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Pílulas para o Silêncio (Parte CXVI)

País de agosto Que o poema vista de domingo cada dia e atire foguetes para dentro do quotidiano. Que o ...
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Pílulas para o Silêncio (Parte CXV)

Em vez de flores, pães   Trouxe-te flores, colhia-as no início do caminho. Se têm cravos ou espinhos? Não sei, ...
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Pílulas para o Silêncio (CXIV)

Aquella música que nunca acepta su armonía es armonía: (Aníbal Núñez) Aquela música que dobra no ouvido do silêncio, e ...
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Pílulas para o Silêncio (Parte CXIII)

Para José Almeida Júnior Um beija-flor, apesar do seu bico doce e de suas asas de arco-íris, não transforma o ...
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Pílulas para o Silêncio (Parte CXII)

Há muitos indivíduos que nasceram para raciocinar mal, outros para não raciocinar e outros para perseguir os que raciocinam. (Voltaire, ...
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Pílulas para o Silêncio (Parte CXI)

Alumbrado com o silêncio, o falacioso me enerva, o conversador me enjoa, e o barulho me atordoa. *** Donde menos ...
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Pílulas para o Silêncio (Parte CX)

  Sou nada; porém, obstante nada, o tudo me alumbra. *** Há um relicário de signos na manga do tempo, ...
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Pílulas para o Silêncio (Parte CIX)

Tudo que brilha sobre o manto da politicalha traz o lume de ouropéis de biltres. *** Noite alta, o verso ...
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Pílulas para o Silêncio (Parte CVIII)

Nascemos e respiramos em volta da luz, lavrando a escuridão (Maria Sameiro Barroso em Papoilas submersas) Nascimento. O clarão de ...
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Pílulas para o Silêncio (CVII)

  Para poder encontrar-me a mim mesmo, tive primeiro de me perder. Tive de chegar ao pleno vazio de mim. ...