Ainda sobre democracia e que tais
2 de julho de 2009 às 23:12 - ComentarCaro Tácito eu não precisaria dizer isso, e o digo sem nenhum problema: sob nenhuma hipótese eu coloquei ou pensei em você entre os defensores do que quer que seja, sei muito bem de suas posições, e eu o sei um verdadeiro democrata. Mas não abro mão de pensar o que penso e dizer o que disse. É um ponto de vista, como de vários outros que pensam diferente de mim. É o debate. Não acho que eu seja o primeiro a dizer que o que o Zelaya estava (está) propondo seja um golpe. É um golpe. O próprio Alex Medeiros citado por aqui também disse. Claro que ele fala por ele, mas ele colocou isso de público. Nenhum problema. E o fato da ONU, OEA, EUA sob Obama pensar diferente não me obriga, dentro de um espírito democrático, de acompanhá-los. Ou será que me obriga? Se sim, então isso não é democracia. Quanto as “viúvas de Marx” não abro mão do que eu disse (mas uma vez repito, não te coloco entre esses). Acho com toda sinceridade, que sem democracia não há solução e quase diria, salvação. Mas veja o exemplo da Alemanha Oriental: construiu um muro para não só impedir as pessoas de saírem (caso não construíssem só ficariam os membros do Partido) e de verem o desastre que era aquilo. Tanto, que ruiu, e o povo, as pessoas destruíram o muro de Berlim. A democracia falou mais alta e sempre fala. Era isso amigo Tácito.


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