
“Em A Fita Branca, Michael Haneke mostra que as sementes do horror podem ser encontradas na pedagogia baseada no princípio de que o castigo físico purifica”. Eduardo Escorel
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“Em A Fita Branca, Michael Haneke mostra que as sementes do horror podem ser encontradas na pedagogia baseada no princípio de que o castigo físico purifica”. Eduardo Escorel
Li por ali e aculá que o filme Avatar era ruim e ponto final. Fui hoje ao cinema conferir se tal afirmação era verdadeira e felizmente encontrei o que esperava: belíssimos efeitos especiais, sonoplastia perfeita, uma história clichê mas bem contada, e uma pitada de drama (afinal é o diretor de Titanic). Não esperava grandes atuações nem enredos brilhantes, sabia que não era um filme de Cannes, e sim para a grande massa. Mas e dai? O filme me emocionou, eletrizou e satisfez. Os críticos com suas viseiras de burro que se danem. Recomendo.
Caro Fábio Farias:
Se “A Supremacia Bourne” tivesse um décimo da supremacia de um thriller elegante – e eletrizante – de ação & espionagem como “Intriga Internacional” (ou “Goldfinger”) ou, ainda, o plot misterioso/melancólico de “O Terceiro Homem”, TUDO BEM.
Acontece que ele, o “Bourninho” devidamente embrulhado para o presente-blockbuster das bilheterias (e, por isso, reprisado ad nauseam no canal Sky, atualmente), não tem nenhum dos matizes de sutileza desses e de outros “filmes de ação”, os quais são, aliás, parte da boa essência do cinema.
Nada tenho contra eles, portanto: peço, apenas, que não sejam montanhas russas adoidadas, com um eventual glacê tipo “Jardineiro Fiel” por cima (o que, por falar em jardinagens maquiladas de qualidade etc, caracteriza noventa por cento dos artefatos comerciais de Hollywood que NÃO merecem, é evidente, estar nem entre 100 melhores filmes da década, e quanto mais entre os cinco ou dez primeiros!).
Não sei o que está acontecendo com o “The Times”; acho que, talvez, tenha alguma alma gêmea de Rodrigues Neto, o Ogro da nova FUNCARTE, instalado lá na editoria de cinema da antigamente respeitável publicação inglesa…
“Nos editais, os favorecidos são sempre os filmes comerciais, que visam a um público grande, com uma linguagem que reproduz o que é feito nos programas de TV”. Diretora Suzana Amaral
“A pirataria não é uma questão policial, e sim social. Ela é o resultado da maior agilidade, vontade e velocidade do consumo do que da produção. Nós temos que descobrir um modo de adaptar-nos a essa realidade e não continuar insistindo em simplesmente tentar bloqueá-la à força. Nenhuma lei no mundo é capaz de acabar com uma necessidade social”.
“Há certas regras básicas. Lembro-me, frequentador de cinema desde guri, que alguém disse, ou escreveu, há muito tempo, que os bons livros dão em maus filmes e os maus livros em bom filmes.
Não tem por onde.
Onde está a versão cinematográfica decente de “O Grande Gatsby”, do Fitzgerald? Inaceitáveis tanto a com o Alan Ladd quanto a com o Robert Redford.
Por outro lado, alguém escreveu algum romance intitulado “Cidadão Kane”? Ou “O Encouraçado Potemkin”? Que eu saiba, não.” Ivan Lessa
“Atendendo a solicitação de leitores do blog seguem abaixo alguns endereços de acesso para filmes marcantes do cinema mundial, nem sempre disponíveis na rede. Todos possuem pasta em zip com o torrent e as legendas em português em SRT. Alguns dos blogs indicados foram “descobertos” recentemente e em breve serão anexados aos nossos links de compartilhamento.” CARLOS REICHENBACH