W.H.AUDEN

20 de abril de 2011 às 15:19 | Comentar
Por Jarbas Martins

Vale a pena citar Auden:

“…desconfio que sem um pouco de comicidade…”

Estação Angicos

14 de abril de 2011 às 11:42 | 4 Comentários
Por Jarbas Martins

Locus amoenus, ou nem tanto, a menos, meu Umbigo, a Origem do Mundo, o Logos. A estação ferroviária, sua parede como um mural anunciando sua data inaugural: 1933.Dez anos antes nascera na Praça Jota da Penha, que lembra o quixotesco herói bustificado, o poeta e professor Jarbas Martins. Máscara de José Jarbas Martins, filho de Luiz de França Martins e Maria Lutécia Péres de Araújo, sobrenome esse, depois, sequestrado pelas leis do matrimônio civil caducas.No registro do nome de minha mãe, sinalizavam-se, ao mesmo tempo, a arrogância cartorial, herdada de seu pai. Zacarias Antônio de Araújo, ex-tabelião em Macau, e a chegada tardia da República Nova, a de passos lentíssimos. Forasteira ilustre, passeava, como engomando as ruas, naquela Vila-com-ares- de- cidade ou Cidade-com-ares-de-vila. Angicos, pobre e imortal como no verso de Jorge Luís Borges que acabo de reinventar.

Salvemos a Casa de Cultura Estação Angicos

8 de abril de 2011 às 14:27 | 12 Comentários
Por Jarbas Martins

Apelo para a professora Maria Isaura da FJA.As casas de cultura, criadas em boa hora na gestão de François, parecem que se tornaram ruínas.Estão abandonadas, dizem-me.Como angicano e zeloso pela história da minha cidade, espero que a casa de cultura de Angicos, instalada no prédio, que já foi a antiga estação ferroviária, seja preservada. Que mereça, professora Maria Isaura, de suas mãos de mulher (e, portanto, ternas) um carinho especial.Um acervo riquíssimo poderia está ali.O pobre e imortal folclore da cidade, danças, lendas, peças de artesanato.Uma literataura de inegável valor artístico e histórico, como a do republiicano,escritor, líder político Capitão J.da Penha.A História da cidade de Angicos e a História da Paróquia de São José de Angicos, ambas escritas pelo escritor, jornalista e político Aluízio Alves; o preciosíssimo material, de repercussão internacional, que diz respeito à pedagogia implantada naquele chão por Paulo Freire.Terra de uma das maiores poetisas deste Estado, Carmen Vasconcelos, Ela própria neta de um combativo jornalista e político, Pedro Moura de Vasconcelos; terra de Pedro Avelino, pioneiro do jornalismo no Estado, os jornais que fundou poderão ser recuperados, pois acham-se dispertos estragados pelo tempo destruidor.Há também escritos há serem preservados como a do professor e sindicalisto, que combateu a ditadura militar José Cândido.O pintor e poeta Newton Navarro deixou aquarelas e pinturas sobre Angicos.Seu pai viveu por lá.Por Isso e muito mais, cara professora Maria Isaura, como cidadão e poeta angicano,acima da mesquinhez,pelo amor à nossa cultura recorro à sua pessoa, descendente de uma família que também fez muito pela cultura do nosso Estado. Beijo-te respeitosamente as mãos, Senhora.

Jabs Martins conversa com o novo xerife

8 de abril de 2011 às 11:11 | 3 Comentários
Por Jarbas Martins

- Sou o mais rápido epistoleiro de Angicos, xerife.Sim, ainda há cavalheiros no mundo.Respeito e exijo também respeito, quando o assunto envolve mulher. Na hollywoodiana Angicos impera o faroeste macarrônico, por isso seja bemvindo. Em Santana do Matos nem piso lá. terra de um tal Tácito Costa, canastrão muito longe de ser um malamado Victor Mature, declamando Shakespeare em “My darling Clementine. E este é assunto meu.Acho bom o forasteiro voltar para a sua Hollywood de pastelão, xerife Mario Ivo.O trem sai daqui há quinze minutos.

Um poema só em prosa para Irani

8 de abril de 2011 às 11:05 | Comentar
Por Jarbas Martins

como numa gag silenciosa, estendes os teus braços paralalelamente, que se assemelham a uma ferrovia da lua. dedos e unhas de ouromel que terminam, para minha surpresa e encanto servis, em uma malha de trilhos.quisera congelar-te neste ato breve, mas perturbas a aurora e o meu devaneio concomitantemente.

Silêncio, estou escrevendo um soneto

6 de abril de 2011 às 21:56 | 13 Comentários
Por Jarbas Martins

Podem mandar pro Twitter.

SÍTIOS AMENOS

sítios somente sei locus amoenus o sol e a sombra e a oiticica rara tua varanda e a parede que antepara águas velhas de um amor em céus terrenos

Para o Twitter

6 de abril de 2011 às 15:08 | 13 Comentários
Por Jarbas Martins

Pobre Angicos, tão distante de Deus, tão próximo de Natal e Mossoró.

Ainda Juca Kfouri

6 de abril de 2011 às 9:12 | 9 Comentários
Por Jarbas Martins

Cabra arretado, esse Juca Kfouri.Podia ser angicano, não fossem a altura e o sobrenome.Segundo ele viveu sempre entre peladas.È o que respondia aos amigos quando trabalhava na Playboy.Colecionou mulheres como eu, e haja filhos no mundo.Imagine se fosse bonito como este poeta de barbas marfins.Ou tivesse o glamour de Tácito Costa.Rilke Vieira só me chama de bonitón.E o Lívio Oliveira que tá fazendo uma falta danada aqui.Lutou contra a ditadura, jogou bem na esquerda, mas não pensa como o governo da Venezuela chavista, nem pensa como o governo argentino que querem controlar a imprensa.Pela imprensa livre, prometeu dar todo o apoio aos estudantes de jornalismo da UFRN que pretendem criar um jornal independente na área universitária.Quem perdeu a palestra ontem de Juca Kfouri na UFRN, merece cortar meio canavial, ao meio-dia em Cuba.Que acha, Marcos Silva?

De Juca Kfouri

6 de abril de 2011 às 9:10 | Comentar
Por Jarbas Martins

Ser palmeirense é pra quem não tem dinheiro suficiente pra ser são-paulino; nem coragem pra ser corintiano.Mas acabou ganhando de Breno Tavares uma camisa do verdão…natalense.

Já está no Twitter

6 de abril de 2011 às 9:06 | Comentar
Por Jarbas Martins

Show de bola de Juca Kfouri ontem na UFRN.Com uma assistência à altura do Departamento de Comunicação Social.

SOBRE MEU PÓSCÂNONE

5 de abril de 2011 às 13:04 | 1 Comentário
Por Jarbas Martins

a biopoética de jota mombaça,a poética multimidiática de carito,as prosas vaporosas de marize castro,carmen vasconcelos,gustavo de castro e carlos de souza, a poesia midcult de alex nascimento, os poemas apócrifos de franklin jorge, a poesia transerótica de nei leandro de castro, a não poesia de dailor varela, a arte intersemiótica de avelino de araújo,o minimalismo de lívio oliveira,uma arte de anchieta fernandes, poeta de um olho só, a poesia que se fez carne em anne guimarães.

Para Gustavo de Castro

5 de abril de 2011 às 8:51 | 7 Comentários
Por Jarbas Martins

Glandular e visceral, a biopoesia de Jota Mombaça é riquíssima em toda a sua diversidade.

A poesia de Jota Mombaça

3 de abril de 2011 às 18:28 | 4 Comentários
Por Jarbas Martins

A biopoesia – o termo é de Augusto de Campos, analisando a obra de Dylan Thomas – de Jota Mombaça é riquíssima em suas diversidades.

EPITÁFIO

31 de março de 2011 às 9:06 | Comentar
Por Jarbas Martins

Ah! Lívio o poeta das barbas marfins o maior Romeu morreu

ACIDENTES DE ABRIL

31 de março de 2011 às 9:05 | Comentar
Por Jarbas Martins

….o mais cruel dos meses, lembra-me horácio oliveira, o olhar nos distantes dos morros de ponta negra.marize,a maga patafísica,reconhecidamente inglesa, em sua arte de prever acidentes, lendo folhas nas xícaras de chá, eleva sua voz: gustavo de castro acaba de chegar à espera de abril.uma nuvem diáfana como o polissílabo ni val de te paira sob o céu de angicos, onde o inverno, pergunta a maga patafísica. quase ao mesmo tempo que responde: talvez nas barbas marfins de certo poeta, ou na desesperança de um requintado romance de fernando monteiro.abril custa a voltar replica laélio, incorporando a voz de ferreira itajubá…depois de um suspiro pungente a maga patafísica faz a leitura de um poema de carito.homens de teatro, inicia enquanto o pano cai rapidíssimo.

Já está no twitter

31 de março de 2011 às 9:04 | 4 Comentários
Por Jarbas Martins

natalenses comemoram o dia do fake no próximo primeiro de abril

Boa noite, Jota Mombaça

30 de março de 2011 às 19:47 | 10 Comentários
Por Jarbas Martins

a lepra do neoexpressionismo é a única saúde da pós-modernidade.

Fernando Monteiro em menos de 140 caracteres

30 de março de 2011 às 14:18 | 5 Comentários
Por Jarbas Martins

Fernando Monteiro não é pós-maneirista, é fake, como me ensinou Platão, esse desconstrutivista jurássico.

O que nem sempre escrevo e amo e silencio

30 de março de 2011 às 11:45 | 2 Comentários
Por Jarbas Martins

o nome marize castro que semeou poemas em prosa na insulada província natal, a palavra bonina apontada por mário de andrade num verso de ferreira itajubá, as garças que num futuro aram espelhos e silêncios no potengi, a benfazeja palavra oiticica à margem do rio pataxó ou angicos, o tietê rio bandeirante espelho meu em correrias mil sob um céu interior, o retardatário crepúsculo em campo belo belo, a obstinação de um bairro que transfigura em promessa a pressa dos aviões, o desdobrável e mágico nome talita de uma filha, o dançarino e núbil nome taís de uma outra filha,o bíblico nome lucas de um filho,e que me lembra um personagem de cortázar e seus sonetos, o pseudônimo horácio oliveira de um amigo, que me deu de presente o livro rayuela,o peso de ouro e alegre vôo num verso do mossoroense antônio francisco, a tangível palavra esperança na mão em flor de minha neta laís.

Apelidos, Buylding e Termos Afins

29 de março de 2011 às 16:14 | 6 Comentários
Por Jarbas Martins

Apelidos nunca me atingiram moralmente, seja porque apontavam, com uma simpática dose de humor, para alguns traços verdadeiros da minha pessoa, seja porque simplesmente achava-os ludicos e inteligentemente bem bolados.Também já fui um bom distribuidor de apelidos, que fizeram sucesso.Até Luiz Damasceno, a quem chamava de ‘ minha doce víbora albina”,me presenteou com um: Jarbas Motim, referência à minha participação no movimento estudantil, nos anos sessenta, e uma alusão irônica a um canastrão- o Errol Flynn, e seu filme “O Grande Motim”(que nunca chegamos a ver).Tempos de cineclubismo. De Nei Leandro, numa polêmica besta em que nos envolvemos, e que só quem perdeu foi a Poesia, ganhei mais um: Jabs Martins.Explico.Nos tempos de minha passagem frustrada pela boêmia( que há tempos deixei para trás), depois da sexta dose de uísque, retribuía ao amigo, que por acaso me fizesse qualquer saudação, um eloquente murro no músculo do braço.Daí o apelido com que Nei me mimou.Por serem, esses exercícios de boxe, tão generosos e sinceros, os nocauteados nunca revidaram.E tudo resultava em graça. Até o José Humberto Dutra,o maldito autor de “Geração dos Maus”, companheiro do Bar do Lourival, sentiu o peso do murro deste Touro Indomável de Angicos.Mas isto foi há muito tempo.Ultimamente o amigo Lívio Oliveira me lançou um apelido que tem feito o maior sucesso: o poeta das barbas marfins.Menos mal e também verdadeiro.Usei barbas durante algum tempo e, quando começaram a ficar encanecidas, cortei-as.Nem por isso caíram no esquecimento.Por que esse alarde todo em torno de apelidos, que passaram a ser chamados pelos politicamente corretos de buylding e outros termos (esses, sim) pouco sonoros?

AGENDA

Esposição de Ana Prata - Instituto Tomie Ohtake

A artista apresenta tanto telas pequenas, como também trabalhos grandiosos, usando o efeito de escorrido; até agora não acho razão para que alguns [leia mais]

Recital de piano com Guilherme Rodrigues nesta quinta - Entrada grátis

O professor da Escola de Música da UFRN Guilherme Rodrigues apresenta recital de piano esta quinta-feira no auditório da EMUFRN. O recital começa [leia mais]

Oboé, Música de Câmara e Tecnologia, de quarta a sábado na EMUFRN

Acontece de quarta a sábado desta semana na Escola de Música da UFRN o evento Oboé, Música de Câmara e Tecnologia. Na ocasião, [leia mais]

Exposição "Quixote com Rosas", será aberta quinta, na Galeria Newton Navarro

Será aberta quinta-feira, 17, às 18 horas, na Galeria Newton Navarro (sede da Fundação José Augusto - Rua Jundiaí, 641 - Tirol) a [leia mais]

Festival “Thomaz Babini” da Escola de Música da UFRN – 22 a 25 de maio

No mês de Maio um evento histórico acontecerá na cidade de Natal. Italo Babini (FOTO), violoncelista natalense, considerado um dos mais importantes violoncelistas [leia mais]

"Mattinata", de Fernando Monteiro, será lançado em Natal quinta-feira, 17

Anote aí na agenda: na próxima quinta-feira, dia 17, a partir das 19 horas, o escritor e pluralista Fernando Monteiro lança na Livraria [leia mais]

OUTROS EVENTOS

POESIA

    Névoa
    16-05-2012 às 9:40 - 7 Comentários
    Por Jarbas Martins

    Carl Sandburg

    Vem a névoa
    em breve pisar de gata.

    Queda-se olhando
    o porto e a cidade
    sentada em seu silêncio e
    esgueirando-se em seguida.

    (Tradução de Jarbas Martins)

    * * *

    Fog

    The fog comes
    on litlle cat feet.

    It sits looking
    over harbor and city
    on silent haunches
    and then moves on.

    (Carl Sandburg, “Selected Poems”, G.Books,1992)

    COMENTÁRIOS

    • João da Mata: Amigo Carlão, Vejo com muita alegria a sua inquietação e leitura. Tb indico fortemente o livro .Jerônimo, A Técnica do Livro de autoria do grande Dom Paulo Evaristo Arns ( Sua tese de doutorado) , trad. de Cleone Augusto Rodrigues e prefácio de Alfredo Bosi . Belíssimo livro em capa dura Jeronimo traduziu a vulgata da biblia e é considerado o patronomo dos bibliófilos e amantes do livro. Saudações bibliófilas. ab imo corde - Help
    • edjane linhares: Muito lindo, Jarbas. A experiência do haicai, como Fernando nos lembrou, ajuda muito neste processo de contemplação e silêncio, ato solitário e sublime. Quero agradecer a homenagem às mães no seu último haicai (único vestígio da data por aqui). Aguardo coletânea deles. Um abraço. - Névoa
    • Jarbas Martins: Amigo Jóis: gosto da sua poesia e da sua prosa digressiva, inflada de saberes e sabores, biscoito fino para raros paladares.Nem precisava dizer isso, mas como em seu comentário você se reportou a um incógnito Aguinaldo Soares, usando termos utilizados por ele contra mim - deu-me vontade de voltar ao assunto. Repito mais uma vez: Aguinaldo Soares sabe escrever, e a expressão "sólida cultura" é tão infeliz que não me restou outra alternativa: pedi desculpas ao ilustríssimo desconhecido.Não conheço o Aguinaldo, mas presumo que ele, como eu, temos algo em comum: fizemos o curso de direito.Daí o nosso gosto pelas sentenças líquidas e certas. Abraços, Poeta ! - Ditirambo
    • Marcos Silva: Li um livro interessante sobre Jerônimo, A Técnica do Livro Segundo São Jerônimo, de Paulo Evaristo Arns - Help
    • Jarbas Martins: Tradução inventiva a tua, Marcos. Nenhuma novidade nisso. Você é um reconhecido mestre na arte tradutória. - Névoa
    • Jóis Alberto: O poema é bom! Afirmo isso, embora não tenha plena consciência do ofício de poeta. Porque se eu for intelectual, sou dos mais incompletos – em meio a preconceitos, totens e tabus, como vocês já tiveram oportunidade de ler mais de uma vez, aqui neste democrático SP. Além do mais, como posso ter sólida base cultural nesses tempos em que tudo que é sólido se desmancha no ar? Tempos de modernidade e amores líquidos, de fodas em excesso e entediadas, blasé até – foda blasé é ‘foda’! – de gente que trepa com a mesma rotina de quem escova os dentes, tema objeto das sátiras ingênuas de meia dúzia dos meus poemas eróticos. Ingênuas não só se comparadas às sátiras e poemas eróticos/pornográficos de um grande poeta, Bernardo Guimarães, por exemplo, mas ‘ingênuas’ também no sentido libertino, filosófico, da palavra ‘ingênuo’! Ou então as fodas são escassas como as leituras de gente que, se leram os gregos, leram em traduções, não no original, e fazem a pose erudita de quem muito entende esses clássicos da filosofia, da poética e da ética, da antiguidade greco-romana. O que danado é ‘inveja poética’? Se é inveja não é poética, nem ética! Porque a ética, é verdade, pode tratar da inveja, da emulação, mas a inveja despreza a ética. O que danado significa ‘fracasso moral da estética’? De qual moral estamos falando? Da moral burguesa? Sinceramente! Qual o poeta que não esconde a fonte onde bebe? Como poeta bissexto, escondo e revelo fontes. Sem maiores dificuldades coloco as cartas na mesa, porque nesse jogo de cartas – de cartas muitas vezes marcadas, e viciadas – uma das minhas cartas prediletas é a do coringa, do joker! Porém, como há muito não jogo nem pif-paf, buraco ou sueca, uso essa expressão ‘jogo de cartas marcadas’ como um dos inúmeros clichês que pululam por aí, em discussões de intelectuais de prestígio... - Ditirambo
    • Cássio: Biografia eu não sei, mas recomendo o filme do júlio bressane. No seu livro Cinemancia tem também uma tradução interessante da "epifania" de são jerônimo. - Help
    • Marcos Silva: Belo poema, bom poeta, boa tradução. Sugiro a alternativa: NÉVOA. Névoa vem em pés de gatim Senta e olha sobre porto e cidade ancas silêncio e se moveu - Névoa
    • Jarbas Martins: Tenho a honra e o dever de confessar que a tradução que fiz do poema "Dormire", de Ungaretti, publicado há alguns dias neste SP - teve a orientação do poeta Fernando Monteiro ! Obrigado, mestre Fernando, obrigado poetas Anne Guimarães e Lívio Oliveira. - Névoa
    • Nina Rizzi: "A capa já dá o tom da revista. Uma foto de Câmara Cascudo passeando de riquexó (uma espécie de carroça de duas rodas e movida a tração humana) em Moçambique, ao lado de uma pessoa não identificada. A foto - de autoria desconhecida - foi clicada em 1963, quando o folclorista estudava costumes e tradições africanos. As observações e anotações depois seriam o mote para o livro Made in África. A imagem foi cedida pela família. E a filha, Ana Maria Cascudo, escreve artigo contando as inúmeras viagens do pai, em um diálogo emblemático entre Natal e o estrangeiro." Viu, neguinho não existe não, ô rapá! - Tributo ao mar