Generosidade excessiva
31 de janeiro de 2010 às 9:26 - ComentarFernando:
Vc é sempre tão generoso comigo! Não quero melhorar ninguém, ninguém precisa de melhoria vinda de fora, ninguém é prédio velho em ruínas – ainda mais o maldito sublime Baudelaire! Se eu me melhorar um pouco ao longo da vida, já me darei por satisfeito.
Quanto às traduções de Baudelaire: é claro que vc conhece, de cor e salteado, as lindas versões em português brasileiro de Guilherme de Almeida, Jamil Almansur Haddad, Ivo Barroso, Ivan Junqueira e Juremir Machado da Silva, dentre tantos outros e, como não é dado a ironias, fala aquilo somente para me agradar – obrigado de novo. E sabe mais que eu que traduzir significa declarar admiração pelo original e enunciar publicamente como o entendeu. Mais ainda: convidar o leitor das traduções a fazer suas versões próprias – o velho poema-processo, encerrado em 1972 (parada tática oficial), tem alguma relação com isso, contra as versões definitivas.
Sempre aprendo muito com vc.
Abraços:


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