O André Barcinsky publicou em seu blog uma entrevista com o crítico musical Simon Reynolds, autor do livro ‘Retromania – A Obsessão da Cultura Pop pelo próprio Passado’ com interessantes observações sobre a cultura digital e a cultura de massa (uso o termo aqui só pra fazer raiva a Jairo Lima). É mais ou menos o terceiro post do blog, que é muito bom, por sinal.
Sobre o impeachment para Micarla
31 de maio de 2011 às 21:59 | 26 ComentáriosSou contra. Não o movimento, mas a retirada da prefeita do cargo. Se ela foi eleita pelo rito democrático, numa eleição legítima, que se aceite o resultado das urnas. E se reflita sobre a formação política e educacional da população. E que se avance nesse sentido.
Deve-se, sim, pressionar a gestão para que ela funcione, pedir pelos serviços essenciais que foram comprometidos, exigir um mínimo de competência no trato com a ‘coisa pública’. Se for preciso ir às ruas, ótimo. Faz parte da democracia reclamar, mas também faz parte se respeitar a própria democracia.
Se a prefeita não aguentar a pressão, que peça para sair. Agora, tirá-la à força é errado. O impeachment requer um processo político/jurídico que, infelizmente, os semianalfabetos a pulular na Câmara Municipal não tem colhões nem preparo para tal.
Não tinha coisa mais ridícula do que os militantes de esquerda (principalmente os do PT) grasnando ‘fora, fulano’ a cada novo mandato, como se fosse possível ganhar eleição no grito, ou mudar regra no meio do jogo. Mas, de repente, nenhuma das cagadas mais escabrosas dos mandatos de Lula mereceu esses apupos (sequer por parte da direita no congresso). Vamos voltar a isso agora?
Esse tipo de manifestação é válida por que mostra que ainda é possível se inconformar com a situação política em que vivemos, mas os manifestantes precisam ter maturidade para entender que nem tudo se resume a um ‘Fora, Micarla’. O que realmente queremos é só mudar de prefeita? O que realmente queremos?
Um golpe em Ana de Hollanda
6 de maio de 2011 às 18:05 | 3 ComentáriosTrollagem do bem
15 de abril de 2011 às 10:35 | ComentarAí, galera da 11.
Cynara Menezes, na Carta Capital
A discussão sobre o preconceito magnetiza as redes sociais. Na campanha eleitoral, os ataques aos nordestinos teve um eficiente contra-ataque no twitter e foi parar nos jornais. Em seguida, a agressão a rapazes gays na avenida Paulista detonou na rede a campanha contra a homofobia. Com Bolsonaro, vieram o racismo e o preconceito contra os gays ao mesmo tempo, catalisando as opiniões e transformando o twitter numa passeata online de ativismo e “trollagem” –mensagens discordantes, irônicas, gozadoras e até agressivas, que o cidadão comum envia a figuras públicas que utilizam o microblog.
Deu no jornal?
15 de abril de 2011 às 9:43 | 17 ComentáriosAs mudanças na tecnologia, na informação e nas tecnologias da informação provocaram mudanças também no jornalismo – isso todo mundo parece já ter percebido. A popularização do computador pessoal, o acesso universal à rede de computadores e a autonomia na produção de conteúdo – segundo a qual todos somos autores – têm queimado os disjuntores das empresas de comunicação no esforço para se encaixarem nesse panorama e também para encaixarem a perspectiva dos leitores na empresa.
a opinião de Laerte
11 de abril de 2011 às 14:59 | ComentarComo decidir se um livro é ficção científica ou não
7 de abril de 2011 às 9:10 | ComentarTexto bacanudo do André Forastieri.
A Estrada, por Braulio Tavares
7 de abril de 2011 às 9:06 | 1 ComentárioTerminei de ler The Road (2006), já traduzido e publicado no Brasil pela Alfaguara. Mais conhecido do que o livro talvez seja o filme, dirigido em 2009 por John Hillcoat, com Viggo Mortensen. Não vi o filme; o livro, que terminei de ler ontem, é daqueles que me deram vontade de, chegando à última página, voltar à primeira.
As dívidas da FJA
5 de abril de 2011 às 21:52 | 1 ComentárioA gestão que passou 3 anos saldando dívidas e saudando o presidente Lula deixou R$ 7 milhões de restos a pagar, segundo a Tribuna. Podiam ao menos repassar a conta pro Ministério da Cultura já que são tudo da mesma turma.
O leilão da Xuxa
1 de abril de 2011 às 14:18 | 3 ComentáriosMelhor reportagem da semana, dica de Rodrigo Levino. De minha parte, tenho nojo de pobre.
Denise Stocklos & Bartleby
1 de abril de 2011 às 14:15 | Comentarpara fakes e descomedores de regras em geral.
Essa charge é racista?
25 de março de 2011 às 11:25 | 18 Comentárioshttp://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/images/chargesoldaok.jpg
Foi o que interpretaram alguns leitores do Paraná Online, site na qual foi publicada. O episódio rendeu a demissão do cartunista Luis Solda, profissional que já venceu o Salão de Humor de Piracicaba em três oportunidades.
Muita gente achou que o macaco era um alusão ao presidente negro, Barack Obama (e não o outro presidente negro, aquele do romance eugenista de Monteiro Lobato). Para mim, é um tremenda ‘forçação’ de barra. E vós, pluralistas de vanguarda ou retaguarda, que achais?
Valéria e Ná Ozetti
23 de março de 2011 às 12:30 | 1 ComentárioAí, Tácito, publica esse vídeo de Valéria e Ná Ozetti interpretando ‘Canto qualquer Canto’, de Itamar Assumpção.
Emocionante.
A ‘ficção especulativa’ no reino dos grandes
21 de março de 2011 às 9:12 | ComentarArtigo no The Guardian avalia a qualidade da produção de ‘ficção especulativa’ britânica (história de ficção científica, fantasia e horror) frente as indicações aos principais prêmios literários do país, voltados ao ‘mainstream’. Artigo originalmente em inglês.
http://www.guardian.co.uk/books/2011/feb/02/science-fiction-literary-canon
Notícia custa muito
18 de março de 2011 às 9:43 | 2 ComentáriosArtigo de Everton Dantas publicado no Novo Jornal.
Casos como o do Japão comportam charges?
17 de março de 2011 às 20:55 | ComentarOportuno artigo de Paulo Ramos, do Blog dos Quadrinhos, sobre a polêmica criada em torno da (excelente) charge publicada por João Montanaro na Folha de S. Paulo.
Um troco pra Betânia
17 de março de 2011 às 9:50 | 2 ComentáriosPlanilha do projeto prevê remuneração para artista de irrisórios R$ 600 mil. Tá explicado por que ficou caro, né?
Quem tem medo de Ana de Hollanda?
4 de março de 2011 às 14:13 | ComentarMas uma peça no quebra-cabeça sobre a discussão acerca dos rumos do Ministério da Cultura.
TN recorre à demissão para fazer “jornalismo ágil”
3 de março de 2011 às 9:12 | ComentarRecebi em meu e-mail o seguinte artigo, que expõe, mais uma vez, a situação vexatória a que são submetidos os trabalhadores da imprensa potiguar.
Por Eliade Pimentel
Jornalista profissional free-lancer
DRT-RN 878
A título de imprimir um jornalismo mais dinâmico, afinado com as mais novas tecnologias, o jornal Tribuna do Norte (Natal-RN) realiza mais uma reforma na redação e demite funcionários experientes, além de sobrecarregar pessoal que permanece na empresa. Esse movimento na “brava TN”, como o jornalista e professor aposentado Woden Madruga gosta de se referir ao jornal em que escreve há 47 anos, é cíclico. Ocorre de tempos em tempos, sempre que algum “consultor” visita a redação e dá seus palpites.
Bartleby, O Escriturário
17 de janeiro de 2011 às 22:35 | 1 Comentário
Tá tão difícil achar alguém lendo Melville, que vale a pena prestar atenção um pouquinho quando isso acontece.
Aqui, Rodrigo Sérvulo passa os olhos sobre a noveleta do cidadão.
http://www.cartapotiguar.com.br/?p=2377
Neste outro artigo, Bartleby’s Poetic Narrator, o autor, Michel Aaij, faz uma interessante análise sobre os nomes dos personagens na história.










