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Flipipa homenageará João Ubaldo e Ariano Suassuna; confira a programação completa

suassunaNomes consagrados da literatura, muita cabeça pensante em debates envolventes, tendo como cenário uma das mais paradisíacas faixas litorâneas do Rio Grande do Norte. Na próxima quinta-feira (dia 7) começa a quinta edição do Festival Literário da Pipa, FLIPIPA.

Nomes como Abel Silva, José Carlos Capinan, José Miguel Wisnik, Mário Magalhães e Gereba Santos estarão no cenário perfeito para atiçar o caldeirão de ideias e escritas até o sábado, dia 9 de agosto.

O FLIPIPA terá abordagens que transitam entre o romance e a memória, passando pelas biografias e ícones como Carlos Lacerda e Leminski. João Ubaldo Ribeiro (que esteve no FLlPIPA na terceira edição) e o mestre Ariano Suassuna (que estava confirmado para esta quinta edição) serão homenageados pelo evento.

As mesas
A abertura acontece na quinta-feira (7) com uma mesa abordando a ‘Vida-obra de João Ubaldo Ribeiro’, com participações de Vicente Serejo e Margarida Seabra. Na sequência acontece a mesa ‘Toda poesia em Paulo Leminski?’, com José Miguel Wisnik e Mário Ivo Cavalcanti.

Na sexta-feira é a vez do tema ‘Ditadura, literatura e poesia marginal brasileira’, com Chacal e Alexandre Alves. Na sequencia tem ‘A Saga dos Lacerda: Do fim do Império a Era Vargas’, com Rodrigo Lacerda, Ticiano Duarte e Diógenes Dantas.

E no sábado é a vez de ‘Marighella e a batalha das biografias não autorizadas’, com Mário Magalhães e Cassiano Arruda. Depois tem ‘Fala Poeta’, com José Carlos Capinan, Gereba Barreto, Abimael Silva e Falves Silva. E fechando a quinta edição o debate ‘A História nasce de outra história’, com Nélida Piñon, Woden Madruga e Marize Castro.

Homenagens a Ariano Suassuna
O mestre Ariano Suassuna, que estava entre os nomes confirmados para esta quinta edição do FLIPIPA, será homenageado com a apresentação do espetáculo de rua ‘Andarilhos do Coração’. Trata-se de uma montagem bem humorada do texto de Ariano “TORTURAS DE UM CORAÇÃO, OU EM BOCA FECHADA NÃO ENTRA MOSQUITO”, escrito em 1951.

E entre as homenagens ao mestre Ariano Suassuna também está a apresentação da Orquestra Sanfônica do Museu do Vaqueiro. As sanfonas irão homenagear o Movimento Armorial criado por Ariano nos anos 1970. O repertório incluirá ‘Romance de Minervina’, ‘Do Romance ao Martelo’, ‘Romance da Nau Catarineta’, ‘Ponteiro Acutilado’ e ‘Martelo Agalopado’.

“As quatro edições anteriores foram exitosas e a quinta anuncia que o Festival Literário da Pipa é compromisso certo dos amantes da literatura”, festeja o curador do Flipipa, Dácio Galvão. Ao fazer um breve balanço das quatro primeiras edições, fica fácil entender essa afirmação.

Retrospectiva do FLIPIPA
Pela tenda literária praiana – que começou pequenininha em 2009, na praça do Pescador, e hoje é um dos espaços mais agradáveis do festival – já passaram Marina Colasanti, Lobão, Danuza Leão, Heloísa Buarque de Holanda, Raimundo Carrero, Daniel Piza, Ronaldo Correia de Brito, Daniel Galera, Rafael Coutinho, Mia Couto, Frederico Pernambucano de Mello, Laurentino Gomes, Marçal Aquino, Geraldo Carneiro, João Ubaldo Ribeiro, João Gilberto Noll, Raimundo Arraes, Miguel Sousa Tavares, Fernando Morais, Carlito Azevedo, Marcos Silva, Eucanaã Ferraz, Thelma Guedes, Arnaldo Antunes, Rubens Figueiredo, David Arrigucci Jr, entre outros.

Acesso livre
Outra característica peculiar do Flipipa é ser democrática. O evento mantém o acesso livre a toda a programação, pois não há cobrança de ingresso nem credenciamento para participar. Aliado a isso o Flipipa se fortalece como projeto voltado para melhoria da qualidade de vida da comunidade em que atua, através de seu braço educativo a partir das ações pensadas e desenvolvidas pela sua curadoria e pelos parceiros como Sesc/Fecomércio, Sebrae e Sesi/Fiern.

Esse foco agregador colocou o nome do Flipipa como um dos exemplos da reportagem da revista Época (outubro/2012) sobre “Eventos que transformam: como os festivais alteram a vida cultural e a própria vocação econômica de vários municípios brasileiros”. Na reportagem, o Flipipa aparece ao lado de grandes eventos de famas internacionais, como a própria Flip – Festa Literária Internacional de Paraty, o Festival de música Campos do Jordão, o Festival Internacional de Cinema de Gramado, O Festival Gastronômico e Cultural de Tiradentes, entre outros.

O FlIPIPA 2014 é uma realização do Projeto Nação Potiguar/ Fundação Hélio Galvão e Scriptorin Candinha Bezerra. Tem patrocínio da Ecocil, e parceiros Sistema Fecomércio/Sesc, Fiern/Sesi, Rede Intertv Cabugi, Sebrae RN, além de apoio cultural da Associação de Hoteis e Pousadas da Pipa, Hotel Ponta do Madeiro, Vitaminas FDC, Tribuna do Norte, Cooperativa Cultural Universitária e Mariz Comunicação

SERVIÇO
5º Festival Literário da Pipa ? Flipipa
De 7 a 9 de agosto. Realização: Fundação Hélio Galvão e Projeto Nação Potiguar.
Produção Executiva: Candinha Bezerra
Curadoria: Dácio Galvão
Assessoria de Imprensa: Fato Novo Comunicação
Dionísio Outeda (Assessor). Tel.: 84 88208769/ 99743839
Fixo: 84 2010-0517

PROGRAMAÇÃO
07/08 quinta-feira

Mesa 1 (19:30)
“Vida-obra de João Ubaldo Ribeiro: Uma homenagem”
– Com Abel Silva, Vicente Serejo e Margarida Seabra
Letrista, poeta, escritor, Abel Silva teve o privilégio de conviver com o escritor João Ubaldo Ribeiro e em muitos momentos era alvo de uma brincadeira: “Vou fazer uma coisa que ele (Abel) detesta”, e começava a cantar: “Só uma palavra me devora…”. “Ele é o autor disso”, dizia, apontando para o compositor. Para Abel Silva, João Ubaldo Ribeiro vem de uma linhagem de escritores brasileiros ligados à tradição e ao conhecimento da fala e da mitologia popular. Herança popular acrescentada de uma cultura sofisticadíssima de um tradutor de Shakespeare, profundo conhecedor da literatura brasileira. E, com tudo isso, era também muito modesto: ?Era poliglota e jamais o vi usar expressões em inglês ou alemão, por exemplo, línguas nas quais era fluente”. Essas e muitas outras histórias de convivência e seu legado literário serão abordados com participação de Vicente Serejo e Margarida Seabra, neste encontro que marca a abertura do V Flipipa.

Mesa 2 (20:30)
“Toda poesia em Paulo Leminski”
-Com José Miguel Wisnik e Mário Ivo Cavalcanti
A poesia de Paulo Leminski revela uma síntese entre a coloquialidade e o rigor da construção formal, herdada da estética concretista. O humor está presente em boa parte de sua obra poética, assim como a influência melódica da canção popular e trocadilhos da cultura popular. Talvez isso possa explicar o sucesso que a poesia do bardo curitibano faça tanto sucesso entre novas gerações, mais de vinte anos após sua morte. O compositor, músico e ensaísta José Miguel Wisnik, escreveu sobre esse fenômeno: ?Um corpo estranho tem atravessado como um cometa a lista dos best-sellers nas últimas semanas: o volume ‘Toda poesia’ de Paulo Leminski. Um catatau cor de laranja em meio aos não sei quantos tons de cinza, um quinau de poesia flanando distraidamente em meio à corrida dos mais vendidos, com um pique vencedor (…). Como diz o poeta curitibano, a poesia é um inutensílio que não tem nenhuma outra justificativa que não seja a própria razão de ser da vida, e de fazer parte, como o orgasmo e a amizade, daquelas coisas que não precisam ter um porquê: pra que porquê??.

08/08 sexta-feira
Mesa 3 (19:00)
“Ditadura, literatura e poesia marginal brasileira”
-Com Chacal e Alexandre Alves
Ricardo de Carvalho Duarte, mais conhecido pelo famoso apelido canídeo Chacal, nasceu no Rio de Janeiro em 1951. Publicou seu primeiro livro de poesia, ‘Muito Prazer, Ricardo’, em 1971, feito com mimeógrafo. Expoente da chamada poesia marginal, ao lado de escritores como Francisco Alvim e Cacaso, teve textos nas históricas publicações 26 poetas hoje, de Heloisa Buarque de Hollanda, e Navilouca, de Waly Salomão e Torquato Neto. Escreveu teatro para o grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, crônicas para o Jornal do Brasil e Folha de S.Paulo, roteiros na TV Globo e dezenas de letras de música para grupos como Blitz, Lulu Santos, 14 Bis, Fernanda Abreu, entre outros. Autor de mais de dez livros de poemas, lançou recentemente a coletânea Belvedere, reunindo toda sua obra poética.

Mesa 4 (20:00)
“A Saga dos Lacerda: Do fim do Império a Era Vargas”
-Com Rodrigo Lacerda, Ticiano Duarte e Diógenes Dantas
Neto do político Carlos Lacerda, o escritor e historiador Rodrigo Lacerda falará sobre seu livro ‘República das Abelhas’, obra que descreve o percurso familiar de três gerações de políticos: do abolicionista Sebastião Lacerda; dos filhos Maurício, Fernando e Paulo; e do neto, Carlos Lacerda (seu avô). Considerado um dos políticos mais controversos da história do Brasil, Carlos Lacerda foi para uns o salvador da pátria, para outros, não passou de um reacionário feroz. Pai, tios e avô tiveram participação igualmente decisiva nos principais lances da política brasileira, da Primeira República ao suicídio de Getúlio Vargas, em 1954. Uma saga familiar que se confunde com a própria saga brasileira, da cultura política do país, sobre os rumos que o país tomou e que influenciam nossa vida até hoje. Rodrigo é formado em História pela USP. Seu primeiro livro, O mistério do Leão Rampante, foi publicado em 1995, pela Atelier Editorial. A obra foi uma das ganhadoras do Prêmio Jabuti em 1996, mesmo ano em que o autor lançou seu segundo romance, A Dinâmica das Larvas: Comédia Trágico-Farsesca.

Mesa 5 (21:00)

“Marighella e a batalha das biografias não autorizadas”
-Com Mário Magalhães e Cassiano Arruda
A vida de Carlos Marighella (1911-1969) foi tão frenética quanto surpreendente. Militante comunista desde a juventude, deputado federal constituinte e fundador do maior grupo armado de oposição à ditadura militar – a Ação Libertadora Nacional -, esse mulato de Salvador era também um profícuo poeta, homem irreverente e brincalhão. Nesta biografia, o jornalista e escritor Mário Magalhães investiga as muitas facetas do biografado e apresenta uma narrativa repleta de revelações. Em ritmo de thriller, reconstitui com realismo desconcertante passagens pela prisão, resistência à tortura, operações de espionagem na Guerra Fria e assaltos da guerrilha a bancos, carros-fortes e trem-pagador. Mário nasceu no Rio de Janeiro, em abril de 1964. Formou-se em jornalismo na Escola de Comunicação da UFRJ. Trabalhou nos jornais Tribuna da Imprensa, O Globo, O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, no qual foi repórter especial, colunista e ombudsman. Recebeu cerca de vinte prêmios e menções honrosas no Brasil e no exterior, entre os quais o Every Human Has Rights Media Awards, o Prêmio Vladimir Herzog, o Prêmio Dom Hélder Câmara e o Prêmio Esso de Jornalismo.

08/09 sábado
Mesa 6 (19:30)
“Fala Poeta”
-Com José Carlos Capinan, Gereba Barreto, Abmael Silva e Falves Silva
Esta palestra-recital marca o encontro deste que é um dos maiores poetas compositores do País, com o virtuosismo do cantor e violonista Gereba Barreto. Pontuado de música e histórias o encontro vai destacar a obra de Capinan, a tropicália e a poesia brasileira. Capinan é considerado um dos grandes letristas de sua geração, tendo participado ativamente do movimento tropicalista no fim da década de 60. Amigo de Caetano Veloso e Gilberto Gil desde a época da faculdade em Salvador. Cursou Direito e Medicina. Inicia carreira literária com ‘Inquisitorial’, seu primeiro livro de poesia. Participa do primeiro disco de Gilberto Gil, em 1966, dividindo a parceria na faixa ‘Viramundo’. No mesmo ano, sua música ‘Canção para Maria’, defendida e composta em parceria com Paulinho da Viola, é um dos destaques do II Festival de Música da Record. Em seguida vence, com Edu Lobo, o Festival da Record de 1967, com a canção ‘Ponteio’. Volta a se aproximar de seus conterrâneos – compõe com Gil o clássico ‘Soy Loco por Ti, América’, e integra o histórico disco ‘Tropicália’ (68), ao lado de Caetano, Gil, Mutantes, Gal Costa, Tom Zé, Rogério Duprat e Torquato Neto. Como Jards Macalé compôs ‘Gotham City’, Fagner (em ‘Como se Fosse’) e Geraldo Azevedo (em ‘For All Para Todos’). Em 2000, compôs a ópera ‘Rei Brasil 500 Anos’ ao lado de Fernando Cerqueira e Paulo Dourado, uma crítica as comemoração dos 500 anos de Descobrimento do Brasil, e dividiu parceria nos novos discos de Tom Zé (em ‘Perisséia’) e de Sueli Costa (em ‘Jardim’).

Mesa 7 (20:30)
“A História nasce de outra história”
-Com Nélida Piñon, Woden Madruga e Marize Castro
A escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Nélida Piñon nasceu no Rio de Janeiro em 1937, filha de pais espanhóis. É jornalista, e também foi editora e membro do conselho editorial de várias revistas no Brasil e exterior. Eleita em 1996 a presidente da ABL, primeira mulher a ocupar esse cargo. Seu primeiro romance, ?Guia-mapa de Gabriel Arcanjo?, foi publicado em 1961. Em 1973 recebe o APCA por ‘A Casa da Paixão’. Sua obra já foi traduzida e premiada em vários países. O mais recente foi o Prêmio Príncipe de Astúrias das Letras, de 2005, conferido na cidade espanhola de Oviedo – na ocasião ela concorreu com autores renomados e populares internacionalmente como Philip Roth, Paul Auster e Amos Oz. Escreveu contos, romances, ensaios, literatura infanto-juvenil e crônicas.

PIPINHA LITERÁRIA SESC/FLIPIPA
BIBLIOSESC – Biblioteca itinerante
A mais conhecida biblioteca móvel do País, montada sobre um caminhão e equipada com mais de 3 mil livros. Espaço de leitura no local e empréstimos de livros durante os três dias de atividade do Festival.
– Todos os dias das 8h30 às 12h/13h30 às 21h
-Local: Área Externa

Dia 07/08/2014(Quinta-feira)
Local: TENDA LITERÁRIA
HORÁRIO: Das 9h às 16h30
9h – o espetáculo de rua ‘Andarilhos do Coração’ da Cia. Cênica Ventura, dirigido por Lindemberg Farias, é uma montagem bem humorada do texto de Ariano Suassuna “TORTURAS DE UM CORAÇÃO, OU EM BOCA FECHADA NÃO ENTRA MOSQUITO”, escrita em 1951. A encenação mistura técnicas circenses, com os atores interpretando seus personagens em cima de pernas de pau. A música é interpretada ao vivo com canções especialmente criadas para o espetáculo, sob direção musical de Caio Padilha, uma espécie de opereta- comedia- popular. Torturas de Um Coração é um texto de Ariano Suassuna para o teatro de bonecos. Nesta montagem, os bonecos são atores de verdade. O Grupo interpreta o universo da cultura popular, através de personagens típicos do teatro de mamulengo nordestino que, como na comedia dell’arte, são sempre recorrentes: o esperto negro Benedito, o valente Vicentão, o meganha Cabo Setenta, o bonitão Afonso Gostoso e a bela Marieta, a mulher mais cobiçada da cidade.

10h30 – Ação Sesc de Incentivo à Leitura com autores convidados
Salizete Freire e José de Castro
Faixa etária: livre
Sinopse: Escritor potiguar apresenta palestra divertida sobre criação literária e diversas histórias que permeiam o mundo da leitura, o prazer de ler e as aventuras e conhecimentos que esta proporciona. Conta com um mediador do bate papo, proporcionando a interação da plateia com o escritor palestrante.

14h – Andarilhos do Coração

15h30 – Ação Sesc de Incentivo à Leitura com autores convidados
Salizete Freire e José de Castro
Faixa etária: livre
Sinopse:Escritor potiguar apresenta palestra divertida sobre criação literária e diversas histórias que permeiam o mundo da leitura, o prazer de ler e as aventuras e conhecimentos que esta proporciona. Conta com um mediador do bate papo, proporcionando a interação da plateia com o escritor palestrante.

TENDA LITERÁRIA

Horários: 8h30 às 12h/13h30 às 21h
Grupo Sesc Dramaturgia apresenta intervenções ‘Poema ao Pé do Ouvido’ e ‘Assalto Poético’
O grupo é oriundo das oficinas do Projeto Sesc Dramaturgia Leituras em Cena, do Departamento Nacional do Sesc em Parceria com o Sesc RN e que tem como características a intervenção cênicas com base em esquetes e performances teatrais.

Nessas intervenções poéticas, os atores da trupe intervém na cena urbana, no caso a da Praia de Pipa, em especial aos frequentadores do Flipipa, oferecendo as pessoas poemas e crônicas, que podem acontecer, tanto ao pé do ouvido de cada pessoa, como de assalto, fazendo grande estardalhaço e chamando a atenção dos passantes. Somadas a essas duas ações também estará presente o já consagrado e tradicional realejo, só que de forma estilizada, onde um ator caracterizado manipulando um boneco papagaio, conduz um realejo, oferecendo aos participantes do evento cartões, contendo poemas, pensamentos e outros escritos. Outras ações poderão ser oferecidas para a tenda literária, como jogos teatrais, maquiagem artísticas, e confecção de adereços, tendo como base histórias e personagens da literatura infantil e infanto-juvenil.
Faixa etária: Livre

10h e 15h-Contação de histórias

Dia 08/08/2014(Sexta-Feira)
Local: TENDA LITERÁRIA
HORÁRIO: Das 08h30 às 16h30
9h – Ballet da Cidade do Natal – ‘Bangular’
“BANGULAR” é o nome do trabalho do Ballet da Cidade do Natal (BCN), assinado pelo coreógrafo Mário Nascimento (SP/MG), que mergulha na obra do historiador Luiz da Câmara Cascudo, baseado no livro “HISTÓRIAS DE NOSSOS GESTOS”, no qual ele se refere ao termo ‘Bangular’ como um vagar a esmo, sem rumo.

A trilha sonora é composta por poemas escritos, interpretados e musicados por grandes nomes da cultura potiguar e nordestina, como: Luiz da Câmara Cascudo (Lundu de Collen Moore, Brouhaha, Maria Luiza…), José Bezerra Gomes, Marcelo Brissac, José Celso Martinez, Raimundo Fagner, Alceu Valença, Leonora Barros, Bianca Maggi, Walter Franco, Dácio Galvão, Cid Campos, Virgínia Rosa e etc. “Bangular” é, portanto, uma mostra plural dos gestos e trejeitos de um povo, o povo potiguar, o povo brasileiro, sendo este o sujeito objeto da obra de fato.

10h – Ação Sesc de Incentivo à Leitura com autores convidados
Com Juliano Souza e Michelle Ferret
Faixa etária:livre

14h – Bangular

15h – Ação Sesc de Incentivo à Leitura com autores convidados, com Juliano Souza e Michelle Ferret
Faixa etária:livre

TENDA LITERÁRIA
Horários: 8h30 às 12h/13h30 às 21h
Grupo Sesc Dramaturgia ‘Poema ao Pé do Ouvido’ e ‘Assalto Poético’

10h e 15h – Histórias litero-musicais com Atmarama (Alexandre Atmarama)
Faixa etária: livre
Sinopse: Músico, compositor e violonista potiguar, autor do livro Vina, palestra sobre seu processo de criação sob influência da literatura oriental, especialmente a indiana, védica. Brinda-nos com histórias ricas em imaginação infanto juvenil ao som de belas músicas.

18h – Mesa Palavra com Ricardo Chacal
Tema: a literatura brasileira durante o período da ditadura.
Faixa etária: Livre

Dia 09/08/2014(Sábado)
Local: TENDA LITERÁRIA

9 ás 12h – Oficina de formação guia de leitura para mediadores ? com Gelson Bini ? professor, livreiro, mediador de leitura e debates literários há mais de 10 anos.
Público Alvo: Professores, estudantes, bibliotecários, auxiliares de biblioteca, contadores de história e demais interessados.
Objetivo: Fomentar e aprimorar o gosto pela leitura e o conhecimento da literatura em mediadores de leitura. Propor ações de leitura para jovens leitores, divulgar a literatura, (dos clássicos aos contemporâneos).

TENDA LITERÁRIA
Horários: 8h30 às 12h/13h30 às 21h
Grupo Sesc Dramaturgia: ‘Poema ao Pé do Ouvido’ e ‘Assalto Poético’
Faixa etária: Livre

10h e 15h – Contação de histórias

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Comentários

4 comments

  1. DAMATA 29 julho, 2014 at 22:27

    Sinceramente, Não dá pra ser feliz com Natal. Com os mandatários da cultura. Com os homens ” da lei” . Com a ANL. Com a Capitania das Artes. Com a Pinacoteca governada por estrangeiros. Com a Cultura.

  2. Anchieta Rolim
    Anchieta Rolim 30 julho, 2014 at 09:03

    É por isso meu amigo Damata, que eu estou fora ( refiro-me as artes plásticas e suas vertentes ). E tem mais: Enquanto esses que aí estão, permanecerem no comando, eu não chego mais nem perto! Venho falando isso e faz muito tempo… Essa bagunça, é de longas datas e os próprios artistas que reclama do sistema são os que mais se juntam a eles (salvo raras exceções) . Num é interessante isso, meu amigo? Cultura é coisa séria e não se faz barganhando não. E quem barganha, é conivente com isso que aí está.

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