Geral

Exclusivo para o SP – Entrevista com José Castello

(foto: Matheus Dias)

Homenageando o bom (e saudável) momento que o SPlural está vivendo, decidi reiniciar a série de entrevistas que vinha fazendo noutra fase do blog.

Para os que não acompanharam à época, lembro que na fase anterior do SPlural publicamos – com a ajuda preciosa do editor –  mais de cinquenta entrevistas feitas através de troca de mensagens eletrônicas (e-mails) com escritores brasileiros e uma com um estrangeiro – Ondjaki. Essa série um dia se transformará num livro. E vou até propor a Tácito reuni-las posteriormente no canto direito do blog, caso o editor aceite, evidentemente.

Nesta oportunidade, escolhi um escritor de que gosto muito e acho que muitos concordam comigo quanto à excelente qualidade: José Castello.

Abaixo, uma pequena biografia de José Castello, extraída da “Enciclopédia Itaú Cultural da Literatura Brasileira”:

José Guimarães Castello Branco (Rio de Janeiro RJ 1951). Biógrafo, crítico literário, cronista, romancista e jornalista. De ascendência nordestina, seu pai, José Ribamar Martins Castello Branco vem de Parnaíba, Piauí, para viver no Rio de Janeiro. José Castello realiza seus estudos no Rio de Janeiro. Mestre em comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, inicia sua carreira jornalística na década de 1970. Na segunda metade da década de 1980, afirma-se como produtor de críticas, reportagens e resenhas literárias para o Jornal do Brasil e para O Estado de S. Paulo. Escreve livros sobre a vida dos poetas Vinicius de Moraes (1913 – 1980) e João Cabral de Melo Neto (1920 – 1999). No livro sobre Cabral, Castello rompe os parâmetros da biografia tradicional, e entrelaça a pesquisa com o contato pessoal. Esse caminho é seguido também no livro Inventário das Sombras, em que o autor vai além das entrevistas, buscando um retrato intelectual dos escritores José Saramago (1922 – 2010), Clarice Lispector (1925 – 1977), Alain Robbe-Grillet (1922), Adolfo Bioy Casares (1914 – 1999), Manoel de Barros (1916) e Nelson Rodrigues (1912 – 1980), além de relatos dos encontros com o jornalista João Rath (1954) e o artista plástico Arthur Bispo do Rosário (1909 – 1989). Tanto em suas resenhas críticas quanto em suas crônicas e retratos biográficos, apresenta como característica o abrandamento dos limites entre ficção e ensaio, conferindo aos documentos e testemunhos uma visão particular da literatura da pessoa retratada. Em 2001 aventura-se na ficção com Fantasma, inicialmente um projeto de perfil cultural da cidade de Curitiba, que se torna uma ficção de suspense ambientada na capital paranaense, onde Castello reside desde 1994.  Em 2007, publica A Literatura na Poltrona, resultado de suas experiências com oficinas literárias e de jornalismo cultural.”

♦♦♦

E eis a entrevista quentinha (enviada pelo escritor, generosamente, ontem à noite) e em primeira mão para o SPlural, sem retoques e sem delongas:

◊◊◊

Como o senhor identifica o momento exato em que foi atraído definitivamente para o mundo da Literatura? Quais as leituras embrionárias e os fatos diversos de sua vida que o apaixonaram e o imantaram para esse mundo especial?

R _ O primeiro romance que li foi “Robinson Crusoe”, de Daniel Defoe, aos 9 anos de idade. Fiquei completamente impactado com a leitura do livro. Eu era um menino solitário, que me sentia incompreendido e sem a ajuda de ninguém. Identifiquei-me imediatamente com Robinson, perdido sozinho em sua ilha deserta, precisando partir do zero para sobreviver. Ainda hoje essa leitura me marca – tanto que no momento trabalho em um livro, um ensaio, em que trato desse meu “primeiro romance”. Logo depois cheguei aos poetas, em especial Bandeira, Vinicius e João Cabral. São três poetas até hoje muito importantes para mim. Eu cheguei a eles nos bancos da escola. Mas logo entendi que eram muito maiores do que aqueles compêndios didáticos em que eu os lia.

A sua experiência com o mundo dos livros, da leitura e da escrita evidentemente trouxe modificações cruciais na sua relação com o mundo. Fale-nos um pouco sobre isso.

R _ A leitura exige introspecção. Ela é um mergulho para dentro. Exige serenidade, paciência, coragem, silêncio. A escrita de um livro também exige do escritor as mesmas condições. São coisas que a literatura me deu. O gosto pela solidão e pela introspecção. O gosto pelo devaneio e pela fantasia. O apreço ao pensamento. Não seria o homem que sou hoje se não tivesse encontrado, desde cedo, a literatura. Posso dizer, sem exagero, que ela me fundou. Eu nasci dos livros que li.

É o mundo do jornalismo absolutamente afeito a esse âmbito?Que interrelações e que oposições se perfazem?

R _ O jornalismo exige objetividade – e a literatura é o reino do subjetivo, do singular, do insubstituível. O jornalismo quer fatos e mais fatos – a literatura trabalha com a imaginação e com a fantasia. São dois mundos, em quase tudo, antagônicos. Contudo, existem pontes possíveis entre eles. Elas se expressam, com força especial, em um gênero híbrido como a crônica, que tem um pé no jornalismo (na realidade) e outro na literatura (na imaginação). Nosso século 21 se caracteriza pela quebra de fronteiras. Os gêneros já não são mais fixos, variam, flutuam, transformam. Por isso acredito que, hoje, talvez mais do que nunca, jornalismo e literatura têm a chance de se alimentar e de dialogar.

Como o senhor conceituaria/definiria, no que concerne à nossa realidade atual, um LEITOR, um ESCRITOR, um LIVRO, uma BIBLIOTECA? Parece que algo mudou no que diz respeito aos parâmetros para a compreensão dessas palavras…ou não? Que condições básicas podem valorizar esses “entes”?

R_ Mudam a tecnologia, os estilos, as modas, as atitudes. Mas as coisas que realmente interessam continuam. O garoto que passa o dia no Face Book é, a seu modo, um leitor. E é também um escritor. A internet não destruiu as palavras, ao contrário, ampliou seus campos de transmissão e de percepção. Fala-se muito da morte do livro, hoje temos os ebooks, os tablets, etc. Mas não creio que o livro, tal qual o conhecemos, desaparecerá. Quando o mundo se amplia, as coisas não se anulam, elas se somam. Os aviões não destruíram os trens. A televisão não destruiu o rádio. A internet e a e-tecnologia não destruirão o livro.

Como o Sr. situa o gênero da crônica no contexto da Literatura? Em que medida esse gênero tem tocado, movido e comovido o leitor?

R _ A crônica é um gênero limítrofe, que tem um pé na realidade, outro na fantasia. É, podemos dizer, um “trans-gênero”. Toda a literatura tende para essa ruptura radical dos gêneros clássicos. Toda ela tende para o “trans”. Quem pode definir com segurança, hoje, o que é um romance? Penso que a crônica, tal qual a conhecemos, é antes de tudo um gênero brasileiro. Essa mistura de realidade, fantasia e lirismo, que se abriga nas páginas dos jornais e revistas desde o século 20, é uma invenção tipicamente brasileira. Os inventores da crônica moderna, “à brasileira”, são escritores como Rubem Braga (sobretudo ele), Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Sérgio Porto, Nelson Rodrigues, Clarice Lispector.  Claro, antes deles escritores como Machado escreveram crônicas. Mas, mesmo as belas crônicas de Machado, ainda se aproximam mais do ensaio, do comentário breve, da crítica, do registro direto do cotidiano. A crônica como gênero lírico é uma invenção do século 20 brasileiro.

Ainda há espaço para a Poesia no mundo atual? E os grandes Romances? Como operá-los (o escritor e o leitor) num tempo frenético como o nosso?

R _ O Brasil do século 20 nos deu uma prova veemente da força da poesia. Em um mesmo momento, tivemos poetas geniais como Bandeira, Drummond, Cecília, Vinicius, Cabral, Jorge de Lima e Murilo Mendes. Depois vieram Ferreira Gullar, Adélia Prado, Hilda Hilst, Manoel de Barros, Mário Quintana. Quem pode, diante deles, duvidar da potência da poesia? O século 21 também começa a nos dar grandes poetas. Paulo Henriques Brito, Lucinda Persona e Alberto Martins são três exemplos veementes disso. Sou muito otimista quanto ao futuro da poesia. Em um tempo frenético, superficial, fragmentado, disperso, a poesia surge como um preciso abrigo, um lugar de resistência para o humano. Sua força, em conseqüência, se amplia. O mesmo se pode dizer a respeito do romance. Em nosso mundo líquido, como diz Zigmunt Bauman, em que tudo se desmancha e se dilui, somos, apesar disso – ou até por causa disso! _, um país rico em grandes romancistas. João Gilberto Noll, Raduan Nassar, Raimundo Carrero, Cristovão Tezza, Fernando Monteiro, Milton Hatoum, Bernardo Carvalho, Rubens Figueiredo, Ronaldo Correa de Brito, entre tantos outros, estão aí como prova. Insisto: quanto mais o mundo acelera e se dilui e se ilude com as superfícies, mais potente a literatura, em um movimento contrário, de rebelião e de resistência, se torna.

Considera a Literatura nacional como vivenciando um bom momento? Que óbices há? Por quais razões?

R _ Acho que já citei, na resposta anterior, exemplos bastante veementes da força de nossa literatura. As pessoas, algumas vezes, reclamam que hoje não temos mais “escolas literárias”. Reclamam que a literatura está dominada pela dispersão e pelo individualismo. Mas isso não é um defeito, é uma qualidade! Hoje, mais do que nunca, os escritores têm a coragem de assumir sua voz singular, de seguir seu caminho solitário, de correr todos os riscos para escrever o que têm que escrever. Não precisam mais do apoio de escolas, grupos, tendências, vanguardas, etc. Nunca tivemos escritores tão corajosos. Devemos nos orgulhar disso.

Existem possibilidades para a transposição das fronteiras regionais, no que respeita ao mercado editorial brasileiro? Quais seriam os caminhos alternativos?

R _ O problema da concentração das grandes editoras no eixo Rio-São Paulo é crônico. É um problema comercial, que diz mais respeito à economia do que à literatura. O Brasil é um país muito grande e essa concentração se torna, em conseqüência, mais grave. Mas temos muitos focos de resistência: basta citar Pernambuco e o Rio Grande do Sul. Na verdade, não acredito muito na literatura regionalista. Isso foi uma experiência dos anos 1930. Hoje, estamos em outros tempos. É um absurdo dizer que Cristovão Tezza é um grande escritor “paranaense”, ou que Raimundo Carrero é um grande escritor “pernambucano”. São todos grandes escritores brasileiros e mais ainda: são todos cidadãos do mundo, maiores e vacinados. Homens e mulheres que já ultrapassaram as fronteiras da terra e do sangue e que hoje são plenamente donos de si. Não habitam o Paraná, ou o Rio Grande do Norte, ou Minas, habitam a literatura.

Por último, uma perguntinha de admirador e leitor: há planos para vir a Natal? Algum evento à vista?

R _ Recebi uma sondagem para ir a Natal para uma palestra em meados de maio. Mas o convite até agora não se confirmou. Não preciso dizer que iria com grande alegria.

♣•♣•♣

Share:
Lívio Oliveira

Comentários

24 comments

  1. Tácito Costa
    Tácito Costa 13 abril, 2012 at 10:07

    Lívio, parabéns pela retomada das entrevistas. O recomeço não poderia ser mais feliz, Castello é um grande escritor e crítico. Não é a toa que transcrevemos aqui os textos dele publicados em O Globo. Sua proposta de publicar as entrevistas na ESTANTE, evidentemente, está aceita. abç.

  2. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 13 abril, 2012 at 10:12

    Obrigado, prezado Tácito. É evidente que só me senti mais seguro para trazer esse pessoal brasileiro de volta (rs), em face do ótimo e, repito, saudável momento por que passa o SPlural. Vamos torcer e trabalhar para que continuemos assim. Abração.

  3. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 13 abril, 2012 at 10:21

    E quero lembrar que estou disposto a retomar, também, entrevistas com os nossos autores/artistas/jornalistas/produtores culturais, etc.

    Algumas, inclusive, gostaria que fossem presenciais.

    Queria ver a possibilidade, Tácito, de eu e você e mais alguma boa alma que se dispuser, entrevistarmos ao vivo e a cores o nosso Sanderson Negreiros (urgente, urgentíssimo!), Woden Madruga e Dorian Gray Caldas. Tenho outros nomes na lista…

    Poderíamos fazer isso periodicamente,mensalmente?

  4. Jóis Alberto 13 abril, 2012 at 10:26

    Muito boa a entrevista, Lívio. Parabéns! José Castello é, inegavelmente, um dos profissionais mais competentes e talentosos do jornalismo cultural brasileiro. A entrevista valoriza ainda mais o já excelente conteúdo do “Substantivo Plural”, que é um dos meus sites prediletos.

  5. Alex de Souza 13 abril, 2012 at 10:28

    Tácito: você tá devendo um canto onde se possa encontrar os 758 capítulos da revisão de O Dia dos Cachorros num clique só, aqui no SP.

    Lívio: uma sugestão ótima para aproveitarmos o potencial multimídia do site seria gravar em vídeo essas entrevistas. Não precisa de uma grande produção, apenas de boas condições de iluminação e um microfone decente. Se for num fim de semana, pode contar comigo.

  6. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 13 abril, 2012 at 11:00

    Obrigado, Jóis, pelo apoio. Acho que prosseguiremos bem, com a boa vontade e o espaço luxuoso cedido por Tácito.

    Alex, valeu. Só dá mesmo (no meu caso) se for em finais de semana, preferencialmente aos sábados, porque domingão é da família. Assim, contarei com você e com seu talento e bom humor.

    E aí, Tácito, topas as presenciais plurais? Outra que ficaria legal seria uma com François. Lembro que dos vizinhos com foto à esquerda já fiz com um bocado de gente.

  7. Anchieta Rolim
    Anchieta Rolim 13 abril, 2012 at 11:53

    Lívio, ideia brilhante! Você mandou muito bem! Ótima entrevista. Tácito Costa, mais uma vez estás de parabéns pelo alto nível do blog.

  8. Jóis Alberto 13 abril, 2012 at 12:30

    Lívio, pode contar com meu apoio, aqui ou em eventual entrevista, a ser realizada num sábado à tarde, por exemplo. Acho que esse é um dia e horário convenientes para todos, ok? Dos nomes que você cogitou aqui, acho que eu ficaria mais à vontade para participar da entrevista com Dorian Gray Caldas, que sempre foi muito atencioso comigo, quando eu o entrevistava como repórter do “Diário de Natal”, nos anos 80 e 90; e com François, que entrevistei recentemente para a dissertação de mestrado que estou concluindo, na UFRN, sobre política cultural no RN e o programa das Casas de Cultura Popular.

  9. Jarbas Martins 13 abril, 2012 at 13:30

    Conhece Laércio Bezerra, amigo Lívio ? Foi meu colega no Colégio Salesiano, anos 50, da mesma turma de dois outros poetas: Paulo de Tarso Correia de Melo e eu. Poeta, Laércio tem um livro de poesia publicado e outros inéditos. Sem ser da vanguarda poética (Poema Processo) participou de passeatas desse movimento, que unia poesia e política radical de esquerda. Laércio ingressou na política desde a época, em que morava no Rio, voltou para Natal, e foi candidato pelo PSB a senador. Deixou a política e quer voltar à sua poesia.Teve contatos com muitos poetas do Rio.Atualmente, disse-me ele que estava com rico material do Poema Processo – doação de sua amiga e nome importante do Poema Processo: Neide Sá. Estava à procura de uma instituição para doar o acervo poético de Neide. Disse-lhe que o nome certo para cuidar desse material era Dácio Galvão. Laércio tem muito o que contar sobre os anos de chumbo, que viveu entre o Rio e Natal. levando seus poemas tão perigosos como um coquetel molotov. E petardos tipo: Es USted libre ? Este poema-cartaz rendeu-lhe perseguição política e a demissão, tempos depois, do cargo de diretor do do Curso de Sociologia, quando este não pertencia ainda à UFRN.Ficava ali no prédio da atual Fundação José Augusto. Além do mais. Laércio foi boêmio e é boa gente.Abraços, amigo Lívio.

  10. Denise Araujo 13 abril, 2012 at 13:50

    Lívio, parabéns não só pela iniciativa das entrevistas como pela pretensão de fazer estas demais. Faça-as, por favor, nós agradecemos. Claro que também parabenizo Alex de Souza pela excelente ideia de reunir os arquivos em vídeo, um recurso importantíssimo, principalmente nos dias atuais, em tempos de veiculação multimídia. Uma sugestão nada nova seria de fato começar a se articular com Tácito e tentar a publicação de textos selecionados aqui do blog.

  11. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 13 abril, 2012 at 14:20

    Amigos Anchieta, Alex, Jóis, Jarbas, Denise, obrigado pela força e pelas ideias. Mas, vou aguardar a resposta de Tácito quanto às entrevistas presenciais.Quanto a essas através de e-mails, vou tocando.

  12. Tácito Costa
    Tácito Costa 13 abril, 2012 at 16:27

    Lívio, não gostaria de assumir um compromisso fixo, mas sempre que puder participarei, como convidado seu, com o maior prazer. Talvez fosse interessante ter convidados diferentes para cada entrevista. Por exemplo, quando o entrevistado for da área de ópera, chama Jairo; quando for da área de História, leva o Marcos Silva (perguntas por e-mail). Enfim, é mais uma idéia para sua apreciação.

  13. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 13 abril, 2012 at 16:34

    Ok, Tácito, compreendido! rsrsrsrs

    O mais fácil será encontrar esse convidado da área de ópera em Natal, para uma entrevista presencial bem detalhada. Fácil, fácil! rsrsrsrs

    Tá entendido! rs

  14. Jarbas Martins 13 abril, 2012 at 22:36

    Tivemos pelo menos dois senadores, em nossos papos na Velha Cidade Alta, Horácio Oliveira, que eram bons de conversa, cerveja e bons camaradas. Nenhum dos dois felizmente se elejeram: Miranda Sá e Laércio Bezerra. Foram eleitos pelo nosso coração, nunca assumiram um mandato e nem nos decepcionaram. Que bom ! Representavam bem aquele território onde nos conhecemos.

  15. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 14 abril, 2012 at 07:45

    Jarbas, consegui uma forma de manter contato com Laércio. Ele é casado com uma boa amiga de minha mulher. Vamos tentar a entrevista? Você estaria presente?

  16. Luciene Silva 4 maio, 2013 at 14:00

    Por favor gostaria muito de entrar em contato com o jornalista José Guimarães Castello Branco, ficaria imenssamente grata se me enviassem o email ou o face dele para que eu pudesse entrar em con tato com ele

  17. Eunice Prudenciano de Souza 31 julho, 2015 at 17:36

    Tácito Costa e Luciene Silva.

    Preciso entrar em contato com José Castello; poderiam, por gentileza, me fornecer o e-mail dele?
    Agradeço antecipadamente.
    Eunice

  18. Cleber Junio Falquete 14 junho, 2017 at 12:06

    Olá, boa tarde. Tudo bem?
    Preciso entrar em contato com o José Castello e gostaria, se possível, que me fornecessem o e-mail dele.
    Obrigado pela atenção.

Leave a reply