“Nazismo?”…
26 de novembro de 2010 às 10:40 - 3 ComentáriosNazismo? Não fiz nenhuma “aproximação do cangaço com o nazismo” (quem fez foi o Lívio Oliveira, “Sertãozinho”!), e outras cositas más também foram por você confundidas como minhas etc,
porém eu acho o nazismo coisa ruim demais de séria e não brinco com ele. [Fica devidamente esclarecido, 'tá?]
E, olha, o que eu não sou é deslumbrado literalmente com tudo, ó João da Mata, do Caatinga, do Mar e das Maravilhas Todas da Natureza (incluindo Pipa e Flipipas).
Vá para o “Feicebuíque” – conforme diria o Suassuna oitava maravilha da natura (pra você) -, por que não?… e, lá, John of Forest, escreva como você sabe escrever: sobretudo SOBRE TUDO.







3 Comentários
Eita píula!
Acho, Fernando, que vi mais de um sentido no comentário daquele autor de uma longa “obra completa” internáutica. Não cai bem para um cangaceiro declarado, mas, deixa pra lá…
Ah! Não fiz aproximação entre Nazismo e Cangaço. Esses movimentos do mal e do ódio e da crueldade e do fanatismo se aproximam pela própria natureza.
O que você escreveu sobre – digamos – “cangaço e nazismo” (em termos) só foi interpretado mal por quem estava interessado em interpretar assim, com a única finalidade de torcer o seu raciocínio para o lado mais negro, Lívio.
Olha, esse cara enche o saco. Ele se faz de “bonzinho”, debaixo da boina, vai e volta, tem uma vaidade maior do que a de todo mundo que já apareceu por aqui, e ainda encontra quem — como a doce Ednar — lhe faça uns cafunés, como se fosse um pobre coitado. Na verdade, é uma pessoa de má fé sempre disfarçada daquelas “boas intenções” das quais o inferno ‘tá cheio, lá onde moram Lampião e seu bando de burros enfeitados dos pés à cabeça.
E encerrando o assunto da “estética do cangaço”: não admira que Angicos tenha sido o que foi, com todo mundo acordando cheio de anéis, moedas, vidrinhos e outras “bornayces” (de Clóvis B — e não de embornal etc) dos nossos “guerreiros do sol” na cara.
Monteiro falou tudo, tudinho. Será que agora clarearam a ideia?