A liberdade e o vampiro
1 de julho de 2009 às 8:40 - ComentarCaros amigos:
O bonito texto de François Silvestre (extraído de onde?) lembra o filme clássico “M, o vampiro de Dusseldorf”, de Fritz Lang A cidade é mapeada por policiais e bandidos, tudo é controlado por esses dois grupos para prender e talvez matar o vampiro. O filme termina com uma corajosa conclusão, em tempos de Nazismo ascendente: ao invés de matar o assassino – talvez apenas um doente apavorado -, os pais devem cuidar mais de seus filhos. Na Dusseldorf de François, nós (que não somos bandidos nem policiais) cuidaremos de quem, seremos cuidados por quem? Que liberdade é essa?
Outra liberdade é necessária! Sem que percamos o tesouro da liberdade, do qual Hannah Arendt (a partir do poeta René Char) fala no belíssimo “Entre o passado e o futuro”.
Abraços:

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