O escritor
8 de janeiro de 2010 às 20:55 - ComentarCaro Tácito, eu não me engano, a primeira vez que eu coloquei os olhos em um texto de Phelan senti que ali era um escritor diferenciado, ou como disse Tânia Costa, um perito, alguém que sabe escolher as palavras com o cuidado e acuidade. De um profissional. Charles não é só um contador de história (algo que define um escritor) mas usa a criatividade ao contar a história. Isso é dificílimo. Sabe criar cenas, gerar tensão, provocar o leitor e conduzi-lo através de um enredo intricado. Com um final sempre surpreendente. E isso dentro de um ritmo como quem está montando um quebra-cabeça, com cadencia e escolhendo ou buscando escolher as palavras certas. Isso é profissionalismo. Isso é ser escritor. Do mais alto nível. Da melhor estirpe.


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