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2 de março de 2010

Sylvia Beirute

Por Gustavo de Castro

Tácito & amigos,

Conheço um pouco o trabalho da Sylvia Beiture. Uma seleção dos seus poemas será publicado na próxima edição da revista Casa das Musas. Realmente, a Sylvia é uma poeta que devemos prestar atenção. Algo de elegante nela mesclado ao sensível. Sylvia, seja bem vinda ao SP! Apareça mais vezes e deixe seus comentários e contribuições…

2 de março de 2010

Madame Lula

Por Gustavo de Castro

Acabo de reencontrar um ex-aluno querido nos corredores aqui da Faculdade. Está atualmente na cobertura do dia a dia da grande imprensa, na pauta de Economia e da Presidência. Conversamos nada mais do que trinta minutos. Me relatou algumas imagens dos bastidores políticos de Brasília. Falou sobretudo longamente de Dilma Roussef. Chamou-a de “senhora power point”. Disse que na rotina da cobertura política de Brasília, já assistiu vários seminários apresentados pela “Madame Lula”. O que mais intrigava ele era o fato dela, em todas as palestras que assistiu, brigar com o rapaz do power point. “Ô, meu filho, vc quer passar a imagem!?”; “Presta atenção, ô rapaz, no seu trabalho!”. Depois, “Quer dizer que vou ter de falar sem a imagem? Tá bom, então falo sem a imagem”. Emocionalmente, disse ele, essa senhora não parece estar preparada. É uma pena ver que os blogs e alguns articulistas estão, lentamente, aderindo a essa candidatura. O Fernando Pimentel (ex-prefeito de Belo Horizonte, que aparece agora como o sr. caixa dois, seria o homem das finanças da campanha da Madame Lula). Este último Congresso do PT, em tres dias, gastou seis milhões de reais. Uau!… É triste também ver que todo discurso contrário é logo taxado de oposição ou sei-lá-mais-o-que. Cada vez mais acho que temos de votar sempre na renovação. Não se trata de votar na oposição, às vezes sim, quando é o caso, mas os doze anos de PSDB em São Paulo, exemplificam o que é a não renovação. São Paulo, Brasília, Natal, etc, são várias as cidades que não tiveram melhor sorte política. Como ficará o Brasil na administração Dilma Roussef? Nem acredito ainda direito que o Nordeste vai “eleger” esta senhora. Espero que não. Não é fácil pensar a política no Brasil. Veja o caso de Brasília, que vive atualmente um caos administrativo terrível. Às vezes acho que a política migrou para o campo do folclore. Um deputado distrital aqui, chamado Pedro do Ovo, recebeu uma bela manchete do Correio Braziliense, por estes dias. A manchete dizia: “Começa a fritura de Pedro do Ovo”.

28 de fevereiro de 2010

Vamos fazer um manifesto?

Por Gustavo de Castro

Monteiro

Conheço alguns desses senhores e senhoras que aparecem no manifesto silvestrino. Conheço apenas como “rato de livraria” de terceira categoria. Desta tchurma, que ironicamente rejeita a panelinha e a autocitação mútua, mas acaba mostrando que é uma, simpatizo um pouco com o livro da Lucia Bitencourt, A Secretaria de Borges, da Record. Achei uma boa sacada. Conheço um pouco o trabalho acadêmico do Felipe Pena, mas nunca li seus romances. Fiquei até curioso para ver. Os outros membros do Manifesto são como este Substantivo. Não tem fama alguma na Feira de São Cristóvão. Mas, convenhamos, manifesto é manifesto. Já escrevi até uns em mesa de bar. Tem os sérios e tem os abobalhados. Senão escreve como política de diversão, escreve como proposição política, então…

Olha Monteiro e amigos, vamos escrever um manifesto? Um Manifesto do Substantivo Plural? Claro, a favor das pluralidades, rs. Vai a minha contribuição:

Contra os autores chatos e os que querem dizer como-a-coisa-tem-de-ser!

Contra qualquer tipo de cerceamento à linguagem. A favor das Metamorfoses!

A favor das garotas de Ipanema, Leblon e Ponta Negra.

A favor do vinho, da cerveja e da literatura, não necessariamente nesta ordem.

A favor das quimeras e das políticas da leitura.

Por uma política do livro e da leitura realmente massificada seja lá quem for o futuro presidente…

Enfim….

***

A gente pensa cada bobagem… Será que o tal Grupo Silvestre tem alguma coisa a ver com o apresentador J. Silvestre, da Tv Badeirantes? Ou será que era da Tupi?

25 de fevereiro de 2010

Brennand

Por Gustavo de Castro

Monteiro, esse furo editorial de que vc nos comunica é algo para aplaudirmos de pé. Parabéns. Agradeço como leitor e membro do conselho-editorial deste SP. Mas agradeço mais como apreciador das belas-artes e dos grandes gênios.

24 de fevereiro de 2010

Agradeço à Márcia Tiburi

Por Gustavo de Castro

Agradeço à Márcia Tiburi por sua gentileza e simplicidade ao perder tempo comigo, colocando no seu blog um dos meus “poemas vis”. Aliás, recomendo a todos o blog da Márcia:

http://colunas.gnt.globo.com/pinkpunk/

23 de fevereiro de 2010

Longa vida às Metamorfoses!

Por Gustavo de Castro

Belíssimo texto do Sérgio Vilar sobre o Marcos Silva. Que maravilha! De quebra uma análise rica e sincera sobre os tipos de intelectuais…

Longa vida às Metamorfoses da Linguagem!

17 de fevereiro de 2010

Fla x Flu

Por Gustavo de Castro

Fico cá espiando a imprensa, lendo os jornais, tentando entender o que acontece e não me lembro da ter visto “nunca antes neste país” a imprensa tão dividida como agora (digo: nestes dez últimos anos). Lula e a turma da patrulha ideológica conseguiram, finalmente, instalar o Fla X Flu na mídia. Sabemos muito claramente hoje quem é quem. A Folha, o Estadão, O Globo, a Veja, o Correio Braziliense, o Estado de Minas, entre outros, estão à direita, formando um time de jogadas duras e às vezes desleais. Do outro lado, temos a estruturação dos blogs, sítios, mídia pública e governamental, tv’s comunitárias, da justiça, do sesi, da câmara, do senado, etc, não bastasse o alavancar pró-Lula da Record junto com sua audiência. Tudo isso, creio, conseguiu descentralizar de alguma forma os Barões de Limeira, os Civitas, entre outros. O que foi mutcho bom!

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16 de fevereiro de 2010

Invictus

Por Gustavo de Castro

Todos disseram que era um filme menor de Clint Eastwood, no entanto achei uma belíssima aula de como um poema pode mediar uma narrativa. O poema é Invictus (título do filme), de William Henley que, segundo conta a história, era uma espécie de oração para Nelson Mandela na prisão. O poema na tradução André Masini é os eguinte:

“Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu – eterno e espesso,
A qualquer deus – se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei – e ainda trago
Minha cabeça – embora em sangue – ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda – eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

12 de fevereiro de 2010

O carnaval do Arruda

Por Gustavo de Castro

“Em Brasília instalou-se no poder, desde o segundo mandato de Joaquim Roriz, em 1991 (o primeiro por eleição direta), um grupo ao qual José Roberto Arruda pertence desde o primeiro momento. Ele foi secretário de Obras do governo Roriz. O esquema foi avançando por outras instituições, cooptando integrantes de outros Poderes, entrou pela Câmara Distrital, pelo Judiciário local, arrebanhou o empresariado, parte da polícia, e consolidou-se com um forte esquema de publicidade para toda a mídia regional. Ficou vulnerável pela briga interna entre os chefes das facções, ou seja, Joaquim Roriz – o criador – e José Roberto Arruda – a criatura”. De João Bosco Rabello, chefe da sucursal do Estadão em Brasília.

9 de fevereiro de 2010

A sombra da oiticica

Por Gustavo de Castro

Ando cada vez mais apaixonado pelo blog da musa e amiga Ângela Almeida. A articulação entre artes plásticas, poesia, fotografia e literatura está na medida certa. É um deleite. O ensaio fotográfico sobre Edward Weston (foto acima) é uma viagem pelo corpo feminino. Recomendo…

http://sombradaoiticica.wordpress.com

2 de fevereiro de 2010

Fraseamentos de René Char (1907-1988)

Por Gustavo de Castro

Cumpre em relação aos outros aquilo que só a ti próprio prometeste.

Nenhum homem, a não ser um morto-vivo, se pode sentir ancorado nesta vida.

Aquilo que vem ao mundo para nada perturbar não merece nem contemplações nem paciência.

Na ação, sê primitivo; na antevisão, um estratego.

29 de janeiro de 2010

Codinome Beija-Flor

Por Gustavo de Castro

Pois a minha sugestão, Marina, é que o pseudônimo fique, mas que, como disse Sergio Vilar, com o tempo, reapareça “a outra” ou “as outras”, conforme vc queira. Daí vc pode ser quem vc quiser!

Apareceram, no passado, algumas damas por aqui, mas algum bestalhão aí pediu, imagine só, as credenciais ou o histórico escolar da moça! Ela foi embora, ao que parece, para nunca mais voltar. O que fez muito bem.

Nunca gostei de ambientes com poucas mulheres. Para mim, não importa o nome, mas o codinome Beija-Flor.

28 de janeiro de 2010

Postura teen diante da tv

Por Gustavo de Castro

Foi notícia na Folha de S. Paulo esta semana mas que nínguém comentou. 44% dos jovens americanos hoje não veem mais tv diante da tv, agora é no celular, no ipod e no computador.

28 de janeiro de 2010

A filosofia do brasileiro é a música

Por Gustavo de Castro

Em 2011, a música “Carinhoso”, de Pixinguinha completa 100 anos. Ela foi composta em 1911, quando “il maestro” tinha apenas 14 anos. Estou cada vez mais convencido de que Pixinguinha foi o nosso Rimbaud.

27 de janeiro de 2010

Viagem ao Crepúsculo

Por Gustavo de Castro

Caríssimo Sérgio, abraço.

Você pode adquirir o Viagem ao Crepúsculo na Poty Livros daí mesmo. Quando estive em Natal deixei alguns exemplares lá. Se não quiser sair de casa pode adquirir o livro pelo site da Casa das Musas: www.casadasmusas.org.br/loja ou no site da Livraria Cultura: www.livrariacultura.com.br

Abraço

26 de janeiro de 2010

A filosofia do Dr. Pinto

Por Gustavo de Castro

Arte: Munch (O Grito)

Todos estes depoimentos femininos sobre o aborto aqui no SP dizem muitas coisas. Há um grito da sociedade na qual a moral cristã e o Governo Federal fazem questão de não ouvir. Há a necessidade de Promoção da Vida discutindo e negando qualquer forma de assassinato. Há um total esquecimento do debate sobre a nossa sexualidade, digo, a do brasileiro, que é muito aflorada, graças a deus…

Dizem que o brasileiro tem a sexualidade à flor da pele. Não duvido. Os adolescentes de hoje usam pulseiras para dizer logo do que estão afim. Às vezes penso que conversas e aulas de sexualidade nas escolas é mais urgente do que qualquer outra disciplina. Devíamos aprender a nos tocar e a tocar os outros nas escolas. Mas a escola virou um bla-bla-bla para o vestibular. Se existisse um vestibular para o nosso amadurecimento afetivo poucos irião passar.

Contam que os homens gregos começavam a aprender sexo oral aos 13 anos. Burilar, manipular ou limpar o ‘pinto’ é uma coisa que os homens deveriam aprender desde cedo, com naturalidade, mas na imaginação prática de muitos o ‘pinto’ só serve serviços práticos e prazeirosos. Costumo dizer que muitos homens pensam mais com a cabeça do Dr. Pinto. Costumo dizer que estes homens estão dominados por suas teorias…

24 de janeiro de 2010

Merci

Por Gustavo de Castro

Da minha parte, também agradeço à Tânia e à Marina a gentileza das palavras e do carinho. Este Substantivo fica ainda mais Plural com a presença de vcs e o meu coração ainda mais bobo com este duplo afago.

23 de janeiro de 2010

Por que o ouvido produz cera?

Por Gustavo de Castro

Nestes dias em que tanta informação desnecessária chega aos nossos ouvidos (“Madonna quer ter filho com Jesus”; “Sérgio Guerra é um babaca”; “George Clooney não quer casar” etc etc), fiquei pensando na quantidade de bobagens que andamos a produzir. Veio a calhar que Domingo, dia 17 de Janeiro, o Radar, do jornal argentino Página 12, realizou uma interessante enquete com seus leitores e perguntou: “Por que o ouvido produz cera?” Taí uma questão realmente importante nestes dias de jornalismo sem rédeas.

Dentre as dicas dos leitores, encontramos respostas até poéticas: “Para polir as palavras”, disse um leitor. Outro leitor, Alberto Parquet, respondeu que era a acumulação dos restos das canções que escutamos nas rádios todos os dias”. Pode ser, realmente.

Carlitos Le Zurd respondeu que o ouvido é único órgão que dá suporte à cultura: “¿Nunca escuchaste hablar de los ‘Museos de Cera’?” O leitor Lobo Viejo, respondeu: “Fácil: para evitar a bancarrota da Johnson & Johnson”. E assim por diante…

Nesta semana, a enquete do jornal argentino perguntará: “Por que dois ovos fritos são ‘a cavalo’?” Mal posso esperar para ver as respostas.

Na província, poderíamos realizar várias dessas enquetes. “Por que Micarla faz chapinha nos cabelos?”; “Por que o café do Café São Luis não presta?”; “Por que Tácito Costa não engorda?…”

Ah, quanta cera ainda haveremos de produzir…

23 de janeiro de 2010

Carta aberta ao Alex Medeiros

Por Gustavo de Castro

Confesso que esta semana foi difícil…

Primeiro me segurei bastante para não escrever nada sobre o assunto e ficar o máximo possível quieto, de cabeça fria, longe do lixo produzido aqui por alguns. Sei da postura do Tácito, alguém averso a contendas, bombeiro de todas as horas. Segundo, não entendia o motivo de tanta agressividade por parte do Alex Medeiros; fui ler, reler os posts e não entendia… O que estava acontecendo? Assim como não entendia o motivo do Alex não aparecer por aqui mais vezes para contribuir com o que ele pode contribuir. E penso que são tantos os assuntos… Sem precisar apelar, claro.

Fiquei pensando: “poxa, Alex, que coisa mais antiga, agredir alguém insinuando isso ou aquilo, que bobagem é essa?!” Nós todos temos má fama! E daí? De um falam que é ladrão, do outro maconheiro, o terceiro é macumbeiro, o quarto é vigarista, o quinto é jornalista, o sexto é pulha, veado, traíra… Nós todos temos doutorado em representações enganosas, equívocos e enganos.

Sempre acho que partir para a agressão gratuita é falta de abertura e consistência no debate. Como não é o seu caso, Alex, achei que poderia estar por trás (ui!) deste assunto, alguma outra questão não confessada, rixas antigas, coisas de província culturalmente subdesenvolvida. Como o Marcos Silva pediu calma, eu também me acalmei, mas acho, Alex, que o João da Mata não mereceu isso. Você sabe, nós mal nos conhecemos, é verdade, você nem precisa levar o que digo em consideração, mas os leitores do SP não precisam disso.

Tenho o maior respeito e admiração pelo João Damata, estimo ele como a um mestre, seja ele “academicuzinho” ou goste de cobras ou de aranhas, isso não faz a menor diferença. Você não acha que o que conta é o caráter?

18 de janeiro de 2010

Ainda sobre o “Erva”

Por Gustavo de Castro

Eu não entendo nada de cinema, por isso respeito muito a opinião de Moacy Cirne e Luiz Zanin que dispensam apresentações e que gostaram deveras de Ervas Daninhas. Mas a impressão que ficou foi esta dita pelo Eduardo Escorel: um filme “tolo”. Achei mais do que tolo, achei ruim, horroroso, caduco. Cinema para esquecer.

15 de janeiro de 2010

Também te amo Marina!

Por Gustavo de Castro

Depois de ler o relato de “Marina” perdi a fome e o sono… Fiquei com o seu texto na cabeça e no coração desde então. Ainda dói o estômago quando penso nele. Lembrei imediatamente de quantas vezes ouvi exatamente isso de amigas e mulheres que conheci. Que bom, Marina, que bom que vc veio abrir, iluminar e aprofundar este espaço com a tua força e a tua dor.

13 de janeiro de 2010

Pensamentos cinematográficos sem importância

Por Gustavo de Castro

Depois de ver o filme “Lula, o filho do Brasil”, fiquei pensando… ué, se Lula é o filho, dona Lindu deve ser então a esposa do Brasil…

Se ela estivesse viva seria a minha candidata à presidência, claro, no lugar de Dilma. Aliás, Bento XVI deverá canonizar esta mulher, certamente, veja que milagre ela conseguiu em vida: fez o Lula… E o Lula refez o Brasil. O que seria de nós sem ele?

O próximo filme da família Barreto, será “Lula, o pai do Brasil”, quer apostar? Ou Lula 2 – O amante latino do Brasil.

Quer apostar?

12 de janeiro de 2010

Os cães e a caravana

Por Gustavo de Castro

Muito bom e esclarecedor o texto de Luana Ferreira sobre Eugênio Bezerra, o Pit Bull de Micarla, no Novo Jornal. Boa pauta, bem explorada e desenvolvida.

10 de janeiro de 2010

Caro Francis e Erva Daninha

Por Gustavo de Castro

Ainda não vi o “Filho do Brasil”. Acabei de ver o “Caro Francis”, de Nelson Hoineff, e o Erva Daninha, de Alain Resnais. Achei o primeiro, um passatempo interessante e o segundo um horror de filme, coisa que não recomendo a inimigo. O Caro Francis é uma aula de como construir um personagem. Um ator que era também jornalista. O Erva Daninha é um lixo, uma erva estragada que o cineasta fumou e decidiu fotografar com apoio do Ministério da Cultura Francês. Se vc vir este filme no cinema, por favor, não vá ver.

Sobre o “Filho do Brasil”. como setenciou, meses atrás, neste espaço, Fernando Monteiro: será impossível não ver este filme, então vamos ao bicho. No cinema e na política, o ano de 2010 promete.

8 de janeiro de 2010

Tomando uma na Galeria do Rock

Por Gustavo de Castro

Queridos João, Laurence, Tácito e demais pinguços, aceitaria tomar uma no Canto do Mangue com o maior prazer, mas estou zanzando por São Paulo desde ontem. Pelo visto vou ter de tomar uma na São João com a Ipiranga em homenagem aos amigos. Neste momento, tomo uma na Galeria do Rock (foto).

Fica a sugestão para 2010 de que a gente se encontre presencialmente, sei lá, num seminário literário, uma Semana Substantiva, regada a vinho e literatura, marcada, claro, com antecedência para que os estrangeiros (Marcos Silva, Fernando Monteiro, Rodrigo Levino, etc) possam organizar suas agendas.

Damata, adoraria ler suas crônicas, seria uma honra, acredite, mas zarpei antes, que pena. Mas pode confiar na leitura do Tácito e do Laurence, que são mais competentes no assunto do que eu. Abraço espiritual e “físico”… gus.