Confesso que esta semana foi difícil…
Primeiro me segurei bastante para não escrever nada sobre o assunto e ficar o máximo possível quieto, de cabeça fria, longe do lixo produzido aqui por alguns. Sei da postura do Tácito, alguém averso a contendas, bombeiro de todas as horas. Segundo, não entendia o motivo de tanta agressividade por parte do Alex Medeiros; fui ler, reler os posts e não entendia… O que estava acontecendo? Assim como não entendia o motivo do Alex não aparecer por aqui mais vezes para contribuir com o que ele pode contribuir. E penso que são tantos os assuntos… Sem precisar apelar, claro.
Fiquei pensando: “poxa, Alex, que coisa mais antiga, agredir alguém insinuando isso ou aquilo, que bobagem é essa?!” Nós todos temos má fama! E daí? De um falam que é ladrão, do outro maconheiro, o terceiro é macumbeiro, o quarto é vigarista, o quinto é jornalista, o sexto é pulha, veado, traíra… Nós todos temos doutorado em representações enganosas, equívocos e enganos.
Sempre acho que partir para a agressão gratuita é falta de abertura e consistência no debate. Como não é o seu caso, Alex, achei que poderia estar por trás (ui!) deste assunto, alguma outra questão não confessada, rixas antigas, coisas de província culturalmente subdesenvolvida. Como o Marcos Silva pediu calma, eu também me acalmei, mas acho, Alex, que o João da Mata não mereceu isso. Você sabe, nós mal nos conhecemos, é verdade, você nem precisa levar o que digo em consideração, mas os leitores do SP não precisam disso.
Tenho o maior respeito e admiração pelo João Damata, estimo ele como a um mestre, seja ele “academicuzinho” ou goste de cobras ou de aranhas, isso não faz a menor diferença. Você não acha que o que conta é o caráter?