Das agressões do jornalista
2 de agosto de 2010 às 14:43 - ComentarGustavo. Amigos e Amigas, queridos (as)
Muitíssimo obrigado pelas palavras de apoio.
Estou chegando de Mossoró onde fui montar mais uma exposição em celebração ao livro.
Levei parte do meu acervo acumulado durante uma vida. Mais uma vez homenageio o D. Quixote.
Próximo final de semana darei uma palestra na Feira de Livros sobre o “Quixote e a Cultura Popular”
Gustavo amigo. Você e outros jornalistas podiam opinar sobre o que aconteceu:
Não reclamo da crítica do jornalista, postada por você no nosso SPlural.
Reclamo, sim, da forma como foi feita.
Dei uma entrevista. Uma boa entrevista que devia ser reproduzida no Novo Jornal, como solicitada por seu editor.
Deixei bem claro que era uma lista parcial e pessoal, como tantas outras do meio cultural.
O motivo da minha solicitação do “Direito de Resposta” foi que a entrevista foi prejudicada, truncada e negada pelo editor.
Logo no cabeçalho ele coloca em destaque com letras grandes e maiúsculas:
SEM CRITÉRIO
Depois, na legenda, ele coloca: Lista discutível.
Depois diz que eu corro o perigo de me tornar uma figura folclórica, numa relação forçada com o amigo Gumercindo Saraiva.
A entrevista foi dada de bom gosto. O que devia ser publicado era a entrevista. A opinião podia ser publicada em outro lugar e não no corpo da entrevista.
Fazendo uma comparação grosseira. É como se você fosse ler um cartaz de cinema com tarjas pretas. Censurado. Sem critérios, etc.

