Por Ruy Castro
FSP
Em 1994, o ídolo do futebol americano O.J. Simpson foi acusado de matar a facadas, por ciúme, sua ex-mulher, Nicole, que ele já atacara fisicamente três vezes, e Ronald Goldman, que suspeitava ser amante dela.
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Por Ruy Castro
FSP
Em 1994, o ídolo do futebol americano O.J. Simpson foi acusado de matar a facadas, por ciúme, sua ex-mulher, Nicole, que ele já atacara fisicamente três vezes, e Ronald Goldman, que suspeitava ser amante dela.
Por Marci Neto
É impressionante como não há criatividade nos temas surgeridos para o encontro. Que lamento. Água morna e sem sal.
Até 10 de agosto, 60 estudantes de 32 municípios do Ceará e de estados vizinhos estarão em sala de aula
Juazeiro do Norte. A formação no campo recebe um reforço com a implantação do Curso de Licenciatura Plena em Educação do Campo (Procampo). Este é o único no Estado voltado para a formação de produtores da agricultura familiar. Os alunos, professores que atuam na área rural e educadores populares já estão em sala de aula para os primeiros 30 dias de atividades. De 10 de julho a 10 de agosto, 60 estudantes de 32 municípios do Ceará e até estados vizinhos, como Pernambuco, estarão em sala de aula com formação teórica e vivências práticas.
Por Ronaldo Correia de Brito
Terra Magazine
Fiquei mais de uma hora parado no trânsito, entre minha casa e o hospital onde trabalho há trinta e um anos. Antigamente, não gastava mais do que nove minutos nesse deslocamento. No tempo em que esperava, ouvi o cd do Kronos Quartet gravado na África e consegui não me estressar. Um ônibus com defeito ocupava uma das duas faixas da BR, causando o transtorno: quilômetros de automóveis. Quando ultrapassei o ponto de afunilamento, não vi guardas de trânsito, nem mecânicos, nem reboque. O ônibus de portas fechadas parecia um navio encalhado.
Músico que venceu Grammy em 2000 morreu nesta segunda, no Rio. Moura lançou 40 discos e tocou com Elis Regina e Milton Nascimento.
O livro {“Thirst” – Fighting the corporate theft of our water”} aborda uma faceta muito mais complexa e virulenta. Conta diversos casos (e alguns “causos”) de gerenciamento e administração pública da água. Enfatiza o quão prejudicial para as próprias cidades é o poder corporativo incentivando a chamada parceria público-privada. Nesta parceria, as prefeituras em geral são “convidadas” a arrendar parte da administração do sistema de água e esgoto para grandes conglomerados privados, em troca de dinheiro, claro.
Prof. Juarez, meus sentimentos.
É com muita tristeza que recebo notícia de falecimento do colega prof. Juarez Pascoal de Azevedo, um dos fundadores do nosso Depto de Física e um grande intelectual autor de muitos livros. Alguns religiosos e com medo do comunismo. Foi meu professor de História da Ciência, quando aprendi muito e depois passei a lecionar essa disciplina. Um professor eclético da linhagem dos grandes de antigamente, como os professores Malef, Pinho, Milton e outros.
Religioso. Quando me formei em 1976, tivemos que assistir um culto na sua igreja. Foi um dos dias mais felizes para papai.
Deixa saudades e o exemplo. Brincalhão e bem humorado. Quando não tinha apagador tirava as meias dos pés e limpava o quadro.
Segue em paz meu amigo,

(James Book ou Raul Seixas, como queiram).
Da Mata,
Querido, bom domingo para todos nós. Mais uma história, não é? Que memória maravilhosa! Mas, se formos enumerar faltaram tantos malucos beleza… Ainda temos em nossa cidade, sobraram alguns teimosos, aqueles que continuam lutando para sobreviver a tantas idas e vindas e maus-tratos, resistindo às calçadas. Mas também tanta liberdade para serem como são, sem constrangimentos ou reticências. Descendo, um pouco mais, Cafufa, Manga Rosa, “James Book”, também chamado por alguns de Raul Seixas, lembra dele? Deste sei tudo, conheço a história… Um maluco muito beleza, que acreditava no que acreditava ser, mesmo que alguém lhe dissesse o contrário … Feliz em sua loucura… Rsrs… Mas, partiu. Cantava nas matinês aos domingos, na ASSEN, no Atlântico e ainda era crooner de algumas bandas, hoje, famosas… Personagens maravilhosos que caíram no esquecimento ou partiram para o jardim dos inocentes. Com você no SP não preciso nem passaporte. Abro a telinha, entro no SP e viajo. Você é maravilhoso e eu sua fã de carteirinha, viu? Só voltando a Cuíca, na minha infância ia, depois da escola, a um local no mercado, onde meu tio vendia frutas e verduras e lá Cuíca chegava e pedia ao meu tio: “Dadão (traduzindo: cidadão), dá côco?” e meu tio partia-lhe um côco e ele agradecido batia com a cabeça na parede. Eram doidos por pura eficiência… Rsrs… Obrigada por mais uma história. Beijos.
“Os homens lutam e perdem a batalha, e as coisas que eles lutaram para acontecer, apesar da derrota, transformam-se para não ter o mesmo significado que antes, e outros homens têm de lutar por aquilo que agora se entende por outro nome”. É com essa citação de William Morris (apud A dream of John Ball), que o sociólogo polonês Zygmunt Bauman descreve o oásis da esperança em que o homem contemporâneo se refugia, sempre que possível, a fim de contemplar (suponhamos), os escombros dos sonhos que deixaram para trás, como herança para os seus sucessores. Bauman, vale lembrar, é mundialmente conhecido por livros como “Mundo líquido”, “O amor líquido”, “A modernidade líquida”, que introduzem novas ideias na sociologia.
A citação de Morris, que integra a entrevista com Bauman publicada na revista Cult 138, escancara, por assim dizer, o estado da arte da utopia dos dias que correm, quando deparamos com questões que nunca são respondidas, porque um sortilégio oculto da linguagem as transforma em outras perguntas, que pouco ou nada guardam do conteúdo das anteriores, e estas não tardam a absorver a nossa atenção, esquecidos das suas antecessoras.
É particularmente preocupante que os sonhos cumpram o mesmo destino comum reservado às perguntas banais, cuja formulação dispensa uma resposta porque em geral se extinguem no próprio instante em que são formuladas. Ante a paisagem de terra arrasada que produzem, resta ao homem da pós-modernidade um último artifício: reformular o sonho, dando-lhe um novo nome, na impossibilidade de lhe dar um novo conteúdo. Quando esses sonhos se mostram capazes de contagiar outros seres humanos, são rebatizados de utopias.
Embora pessimista com o cenário da pós-modernidade, Bauman, como diligente discípulo de Morris, entrevê brechas na paisagem cerrada do mundo da vida. Entre a metáfora do caçador – para quem o mundo repousa sob um sistema divino, portanto, legítimo –, e a metáfora do jardineiro (“o jardineiro sabe que a ordem no mundo depende da constante atenção e esforço de cada um”), Bauman opta pelo segundo.
Mas de que meios dispõe o jardineiro do sociólogo polonês para remodelar o mármore partido da utopia, se essa própria palavra se fragmentou em milhões de fragmentos irrecuperáveis e dispersos no sítio de busca Google, ou, num processo inverso, se funde, num verbete do Thesaurus (do dicionário Roget) em um misto de “fantasia” e “irracional”, testemunhando, assim, conforme o próprio pensador, “talvez o fim da utopia”?
É que, no fundo, Bauman desconfia, na sua leitura panorâmica do livro do mundo, que há jardineiros de menos, enquanto os caçadores não cessam de se multiplicar em todas as latitudes. E os caçadores, já sabemos, não cuidam senão do jogo lúdico de perseguir a presa e, por extensão, outros caçadores, lobos que são uns dos outros…
Declara Bauman: “a maioria dos caçadores não considera que seja sua responsabilidade garantir a oferta na floresta para outros, que haja reposição do que foi tirado [...]. Pode ocorrer aos caçadores que um dia, em um futuro distante e indefinido, o planeta poderia esgotar suas reservas, mas isso não é sua preocupação imediata. Isso não é uma perspectiva sobre a qual um único caçador ou uma ‘associação de caçadores’ se sentiria obrigado a refletir, muito menos a fazer qualquer coisa”.
A tarefa dos jardineiros é, assim, inversamente proporcional à sua demografia: quantos menos são, maiores são os fardos que pesam sobre seus ombros. Por exemplo, cuidar do futuro do planeta.
No fundo, a mensagem do epígono de William Morris é de que chegou a hora de inverter a equação demográfica que subtrai jardineiros e faz proliferar caçadores. Um mundo mais equilibrado entre essas duas categorias humanas poderia, quiçá, assegurar a oferta de florestas para outras gerações de caçadores e jardineiros, garantindo, assim – por um artifício de metáfora –, que a escritura do livro do mundo não cesse, por falta de matéria-prima, na virada da próxima geração. Tudo isso, independentemente do aceno das utopias.
A lembrança que Jarbas Martins acaba de fazer do nome do poeta, ensaísta e professor Franco M. Jasiello é pura justiça – inclusive na condição de “potiguar” (como poucos!) desse romano que amava sua Roma natal tanto quanto a Natal adotada, cidade da escolha franca dele, Jasiello, para viver, amar e morrer.
Quando de uma apuração, aqui no Substantivo, de listas dos “melhores poetas potiguares”, eu fui o único, se não me engano, a mencionar o nome de Franco, enquanto todos os outros “votantes” levaram em conta a pia batismal em solo riograndense como um requisito básico etc.
Seria?…
Mantenho a pergunta. E permaneço com Franco entre os meus eleitos poetas maiores do Estado a que ele entregou o seu destino, generosamente esquecido (quase) da Itália deixada para trás e na qual foi “partigiano” e poeta precoce, mal saído da adolescência. No Brasil (inicialmente em São Paulo e, depois, em Natal) foi poeta a vida toda, pesquisador do folclore, professor de história da arte, tradutor magistral dos líricos gregos e romanos etc etc. É impossível resumir tudo que foi Franco Maria Jasiello, sem encher laudas e mais laudas, ou telas e mais telas deste “SP” no qual ele teria sido, certamente, o mais culto e arguto de nós todos.
Ou seja; nada a ver – nunca – com Crispinianos, Rodrigues e outras “aparições” do crepúsculo cultural que desceu sobre a Fundação José Augusto e a Capitania das Artes, muito recentemente.
EM TEMPO: Franco foi um excelente presidente da FJA, conforme bem lembrou o poeta Jarbas Martins.
Por Ricardo Calil
No começo, tudo era deslumbramento. Agora a ficha caiu: o 3-D não é aquela maravilha que havíamos imaginado (ou que haviam nos vendido). Os ataques ao formato estão cada vez mais freqüentes e pesados.
Por Jorbes Forbes
Psicanalista
Perdidos de sua identidade, jogadores se alienam em personalidades forjadas e em um sentimento de ilimitação.
Por Lima Neto
escrever críticas literárias é uma tarefa complicada e extremamente delicada. devemos, ao escrever textos dessa natureza, expressar uma opinião, sim, mas, ao mesmo tempo, tentar ser o mais imparcial possível. e conseguir balancear isso, a opinião e a imparcialidade, é onde está a questão primordial.
o leitor deve ver a crítica e se sentir a vontade para ler ou não o livro em questão.
BAUDELAIRE Nous avons blasphémé Jesus/ Des dieux le plus incontestable…
* Mon âme dans tes mains n’est pas un vaint jouet,/ Et ta prudence est infinie…
MALLARMÉ Oui, c’est pour moi, pour moi, que je fleuris, déserte!
*
Un automne jonché de taches de rousseur…
VERLAINE Est-elle brune, blonde ou rousse? – Je l’ignore./ Son nom ? Je me souviens qu’il est doux et sonore/ Comme ceux des aimés que la Vie exila…
TRISTAN CORBIÈRE Bénite est l’infertile plage/Oú, comme la mer, tout est nud,/Sainte est la chapelle sauvage/De Sainte-Anne-de-la-Palud…
* Il fait noir, enfant, voleur d’étincelles !
LAUTRÉAMONT Vieil océan, ô grand célibataire…
Amigos e amigas:
Li o manifesto “São Paulo para os paulistas”. É assustador. Preconceito, preconceito – sabemos para onde o preconceito leva, da Klu-Klux-Klan aos campos de concentração, ovo da anaconda, vontade de destruição.
Nasci em Natal (RN, nordeste, Brasil, planeta Terra), 1950. Vim para São Paulo em 1970. Moro aqui, portanto, há mais tempo que o período que vivi em Natal. Sou nordestino e paulista. Tenho imensa ligação com Natal. Tenho imensa ligação com São Paulo. Não quero abrir mão de uma nem de outra.
Que são Natal e São Paulo, para mim?
1) Duas cidades.
2) Dois universos culturais.
3) Dois mitos de auto-identificação.
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A nova edição da revista Cult já está no ar. O dossiê é sobre a “Era Lula”.
Por Jotabê Medeiros
HQ que fala em gravidez de Maria, na gestação de Jesus e em sua subida aos céus levanta controvérsia em torno da leitura humanizada do mito.
Ler e amar a Poesia, lembra-nos Fernando Monteiro em sua rica experiência, sua biografia disseminada em tantas leituras, viagens, poesia vivenciada em poemas escritos ou não. Conheci poucas terras, diferentemente do grande poeta que é o Fernando Monteiro. São Paulo, essa giganta, metáfora que também é um tema na poesia de Baudelaire, São Paulo foi a minha experiência mais rica em termos de viagem.São Paulo, a quem sempre retorno, como sempre retorno aos meus rios, rostos e leituras de poemas. Foi lá que li intensamente a poesia de Giuseppe Ungaretti (foto). Conhecia desse poeta apenas alguns poemas traduzidos, como o célebre “Mattina”, que em suas duas ou três palavras parece guardar todo o Universo. Como aconteceu com a leitura do sérvio Vasko Popa, que através de um poema me fez retornar à minha infância, a leitura de Ungaretti me fazia crer que o homem é o mesmo. E sua pétrea e dolorosa geografia, em pouco ou nada difere da minha geografia angicana. Poesia é comunhão. Lendo os poemas de Ungaretti, numa longínqua e fria São Paulo, liguei para o meu amigo Manuel Onofre Jr. ( que registraria o fato em um livro). Enquanto lia os poemas do italiano, eu e Onofre íamos identificando algo que nos parecia tão particular, o sertão, e universalíssimo, a tragicidade humana.Os versos ungarettianos falavam também de pedras, aridez,rios, dor e pranto, à maneira dos vates e da geografia da caatinga.”Come questa pietra/è il mio pianto/che non si vede”. Aprendíamos a chorar de olhos enxutos como os nossos rios.
João, Jarbas:
Obrigado pela leitura. Leitores de Poesia como vocês dois são (além de Poetas), hoje se contam nos dedos, e, talvez, não encham duas mãos…
[PS: Também agradeço a todos que simplesmente leram os poemas, sem comentar etc. "Mais do que nunca" - conforme diria o horrível Faustão - é necessário ler e amar a Poesia.]
Publicados no site Interpoética (aqui)
O torso de beleza afastando-se
Como se afasta um afogado
Das margens da praia
Também recuada para trás
De onde o Mediterrâneo
Vinha beijar os pés das sílfides,
Sob o sol silencioso.
Abandonados pelas crianças,
Os brinquedos da marina
Zunem de calor no metal
Aquecido como as águas.
O planeta está mais quente
E mais enlouquecido
Entre os pios nublados
Do pássaro escondido
Nas árvores molhadas
Da chuva ácida que se filtra
De um céu de tempestade.
No mercado de Ver-o-Peso em Belém do Pará ervas para todos os gostos e gozos. Banhos que curam, casam e fazem milagres. A variedade de aromas é enorme. A grande escritora e cronista paraense Eneida escreveu uma bela crônica intitulada “Banho de Felicidade”. Não há doença que você não encontre remédio na cheirosinha. Doenças do amor e de mal olhados. Se o problema é falta de desejo a cheirosinha resolve. Remédios para bronquite, cistite e todas as mazelas são encontrados no simpático mercado de Ver-o-Peso. Para afastar “olho gordo”, tome banhos de “hei de vencer”, “comigo-ninguém-pode” ou “vence-batalha”.
Para um amor difícil e não correspondido tome o chá de “chora-nos-meus-pés”. Pra vender muito “chama-tudo” e assim por todo e sempre e doença.
Cheirosinha é o nome da feira de ervas, mas virou sobrenome das simpáticas vendedoras de felicidade. Beth Cheirosinha é famosa. Conversei com uma simpática vendedora (foto), que esqueci o nome agora, e para quem eu mando um cheiro e agradecimentos pelos banhos e chás.
Não consigo esquecer o aroma. Foi tiro e queda. Meus pés estão encharcados.
Por Eduardo Alexandre
Há mais de um mês de protocolado o pedido de tombamento do Machadão (no Twitter):
Eduardo Alexandre Dunga53
@blogdobarbosa Por favor, a FJA já deu algum encaminhamento ao pedido de tombamento do Machadão?
Carlos A. Barbosa blogdobarbosa
@Dunga53 Amigo, acho que vc já falou com Gilson sobre isso. É a pessoa certa pra vc perguntar.
Eduardo Alexandre Dunga53
@blogdobarbosa Amigo, a resposta que tive foi a de que o presidente ainda não recebera o pedido. A ASCOM/FJA não pode informar a respeito?
Carlos A. Barbosa blogdobarbosa
@Dunga53 Não. Como disse, a melhor pessoa para reponder isso é o chefe de Gabinete.
Eduardo Alexandre Dunga53
@blogdobarbosa Vôtis, Barbosa. A ASCOM/FJA só serve pra fazer/remeter release? Não pode dar uma informação jornalística a quem precisa?

Doce perfume, jasmim…
Uma saudade que ficou
Ou partiu de mim;
Suave memória
Que se esconde.
Nota suave…
Jasmim, segredo
Que só a noite traz
No seu perfume.
Pontinhos miúdos…
Pequenas estrelinhas,
Que ficam entre linhas
Como fadinhas brancas,
Perfumando os sonhos.
Exalam na noite notas musicais;
Lirismo que busco
No inconsciente, encanta…
Faz versos…
Viagem, reflexo…
Na noite fresca,
Deste quase inverno.
Jasmins, tão frágeis…
Parecem ter alma;
Me banham de olor;
Me trazem a calma,
Me inspiram estes versos…
Nelson Patriota escreve em sua coluna sobre o livro “Espelho quebrado”, do escritor potiguar Lima Neto.