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Texto da psicanalista Maria Rita Kehl
Eu quis lhe dar um grande amor/ mas você não compreendeu/ a vida de um lar - Zeca Pagodinho
No link abaixo
aqui
Mais poesia!
15 de março de 2010 às 15:12 | ComentarGozo IX
Maria Teresa Horta
Ondula mansamente a tua língua
de saliva tirando
toda a roupa…
O poeta das “coisas desimportantes”!
14 de março de 2010 às 22:23 | ComentarÉ mágica, é pura alquimia a poesia de Manoel de Barros. Poeta que transcende à fragmentação do homem. Poeta da unidade, da comunhão, da inte-relação entre todas as coisas.
Somos todos filhos dela!
12 de março de 2010 às 13:33 | ComentarPara João da Mata
Legal o texto: “A história dela” (11.03.2010), fatos, curiosidades e poesia. Se é para homenagear nada como vir “armado” com poemas e poesias a exemplo de Bráulio Tavares com seu belo poema de louvor à “perseguida”.
Link abaixo:
Ainda sobre as cotas
12 de março de 2010 às 13:31 | Comentar
Li a entrevista de Fabio Konder Comparato publicada em 08-03-2010 na revista Carta Capital em que defende a constitucionalidade da adoção de cotas raciais para o ingresso em universidades públicas. Para comparato a ausência desta política se constitui em omissão se caracterizando, assim, como inconstitucional por ferir a Constituição de 1988 que em seu artigo 3º, inciso III, é elucidativa a esse respeito: “Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”.
Meus dias de Fafa de Belém
5 de março de 2010 às 9:11 | Comentar
Quando criança tive muitos apelidos. E todos eles me incomodaram. O primeiro deles de que tenho lembrança foi “sibite”, dado por um médico que fazia suas refeições diariamente no restaurante da família quando ainda morávamos no interior. Detestava aquele apelido. Depois veio “Tancha de queijo”, dado por meus irmãos, (alusão a tacha de queijo) é que eles diziam que eu paquerava com o filho do queijeiro.
Mais tarde “doida da Valença”. Valença era um lugarejo que tinha uma doida que se a lembrança não me falha diziam que ela vivia à janela. Mais à frente, “gordurinha”. Eu tinha alergia a alguns medicamentos que à época ainda não sabia quais, então, quando ocorria de ingerí-los, os olhos inchavam ficando só a brechinha aberta, daí para o apelido… Ficava “puta da vida”.
Entrevista com o cantor Otto
2 de março de 2010 às 10:25 | ComentarMuito legal a entrevista com o cantor Otto que expõe suas feridas. Adorei a música “Crua”. “Dificilmente se arranca lembrança (…) / Por isso da primeira vez doi / Por isso não se esqueça: doi”…”Nasceram flores num canto de um quarto escuro / Mas eu te juro, são flores de um longo inverno”… Valeu!
Thanks, Charles M. Phelan!
22 de fevereiro de 2010 às 8:28 | ComentarAgradeço as gentis e afáveis palavras. Fiquei deveras feliz, pois o pouco contato que tive até o momento com o universo da sua escrita causou-me uma forte impressão.
O conto “Ela”, por exemplo, deixou-me enlevada por sua densidade poética e ritmo que de vez em quando é quebrado rompendo, assim, com a linearidade do texto. Não entendo de teoria musical, mas vou arriscar uma comparação: lembrou-me o ritmo uniforme de uma música (batida) quebrado em alguns momentos por acordes dissonantes para acordar o leitor. Eu me transportei para a narrativa e de repente lia em voz alta. De fato neste conto você descreve a mulher com sutileza, sensibilidade e muita sensualidade.
Naquela ocasião fui à busca de outros contos na internet e li o Escritor de obituários. Na prosa “o filho do divórcio”: [...] No lusco-fusco de certo fim de tarde recente, enquanto o pendular da rede mais favorecia uma soneca [...] é um luxo de escrita. Confesso que não familiarizada com o termo “lusco-fusco fui pesquisar.
Não tenho vivência em escrever prosa, crônica, contos, etc. Poesia já arrisquei em tempos idos. Mas, o importante é perder o medo da exposição e da crítica e ter humildade para aprender com os erros e acertos. Eu, inclusive, gosto quando sou confrontada, ao ponto de refletir e rever minhas “certezas e convicções”.
Gostaria de ler outros contos seus (disponíveis), inclusive os de pseudônimos femininos.
PS: Aceito o querida. É lisonjeiro e muito bem vindo!
Abraços,
Parabéns pra você!
20 de fevereiro de 2010 às 16:37 | ComentarHomenagem a Tácito que faz aniversário hoje. Parabéns pelo seu trabalho incessante e competente como tudo que ele “mete a mão” (em termos jornalísticos é o que posso afirmar!).
Beija-Flor
Márcia Fasciote
Flor…
Flor que beija
Flor que deseja
O beijo do beija-flor
Que não a beija…
Ele voa
Desaparece, reaparece
E pousa em outra flor
Saudade – dor!!
Esperança perdida nos jardins,
Cravos, rosas
Margaridas e jasmins.
Voe e pouse em outra flor.
Sinta o perfume dela.
Leve seu pólen prá florir outra janela.
Traia todas as flores,
Com beijos de todas as cores…
Mas cumpra com seu dever…
Resgate o que cativou.
Faça renascer,
Desejo – beijo – flor,
Eu, você e o amor…
Beija!!! Flor…
Fonte: Mulheres que amo…
Poesias de Maria Teresa Horta
20 de fevereiro de 2010 às 7:38 | ComentarModos de Amar
Modo de amar – I
Lambe-me as seios
desmancha-me a loucura
usa-me as coxas
devasta-me o umbigo
abre-me as pernas
põe-nas nos teus ombros
e lentamente faz o que te digo:
Vieses e Matizes do erotismo
20 de fevereiro de 2010 às 7:36 | Comentar
Olá Marcos Silva,
Mais uma vez me deliciei com os seus comentários em relação ao texto “blinis com caviar, lagosta à thermidor e eu” (post 16.02.10).
Ainda há muito tabu em relação à poesia erótica. Falar ou escrever sobre este tema.
No final do ano passado ganhei de presente de um amigo o livro Poesia Erótica em tradução de José Paulo Paes e em agradecimento enviei email tecendo alguns comentários acerca do que achara do livro. Naquela ocasião pensei: Acho que ficou interessante, vou postar no Substantivo Plural (SP).
Blinis com caviar, lagosta à thermidor e eu
13 de fevereiro de 2010 às 22:46 | Comentar“Bruno e eu estávamos casados havia muitos anos. Vivíamos a mesma vidinha, dia após dia, noite após noite. Cansada, resolvi tirar umas férias. Uns quinze dias seriam suficientes para colocar os meus pensamentos e minha vida em ordem, eu acreditava, queria acreditar nisso”. Tereza Yamashita
Filhos e casamento
13 de fevereiro de 2010 às 22:44 | Comentar“Quando o pai esquece o filho do primeiro casamento”. Fabricio Carpinejar
Da resistência à reificação da pessoa
6 de fevereiro de 2010 às 13:02 | Comentar
Os versos de Paulo Pontes ressoam na voz de Oiran:
Não, não vou por aí! Só vou por onde me levam meus próprios passos…
Se eu vim ao mundo, foi só para deflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada…
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou…
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!
Fui para a praia de Galinhos passar o fim de semana, eu e mais um grupo de amigos.
A moça tecelã
30 de janeiro de 2010 às 18:45 | Comentar
Para Marina morena (ou não!)
Achei que esse conto tem muito a ver com você. A primeira vez que eu o ouvi foi no curso de Psicopedagogia contado por uma professora que antes de iniciar sua aula, lia sempre algum conto, poesia… Apaixonei-me de imediato. No dia seguinte adquiri o livro, lindo com umas ilustrações de bordados bem vivos e coloridos. Mas, a história… é uma história de amor, encanto, desencanto e recomeço. Ah! Passei a “contá-la de cor e salteado”. O final é surpreendente! Só lendo!
A Moça Tecelã
Marina Colasanti
Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear.
Por isso não provoque é cor de rosa choque!
30 de janeiro de 2010 às 18:02 | Comentar
Caro Sergio,
Eu estava “zoando” com você. Em algum momento você falou sobre “parecer muito certinho”. Queria ver você rubro. Mas, você é muito elegante, um gentleman, uma figura de fino trato. Você não teve que respirar três vezes antes de responder não? (rs). A de Odair José foi ótima. Eu até escutei outro dia, não exatamente “pare de tomar a pílula”, mas “eu vou tirar você desse lugar”. Um amigo me reapresentou Paulo Sergio e aí pesquisando no Youtube para chegar em Odair foi um pulo. Mas, isso é outra história que postarei outro dia, lembrando a recente polêmica neste blog: música popular x música erudita.
Mas, fique esperto! Não provoque é cor de rosa choque…
“O homem é o lobo do homem”
30 de janeiro de 2010 às 18:00 | Comentar
Há alguns anos atrás voltando da Chapada dos Veadeiros, desci em Brasília para comprar uma passagem para Goiânia, de lá é que eu retornaria para Natal. Ao dirigir-me ao guichê, uma mulher me abordou solicitando uma ajuda e mostrando-me um papel. Neguei e não lhe dispensei a menor atenção, ela insistiu e eu de forma incisiva disse-lhe não.
Quem está na chuva é pra se molhar!
29 de janeiro de 2010 às 22:28 | Comentar“Quem está na chuva é pra se molhar!”
Caro Sergio Vilar,
Oportuno o post aqui publicado, “O dia seguinte”, referente à nova pílula do dia seguinte, de fato vem ao encontro do tema, o aborto abordado ao longo desse dias aqui. Tenho acompanhado seu debate com Marina e gostaria de tecer algumas considerações que julgo pertinentes.
Viver é muito perigoso…
25 de janeiro de 2010 às 16:37 | Comentar
Arte: Frida Khalo
O texto postado por Marina me fez refletir sobre muitas coisas, um turbilhão de coisas me passaram pela cabeça, reavivando lembranças, memórias. Marina fala da desinformação, acho que somos da mesma geração, só não confesso minha idade por pura vaidade. Marina saiu na frente, abrindo espaço para outras mulheres “botarem a boca no mundo”.
O fundo do olho de Eliane!
23 de janeiro de 2010 às 16:20 | Comentar
Para Marcos Silva e Gustavo de Castro
Caros,
A mensagem de Gustavo para Marina postada em 15 de janeiro e o texto de Marcos Silva: Mais que nunca é preciso cantar (14 de janeiro), reportou-me a uma história relatada pela professora Madalena Freire quando do início de sua carreira. A história de Eliane, aluna sua, da Vila Helena, uma favela do município de Carapicuíba, São Paulo, capital.
Eis a história:
Eliane era uma criança de cinco anos que não parecia ser gente. Ela chegava à escola maltrapilha. E não era por falta de roupa ou por ser favelada. Toda suja, cabelo desgrenhado, se arrastava pelo chão, não sentava à mesa para trabalhar. Vivia no chão. E na sua parte mais suja, perto do lixo que havia na classe.






