
Te amo com um egoísta amor,
Com muita paixão.
Ardente, profundo, profano
Que emana do sempre,
Do sempre sonhado,
Desejado, guardado,
Ferido e magoado,
Por não poder gritar
Que amo.
Escreva, clique aqui. Usuário cadastrado clique aqui.

Te amo com um egoísta amor,
Com muita paixão.
Ardente, profundo, profano
Que emana do sempre,
Do sempre sonhado,
Desejado, guardado,
Ferido e magoado,
Por não poder gritar
Que amo.
.jpg)
Aquele homem as vezes sisudo,
Outras não…
Leia o resto desse post »

Um frio que aquece,
Uma saudade que enternece
A minha alma já tão sem certeza da prece
Que reza.
Leia o resto desse post »

Então direi que o meu amor é maior que o mar…
Quando ele se derramar no nosso sonho,
Quando as noites forem iluminadas pelo nosso canto,
Quando a saudade já não for o maior sentimento dos finais de tarde,
Cantaremos uma canção, envolvidos pelas águas de sal…
E veremos, refletidos na Lua,
Que este amor nasceu pra viver…
Que viveu no silêncio…
Mas alimentou-se desta esperança*.
Um amor que vive,*
Uma luz que dança,
Um sorriso quase criança,
Meu cabelo:
Uma trança
Que teci
Na tua espera
Então direi que ainda é cedo
Que, de morrer, não tenho medo
*pois teu amor, o meu, alcança

O Haver
Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
Essa intimidade perfeita com o silêncio
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo
- Perdoai-os! porque eles não têm culpa de ter nascido…
Por Romana Alves Xavier
Ele era calado, quase não falava, mas sabia ouvir como ninguém. Muitos o achavam anti-social, mas ela o amava sem restrições. Não havia um só dia em que não confessasse a ele todos os seus sonhos de menina. Era uma relação de cumplicidade sem precedentes.
No G1
John e Yoko, Rita e Roberto, Camelo e Mallu; veja casais que gravaram juntos. Seleção lembra também dobradinha de Jay-Z e Beyoncé e casal Sonic Youth.
É namoro ou amizade? Rolo, cacho, ensaio de amor, romance ou pura clandestinidade? “Qualé a sua, meu rapaz?!”, indaga a nobre gazela.
E o homem do tempo nem chove nem molha. Só no mormaço, só na leseira das nuvens esparsas.
No tempo do amor líquido, para lembrar o título do ótimo livro de Zygmunt Bauman sobre a fragilidade dos encontros amorosos de hoje em dia, é difícil saber quando é namoro ou apenas um lero-lero, vida noves fora zero…
Para meu amigo Eduardo
Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem. Friedrich Nietzsche
Havia quase uma década que eu estava com o Victor, por quem nutria verdadeira paixão.
Chegava a ser vício o desejo que sentia por ele. Seu cheiro, sua pele, o odor que exalava das suas axilas, cheiro bom de homem! Tudo nele me excitava e rescindia a sexo …
Por Maria Rita Kehl
O Estado de S.Paulo
Levante a mão quem nunca teve o azar de ser amado pelas razões erradas. Eis uma experiência capaz de produzir a angústia de quem se depara com um duplo de si mesmo: o espelho do olhar do outro lhe devolve uma imagem que parece sua, mas na qual você não se reconhece. Claro que ninguém ama com objetividade. O que o amante vê no ser amado é sempre contaminado pela fantasia. Não me refiro, então, à impossibilidade fundamental de complementaridade entre os casais, mas aos encontros que se dão na base do puro mal-entendido. Sentir-se amado por qualidades que o outro imagina, mas não têm nada a ver com você, pode ser muito angustiante. E sedutor. Vale lembrar que a palavra sedução indica o ato de desviar alguém de seu caminho: eis que chega a roda-viva e carrega o destino pra lá.
Por Contardo Galligaris
FSP
Prolongando minhas observações da semana passada sobre “Quincas Berro d’Água”, vários leitores e leitoras observaram que a literatura e o cinema, em geral, glorificam a coragem de quem, um belo dia, chuta o balde e vai embora.
E como ficam os que passam a vida inteira deslocando o balde para estancar as goteiras? Será que eles são todos covardes e acomodados?
O discurso psicanalítico, ao investigar os fundamentos do amor, apresenta, de forma sistematizada, o que os poetas já sabiam: o encontro da verdade com o saber não decifra toda a verdade.
Por Ednar Andrade
Como é bom amar! Não importa… Em que contexto o amor se apresenta. O amor pode submeter à escravidão, pode ser profano. Em nome do amor pode-se cometer enganos; acreditar numa felicidade que, de tão desejada, passe a ser o alimento para alguns corações; fonte inesgotável de vida; santificado pão que do anseio desta necessidade, vivem todos os seres.
Enviado, por e-mail, por Tetê Bezerra.
Texto de Patrícia ‘Ticcia’ Antoniete
A despeito do que poderiam os desavisados pensarem, amor e cansaço não são incompatíveis. As pessoas cansam de amar, cansam mesmo. Cansam de amar no vácuo, no vazio, a contra-gosto, na marra, na mão única, com esforço, no amor à camiseta, cansam de amar quando amar é uma luta inglória, é uma sede saciada a conta-gotas.