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Anos, Césare Pavese

e então, na hora prima de seus anos eu me vertia inconsolável. o outro, que jamais poderá penetrar o abismo do outro, qualquer outro, perguntava: ‘mas então você é poeta!’. não, meu caro, continuava a verter, ele se foi, pra nunca mais. e desde então, é só a névoa.

“em micromonumento a mais um aniversário póstumo do escritor italiano cesare pavese, eis este conto – eu quero dizer, este belo poema em prosa narrativo – apresentado & traduzido pela poeta & editora Nina Rizzi.”

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