A Noiva

10 de janeiro de 2012 às 21:10 | Comentar
Por Cláudia Magalhães

www.teatroclaudiamagalhaes.blogspot.com

BLOG: http://www.teatroclaudiamagalhaes.blogspot.com/2009/01/noiva.html

Saltou da cama, temendo chegar atrasada. Era o dia do seu casamento! Ah, esse dia jamais será esquecido! A felicidade, assim como a tristeza, tem cheiro de fruta doce, pensou inspirando o suave odor do ar. Correu até o velho baú e retirou, com cuidado, seu velho vestido de noiva. Vestiu-se com dificuldade. O seu corpo agitava-se num vai e vem frenético. Estava, sempre, num balanço, tentando entrar em harmonia com o tempo. E nesse balanço, atingia vôos cada vez mais distantes. A porta do quarto foi aberta por um rapaz de rosto duro e frio, como todos naquele lugar. Não se importaria com ele, estava feliz demais para isso. Poderia, finalmente, reencontrar seu grande amor!

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Espetáculo “Dolores”, que será apresentado em Recife dia 24, é citado na seleção dos melhores espetáculos da Bravo!

6 de janeiro de 2012 às 13:05 | 2 Comentários
Por Cláudia Magalhães

Foto da Capa da Revista BRAVO deste mês e da matéria com Cláudia Magalhães e Isaque Galvão na foto que destaca a participação do musical, dia 24 deste mês, no 18º FESTIVAL INTERNACIONAL JANEIRO DOS GRANDES ESPETÁCULOS em Recife!

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Monstros

17 de dezembro de 2011 às 16:22 | 5 Comentários
Por Cláudia Magalhães

Blog: http://teatroclaudiamagalhaes.blogspot.com/2009/08/monstros.html

Depois de quarenta anos sonhando acordada com um mundo que não fosse manipulado pelas emoções, onde não existissem sentimentos de horror, nem de piedade, esse monstro de riso abafado, grosseiro, preso na garganta por um bolor de futilidade, aprendi a enfrentar minhas emoções. Hoje, sou eu quem me persigo. Às vezes, tiro-as do comando, me enxergo, descubro a inteligência e colho flores; Em outras, deixo-me guiar até meu centro escuro, sem limite de espaço e de tempo, perco a chave, fujo de mim mesma, sangro. Ingerindo razão e emoção no mesmo prato, decido qual dos dois será o excremento. Não sei em qual desses opostos me ofereço amor, pensou observando o filho cair em sono profundo no seu colo, causado pelo efeito dos sedativos.

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Nosso Musical “DOLORES” no Festival Internacional Janeiro de Grandes Espetáculos!!!

9 de dezembro de 2011 às 16:44 | Comentar
Por Cláudia Magalhães

O Musical “DOLORES” representará o Nordeste no Festival Internacional Janeiro de Grandes Espetáculos realizado há 18 anos, em Recife, pela APACEPE, com o apoio da Prefeitura do Recife e Governo do Estado de Pernambuco.

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Deus e o Diabo

28 de novembro de 2011 às 9:06 | 4 Comentários
Por Cláudia Magalhães

Blog: http://teatroclaudiamagalhaes.blogspot.com/2008/06/deus-e-o-diabo.html

Quero deixar bem claro que não estou aqui em busca de compaixão. A minha única intenção é a de compartilhar a minha história com o maior número possível de pessoas, já que, a qualquer momento a vida poderá me cuspir, e sempre que falo sobre o assunto em questão, sinto um grande alívio na alma.
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Música “Luz e Sombra”

24 de novembro de 2011 às 18:48 | 2 Comentários
Por Cláudia Magalhães

LUZ E SOMBRA (Parte 1)

(Danilo Guanais e Cláudia Magalhães)

Onde estão as flores?
Onde estão as dores?
Pra que servem as cores do amor?
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Lua Negra

24 de novembro de 2011 às 9:15 | 4 Comentários
Por Cláudia Magalhães

Blog: http://teatroclaudiamagalhaes.blogspot.com/2009/06/lua-negra.html

É através da vontade, de uma grande vontade, que um amor se prende a outro, o resto é solidão, erro que cola à alma dos que não cedem, não insistem ou simplesmente não o aceitam em sua essência, penso eu. Como me chamo? Ora, que importa meu nome? Iguais a ele existem milhares de outros no mundo, e o que difere as mulheres uma das outras são as intensidades de suas vontades, metade delas na cabeça, a outra metade em suas luas que renovam o mundo quando levantam as saias.

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Ah, essa mulher…

21 de novembro de 2011 às 22:40 | 6 Comentários
Por Cláudia Magalhães

Vídeo “Lamento de Zé”:

AH, ESSA MULHER…
(Danilo Guanais/Cláudia Magalhães)

Sei que vou morrer um dia desses.
Não sei de quê… Não sei aonde…
Mas vai ser por causa dessa mulher!
Hoje um dia a mais, um dia a menos,
esse meu olhar sereno
Já cansado, então, desiste
de só olhar o que os outros tocaram…
… de cumprir esta sina tão triste.
Sem saber se um dia eu chego lá…
Sei que vou sofrer dia após dia.
Por não saber… O que é preciso…
Pra ter do meu lado essa mulher!
Hoje nem por tanto nem tão pouco,
ela vai me deixar louco
destruído pela fome
de comer o que os outros provaram…
…pra sentir que também sou seu homem.
Pra saber que um dia eu chego lá…
————
Não vou ao barbeiro pra ela ir ao salão.
Me encho de pão, pra ela se fartar no restaurante.
E no instante de ternura, a dois
Descobrir que só a vida é dura,
Depois tentar me levantar… e seguir a vida…
————
Sei que vai doer, mas sei que um dia.
Pode até ser… Até quem sabe…
Eu vou dar um jeito nessa mulher!
Hoje tanto fez, ou tanto faz,
mas eu não vou me rebaixar mais!
É o bastante, é minha vez
de ter pra mim o que os outros já tinham…
Pra sonhar que ela hoje é só minha.
E dizer para ela: Eu chego já!

A Alma do Beco

13 de novembro de 2011 às 18:05 | Comentar
Por Cláudia Magalhães

Vídeo da música “A Alma do Beco” do musical “Beco da Alma” no Teatro Alberto Maranhão:

http://youtu.be/Ex5ttck7oBM

A ALMA DO BECO
(Danilo Guanais/Cláudia Magalhães)

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Senhor dos Destinos

11 de novembro de 2011 às 22:59 | Comentar
Por Cláudia Magalhães

Quarta-feira, 18 de março de 2009

Caro Sr. Fulano,

Possuo uma crueldade excepcional que, quando adormecida, cede lugar a uma ternura intrigante, curiosa, que me entorpece, me alivia. Sou escravo dessas duas realidades. Elas me fazem nascer e renascer, todos os dias, e me tornam humano. Sempre que atravesso a delicada e invisível fronteira que as separam, sou tomado por uma espécie de estupidez execrável que, com o passar dos anos, me fez perceber que o espaço que separa a vida da morte é feito de silêncio, do simples quebrar de um salto, de uma brevidade não medida pelo tempo. Somos movidos por uma bomba-relógio chamada coração, cujo controle não nos pertence. Deixei de sentir revolta, aprendi a não brigar com o que desconheço, perdi o sentido do pecado.

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Amor em Paris

10 de novembro de 2011 às 14:44 | 31 Comentários
Por Cláudia Magalhães

Clara está no tempo dos amores mal curados, onde o gozo é controlado por um anjo ou demônio, e este ou aquele, deitado a seu lado, com a mão esquerda torna febril e trêmula a sua fenda e com a direita injeta em sua mente doces recordações do passado, paralisando-a por completo.

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A Santa e a Puta

10 de novembro de 2011 às 14:35 | Comentar
Por Cláudia Magalhães

Música (Luiz Gadelha/Cláudia Magalhães)

Quer saber como me chamo?
Que importa o meu nome?
Iguais existem muitos
Todos com sede e fome
O que Importam são as intensidades
A força das nossas vontades
Metade delas em nossas cabeças
A outra metade estão em nossas luas
Sem escolherem quem as mereçam
Renovam o mundo nuas, nas ruas
Me dominar é uma idéia louca
Só me curvo quando tiro a roupa

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Se é pra brindar!

21 de outubro de 2011 às 9:01 | 2 Comentários
Por Cláudia Magalhães

SE É PRA BRINDAR…
(Danilo Guanais e Cláudia Magalhães)

Comigo ela já funciona normalmente…
E dela eu não consigo resistir.
Eu não existo sem ela.
Com ela eu levo a vida a brindar…
Bebo por não suportar desgraça
quero rir e achar graça
dar no tempo uma rasteira, certeira.
Bebo só pra ver se o tempo passa,
bebo mais essa cachaça e
choro por qualquer besteira
Quero ter direito de não ser mais quem eu sou
sair por essa vida sem lembrar nem onde eu tô
Por isso bebendo eu vou [BIS]
Ninguém tem nada com isso, faz favor!
Bebo porque sei que nunca é tarde
bebo sem fazer alarde
fico aqui no meu cantinho, quietinho
Quando eu bebo eu nunca olho pra trás
eu bebo aqui e fico em paz
porque esse beco é meu mundinho
Nem pensar que o dia pode ter hora marcada
não quero nem sonhar que a minha vida é
controlada
Quem manda em mim sou eu! [BIS]
Eu tenho e pago por isso, o estrago é meu!
Pode ser cachaça, uísque ou vinho
o que vier bebo tudinho
até ver tudo terminado, zerado
e, se for cerveja, é geladinha
mas se for uma meladinha
não me faço de rogado
Bebo porque tudo nessa vida tem um preço
e se é pra brindar, eu brindo à vida e sei por que
mereço
Ter encontrado o amor. Eu tenho hoje um grande
amor
Eu levo a vida com isso, onde ela for…

Música “Ela é demais”

20 de outubro de 2011 às 15:56 | 4 Comentários
Por Cláudia Magalhães

ELA É DEMAIS!
(Danilo Guanais e Cláudia Magalhães)

Quando eu nasci, minha sina
Foi coisa assim do destino.
Eu vi que eu era menina,
Mas todos só viam um menino!
Papai gritou: “Esse é meu macho!
Vai ser o varão da família”
Mas, quer saber, no fundo, o que é que eu acho:
é que eu nasci pra ser…
Uma boa filha!

Nem todo touro é valente,
Nem toda gente é capaz.
Se quiser me encarar frente a frente,
Eu posso lhe passar pra trás!
Nem todo touro é valente,
Nem toda gente é capaz.
Se não puder nem tente…
Talvez não agüente,
É que ela é diferente demais…
Se não puder nem tente…
Talvez não agüente,
É que ela é quente, quente demais!

Você que mostra essa força,
e vem se botando demais,
vai descobrir que essa moça
no fundo, no fundo é um rapaz!
Eu posso não ser Lampião,
mas, sendo Maria Bonita,
me livro do que é pura obrigação
e vivo de prazer…
Pelo que me excita!

Nem todo touro é valente,
Nem toda gente é capaz.
Se quiser me encarar frente a frente,
Eu posso lhe passar pra trás!
Nem todo touro é valente,
Nem toda gente é capaz.
Se não puder nem tente…
Talvez não agüente,
É que ela é surpreendente demais…
Se não puder nem tente…
Talvez não agüente,
É que ela é quente, quente demais!

Não tem aqui quem me dome.
Fazer de mim o que bem quer?
Não sigo ordem nem se “for de” homem,
Muito menos se “for de” mulher!
E se você já ta surpreso,
já quer chamar toda a polícia,
Cuide pra você não se ver preso
por não se conter…
Por essa delícia!

Nem todo touro é valente,
Nem toda gente é capaz.
Se quiser me encarar frente a frente,
Eu posso lhe passar pra trás!
Nem todo touro é valente,
Nem toda gente é capaz.
Se não puder nem tente…
Talvez não agüente,
É que ela é realmente demais…
Se não puder nem tente…
Talvez não agüente,
É que ela é quente…
É que ela é quente…
É que ela é quente… Quente…
Quente…
Quente demais!
Quente demais!

Música “Liberdade”

19 de outubro de 2011 às 14:20 | 2 Comentários
Por Cláudia Magalhães

“Minha carne, criada do pó impuro
E meu cérebro, desejos dos ventos,
Encheram com os ferrões e com o mel das abelhas
Meu sangue, que de tanto morrer em meu peito
Gerou um enorme coágulo chamado coração”

Cláudia Magalhães

LIBERDADE

(Cláudia Magalhães)

Música (Luiz Gadelha-Cláudia Magalhães)

Na queda, descobri que a liberdade
Nasce no centro escuro de tudo
Onde moram os desejos secretos
Nas tocas, nos cárceres mudos
Nos lugares fechados, nos umbrais
Onde dar adeus ninguém é capaz

Minhas pernas buscam becos escuros
Sargaço e a imensidao do mar
Enquanto minha cabeça de lua abraça
O cruzeiro do sul, querendo amar

Uso salto, tenho pés com gosto de rua
Na beira do abismo querendo saltar,
Há muito tempo, o amor me ensinou a cair,
Agora, quero aprender a voar.

Paraíso perdido

16 de junho de 2011 às 18:09 | 2 Comentários
Por Cláudia Magalhães

www.teatroclaudiamagalhaes.blogspot.com

Um velho sobrado com paredes e teto de vidro. Ao redor, árvores altas, frondosas, em meio a inúmeras folhas secas que completam o cenário sépia, banhado pela luz da lua e do Sol que se despede deixando no ar uma aura de tristeza, de melancolia.

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“Beco da Alma”

3 de abril de 2011 às 12:38 | Comentar
Por Cláudia Magalhães

Os ingressos para o musical “Beco da Alma” podem ser retirados gratuitamente nas lojas Sherwin-Williams (Av. Bernardo Vieira e Av. Engº Roberto Freire), Padaria São Miguel (Av. Jaguarari, Lagoa Nova) e na bilheteria do Teatro Alberto Maranhão.

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Musical Dolores, hoje, 20h, na Casa da Ribeira!!!!!!

2 de abril de 2011 às 12:30 | Comentar
Por Cláudia Magalhães

Dolores

24 de março de 2011 às 22:03 | 4 Comentários
Por Cláudia Magalhães

Cláudia Magalhães e Isaque Galvão interpretam Dolores Duran e Antonio Maria no Teatro Alberto Maranhão

O espetáculo musical “Dolores”, uma homenagem a compositora e cantora Dolores Duran e ao compositor, humorista e cronista Antonio Maria, será encenado com a direção musical de Maria Clara Gonzaga e direção geral de Diana Fontes e Jonas Sales. A estréia será no dia 26 de março, às 20h, no Teatro Alberto Maranhão.

Dolores

Com Isaque Galvão e Cláudia Magalhães

Direção Musical: Maria Clara Gonzaga
Direção geral: Diana Fontes e Jonas Sales
Produção: Ronaldo Negromonte Produções
Piano:
Maria Clara Gonzaga. Baixo: Franklin Nogvaes. Bateria: John Fidja

Local: Teatro Alberto Maranhão

Data: 26 de março

Hora: 20h

Entrada: R$ 30 e R$ 15 (meia)

Cláudia Magalhães

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9103-5285

Amor Meu

25 de janeiro de 2011 às 14:24 | Comentar
Por Cláudia Magalhães

www.teatroclaudiamagalhaes.blogspot.com
“Que nosso amor rime com dor somente nas poesias que lemos e relemos nas noites regadas a vinho e nas músicas que ouvimos como quem ouve a voz dos querubins”
“Observo-te então pela derradeira vez na noite como quem se despede, agradecendo a um deus desconhecido, a um deus em que não acredito pela dádiva de partilhar com você o momento do teu sono. Durma em paz, amor!”

“Amor que não rima com dor” e “Teu sono”, Cefas Carvalho


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AGENDA

  • O dia em que os manicacas caem na folia

    Prévia da troça Manicacas no Frevo ocorre hoje, com concentração às 18h no Bar de Pedrinho, no centro da cidade.

    aqui

  • Lançamento da Palumbo será hoje na Quinta Viva do Samba, no Centro Histórico

    Por Sérgio Vilar
    NO DIÁRIO DO TEMPO

    Todas as quintas-feiras têm sido motivo de samba no pé e boemia no Centro Histórico. E hoje não será diferente. O grupo Arquivo Vivo se iniciou timidamente no Buraco da Catita, subiu a ladeira até as adjacências do Beco da Lama para tocar de graça no Bar de Fátima e hoje ganhou a simpatia do público em frente ao Bar de Nazaré, onde fincou “morada” em mesa postada no meio da rua e sob as bênçãos de São Jorge. A partir das 19h o som começa. Tudo de graça e no gogó.

    mais informações »

  • Os vencedores do Prêmio Hangar 2012

    O Prêmio Hangar de Música 2012 promoveu uma solenidade à altura da importância conquistada pelo premiação nestes dez anos. Uma verdadeira celebração da música potiguar.

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vagalume da Paz
    04-02-2012 às 8:12 - 2 Comentários
    Por Romana Alves

    Vaga vagalume
    Venha em cardume
    O mundo está escuro!
    Vire luz
    Traga paz

    COMENTÁRIOS

    • Anne Guimarães: Um poema ensolaradamente gris em tons de azul.... A vida simples e sagrada de quem encontra no mar a sua honra, a sua luz. Admiro tudo que eleva a vida de um pescador.... Lindos versos, bela vida natural potiguar! :) - Tarrafas
    • Anne Guimarães: Poeta Anil.... Sempre bom ler seus poemas.... Ouvir sua voz, receber sua alma.... "Abracei novas incertezas /Sussurro, nem sempre é gozo/ Só o agora é urgente" afff mexeram aqui dentro, rsrs. Esse também é o papel da poesia, motivar, emocionar, contar aquilo que a gente não disse , mas viveu ou vive - em silêncio - na quietude dos sentimentos mais intensos.Você sabe bem o que isso significa, vive poesia e respira versos na beleza do cotidiano sagrado. Beijos,querida! :) - Fio de luz
    • Anchieta Rolim: ...só o agora é urgente...Belo poema, Ednar. - Fio de luz
    • Anne Guimarães: Querida poeta-flor! ô coisa lindaaaa.... Lembrei agora de um poema de Carlos Nejar para sua filha Carla, em um dos versos sábios ele diz: " é no simples que as coisas são completas." É isso mesmo, quanto mais simples, mais doce, mais prazer nessa vida breve vida. Estarei sempre contigo, menina! Suas palavras serenas me mostram que - de uma forma ou de outra - é especial cada segundo de leitura aqui. Beijos no espírito. :) - Vagalume da Paz
    • Anchieta Rolim: Romana, é justamente isso que falta no mundo minha amiga, luz e paz. Bela poesia! Parabéns ! - Vagalume da Paz
    • Anchieta Rolim: Beleza de texto J. Paiva. Só espero que os meninos de hoje também sonhem com um Brasil melhor...Pois ainda há muito a ser feito.Parabéns! - Política de menino
    • Paulo César: Sr. Tácito, Pelo que eu saiba jornais não permitem a transcrição de artigos da forma como o senhor vem fazendo no seu site. Colocar um link é uma coisa, transcrever e fazer o leitor continuar no seu site, quando o artigo tem direitos autorais e está hospedado em outro local e tem regras de uso.O utilização da forma como o senhor vem fazendo denota pirataria, palavra muito em voga e contraditória, mas ainda passível de sanções pelas atuais leis do país. Não alerto apenas por alertar, mas sugiro consultar - se me permite a sugestão - um advogado para entender a sua situação atual(devidamente gravada e arquivada para uso, mesmo que esse e outros conteúdos sejam retirados do ar imediatamente). Com muito respeito, Paulo César - Viajantes e apaixonados em transe
    • Jarbas Martins: Qualquer seleção de poemas, antologia, florilégio, ou que outro nome tenha, sempre passou, no período histórico chamado de Modernidade, pelo crivo da parcialidade. Baudelaire, que além de poeta, era crítico de poesia, e da arte de um modo geral, sabia disso.O poeta e antologista Paul Éluard,à época da festiva revolução surrealista, tanto sabia que lançou a sua parcialíssima seleção - "Le Meilleur choix de poèmes est celui que l'on fait pour soi- 1818-1918". (A Melhor seleção de poemas é aquela feita para si mesmo -1818-1918"). Nestes rasos tempos da Pós-Modernidade - o prestígio, uma espécie de capital simbólico, segundo Bourdieu (e viva as lições do meu colega e amigo, professor-doutor Emmanuel Barreto), teria que entrar como um critério.O mercado assim determina.Daí a razão porque Ferreira Itajubá e Jorge Fernandes (mesmo com o aval de nomes como Luís da Câmara Cascudo,Mário de Andrade e Manuel Bandeira) - sempre são "esquecidos" das antologias feitas no preconceituosíssimo e longínquo Sudeste. Pobres, marginalizados e insulados em sua província submersa - não contam com uma "fortuna crítica" que merecem. - A identidade do verso brasileiro
    • Jairo llima: Fernando Monteiro está no centro do cânone de nossa literatura. Fico feliz de ser contemporâneo e conterrâneo deste artista. - As asas da noite que surgem (1)
    • Fernando Monteiro: Belo hai-cai, Poeta -- obrigado! -- com essa certeza, sempre, de haver sido LIDO, sim, quando o ouvido apuradíssimo da LEITURA (raridade rara - tautologia necessária) é não menos que o do Poeta que sucedeu, aí, em grandeza lírica, o querido (saudade!) Luís Carlos Guimarães: JARBAS MARTINS. - As asas da noite que surgem (1)