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	<title>Substantivo Plural &#187; Gustavo de Castro</title>
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	<description>CULTURA + IDÉIAS + INFORMAÇÕES</description>
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		<title>As Cosmicômicas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 14:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As Cosmicômicas, de Italo Calvino, tiradas das Microcômicas, de Voltaire, talvez seja o livro de grau máximo de sonho e potência aeroespacial – científica – imaginária do autor italiano. Qfwfq, XhP, a Lua, as lesmas, são alguns dos personagens do livro. São contos de possibilidades, narrativas que começam com um parágrafo científico sobre as origens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As Cosmicômicas, de Italo Calvino, tiradas das Microcômicas, de Voltaire, talvez seja o livro de grau máximo de sonho e potência aeroespacial – científica – imaginária do autor italiano. Qfwfq, XhP, a Lua, as lesmas, são alguns dos personagens do livro. São contos de possibilidades, narrativas que começam com um parágrafo científico sobre as origens do universo e dos planetas e depois, propositadamente, muda de assunto de forma desconcertante. A base lógica de tudo é o pensamento mágico. A série termina com as Biocômicas. A partir desta obra passaram a dizer que Calvino vivia no mundo da Lua.</p>
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		<title>Tinta da China</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma intensa dança de cadeiras no jogo editorial brasileiro acontece neste momento. Gente cai p q perdeu Drummond para outro editor; outro é acusado de má gerência e de ser enrolão; outra editora demite lá para contratar cá; um monte de jovens &#8211; em todo o país &#8211; criando selos editorais. Que acorre?
E de nau [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma intensa dança de cadeiras no jogo editorial brasileiro acontece neste momento. Gente cai p q perdeu Drummond para outro editor; outro é acusado de má gerência e de ser enrolão; outra editora demite lá para contratar cá; um monte de jovens &#8211; em todo o país &#8211; criando selos editorais. Que acorre?</p>
<p>E de nau em nau, os portugueses aportam novamente em nossas praias. Aliás, a primeira editora brasileira ficava em Lisboa, chamava Casa Editorial do Arco do Cego.</p>
<p>Agora quem chega é a Editora Tinta da China. Veja-na aí, se quiserem:</p>
<p><a href="http://www.tintadachina.pt/" target="_blank">aqui</a></p>
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		<title>Sobre quadrinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Crítica, teoria, história, cobertura jornalística e a socialização dos quadrinhos no site www.raiolaser.net
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cebolinha_turmadamonicajovem_raiolaser.jpg"><img class="size-large wp-image-39404  aligncenter" title="cebolinha_turmadamonicajovem_raiolaser" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cebolinha_turmadamonicajovem_raiolaser-464x287.jpg" alt="" width="418" height="258" /></a></p>
<p>Crítica, teoria, história, cobertura jornalística e a socialização dos quadrinhos no site <a href="www.raiolaser.net" target="_blank">www.raiolaser.net</a></p>
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		<title>O &#8220;eu&#8221; de Pessoa</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 20:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu eu não gira em torno a mim. Se girasse zigue-zague dando voltas e rodopios seria rei: falaria de todas as estações, em todos os idiomas de A a Z; seria muito além de um eu fantasma, de palavras, melhor até do que o eu real; arremessaria-me pra cá, pra lá, sendo o pingue-pongue que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu eu não gira em torno a mim. Se girasse zigue-zague dando voltas e rodopios seria rei: falaria de todas as estações, em todos os idiomas de A a Z; seria muito além de um eu fantasma, de palavras, melhor até do que o eu real; arremessaria-me pra cá, pra lá, sendo o pingue-pongue que o destino quisesse que eu fosse; sorriria versos todo o tempo pra todo mundo desmelindrar, por escrito, de A a Z. Seria assim como Pessoa: “Ser tudo de todas as maneiras, contradizer-se a cada instante só pela liberdade de ser assim”. Álvaro de Campos (Fernando Pessoa).</p>
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		<title>Uma lágrima por Daniel Piza</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 22:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Grande perda a morte do Daniel Piza. Tive prazer de conhecê-lo em 2001 quando preparava, com Alex Galeno, o livro Jornalismo e Literatura &#8211; A Sedução da Palavra (Escrituras, 2002). Depois voltamos a nos falar muitas outras vezes, sempre por e-mail ou telefone. Em 2008, pedi a ele um ensaio para o livro A Cabeça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/12/piza.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-38952" title="piza" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/12/piza-340x227.jpg" alt="" width="340" height="227" /></a></p>
<p>Grande perda a morte do Daniel Piza. Tive prazer de conhecê-lo em 2001 quando preparava, com Alex Galeno, o livro Jornalismo e Literatura &#8211; A Sedução da Palavra (Escrituras, 2002). Depois voltamos a nos falar muitas outras vezes, sempre por e-mail ou telefone. Em 2008, pedi a ele um ensaio para o livro A Cabeça do Futebol (Casa das Musas, 2009), organizado por mim, Samarone Lima e Carlos Magno Araújo. O ensaio dele é o maior do livro e contém uma bela revisão da relação literatura X futebol. Há duas semanas voltamos a nos falar por conta da pós em Comunicação e Literatura, que a Faculdade de Comunicação da UnB organiza para o segundo semestre de 2012. Sempre que morria alguém ele escrevia, em sua coluna Sinopse, do Estadão: &#8220;Uma lágrima para&#8221;. Fará falta sobretudo na cobertura do jornalismo cultural.</p>
<p>********</p>
<p><strong>Do editor</strong></p>
<p>Gustavo está em Natal. Retorna amanhã para Brasília. Almoçamos juntos hoje, nós dois mais Lícia, sua namorada, linda, simpática e culta, e no final da tarde voltamos a nos encontrar no café da Siciliano. Está cheio de planos, os quais me inclui, com aquela generosidade que lhe é peculiar, que me deixa todo sem jeito. Como é bom rever os amigos queridos. Falamos de tudo, e, claro, de Piza. Na foto deste post, Piza aparece no Festival de Pipa de 2009, onde falou sobre Euclides da Cunha. Esta mesa foi mediada por mim. No link abaixo tem o que escrevi sobre esse encontro.</p>
<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/tarde-e-atrasado/" target="_blank">aqui</a></p>
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		<title>Acesse: estecomcultmassa.jimdo.com/</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Somente agora comentando o post &#8220;Monstros&#8221; me dei conta que não divulguei aqui o site que coordeno sobre Estética e Mídia, o Belo e o Feio. É um site destinado a curiosos no assunto, estudantes, pesquisadores e professores. Colocamos várias aulas em PPT lá, textos, filmes, músicas e artigos. Tácito, vc já viu minha foto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somente agora comentando o post &#8220;Monstros&#8221; me dei conta que não divulguei aqui o site que coordeno sobre Estética e Mídia, o Belo e o Feio. É um site destinado a curiosos no assunto, estudantes, pesquisadores e professores. Colocamos várias aulas em PPT lá, textos, filmes, músicas e artigos. Tácito, vc já viu minha foto lá? Veja como fiquei igualzinho.<br />
Acesso: <a href="http://estecomcultmassa.jimdo.com/" target="_blank">http://estecomcultmassa.jimdo.com/</a></p>
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		<title>Crítica de cinema</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma amiga, Lília Lustosa, nascida em Fortaleza, criada em Brasília e que mora na Suíça, concluiu o seu mestrado em História e Estética do Cinema pela Universidade de Lausanne e abriu um blog de crítica cinematográfica. Para conferir clique: www.lilialustosa.com
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma amiga, Lília Lustosa, nascida em Fortaleza, criada em Brasília e que mora na Suíça, concluiu o seu mestrado em História e Estética do Cinema pela Universidade de Lausanne e abriu um blog de crítica cinematográfica. Para conferir clique: <a href="http://www.lilialustosa.com/" target="_blank">www.lilialustosa.com</a></p>
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		<title>Pequeno bilhete deixado à mesa</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 03:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jairo, entendo vc. Isto aqui é msm uma droga. Não tem mesa, nem vinho, nem chão. Não tem o silêncio dos olhos, as milongas da vida empenhada no verso. Nada mais. Apenas isto: Batman não consegue voltar da guerra, ainda busca desbelezas, o coitado. Acho que perdeu o cinto que tudo contém. Batmam espera uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jairo, entendo vc. Isto aqui é msm uma droga. Não tem mesa, nem vinho, nem chão. Não tem o silêncio dos olhos, as milongas da vida empenhada no verso. Nada mais. Apenas isto: Batman não consegue voltar da guerra, ainda busca desbelezas, o coitado. Acho que perdeu o cinto que tudo contém. Batmam espera uma luz do céu, só pode. Duvido se ele tem medo de algo. Homem de capa que é&#8230;! &#8211; Ok! Entende-se sua tristeza, seu trauma, a noite sob o céu de chumbo. Batman é um poeta da noite, Jairo. Um nada, como nós. E nós inda pior &#8211; pois sequer capa temos.</p>
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		<title>Cooperativa Cultural da UFRN</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca mais tive notícias da Cooperativa Cultural da UFRN a não ser por aqui, via SP. Cada vez mais vejo como aquela livraria teve importância na minha formação. Tácito, a Cooperativa voltou a ser Editora? Se não voltou, o que está esperando? Assim com a FJA, o que ela está esperando para editar livros?
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca mais tive notícias da Cooperativa Cultural da UFRN a não ser por aqui, via SP. Cada vez mais vejo como aquela livraria teve importância na minha formação. Tácito, a Cooperativa voltou a ser Editora? Se não voltou, o que está esperando? Assim com a FJA, o que ela está esperando para editar livros?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cannabis Natural</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 03:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca duvidei dos poderes terapêuticos da escrita. Cada vez mais compreendo a necessidade da palavra, vendo e participando de todas as bodegas onde ela está. Recentemente li um texto, do Boris Cyrulnik, no livro Sexto Sentido, em que ele fala lá no finalzinho da “Cannabis natural” que o cérebro humano produz, sem que homem algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca duvidei dos poderes terapêuticos da escrita. Cada vez mais compreendo a necessidade da palavra, vendo e participando de todas as bodegas onde ela está. Recentemente li um texto, do Boris Cyrulnik, no livro Sexto Sentido, em que ele fala lá no finalzinho da “Cannabis natural” que o cérebro humano produz, sem que homem algum faça esforço ou consuma substância para isso. Somos doidões por natureza. “Homo Demens”, chama Edgar Morin. Foi necessário a criação de cercas mentais, assim como ordens, famílias, regras, sistemas, entre eles, a escrita ou a linguagem de forma ampliada, para segurar o bicho homem.</p>
<p>Vendo os meus amigos, alunos e aqueles que conheço mais ou menos, estão todos escrevendo, poetando, filmando, fuçando artes diversas, enfim, participando daquilo que chamo de <em>corrida humana à linguagem</em>. Ouvi dizer que duzentas mil pessoas por dia estão acessando a internet pela primeira vez.</p>
<p>É a busca ensandecida pela expressão. As relações são formas de esfoliações.</p>
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		<title>Golpes e contragolpes</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 03:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os desvios das estradas de ferro, o trem do porvir, o amor sem registro, a balada de Keats, as gaivotas cantonais, o golpe e o contragolpe do Destino.
As bocas desencontradas do beijo; as três tendências: rajas, sattvas e tamas; as garras fechadas e a alta podridão natalina agindo em golpes e contragolpes de Destino.
Toda palavra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os desvios das estradas de ferro, o trem do porvir, o amor sem registro, a balada de Keats, as gaivotas cantonais, o golpe e o contragolpe do Destino.</p>
<p>As bocas desencontradas do beijo; as três tendências: rajas, sattvas e tamas; as garras fechadas e a alta podridão natalina agindo em golpes e contragolpes de Destino.</p>
<p>Toda palavra lembra espírito, fantasma, alma penada, golpe e contragolpe do Destino. É ele que assobia o sinal combinado entre palavras ocas.</p>
<p>É só o que eu sei: golpear, diz. E assobia: &#8220;Foi um erro conhecer-nos&#8221;. Delira, Delira, diz, &#8220;por que só o delíro traz a certeza&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O poeta que acabou com a bienal de poesia</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/o-poeta-que-acabou-com-a-bienal-de-poesia/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 13:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por um acaso do destino, acompanhei o último dia do poeta Antonio Miranda a frente da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), inaugurada há quatro anos. Ele foi demitido ontem, 16.11, pelo Sec. de Cultura do GDF, o também poeta Hamilton Pereira da Silva, mais conhecido como Pedro Tierra (foto).
Pedro Tierra ou Hamilton Pereira conseguiu um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pedro-tierra.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-37264" title="pedro-tierra" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pedro-tierra.jpeg" alt="" width="320" height="215" /></a></p>
<p>Por um acaso do destino, acompanhei o último dia do poeta Antonio Miranda a frente da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), inaugurada há quatro anos. Ele foi demitido ontem, 16.11, pelo Sec. de Cultura do GDF, o também poeta Hamilton Pereira da Silva, mais conhecido como Pedro Tierra (foto).</p>
<p><span id="more-37260"></span>Pedro Tierra ou Hamilton Pereira conseguiu um feito incrível para um poeta: acabou com a II Bienal Internacinal de Poesia, que ocorreriade 03 a 07 de Setembro passado, simplesmente por que não repassou a verba destinada para o evento de R$ 1,5 milhão.</p>
<p>Tierra foi aos jornais dizer que o evento não ocorreu por que os executores não captaram recursos. Miranda me disse que ele conta a versão como sendo o fato. &#8220;Coisa de bolchevique&#8221;. Recentemente, no Festival de Cinema de Brasília, Tierra foi vaiado por seissentas pessoas, mas não desceu do salto.</p>
<p>Antonio Miranda foi o primeiro diretor da BNB e ajudou até mesmo a terminar a obra física. Recebeu a biblioteca sem acervo nenhum e a deixa com 100 mil exemplares. Para quem não sabe, Miranda é também o maior colecionador privado de poesia do país, com quase dez mil livros em sua biblioteca pessoal. Vem se especilizando em colecionar poetas brasileiros publicados no exterior.</p>
<p>Já o poeta Pedro Tierra não gosta de livros. Destinou parte do orçamento da secretaria de Cultura para iluminação de Natal, shows de fim de ano e o carnaval do ano que vem. Enquanto isso a BNB não consegue abrir o acervo ao público por falta de recursos e os bibliotecários, que deveriam estar catalogando os livros, passam quase todo o tempo revisando processos administrativos. Os elevadores estão sem manutenção, o ar condicionado não funciona e o serviço de postagens de cartas foi suspenso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Literatura e Performance</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/literatura-e-performance/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 19:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 18 de novembro, no auditório 1007 da Faculdade de Letras da UFMG, será lançada a 21ª Edição da Aletria &#8211; Revista de estudos literários.
Esta edição está dedicada ao tema &#8220;Literatura e performance&#8221;. De acordo com a comissão organizadora, &#8220;o tema escolhido vai além de ações pontuais historicamente demarcadas. Uma teoria da performance permitiria, talvez, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 18 de novembro, no auditório 1007 da Faculdade de Letras da UFMG, será lançada a 21ª Edição da Aletria &#8211; Revista de estudos literários.</p>
<p><span id="more-36934"></span>Esta edição está dedicada ao tema &#8220;Literatura e performance&#8221;. De acordo com a comissão organizadora, &#8220;o tema escolhido vai além de ações pontuais historicamente demarcadas. Uma teoria da performance permitiria, talvez, recorrer ao conceito como uma lente metodológica (na linha de Schechner) que nos faculta até mesmo analisar eventos e comportamentos acadêmicos, políticos, esportivos, religiosos como performance ou pensar um teatro com caráter performático (dentro das últimas teorizações da Feral).&#8221;</p>
<p>Para acessar o Sumário clique aqui:<br />
<a href="http://www.letras.ufmg.br/poslit/08_publicacoes_pgs/publicacao002124%28A21n1.html" target="_blank"> http://www.letras.ufmg.br/poslit/08_publicacoes_pgs/publicacao002124%28A21n1.html</a></p>
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		<title>Publicar poesia, por Roberto Juarroz, 1980.</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 03:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não quis apressar-me em publicar. Não se escreve para publicar senão para viver. Ainda que seja transitório, viver é a dimensão definitiva do homem, e a poesia é o culto dessa dimensão. Por isso sua extrema e autêntica gravidade. E por isso, talvez, pode dizer Manoel Bandeira: &#8220;Eu faço minha poesia como quem morre.&#8221; Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não quis apressar-me em publicar. Não se escreve para publicar senão para viver. Ainda que seja transitório, viver é a dimensão definitiva do homem, e a poesia é o culto dessa dimensão. Por isso sua extrema e autêntica gravidade. E por isso, talvez, pode dizer Manoel Bandeira: &#8220;Eu faço minha poesia como quem morre.&#8221; Em meu caso, tive sempre a mesma sensação com respeito ao que podemos chamar &#8220;a obra&#8221; ou &#8220;a expressão&#8221; ou &#8220;a poesia&#8221; ,  que se trata de algo assim como um organismo vivo, que cresce, amadurece e em algum momento &#8211; por natural necessidade &#8211; se manifestará, se é que tem que fazê-lo.</p>
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		<title>De um poeta, por Robert Walser (Histórias, 1914)</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 16:17:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
&#8220;Um poeta se inclina sobre seus poemas: fez vinte. Passa uma página atrás de outra e descobre que cada poema desperta nele um sentimento muito particular. Fere o cérebro tentando averiguar o que planeja acima e entorno a suas poesias. Pressiona, mais não sai nada, golpeia,mas não consegue extrair nada, insiste, mas tudo segue tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/11/robert_walser1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-36817" title="robert_walser1" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/11/robert_walser1-340x226.jpg" alt="" width="244" height="162" /></a></p>
<p>&#8220;Um poeta se inclina sobre seus poemas: fez vinte. Passa uma página atrás de outra e descobre que cada poema desperta nele um sentimento muito particular. Fere o cérebro tentando averiguar o que planeja acima e entorno a suas poesias. Pressiona, mais não sai nada, golpeia,mas não consegue extrair nada, insiste, mas tudo segue tal qual, isto é, obscuro. Se apoia sobre o livro aberto entre seus braços cruzados e começa a chorar. Enquanto isso, eu, o pícaro autor, me inclino sobre sua obra e descubro com infinita indecisão no que consiste o problema. Se trata simples e planamente de vinte poemas, um dos quais é sensível, outro pomposo, outro mágico, outro aborrecido, outro comovedor, outro delicioso, outro infantil, outro muito mal, outro bestial, outro inibido, outro ilícito, outro incompreensível, outro repugnante, outro encantador, outro comedido, outro extraordinário, outro esmerado, outro abjeto, outro pobre, outro inefável e outro que já não pode ser mais nada, porque são só vinte poemas que na minha boca encontram valor, senão justo, ao menos rápido, o que para mim supõe sempre o mínimo esforço. Uma coisa é, contudo, segura: o poeta que os escreveu ainda segue chorando, inclinado sobre o livro; o sol brilha sobre ele; e o meu sorriso é o vento que corta impiedoso e frio os seus cabelos&#8221;.</p>
<p><strong>Robert Walser. (Trad. GC)﻿</strong></p>
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		<title>SP Candido</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tácito, Nicolau, parabéns pelo trabalho. O SP está lindo! Clean. Candido. Gostei de ficar à esquerda de quem entra. Obrigado.
Por três vezes este ano entrevistei o prof. Antonio Cândido para a pesquisa sobre Orides Fontela. Em uma das entrevistas quis saber porque, no Brasil, não temos a tradição do debate forte e da crítica sistemática.
Cândido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tácito, Nicolau, parabéns pelo trabalho. O SP está lindo! Clean. Candido. Gostei de ficar à esquerda de quem entra. Obrigado.</p>
<p>Por três vezes este ano entrevistei o prof. Antonio Cândido para a pesquisa sobre Orides Fontela. Em uma das entrevistas quis saber porque, no Brasil, não temos a tradição do debate forte e da crítica sistemática.</p>
<p><span id="more-36684"></span>Cândido discordou de mim, disse que tínhamos sim.</p>
<p>&#8220;Cândido é o coronel da formação literária brasileira&#8221;, ouvi um professor do Instituto de Letras dizer na Livraria do Chico, na UnB. Fiquei pensando no que isto queria dizer. Acho que não concordo com ele, apesar de, em certo sentido, entender a visão do professor do Instituto de Letras: Cândido orientou meio mundo de gente, fundou partido, suplemento literário, pertence à tradicional família mineira.</p>
<p>Uma coisa é certa: a visão de Cândido não é &#8220;a&#8221;  formação da literatura brasileira, mas &#8220;uma&#8221; formação, portanto, indeterminada. Afinal, quem de nós tem a última palavra?</p>
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		<title>Mulher e Literatura</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 19:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Escritora moçambicana Sonia Sultuane participará do Congresso
De 4 a 6 de agosto agora, na UnB, acontece o XIV Congresso Nacional e o V Seminário Internacional a Mulher e a Literatura. Desta vez as homenageadas são as escritoras afro-brasileiras. Quem quiser ter acesso ao encontro basta clicar:
aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/07/sonia-sultuane.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-33668" title="sonia sultuane" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/07/sonia-sultuane-223x300.jpg" alt="" width="223" height="300" /></a></p>
<p>Escritora moçambicana Sonia Sultuane participará do Congresso</p>
<p>De 4 a 6 de agosto agora, na UnB, acontece o XIV Congresso Nacional e o V Seminário Internacional a Mulher e a Literatura. Desta vez as homenageadas são as escritoras afro-brasileiras. Quem quiser ter acesso ao encontro basta clicar:</p>
<p><a href="http://www.mulhereliteratura.com.br/" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O FAX</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 17:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu o meu nada
Tantico
Tampico
Tampax
Eu o meu tudo
O mudo
Cu cuido
Passo fax
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu o meu nada<br />
Tantico<br />
Tampico<br />
Tampax</p>
<p>Eu o meu tudo<br />
O mudo<br />
Cu cuido<br />
Passo fax</p>
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		<title>dois poemas à meia noite em Paris</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 20:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[1.
o pensamento
colocado sobre
outro pensar
ou outro
qualquer vento
provoca fuuuu
massa
2.
deixa doer
e vai vivendo
acende os lampiões
tampa os venenos
guarda a caixa de fotos
esconde a lembrança
fuma teus cigarros
e cala tua boca
volta a teus começos
tuas únicas sinceridades
sabes que só amas
a verdade e os deuses
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1.</p>
<p>o pensamento<br />
colocado sobre<br />
outro pensar<br />
ou outro<br />
qualquer vento</p>
<p>provoca fuuuu<br />
massa</p>
<p>2.</p>
<p>deixa doer<br />
e vai vivendo</p>
<p>acende os lampiões<br />
tampa os venenos</p>
<p>guarda a caixa de fotos<br />
esconde a lembrança</p>
<p>fuma teus cigarros<br />
e cala tua boca</p>
<p>volta a teus começos<br />
tuas únicas sinceridades</p>
<p>sabes que só amas<br />
a verdade e os deuses</p>
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		<title>Filosofia Brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 16:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prossegue até o dia 10 de Junho, a 39ª Semana de Filosofia da UnB, com o tema Filosofia Brasileira. Dei uma rápida olhada na programação e eis os nomes em destaque: Tobias Barreto, Eudoro de Souza, Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Miguel Reale e Oswald de Andrade. Faltou o Benedito Nunes, creio, para completar o time. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prossegue até o dia 10 de Junho, a 39ª Semana de Filosofia da UnB, com o tema Filosofia Brasileira. Dei uma rápida olhada na programação e eis os nomes em destaque: Tobias Barreto, Eudoro de Souza, Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Miguel Reale e Oswald de Andrade. Faltou o Benedito Nunes, creio, para completar o time. Gostei da inclusão do Oswald de Andrade como filósofo brasileiro a partir dos seus aforismos, diálogos, entrevistas e narrações, um viés de investigação experimental. Quem quiser mais informações vá até:<br />
<a href="http://39semanadefilosofiaunb.blogspot.com" target="_blank"> http://39semanadefilosofiaunb.blogspot.com</a></p>
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		<title>Notas para livros que não terminei de ler</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 00:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[1.
Comecei a ler História da Literatura Portátil (Cosac), de Enrique Vila-Matas. Fui até a metade e gostei muito. Acho que amanha ou sei-lá-quando termino a leitura. O livro conta a história de uma sociedade secreta de artistas, que existiu na França, no início do séc. XX.
2.
Comecei também a ler Fernando Pessoa &#8211; Uma Quase Autobiografia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1.</p>
<p>Comecei a ler História da Literatura Portátil (Cosac), de Enrique Vila-Matas. Fui até a metade e gostei muito. Acho que amanha ou sei-lá-quando termino a leitura. O livro conta a história de uma sociedade secreta de artistas, que existiu na França, no início do séc. XX.</p>
<p>2.</p>
<p>Comecei também a ler Fernando Pessoa &#8211; Uma Quase Autobiografia (Record), do José Paulo Cavalcanti Filho. Achei (estou achando) o livro fraco, misto de relato com documento, nem auto, nem bio&#8230; Vamos ver se o livro decola.</p>
<p>3.</p>
<p>Também comecei a ler Borges, biografia do escritor argentino, escrita por Edwin Williamson, depois de nove anos de pesquisa. Enquanto o livro de Cavalcanti parece bastante pretensioso, este já é mais simples, sem firulas desnecessárias, um livro interessante e profundo.</p>
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		<title>Sábato</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 01:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ernesto Sábato]]></category>

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		<description><![CDATA[Só agora me dou conta de que ele se foi. Em 2000 fui a Santos Lugares, bairro de Buenos Aires onde morava Ernesto Sábato. Ele tinha na época 88 anos. Não dei sorte por que ele estava com um leve resfriado e não pode me receber. Por esta época, ou antes, não lembro agora, escrevi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só agora me dou conta de que ele se foi. Em 2000 fui a Santos Lugares, bairro de Buenos Aires onde morava Ernesto Sábato. Ele tinha na época 88 anos. Não dei sorte por que ele estava com um leve resfriado e não pode me receber. Por esta época, ou antes, não lembro agora, escrevi um pequeno texto sobre ele, publicado depois no meu livro O Mito dos Nós (2005), que agora compartilho com vocês.</p>
<p><strong>Anverso e reverso</strong></p>
<p>Imagine um pêndulo que oscila entre a luz e as trevas, a ordem e a desordem, o apolíneo e o dionisíaco. Imagine agora que alguém imagina a sua existência assim. Imagine também que o ritmo musical que domina o movimento em questão seja o do tango, un pensamiento tristes que se baila. Ernesto Sábato, argentino de Rojas, escritor de uma verve ao mesmo tempo forte e melancólica, compreende em suas memórias (Antes do fim, Cia das letras, 2000) o movimento do espírito humano de forma reversível, como um pêndulo, um ir-e-vir em si mesmo, que faz com que não nos encontremos nunca no que fomos; que nenhuma identidade seja capaz de fotografar-nos de forma definitiva.</p>
<p><span id="more-30575"></span>O movimento do pêndulo sugere ainda outras imagens: quando a oscilação é a dinâmica geradora, instaura-se a incerteza. As certezas não podem ser garantidas, e a reversibilidade dá-nos a notícia de que nada está totalmente fechado em si. Fechar-se em si e preparar-se para a morte. Estar aberto é uma condição de sobrevivência e a reversibilidade é a garantia de que pelo menos algumas coisas podem ser revertidas, enquanto permanecerem abertas. O pêndulo, ao contrário, é um sistema fechado, determinado, mas o movimento de que fala Sábato é o da oscilação. Entre as coisas que podem ser revertidas está o passado, que se amplifica, digamos, pelo direito e pelo avesso, pela leitura e suas sucessivas narrações, pelo anverso e pelo reverso.</p>
<p>O movimento do espírito para Sábato avança sempre rumo ao absurdo-dicotômico das luzes e das trevas. Um quase-equilíbrio. Se estamos nas trevas, aspiramos às luzes, se nas luzes, logo avançaremos rumo a uma mudança desse estado (isso, se não formos suficientemente lúcidos, é claro, porque se formos, reconheceremos que nunca saímos das trevas). Antes del fin é um livro todo ele melancólico, de um homem que atravessou o século vinte (Sábato nasce em 1911) e até hoje continua produzindo no seu ateliê de Santos Lugares, bairro periférico da capital argentina. O absurdo que nos envolve não pode, contudo, nublar a busca de todo homem pela liberdade e pela solidariedade. “O homem livre, o herético, tem de estar possuído de um valor quase demencial”, raciocina em Heterodoxia, de 1953. O homem “concreto”, para ele, é a unidade entre o espírito do homem contemplativo mais o homem executivo, espécie de versão moderna do “contemplare et labore”, das místicas medievais.</p>
<p>Sábato, todos sabemos, é um homem que esteve desde cedo envolvido com pessoas e acontecimentos que marcaram a história de seu país e, mais universalmente, da literatura; exemplo de um homem entre a arte (o contemplativo) e a política (o executivo). Como um dos principais críticos do regime militar argentino, esteve por trás da formalização do livro-documento “Nunca Más”, sobre os quase quinze mil mortos e desaparecidos da repressão militar, entre 1976 e 1983.</p>
<p>Em 1938, Sábato conclui seu doutorado em ciências físicas e matemáticas pela Universidade de La Plata, no ano seguinte segue a Paris com uma bolsa de estudos do laboratório Curie, ocasião em que conhece os Surrealistas. Milita no partido comunista, mas logo abandona-o temendo ser assassinado, tamanho eram as suas divergências sobre a interpretação da dialética. Trabalha um ano no Massachussets Institute Tecnology (MIT), retorna como professor a La Plata e vai lecionar no departamento de física. Em 1943 decide abandonar a ciência: “tenho vontade de rir e asco de mim mesmo quando me vejo entre eletrômeros, suportando ainda a estreiteza espiritual e a vaidade daqueles cientistas”, diz em Homens e Engrenagens, de 1951.</p>
<p>Teme que o “cretinismo científico” (a expressão nos remete a Edgar Morin) possa já ter dominado a ciência de forma definitiva. Esse cretinismo foi capaz, entre outras coisas, de fazer com que os físicos japoneses congratulassem aos norte-americanos pela eficácia da bomba contra Hiroshima. Diz que para fugir de qualquer experiência nebulosa temos que ter a capacidade de perceber os contornos de nós mesmos em meio à confusão do universo.</p>
<p>Ao sair da universidade refugia-se no campo, nas serras de Córdoba. Passa por privações e sobrevive graças a algumas traduções que faz. Certo dia, um jovem médico recém-formado vem visitar a pequena aldeia e tratar alguns enfermos. Encontram-se, conversam um pouco, descobrem que têm o mesmo nome, Ernesto. O jovem médico, é Che Guevara.<br />
Afastar-se da ciência e entregar-se à literatura também foi o destino do escritor austríaco Robert Musil (1880-1942): formado em matemática, doutorou-se em 1908 com uma tese sobre o físico Ernest Mach, dirigida pelo professor Carl Stumpf. Musil e Sábato têm em comum o gosto pelas formas complexas e inacabadas, heterodoxas, porém claras e consistentes. A partir da segunda metade do século passado, Sábato começa a publicar seus ensaios e romances, mantém com Jorge Luis Borges uma amizade que rende algumas trocas literárias; tempos depois, por motivos políticos, a amizade esfria.</p>
<p>A idéia de que toda literatura é uma “literatura do eu”, de que a nossa história e a história das nossas convicções e das transformações delas é uma constante na sua obra, assim como a percepção dos pesadelos que nos envolvem, seja na vida seja nos sonhos. Sábato fez desses pesadelos material narrativo para seus romances, mas também pôs-se a pintar alguns deles. Nos meses de agosto e setembro de 1994, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) promoveu uma exposição de várias telas do escritor (e pintor) argentino. Em 1979 uma doença nos olhos o impede de ler e escrever, reencontra, então, uma antiga paixão da infância e da adolescência. Além de pintar seus pesadelos, retrata de forma sombria alguns de seus escritores preferidos. como Franz Kafka, no quadro “O senhor K. com pássaros” ou “A última visão de Virginia Woolf”.</p>
<p>A vida e a produção poética de Ernesto Sábato talvez sejam um exemplo paradigmático do que é estar no exato limite entre ciência, arte, literatura e política. Exemplo do que é não se entregar aos limites ou à mediocridade, sem perder a elegância e a magnanimidade. Sábato pode ser sinônimo de uma consciência que testemunha a todo instante a miséria e a grandeza do homem: “em uma palavra, o homem sabe que é miserável: é miserável porque o é; mas é grande porque o sabe”.</p>
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		<title>teoria poética da incomunicação</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/teoria-poetica-da-incomunicacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 12:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Orides Fontela]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entrevistei ontem longamente Davi Arrigucci Jr.(foto) e Olgária Mattos, em São Paulo, para o livro sobre Orides Fontela. Das duas conversas, longas e instigantes, ficaram mares de coisas. A solidão e o silêncio de Orides na São Paulo dos anos 70, 80 e 90&#8230; A eremita na grande cidade. Olgária Mattos falou da &#8220;Capacidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/04/davi-arriguci-jr..jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-29569" title="davi arriguci jr." src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/04/davi-arriguci-jr..jpg" alt="" width="352" height="234" /></a></p>
<p>Entrevistei ontem longamente Davi Arrigucci Jr.(foto) e Olgária Mattos, em São Paulo, para o livro sobre Orides Fontela. Das duas conversas, longas e instigantes, ficaram mares de coisas. A solidão e o silêncio de Orides na São Paulo dos anos 70, 80 e 90&#8230; A eremita na grande cidade. Olgária Mattos falou da &#8220;Capacidade de abreviação da vida pelo olhar&#8221;, Davi Arrigucci soltou esta ao final: a poesia pode exprimir a própria incomunicação do poeta. Sai das duas entrevistas me sentindo ainda mais burro.</p>
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		<title>No divã com Tácito</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 12:04:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O SP sempre se renova, realmente. A Net tem ciclos mesmo, como todos dizem, “ondas” nét? É bom ler mais Carlão aqui. O Daniel Dantas reaparecendo, Chico Guedes ressurgindo. Lívio dando um tempo. Tácito, gostei do texto-de-arrumação que vc escreveu e que me ajudou a compreender algumas cositas. É verdade que uns tão mais calados, se precavendo, contra gente de coração pesado. É verdade que alguns são Quixotes e que o sexo feminino tenha chegado com tudo, também acho que seja verdadeiro. Já cheguei a achar que os homens deste SP nem se afirmavam tanto assim… Ô Marcos, somos femininos, querido… Enfim, a difícil convivência, seja quem for, enfim, o necessário silêncio, enfim, o que temos a contribuir?</p>
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		<title>Como Dilma começou a ler Dostoievsky</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 11:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo de Castro</dc:creator>
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aqui
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No site da Rádio Metrópole, o Affonso Romano de Sant&#8217;anna conta como Dilma começou a ler Dostoievsky:</p>
<p><a href=" http://www.radiometropole.com.br/radio/?menu=WWxjNWVtUklTbWhZTWs1MllsZFdkV1JIUm5saFZ6Zzk=&amp;id=VGxSQk1rMVJQVDA9" target="_blank">aqui</a></p>
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