A generosidade sacanaRosana,Bem que esse assunto abordado mais abaixo poderia ter sido incluído para reflexão no seu último texto. Ouso escrevê-lo, mas sei que você faria bem melhor, com sua inteligência, ironia e senso de humor extraordinários. Curto a valer, dou boas risadas, com a reação de alguns mal humorados de plantão neste SP ao que você escreve. Continue, menina e jogue “leite mau na cara dos caretas”. Segue o tal texto: Desconfie daqueles seres excessivamente prestativos. Muitas vezes são seus amigos ou se passam por tais. Se puder, fuja. Você jamais pediu nada a eles. Já está escaldado. Mas eles oferecem favores. Sorrateiros, vão por atrás e te prestam um favor. Pronto. Você caiu numa arapuca. Depois, claro, espalham o que fizeram. A trapaça é certa. Querem tê-lo como devedor. Espalhar o quão magnânimos e generosos são. E como você é ingrato por não tornar público o benefício. Repito: que você não pediu porque sabia que a fatura é por demais cara. Impagável. Algumas vezes, reconheço, não há como se escafeder da armadilha. O melhor mesmo é buscar identificar esse tipo de gente e manter-se o mais longe possível. O ideal é tê-lo como desafeto. O custo é menor, a encheção de saco fica suportável. Mas, infelizmente, nem sempre temos coragem de fazer ou dizer aquilo que pensamos e gostaríamos. Rafael Vieira Data: 19/11/2008 - Horário: 22h39min |