As Cosmicômicas

25 de janeiro de 2012 às 11:39 | Comentar
Por Gustavo de Castro

As Cosmicômicas, de Italo Calvino, tiradas das Microcômicas, de Voltaire, talvez seja o livro de grau máximo de sonho e potência aeroespacial – científica – imaginária do autor italiano. Qfwfq, XhP, a Lua, as lesmas, são alguns dos personagens do livro. São contos de possibilidades, narrativas que começam com um parágrafo científico sobre as origens do universo e dos planetas e depois, propositadamente, muda de assunto de forma desconcertante. A base lógica de tudo é o pensamento mágico. A série termina com as Biocômicas. A partir desta obra passaram a dizer que Calvino vivia no mundo da Lua.

Tinta da China

24 de janeiro de 2012 às 11:45 | Comentar
Por Gustavo de Castro

Uma intensa dança de cadeiras no jogo editorial brasileiro acontece neste momento. Gente cai p q perdeu Drummond para outro editor; outro é acusado de má gerência e de ser enrolão; outra editora demite lá para contratar cá; um monte de jovens – em todo o país – criando selos editorais. Que acorre?

E de nau em nau, os portugueses aportam novamente em nossas praias. Aliás, a primeira editora brasileira ficava em Lisboa, chamava Casa Editorial do Arco do Cego.

Agora quem chega é a Editora Tinta da China. Veja-na aí, se quiserem:

aqui

Sobre quadrinhos

12 de janeiro de 2012 às 8:23 | 1 Comentário
Por Gustavo de Castro

Crítica, teoria, história, cobertura jornalística e a socialização dos quadrinhos no site www.raiolaser.net

O “eu” de Pessoa

5 de janeiro de 2012 às 17:01 | 7 Comentários
Por Gustavo de Castro

Meu eu não gira em torno a mim. Se girasse zigue-zague dando voltas e rodopios seria rei: falaria de todas as estações, em todos os idiomas de A a Z; seria muito além de um eu fantasma, de palavras, melhor até do que o eu real; arremessaria-me pra cá, pra lá, sendo o pingue-pongue que o destino quisesse que eu fosse; sorriria versos todo o tempo pra todo mundo desmelindrar, por escrito, de A a Z. Seria assim como Pessoa: “Ser tudo de todas as maneiras, contradizer-se a cada instante só pela liberdade de ser assim”. Álvaro de Campos (Fernando Pessoa).

Uma lágrima por Daniel Piza

31 de dezembro de 2011 às 19:38 | Comentar
Por Gustavo de Castro

Grande perda a morte do Daniel Piza. Tive prazer de conhecê-lo em 2001 quando preparava, com Alex Galeno, o livro Jornalismo e Literatura – A Sedução da Palavra (Escrituras, 2002). Depois voltamos a nos falar muitas outras vezes, sempre por e-mail ou telefone. Em 2008, pedi a ele um ensaio para o livro A Cabeça do Futebol (Casa das Musas, 2009), organizado por mim, Samarone Lima e Carlos Magno Araújo. O ensaio dele é o maior do livro e contém uma bela revisão da relação literatura X futebol. Há duas semanas voltamos a nos falar por conta da pós em Comunicação e Literatura, que a Faculdade de Comunicação da UnB organiza para o segundo semestre de 2012. Sempre que morria alguém ele escrevia, em sua coluna Sinopse, do Estadão: “Uma lágrima para”. Fará falta sobretudo na cobertura do jornalismo cultural.

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Do editor

Gustavo está em Natal. Retorna amanhã para Brasília. Almoçamos juntos hoje, nós dois mais Lícia, sua namorada, linda, simpática e culta, e no final da tarde voltamos a nos encontrar no café da Siciliano. Está cheio de planos, os quais me inclui, com aquela generosidade que lhe é peculiar, que me deixa todo sem jeito. Como é bom rever os amigos queridos. Falamos de tudo, e, claro, de Piza. Na foto deste post, Piza aparece no Festival de Pipa de 2009, onde falou sobre Euclides da Cunha. Esta mesa foi mediada por mim. No link abaixo tem o que escrevi sobre esse encontro.

aqui

Acesse: estecomcultmassa.jimdo.com/

20 de dezembro de 2011 às 9:54 | 2 Comentários
Por Gustavo de Castro

Somente agora comentando o post “Monstros” me dei conta que não divulguei aqui o site que coordeno sobre Estética e Mídia, o Belo e o Feio. É um site destinado a curiosos no assunto, estudantes, pesquisadores e professores. Colocamos várias aulas em PPT lá, textos, filmes, músicas e artigos. Tácito, vc já viu minha foto lá? Veja como fiquei igualzinho.
Acesso: http://estecomcultmassa.jimdo.com/

Crítica de cinema

19 de dezembro de 2011 às 14:14 | 3 Comentários
Por Gustavo de Castro

Uma amiga, Lília Lustosa, nascida em Fortaleza, criada em Brasília e que mora na Suíça, concluiu o seu mestrado em História e Estética do Cinema pela Universidade de Lausanne e abriu um blog de crítica cinematográfica. Para conferir clique: www.lilialustosa.com

Pequeno bilhete deixado à mesa

2 de dezembro de 2011 às 0:12 | 12 Comentários
Por Gustavo de Castro

Jairo, entendo vc. Isto aqui é msm uma droga. Não tem mesa, nem vinho, nem chão. Não tem o silêncio dos olhos, as milongas da vida empenhada no verso. Nada mais. Apenas isto: Batman não consegue voltar da guerra, ainda busca desbelezas, o coitado. Acho que perdeu o cinto que tudo contém. Batmam espera uma luz do céu, só pode. Duvido se ele tem medo de algo. Homem de capa que é…! – Ok! Entende-se sua tristeza, seu trauma, a noite sob o céu de chumbo. Batman é um poeta da noite, Jairo. Um nada, como nós. E nós inda pior – pois sequer capa temos.

Cooperativa Cultural da UFRN

29 de novembro de 2011 às 14:18 | 11 Comentários
Por Gustavo de Castro

Nunca mais tive notícias da Cooperativa Cultural da UFRN a não ser por aqui, via SP. Cada vez mais vejo como aquela livraria teve importância na minha formação. Tácito, a Cooperativa voltou a ser Editora? Se não voltou, o que está esperando? Assim com a FJA, o que ela está esperando para editar livros?

Cannabis Natural

27 de novembro de 2011 às 0:10 | 3 Comentários
Por Gustavo de Castro

Nunca duvidei dos poderes terapêuticos da escrita. Cada vez mais compreendo a necessidade da palavra, vendo e participando de todas as bodegas onde ela está. Recentemente li um texto, do Boris Cyrulnik, no livro Sexto Sentido, em que ele fala lá no finalzinho da “Cannabis natural” que o cérebro humano produz, sem que homem algum faça esforço ou consuma substância para isso. Somos doidões por natureza. “Homo Demens”, chama Edgar Morin. Foi necessário a criação de cercas mentais, assim como ordens, famílias, regras, sistemas, entre eles, a escrita ou a linguagem de forma ampliada, para segurar o bicho homem.

Vendo os meus amigos, alunos e aqueles que conheço mais ou menos, estão todos escrevendo, poetando, filmando, fuçando artes diversas, enfim, participando daquilo que chamo de corrida humana à linguagem. Ouvi dizer que duzentas mil pessoas por dia estão acessando a internet pela primeira vez.

É a busca ensandecida pela expressão. As relações são formas de esfoliações.

Golpes e contragolpes

22 de novembro de 2011 às 0:30 | 6 Comentários
Por Gustavo de Castro

Os desvios das estradas de ferro, o trem do porvir, o amor sem registro, a balada de Keats, as gaivotas cantonais, o golpe e o contragolpe do Destino.

As bocas desencontradas do beijo; as três tendências: rajas, sattvas e tamas; as garras fechadas e a alta podridão natalina agindo em golpes e contragolpes de Destino.

Toda palavra lembra espírito, fantasma, alma penada, golpe e contragolpe do Destino. É ele que assobia o sinal combinado entre palavras ocas.

É só o que eu sei: golpear, diz. E assobia: “Foi um erro conhecer-nos”. Delira, Delira, diz, “por que só o delíro traz a certeza”.

O poeta que acabou com a bienal de poesia

18 de novembro de 2011 às 10:11 | Comentar
Por Gustavo de Castro

Por um acaso do destino, acompanhei o último dia do poeta Antonio Miranda a frente da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), inaugurada há quatro anos. Ele foi demitido ontem, 16.11, pelo Sec. de Cultura do GDF, o também poeta Hamilton Pereira da Silva, mais conhecido como Pedro Tierra (foto).

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Literatura e Performance

8 de novembro de 2011 às 16:02 | Comentar
Por Gustavo de Castro

Dia 18 de novembro, no auditório 1007 da Faculdade de Letras da UFMG, será lançada a 21ª Edição da Aletria – Revista de estudos literários.

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Publicar poesia, por Roberto Juarroz, 1980.

6 de novembro de 2011 às 0:41 | Comentar
Por Gustavo de Castro

Não quis apressar-me em publicar. Não se escreve para publicar senão para viver. Ainda que seja transitório, viver é a dimensão definitiva do homem, e a poesia é o culto dessa dimensão. Por isso sua extrema e autêntica gravidade. E por isso, talvez, pode dizer Manoel Bandeira: “Eu faço minha poesia como quem morre.” Em meu caso, tive sempre a mesma sensação com respeito ao que podemos chamar “a obra” ou “a expressão” ou “a poesia” , que se trata de algo assim como um organismo vivo, que cresce, amadurece e em algum momento – por natural necessidade – se manifestará, se é que tem que fazê-lo.

De um poeta, por Robert Walser (Histórias, 1914)

4 de novembro de 2011 às 13:17 | 4 Comentários
Por Gustavo de Castro

“Um poeta se inclina sobre seus poemas: fez vinte. Passa uma página atrás de outra e descobre que cada poema desperta nele um sentimento muito particular. Fere o cérebro tentando averiguar o que planeja acima e entorno a suas poesias. Pressiona, mais não sai nada, golpeia,mas não consegue extrair nada, insiste, mas tudo segue tal qual, isto é, obscuro. Se apoia sobre o livro aberto entre seus braços cruzados e começa a chorar. Enquanto isso, eu, o pícaro autor, me inclino sobre sua obra e descubro com infinita indecisão no que consiste o problema. Se trata simples e planamente de vinte poemas, um dos quais é sensível, outro pomposo, outro mágico, outro aborrecido, outro comovedor, outro delicioso, outro infantil, outro muito mal, outro bestial, outro inibido, outro ilícito, outro incompreensível, outro repugnante, outro encantador, outro comedido, outro extraordinário, outro esmerado, outro abjeto, outro pobre, outro inefável e outro que já não pode ser mais nada, porque são só vinte poemas que na minha boca encontram valor, senão justo, ao menos rápido, o que para mim supõe sempre o mínimo esforço. Uma coisa é, contudo, segura: o poeta que os escreveu ainda segue chorando, inclinado sobre o livro; o sol brilha sobre ele; e o meu sorriso é o vento que corta impiedoso e frio os seus cabelos”.

Robert Walser. (Trad. GC)

SP Candido

30 de outubro de 2011 às 21:59 | 1 Comentário
Por Gustavo de Castro

Tácito, Nicolau, parabéns pelo trabalho. O SP está lindo! Clean. Candido. Gostei de ficar à esquerda de quem entra. Obrigado.

Por três vezes este ano entrevistei o prof. Antonio Cândido para a pesquisa sobre Orides Fontela. Em uma das entrevistas quis saber porque, no Brasil, não temos a tradição do debate forte e da crítica sistemática.

Clique aqui para ler mais »

Mulher e Literatura

29 de julho de 2011 às 16:59 | Comentar
Por Gustavo de Castro

Escritora moçambicana Sonia Sultuane participará do Congresso

De 4 a 6 de agosto agora, na UnB, acontece o XIV Congresso Nacional e o V Seminário Internacional a Mulher e a Literatura. Desta vez as homenageadas são as escritoras afro-brasileiras. Quem quiser ter acesso ao encontro basta clicar:

aqui

O FAX

25 de julho de 2011 às 14:15 | 5 Comentários
Por Gustavo de Castro

Eu o meu nada
Tantico
Tampico
Tampax

Eu o meu tudo
O mudo
Cu cuido
Passo fax

dois poemas à meia noite em Paris

27 de junho de 2011 às 17:51 | 1 Comentário
Por Gustavo de Castro

1.

o pensamento
colocado sobre
outro pensar
ou outro
qualquer vento

provoca fuuuu
massa

2.

deixa doer
e vai vivendo

acende os lampiões
tampa os venenos

guarda a caixa de fotos
esconde a lembrança

fuma teus cigarros
e cala tua boca

volta a teus começos
tuas únicas sinceridades

sabes que só amas
a verdade e os deuses

Filosofia Brasileira

8 de junho de 2011 às 13:52 | Comentar
Por Gustavo de Castro

Prossegue até o dia 10 de Junho, a 39ª Semana de Filosofia da UnB, com o tema Filosofia Brasileira. Dei uma rápida olhada na programação e eis os nomes em destaque: Tobias Barreto, Eudoro de Souza, Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Miguel Reale e Oswald de Andrade. Faltou o Benedito Nunes, creio, para completar o time. Gostei da inclusão do Oswald de Andrade como filósofo brasileiro a partir dos seus aforismos, diálogos, entrevistas e narrações, um viés de investigação experimental. Quem quiser mais informações vá até:
http://39semanadefilosofiaunb.blogspot.com

AGENDA

  • Pinacoteca está com Edital aberto para ocupação das Salas de Exposições

    Artistas plásticos e visuais ainda podem se inscrever no Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Pinacoteca Potiguar para todo o ano de 2012.

    mais informações »

  • Rede Cinemark exibe direto de Londres a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House

    Espetáculos serão transmitidos em mais de 30 complexos espalhados pelo Brasil, sendo dois ao vivo. Natal-RN participa da programação e os ingressos já estão à venda

    A Rede Cinemark traz para o Brasil, com exclusividade, a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House (ROH), de Londres, a partir do dia 25 de fevereiro.

    mais informações »

  • Museu de Arte Moderna do Rio abre mostra cancelada de Nan Goldin

    NAN GOLDIN
    QUANDO abre hoje, às 19h; de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 19h; até 8/4
    ONDE MAM-Rio (av. Infante Dom Henrique, 85, Rio; tel. 0/xx/21/2240-4944)
    QUANTO R$ 8
    CLASSIFICAÇÃO 18 anos

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    No bar
    08-02-2012 às 22:17 - 7 Comentários
    Por Jairo Lima

    Chegaste a mim não como lume
    Mas como Pergunta exposta na toalha sobre a mesa
    E com olhos irônicos fitaste o Vazio dos meus olhos
    E nos meus olhos te atiraste como um predador na rota de sua presa

    Na boca um sorriso zombava de futuros e certezas

    E eu te vi.
    Te vi como se vê mares e dunas
    Como coisas que são sem oráculos nem seitas
    Que não se anunciam, nem aguardam, nem ficam, nem se vão:
    Ali estavas de pé em frente aos panos da noite
    E parecia que contigo aquela noite estava feita

    Te vi coxas, riso, ombros e mãos
    Perdidos entre afago e maldição

    Enquanto o sol ainda se esconde tua mão me marca a pele e impõe fronteiras de posse
    Num corpo que já não é mais o meu e se entrelaça no teu e se contorce

    Os lábios se encontram e vão em busca dos vapores quentes da alma
    Se colam, se penetram, se invadem;
    Não são asas de pássaros, são patas de cavalo
    Destruindo colheitas

    Aquela noite só prometia suores
    Conquistados a cada beijo
    Os latifúndios do desejo
    Eram cada vez maiores

    (———–)

    Vim de longe
    Em hora incerta
    Vim de lunas
    Vim de céus perfurados de estrelas
    Vim de amores submersos em dores e desfeitas
    Para que celebrasses a consagração bizarra
    Que faz a carne virar pão
    O sangue virar vinho
    E a cama virar mesa
    Onde a fome dispõe as suas facas
    Para cortar as carnes e sugar a seiva

    (—————–)

    ******

    Tácito, aqui vai um pequeno FAQ para explicar porque voltei a enviar poemas:
    1. Porque JL parou de mandar poemas para o SP?
    Não sei
    2. E porque voltou a envia-los agora.
    Sei lá.

    COMENTÁRIOS

    • Fernando: Nossa, nunca li um artigo tão fraco como esse, nunca vi tantas falácias coligidas em um artigo de um abortista (não nos parece um jornalista, já que demonstra nada ter lido efetivamente sobre o aborto). Vejamo-las: 1) Aborto não é questão de controle populacional: mentira. Basta ver a origem da defesa do aborto nos EUA e basta ver quem financia o aborto ainda hoje. Para quem nada sabe do assunto, estudar a história das fundações Rockefeller, MacArthur e Ford pode ajudar. 2) Aborto é "direito reprodutivo". Direito??? Que absurdo! Além do absurdo, o termo maldosamente forjado para induzir a erro é incoerente: como pode um "direito reprodutivo" tirar uma vida? Ah, tem dúvida se é vida humana? Por favor, dá uma olhadinha aqui: abort67.com.uk 3) Ó loucura... "atendimento de qualidade" e "sem preconceito" do Estado para ajudar uma mulher a matar o próprio filho. Quanto amor, quanta bondade! Quer saber? Chega de ironia, falemos a verdade: que nojo, quanta hipocrisia! Por que não propor educação sexual para valorização da mulher, do corpo, do próprio sexo, ao invés de louvar o sexo irresponsável que gera vida e que deve terminar em assassinato "de qualidade" e "sem preconceito"? Repito, gritando: QUANTA HIPOCRISIA, QUANTA HIPOCRISIA ASSASSINA MENTIROSA travestida de luz. Típico de quem quer fazer o mal. 4) Ah, o velho conceito da luta de classes para transformar o assassinato de bebês em "questão de saúde pública": mulher rica aborta com segurança, mulher pobre aborta e morre. MENTIRA HORROROSA!! Uma simples consulta ao SUS desmistifica essa mentira. O aborto como causa de morte de mulheres está LONGE, MUITO LOOOOOOOOOOONGE de ser questão de saúde pública. Mas é claro que este abortista (jornalista? Não... já não resta dúvida) está mal informado, lendo pesquisas financiadas pelas ONGs abortistas que sabidamente MENTEM para jornalistas divulgando números falsos que eles irresponsavelmente repassam para pressionar a opinião pública. Deem uma olhadinha aqui (é só uma das evidências...): http://boletimfedf.blogspot.com/2011/03/os-controversos-numeros-do-aborto-e.html 5) Como é fácil ter opinião diferente sobre o feto quando você não foi abortado, né japonesinho? Que lindo que soa aos ouvidos menos instruídos "direito sobre o próprio corpo". Que sorte a sua que sua mamãe (e seu papai, coitado! Não o reduza a nada! Ele também quis que você viesse ao mundo... Como você pode tirar dele o direito de amar você?) - que sorte que ela não pensou como você!! Afinal, seu corpinho não era nada, não é? Era uma unha encravada da mamãe, não é? Se você tem dúvida sobre "que corpo" é mutilado, se o da mamãe ou o do bebê, recomendo novamente este videozinho instrutivo: abort67.com.uk 6) Ave, e o que dizer da tese - histérica - de que "religiosos estão se intrometendo na questão!!! O Estado é laico!!" Será que não existe um ateuzinho que não concorde com a matança de bebês? Acho que existem sim. Muitos. Mas é mais fácil ser ignorante (ou maldoso) e criar uma guerra religiosa. Abjeta, como aliás têm sido todos os supostos "argumentos" até aqui para defender a matança de bebês gerados irresponsavelmente. 7) E o autor - que por sinal demonstra ter um elevadíssimo autoconceito, um amor-próprio no mínimo... doentio, para usar um eufemismo - ainda tem o fingimento de se apresentar aos leitores como alguém que está preocupado com a dignidade alheia, quando se acha no direito de decidir quais dos mais novos membros da espécie humana devem ou não viver. Como é triste a cegueira humana! É surpreendente até que ponto alguém ensimesmado consegue perder a noção da realidade! - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Fernando: É, Alex de Souza... "seus corpos" - abort67.com.uk - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • chico m guedes: coisas de Jairo eu sempre me pego lendo em voz alta; é quase táctil (quase?) - No bar
    • Daniel Menezes: Ótima reflexão. - Yoani Sánchez, a direita e a esquerda
    • Jairo Lima: Brigado, Nina, sou leitor atento e empolgado de tua poesia. - No bar
    • Anchieta Rolim: Marcos Silva, caso tenha interesse dê uma olhada nesse blog: araguaiahistoriaemovimento.blogspot.com Um abraço! - Ai Hay Hai
    • Marcos Silva: Aprendi a sentir Anne como mais que irmã, pedaço de mim, essas coisas que uns e outros consideram sentimentais mas são apenas sentimentos que nos diferenciam dos computadores. Grande beijo. - Ai Hay Hai
    • Anchieta Rolim: Gostei muito da matéria. E pra quem interessar, segue o blog do meu amigo João Carlos Wisnesky que foi um dos guerrilheiros do Araguaia e que ainda continua sua luta para esclarecer esse fato histórico. araguaiahistoriaemovimento.blogspot.com - À sombra da ditadura
    • Nina Rizzi: Gosto muito. E o meu gostar tem a pretensão dos desejos mais pungentes. Um beijo :) - No bar
    • Anne Guimarães: Marcos meu menino... Na vida só a alegria embeleza a alma. Beijocas por estes versos! :) - Ai Hay Hai