Gente, publiquei uns lances lá no blog. Primeiro umas ideias que ficaram me assombrando após ver o filme sobre Raul Seixas.
O outro é um conto brevíssimo, numas experiências que venho fazendo fora da ficção científica, pra variar o cardápio.
Apareçam.
Chatos
6 de dezembro de 2011 às 14:08 | 14 ComentáriosAcode, Jarbas Martins: a revista Brasileiros resolveu publicar uma lista dos chatos tupiniquins. Infelizmente, para nosostros, os agraciados são apenas os que têm alcance nacional (quiçá, interplanetário).
Eterno retorno: espaço e tempo como formas do cotidiano nas tiras de jornal
30 de novembro de 2011 às 10:31 | 4 ComentáriosEste ensaio foi desenvolvido a partir de umas ideias que lancei anteriormente, no ensaio sobre Bachelard. Tenho pensado bastante este ano na natureza do tempo na narrativa dos quadrinhos.
Resenha de ‘É preciso ter sorte quando se está em guerra’
15 de novembro de 2011 às 11:22 | 4 ComentáriosMinha geração rendeu muita gente boa. Quando falo em ‘minha geração’ estou considerando aqueles caras uns cinco anos mais novos ou mais velhos do que eu, que são meus amigos e estão por aí tirando onda há mais ou menos uma década. São as figuras com as quais, em um determinado e crucial momento, a convivência foi um elemento central na definição do tipo de maluco que a gente seria dali pra frente.
Revista Imaginário!
9 de novembro de 2011 às 15:22 | 1 ComentárioNosso grupo de pesquisa aqui da UFPB, sobre humor, quadrinhos, games e fanzines, lançou uma revista acadêmica para publicação de artigos sobre esses temas.
Vocês podem conferir a primeira edição no seguinte link:
http://marcadefantasia.com/imaginario.html
Abaixo, reproduzo a apresentação deste número inaugural, escrita pelo professor Henrique Magalhães.
Sobre o tempo e as HQs
8 de novembro de 2011 às 17:29 | ComentarBrevíssimo ensaio postado lá no blog.
Ó o link:
http://postsdoexilio.blogspot.com/2011/11/o-tempo-e-as-hqs.html
A Batalha de Oliveiros com Ferrabrás
6 de novembro de 2011 às 9:26 | ComentarÀs vezes basta um livro para entalhar o caráter de um povo. Calma, que não vou falar aqui nem da Bíblia, nem do Corão, seus fundamentalistas de uma figa. Essa máxima veio-me à cachola depois de adquirir ‘A Batalha de Oliveiros com Ferrabrás’, de Leandro Gomes de Barros, adaptado para os quadrinhos por Klévisson Viana e Eduardo Azevedo (Editora Tupynanquim, 48 págs., R$ 20).
Não deixe o samba morrer
1 de novembro de 2011 às 14:27 | ComentarSegue um ‘Rei-lear-se’ que recebi inda agora, mas não sei como faz pra postar na famigerada AGENDA do SP.
***
Festa comemora sambistas que já partiram desta pra melhor.
Nesta quarta, 02 de Novembro, a partir das 13 h no Bardallo’s, no centro da cidade.
Videoclipe potiguar é premiado em festival nacional
24 de setembro de 2011 às 8:33 | ComentarE-mail recebido de Vlamir Cruz, o Mister Moo.
***
Com a participação de dois concorrentes potiguares, Estirado no Estirâncio do grupo Os Poetas Elétricos e Ilusão de Ótica dOs Artistas Estagiários, a edição 2011 do FEST CLIP, festival dedicado a videoclipes brasileiros independentes, aconteceu neste último fim de semana na cidade de Santa Gertrudes em São Paulo. O mais bacana é que o videoclipe dOs Poetas Elétricos trouxe para a casa o prêmio de Melhor Fotografia do festival.
Nota aberta da Secretaria Extraordinária de Cultura (Secultrn/FJA)
21 de setembro de 2011 às 17:59 | Comentar(a respeito da Carta Aberta dos Grupos de Teatro do Rio Grande do Norte)
“Em reunião realizada no dia 19 de setembro de 2011 representantes dos grupos de teatro apresentaram à Secretaria Extraordinária de Cultura do RN e Fundação José Augusto (Secultrn/FJA), respostas às propostas feitas pela secretária Isaura Rosado, em reunião anterior, realizada no dia 26 de agosto de 2011.
o fim dos livros e, por tabela, dos autores
26 de agosto de 2011 às 16:04 | Comentarartigo no The Guardian (em inglês) traz resumo da palestra de Ewan Morrison no Edinbugh International Book Festival. Trocando em miúdos, lascou foi tudo.
obsessão pelo passado
24 de agosto de 2011 às 22:39 | 9 ComentáriosO André Barcinsky publicou em seu blog uma entrevista com o crítico musical Simon Reynolds, autor do livro ‘Retromania – A Obsessão da Cultura Pop pelo próprio Passado’ com interessantes observações sobre a cultura digital e a cultura de massa (uso o termo aqui só pra fazer raiva a Jairo Lima). É mais ou menos o terceiro post do blog, que é muito bom, por sinal.
Sobre o impeachment para Micarla
31 de maio de 2011 às 21:59 | 26 ComentáriosSou contra. Não o movimento, mas a retirada da prefeita do cargo. Se ela foi eleita pelo rito democrático, numa eleição legítima, que se aceite o resultado das urnas. E se reflita sobre a formação política e educacional da população. E que se avance nesse sentido.
Deve-se, sim, pressionar a gestão para que ela funcione, pedir pelos serviços essenciais que foram comprometidos, exigir um mínimo de competência no trato com a ‘coisa pública’. Se for preciso ir às ruas, ótimo. Faz parte da democracia reclamar, mas também faz parte se respeitar a própria democracia.
Se a prefeita não aguentar a pressão, que peça para sair. Agora, tirá-la à força é errado. O impeachment requer um processo político/jurídico que, infelizmente, os semianalfabetos a pulular na Câmara Municipal não tem colhões nem preparo para tal.
Não tinha coisa mais ridícula do que os militantes de esquerda (principalmente os do PT) grasnando ‘fora, fulano’ a cada novo mandato, como se fosse possível ganhar eleição no grito, ou mudar regra no meio do jogo. Mas, de repente, nenhuma das cagadas mais escabrosas dos mandatos de Lula mereceu esses apupos (sequer por parte da direita no congresso). Vamos voltar a isso agora?
Esse tipo de manifestação é válida por que mostra que ainda é possível se inconformar com a situação política em que vivemos, mas os manifestantes precisam ter maturidade para entender que nem tudo se resume a um ‘Fora, Micarla’. O que realmente queremos é só mudar de prefeita? O que realmente queremos?
Um golpe em Ana de Hollanda
6 de maio de 2011 às 18:05 | 3 ComentáriosTrollagem do bem
15 de abril de 2011 às 10:35 | ComentarAí, galera da 11.
Cynara Menezes, na Carta Capital
A discussão sobre o preconceito magnetiza as redes sociais. Na campanha eleitoral, os ataques aos nordestinos teve um eficiente contra-ataque no twitter e foi parar nos jornais. Em seguida, a agressão a rapazes gays na avenida Paulista detonou na rede a campanha contra a homofobia. Com Bolsonaro, vieram o racismo e o preconceito contra os gays ao mesmo tempo, catalisando as opiniões e transformando o twitter numa passeata online de ativismo e “trollagem” –mensagens discordantes, irônicas, gozadoras e até agressivas, que o cidadão comum envia a figuras públicas que utilizam o microblog.
Deu no jornal?
15 de abril de 2011 às 9:43 | 17 ComentáriosAs mudanças na tecnologia, na informação e nas tecnologias da informação provocaram mudanças também no jornalismo – isso todo mundo parece já ter percebido. A popularização do computador pessoal, o acesso universal à rede de computadores e a autonomia na produção de conteúdo – segundo a qual todos somos autores – têm queimado os disjuntores das empresas de comunicação no esforço para se encaixarem nesse panorama e também para encaixarem a perspectiva dos leitores na empresa.
a opinião de Laerte
11 de abril de 2011 às 14:59 | ComentarComo decidir se um livro é ficção científica ou não
7 de abril de 2011 às 9:10 | ComentarTexto bacanudo do André Forastieri.
A Estrada, por Braulio Tavares
7 de abril de 2011 às 9:06 | 1 ComentárioTerminei de ler The Road (2006), já traduzido e publicado no Brasil pela Alfaguara. Mais conhecido do que o livro talvez seja o filme, dirigido em 2009 por John Hillcoat, com Viggo Mortensen. Não vi o filme; o livro, que terminei de ler ontem, é daqueles que me deram vontade de, chegando à última página, voltar à primeira.
As dívidas da FJA
5 de abril de 2011 às 21:52 | 1 ComentárioA gestão que passou 3 anos saldando dívidas e saudando o presidente Lula deixou R$ 7 milhões de restos a pagar, segundo a Tribuna. Podiam ao menos repassar a conta pro Ministério da Cultura já que são tudo da mesma turma.





