Data: 19.07.2012
Local: Trattoria Bella Napoli (Av. Hermes da Fonseca, 960 – Tirol)
Hora: 19h.
Fique feique e vamos falar de Joyce
22 de junho de 2012 às 13:37 | 8 Comentários
Estilo: indagador
Sonoplastia: concerto para piano No 21 de Mozart
Caro Feique,
Talvez seja conveniente para você falar através de um nome fantasia ou personagem. Embora nunca tenhas se dirigido a mim diretamente, muitas vezes respondes com frases ou pensamentos de outros. Por que te escondes?
Para começar gostaria de dizer que discordo completamente de você na relação de Joyce (Irlanda) com Natal. Natal não é o colofão da Irlanda. Gostaria que você explicasse melhor essa assertiva tantas vezes repetida aqui no SP, quando eu escrevi uma dezena de textos alusivos a Joyce.
Poesia e pintura do “Sagrado Feminino”
22 de junho de 2012 às 8:41 | ComentarAs pinturas de Ângela Felipe e a poesia de Mary Ibanhes se encontram na exposição “Sagrado Feminino”, em cartaz a partir desta sexta-feira no Palácio Potengi – Pinacoteca do Estado. O vernissage acontece hoje, às 19h30, e a visitação estará aberta ao público até o dia 18 de julho. Na ocasião, também será lançado o livro de poemas “Cor-de-rosa carmim”.
Mais informações: aqui
Anjo Ferido
22 de junho de 2012 às 8:33 | 1 ComentárioPor Alexandre Abrantes
para Fausto Gosson
.
Não se pode ferir as asas de um anjo,
mas o fizeram nas franjas da noite;
as ruas traem a quietude da casa,
a paz do Senhor é bandeira defraudada.
Não se deve dizer mais que herói é o homem
com seus sonhos, seu vigor, espada e nome,
se as fantasias de querer mais que o céu na terra
tornam impura a estrada, dilui passos em quimeras.
(Meu querido menino, santos eram teus olhos,
o Senhor da paz está contigo em óleo)
Não fica impune o que rouba a inocência,
O barro de Deus é obra de Suas mãos.
Esta aliança não é perdida no azul do infinito,
ainda que a mordida do tempo rasgue o manto.
Uma criança chora no pai que enterra a semente,
mas ele tem a esperança de um dia ouvir o canto
do que hoje em letra e coração dorme eternamente.
Câmara Cascudo sobre Jorge Amado
22 de junho de 2012 às 8:33 | 12 Comentários
(a propósito de CACAU)
Título que encantaria Upton Sinclair. Curto e sonoro, evocando o trabalho de apanha e seca do cacau nas terras baianas. O sr. Jorge Amado correspondeu perfeitamente ao nome de batismo. Fez um livro sólido, firme, com a clareza de água-forte. Seus tipos passam num baixo relevo que lembra uma conquista assíria, milhares de homens sem olhos e sem orelhas, puxando o carro do Rei. Ambiente de asfixia, de revolta, de ódio represado contra algumas figuras do mais abjeto e brutal egoísmo. Livro magnífico. Livro de tese, prefixado, determinado, com a mira imóvel ante um tiro infalível. São páginas que se popularizarão porque revelam a vida hedionda de uma população esquecida dos governos e subjugada à voracidade dos coronéis e capitalistas bestiais.
(A República, 1933).
PS – Vamos agitar um encontro comemorativo aos 100 anos de Jorge em Natal?
Mulheres por quem tenho urgência – XVIII
22 de junho de 2012 às 8:31 | ComentarYaël Naïm. Israelense. Começou a fazer sucesso quando uma de suas músicas foi usada na propaganda do IPhone. Jobs gostava da moça. A moça é israelense até os ossos e mandou flores pro Bush. Foi soldada, uhhhhhhhhh… mas com essa vozinha tão jovem… ah, eu me rendo…
Na canção abaixo ela faz o que podia parecer impossível: melhorar the princess junkie Britney S.:









