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Romance de costumes

Arte: O batizado de Macunaíma (Tarsila do Amaral) Fosse o Brasil apenas um personagem, seria de um romance de costumes. ...
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O fim da reflexão?

O mais grave na desumanização contemporânea não é a violência contra a espécie humana. Mesmo que essa violência seja a ...
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Aqui, à tarde

Essas mal traçadas linhas, no bico de pena do computador, olhando para a Pedra Rajada. A mesma que avistei ainda ...
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Aleijão moral

Num país institucionalmente aleijado, né deficiente não, aleijado mesmo, qualquer reforma justifica-se. O problema é saber: Quem vai consertar as ...
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A simplicidade do complexo

A proposta de uma Assembleia Nacional Constituinte não tem nada de heroico, complexo ou pomposo. O fato de que a ...
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Aos setenta

A década dos anos Sessenta começava; início da adolescência, inocência e sonhos. O caminhão de mangaio de seu Tonheiro, apanhado ...
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Queto de Anacleto

Passado nos anos, está quase cego. Mas vê distante. Principalmente com os olhos da memória, que não se embaçam nem ...
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A estopa rasgada

Estamos irresponsavelmente adiando o inadiável. Postergando o impostergável. Acobertando o inacobertável. Camuflando o inescondível. A ordem institucional nascida em 1988 ...
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Cabra-cega

Saltei do ônibus debaixo de uma neblina que imprensava os ossos. O Alecrim, que conhecia de nome e fama, era ...
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Viva o Capitalismo!

Arte: Feirinha. Irene Não somos uma humanidade, no Universo. Não somos um povo, no Brasil. Somos, no mundo, a pré-humanidade. ...