Café com letras
29 de abril de 2010 às 12:02 - 1 ComentárioParabéns aos promotores do ELE, Prefeitura, Capitania, escritores, mediadores, etc. Seria bom também valorizar além da pirotecnia dos eventos, a produção miúda de livros (romances, contos, poesias, ensaios); revistas literárias; concursos literários; oficinas, etc. E as bibliotecas públicas? Estamos vendo o apoio que estão recebendo, né?
Aqui em Brasília tem uma atividade simples que tem dado bons resultados ao longo do tempo. Chama Mala do Livro. Um baú de livros é deixado na casa de um líder comunitário ou na escola da quadra, daí os livros são emprestados, trocados e, principalmente, lidos. Falta em Natal e no RN política pública para o livro e a leitura, sem isso não adianta esses encontros. Eles (os encontros) deveriam celebrar um período de investimento no setor e não o único investimento no setor.


1 Comentário
Assina embaixo do seu post. Política cultural no RN é sinônimo de pirotecnia, de evento, aqui no mau sentido mesmo. Gasta-se muito dinheiro e o que fica é quase nada. Imagine se metade do dinheiro gasto com um evento do porte do ELE, e antes do ENE, fosse aplicado em projetos como esse Mala do Livro, ou edição, ou em projetos para formação de novos leitores… Parece, caro amigo, que estamos longe de uma mudança consistente nessa área.