O Livro de Hianto
3 de setembro de 2010 às 9:24 - 2 ComentáriosBelo compositor, o bossanovista Hianto de Almeida. Quarenta anos a vida pouco.
Mais de duzentas composições gravadas pelos grandes da musica brasileira. Belissimo lançamento do livro de Leide Camara no Palácio da Cultura. Natal em flor. Setembro. Grandes e belas figuras. Compositores, músicos, políticos e representantes da cultura potiguar.
Uísque, vinho e água. Tira gosto. Musica. Presença dos familiares do Hianto.
Destaque para uma conversa com um delegado. Amante da musica. Ninguém precisaria portar arma. Nem polícia nem população. Brigue de mão, faca, cacete.
Se tu bosinas estou armado e atiro.
Ai eu falei e não sei se fui entendido: Um cavaleiro só deve brigar com um cavaleiro.
Muitas vezes a arte estar em receber a força e usar a força do adversário que se pensa forte.
O livro?. Bem editado, capa dura e papel couchê. Gratuito. Chapa branca.
Podia ter saído bem melhor. Diagramação e conteúdo.
Ficou parecido um catálogo. Vale, assim, mesmo.
O Resgate de um compositor macauense importantissimo.
Minha amiga política sentiu saudade da boemia.
Seridoenses e comunidade. Achei-os bem saudáveis. Felizes.
Fiquei de uma noite de luar setembrino decrescente.


2 Comentários
Bom dia, Da Mata. Beijos e olores para o teu coração cheio de flores. É setembro e logo será Primavera.
Música não é bem a minha praia, meu caro João.Conheço muito pouco dessa arte.Sei que Hianto de Almeida, a crer nos julgamentos
de Veríssimo de Melo (com quem tomei algumas cervejas), e nos seus,
é grande.E que Leide Câmara me parece mais séria que Gumercindo Saraiva.