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21 de junho de 2010 às 14:42 - 1 ComentárioBela a expo emanações do Jota Medeiros (galeria conviv´art – UFRN). Uma síntese da obra de um artista inquieto e revolucionário em quase meio século de província. Artista múltiplo que transitou desde o poema processo até a arteconceitual, passando pelo grafismo cortante de uma arte a serviço ou em busca de um processo.
Em emanações jota estar completo e faz uma longa reflexão sobre o cosmos desde o bigbang até a cidade invisível calviniana. Do circulum ao infinito numa linha reta que anuncia um koan e termina numa mandala.
Jota, meu amigo de infância, é tudo isso. Um grande artista. Inteligente que ficou perdido nessa selva de mediocridade. Jota é Glauber. Jota é Palatinik. Jota a tudo experimenta numa arte cinética cujos primeiros vagidos foram dados pelo futurismo.
Percebo uma aproximação do catalão Tàpies. Percebo Jota inteiro sempre em busca. Dilaceradamente. Fractalmente. Nunca linear. Genial. Ao colocar cores nos seus desenhos Jota melhorou ainda mais naquilo que sua arte suprema existência “ vida que é D´US”..


1 Comentário
muito bem meu querido J.d’mata, J. Medeiros é uma grande figura do universo contemporaneo potiguar e nosso amigo.