“A exemplo do que Zila Mamede fez com Navegos e Paulo de Tarso Correia de Melo com Talhe Rupestre – poesia reunida e inéditos, Diva Cunha aproveita a escritura de Resina para nele reunir quase toda a sua poesia até agora. A exceção é Armadilha de vidro (2002), com certeza por se tratar de uma obra por demais recente.”
De Nelson Patriota, em sua coluna, sobre o livro Resina, de Diva Cunha.