Como sobreviver de literatura no Brasil

4 de junho de 2011 às 8:23 | Comentar
Por Ryoki Inoue

No que pese ser pensamento comum que artista (entenda-se incluídos os escritores) são ricos, que ganham fortunas com a publicação de seus livros e, especialmente quando eles acabam virando filme, o escritor é um tipo de artista muito diferente, incapaz de fazer shows (esta sim, uma grande fonte de receita para os cantores) e, na maioria das vezes, tímido demais até para aparecer em público. Lembremos que uma das características do escritor é ser introspectivo, vivendo num universo particular e quase sempre pouco disposto a compartilhar essa solidão.

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Manifesto contra o racismo

2 de julho de 2010 às 13:22 | Comentar
Por Ednar Andrade

Lúcio

Texto lido pelo capitão da seleção brasileira, Lúcio, de combate a todo tipo de discriminação, em especial o racismo, antes da abertura do jogo Brasil x Holanda:
“Em nome da seleção brasileira, declaro que nos negamos a tolerar qualquer forma de discriminação no futebol e apelamos a todos os que nos estão vendo hoje, onde quer que estejam no mundo, para que nos ajudem a erradicar a discriminação em nossa sociedade. Se todos nos unirmos, poderemos conseguir. Diga não ao racismo”.

“A Copa de Jabulani…”

2 de julho de 2010 às 10:32 | Comentar
Por Ednar Andrade

Bola Jabulani

Três jogos apenas faltam… Nove dias para a final da copa e, quem sabe, alguém venha ao mundo e, quem sabe, se chame Jabulani. Jabulani? Jabulani sim, por que não? Num país em que seus filhos homenageiam com força e graça os seus artistas, em outras épocas foram os Ronaldinhos, os Pelés, os Zicos, os Romários, os Edmundos, os Rivelinos, os Garrinchas e os Gérsons (que querem levar vantagem em tudo… Vejam amigos, Jabulani não seria demais). Qual o brasileiro fanático por futebol que não homenageou alguém? Mesmo de forma particular, no off familiar, alguém se chama Ronaldo, Ronaldinho. Há até quem se chame “Maradona”. Meu irmão, por exemplo, comprou um lindo cachorro, um rottweiller. Era época de copa, olhou para o bichinho e apaixonou-se e o chamou de Maradona, “ensinando-o” a jogar. Jabulani, então… Não seria de se admirar. Jabulani para cá, Jabulani para lá… Que cara teria Jabulani? Jabulani é menino ou menina?

Desculpem-me se satirizo, é porque brasileiro tem mania de trocar a dor por alegria e uma delas seria conceber a alguém se chamar de Jabulani. Pode ser que nome não ganhe; apelido, quem sabe? Depois de tanto chope, tanto gol, tanto “vai Robinho”, “vai Kaká”, após uma passada no motel é feito(a) Jabulani… Não duvides, não duvido, não queiram duvidar. Alguém num desses momentos disse: “Vamos Jabulanar?” Quem já bulina, Jabulana… Rsrsrs… O importante é fazer gol, Jabulanar com alegria, ver o Brasil jogar, com grana ou sem grana, na vitória acreditar.

Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

a(s) pergunta(s)que não quere(m) calar

23 de junho de 2010 às 9:48 | Comentar
Por Nina Rizzi

A coluna em questões

Por Roberto DaMatta, Diário do Nordeste

Numa Copa do Mundo e diante de uma eleição crítica para o destino do Brasil, vivemos de perguntas. Como Hamlets, fazemos a pergunta perene: seremos ou não campeões?

Acho curiosa e significativa essa sincronia do calendário futebolístico com o eleitoral. Daquele, temos saído sempre com mais confiança em nós mesmos. Neste, temos nos acertado em termos de princípios, como prova a lei dos “fichas-limpa”, norma crítica para o funcionamento de uma democracia liberal. Essa conjunção de dois eventos críticos numa mesma temporalidade falaria – pergunto – de uma dificuldade em levar o futebol menos a sério do que as competições eleitorais que são, afinal, um dos pontos críticos das democracias?

Não sei.

Sei apenas que eu sempre tenho mais perguntas do que respostas. E a mais séria de todas seria a seguinte: qual a origem da pergunta? Um mito reza que, no tempo em que os animais falavam e o mal ainda não havia se instalado no coração dos homens, ninguém perguntava nada. O mundo era tão ordeiro que ele prescindia de perguntas. As receitas estabelecidas pelos deuses davam conta de tudo. Um dia, porém, um sujeito dormiu além da conta e, contrariando as boas maneiras, questionou se era hora do café ou do almoço. A mulher disse almoço, o pai falou em café Houve debate e dúvida. Rompendo o tabu, alguém falou que a hora não importava, porque era uma convenção. Um grupo entusiasmou-se com a descoberta de que tudo era construído. A comunidade partiu-se e o mundo encheu-se de perguntas como a cabeça de uma criança. Tal como naquele famoso conto de Edgar Alan Poe, O diabo no campanário, a fratura de uma rotina desenhada em pedra, inventou o caos, a divisão e o mundo jamais foi o mesmo. Desde então, o povo passou a viver períodos em que era proibido perguntar. Daí o nome “ditado-duro” para essas fases nas quais só cabiam respostas e os perguntadores eram presos. Em contraste com esses momentos sem vozes, havia as etapas nas quais as perguntas suplantavam as respostas. O mito termina afirmando que esse povo era feliz e infeliz tanto com respostas quanto com perguntas, de modo que conviver com essas duas pontas da razão humana era melhor do que tentar ficar com a missa pela metade.

A vida pode ser resumida em perguntas. Será que você me dá um copo d´água? Terei sucesso? Posso te dar um beijo? Serei um bom pai? Fiz alguma diferença? Será que, um dia, eu vou mesmo morrer? Quando vou parar de roubar e começar a trabalhar para minha cidade, estado e país? Com essa cara, essa ignorância e essa insegurança, vencerei as próximas eleições? Deus, você me ajuda? Sou mesmo um predestinado a governar e a “salvar” o Brasil, sobretudo de mim mesmo e do meu partido? Por que eu não me deixo levar pela indiferença interessada, tão trivial no realismo social brasileiro que enxerga tudo, menos a sociedade? Afinal, sou mesmo republicano ou apenas um hipócrita disposto a tirar partido do republicanismo? Posso cantar? Sou mesmo um professor ou um pulha que empulha? Será que o sucesso me apodreceu totalmente, como fez com X, Y e Z? Ou, pelo contrário, me fez ver o mundo de um ângulo mais generoso? Onde fica o banheiro? Sou um perdedor; mas de onde vem essa energia que brota lá de dentro do meu ser? Um amigo religioso diz é a fé da qual tão maravilhosamente falou São Paulo Apóstolo. Eu acho que vem de Frank Sinatra cantando “I Believe”. Como posso estar de pé se minha vida está, como o carnaval, de ponta-cabeça?

Dize-me o que perguntas, dir-te-ei quem és! Shakespeare faz um resumo estonteante: “Quando eu me pergunto quem sou eu, sou o que pergunta ou o que não sabe a resposta?”

E, no entanto, caro leitor. A maior e a mais arriscada pergunta que podemos fazer e que, de fato, fazemos a todo momento uns aos outros, é a que Cole Porter, produz na música “In the still of the night”, quando indaga: Do you love me, as I love you? (Você me ama tanto quanto eu te amo?). Acreditar ou não numa resposta perfeita a essa questão; ter a coragem de fazê-la; viver sem uma resposta é – eu não tenho a menor dúvida – o que nos torna perfeitamente humanos.

Brasil e EUA divergem sobre Honduras

8 de junho de 2010 às 10:56 | 1 Comentário

UOL

Violações de direitos humanos prosseguem em Honduras, afirma Comissão da OEA.

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Os riscos da governança global

4 de junho de 2010 às 15:49 | Comentar

Há dois anos, o National Intelligence Council (NIC) dos EUA publicou o relatório “Tendências Globais 2025″, incluindo cenário no qual o Brasil atua como mediador em situações de crise no Oriente Médio e na Ásia para “ajudar a reconstituir o tecido internacional”, num desempenho diplomático “que os EUA não podiam igualar naquelas circunstâncias”.

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Um acordo e seis verdades

26 de maio de 2010 às 11:19 | Comentar

Por José Luís Fiori
Valor Econômico

“A mediação bem sucedida de Lula com o Irã alçaria o Brasil no cenário mundial.” O Globo, 16 de maio de 2010, p. 38.

Na terça feira, 18 de maio de 2010, foi assinado o Acordo Nuclear entre o Brasil, a Turquia e o Irã, que dispensa maiores apresentações. E como é sabido, quarenta e oito horas depois da assinatura do Acordo, os Estados Unidos propuseram ao Conselho de Segurança da ONU, uma nova rodada de sanções ao Irã, junto com a Inglaterra, França e Alemanha, e com o apoio discreto da China e da Rússia.

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Brasil agiu certo com Irã

23 de maio de 2010 às 10:55 | 1 Comentário

No Terra, via Blog do Nassif

Com uma análise favorável à postura do Brasil face ao bloqueio das negociações sobre o programa nuclear iraniano, o pesquisador Thierry Coville, do Instituto de Relação Internacionais e Estratégicas (Iris), de Paris, aposta que nenhuma sanção econômica faria o Irã mudar de posição. No entender de Coville, a atitude do Brasil e da Turquia de dialogarem com o presidente Mahmoud Ahmadinejad deveria ter sido parabenizada com unanimidade e representa um passo importante na retomada das negociações.

O especialista, que estuda o Irã há mais de 20 anos e é autor de dezenas de obras sobre o país, considera essa via pelas sanções “um caminho perigoso” já que, na ineficácia da punição, a única alternativa que restaria aos ocidentais seria a via militar.

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Acordo Irã, Brasil, Turquia

21 de maio de 2010 às 14:15 | Comentar

Roger Cohen
Herald Tribune/UOL

John Limbert, que foi refém em Teerã, agora é responsável por assuntos iranianos no Departamento de Estado. Ele deu uma boa descrição das caricaturas que afligem as não-relações entre os EUA e o Irã.

Os americanos veem os iranianos como “evasivos, falsos, fanáticos, violentos e incompreensíveis”. Os iranianos, por sua vez, veem os americanos como “beligerantes, hipócritas, ateus, imorais, materialistas, calculistas”, sem mencionar provocadores e exploradores.

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Os interesses de cada um na questão iraniana

20 de maio de 2010 às 10:13 | 1 Comentário

Por Gustavo Chacra
Estadão

Alguns dividem o mundo em blocos, como Ocidente, mundo islâmico, africanos, latinos e outras denominações raciais e geográficas. Outros preferem ver o mundo como um conjunto de Estados nacionais, onde cada nação defende os seus próprios interesses ou, em alguns casos, do regime que a governa.

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Sanções:’bofetada na diplomacia dos emergentes’

19 de maio de 2010 às 10:39 | 2 Comentários

BBC/O GLOBO

Um editorial do jornal britânico “The Guardian” afirma que a resolução proposta pelos Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU prevendo sanções contra Teerã é uma “bofetada nos esforços de negociação” das potências emergentes.

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Consultor da AIEA analisa acordo iraniano

18 de maio de 2010 às 19:12 | Comentar

O consultor da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) e assistente do presidente da Eletronuclear Leonam dos Santos Guimarães afirmou ao Opera Mundi que o acordo entre Brasil, Irã e Turquia é satisfatório e que o ceticismo das potências mundiais “não faz sentido”. Segundo ele, o Irã não tem estoque de urânio que o habilite a construir armas nucleares.

Guimarães afirmou também que a indisposição ocidental com o acordo tem raízes geopolíticas e não nucleares, e que a proposta em breve tende a ser aprovada pela AIEA.

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Acordo Irã, Brasil, Turquia

18 de maio de 2010 às 19:05 | Comentar

Roberto Godoy comenta o acordo firmado em Teerã para que o Irã envie seu urânio enriquecido à Turquia e receba de volta o material para ser usado com fins pacíficos.

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Entrevista com Jorge Furtado

13 de maio de 2010 às 10:24 | Comentar

“O Rio Grande do Sul tem preconceito contra o Brasil”. O cineasta Jorge Furtado discute o isolamento cultural e político do RS.

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Os negócios e a soberania

15 de abril de 2010 às 9:13 | Comentar

Por Mauro Santayana
No Jornal do Brasil

O MINISTRO NELSON JOBIM, sem que o Congresso e o povo fossem ouvidos, assinou, em Washington, tratado militar com os Estados Unidos. O objetivo é restaurar o acordo que existia antes e que o general Geisel rompeu em 1977. O governo cometeu erro político de que se dará conta no futuro. O Tratado, dizem seus defensores, é igual ao que temos com outros países do mundo. Não é: desafia-se o ministro Jobim a firmar um equivalente, em todas as suas cláusulas, com a Rússia de Putin ou a China Continental. Como todos os tratados, ele favorece o signatário mais forte. Benjamin Franklin aconselhava tratar bem o vizinho, mas manter o portão bem trancado. Jobim abre a porta do quarto. O tratado prevê o treinamento de militares brasileiros nos Estados Unidos. Quem treina, adestra, e quem adestra, busca obter certos resultados, entre eles, o da fidelidade.

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A pressa é inimiga da refeição

2 de abril de 2010 às 21:49 | Comentar

“O fundador do movimento Slow Food Carlo Petrini esteve no Brasil para disseminar a importância da agricultura sustentável e das culturas locais – acredite ou não, isso pode até salvar o planeta”.

aqui

Substancial

1 de abril de 2010 às 16:43 | Comentar

Por Conrado Carlos

Caro Tácito,

A divulgação da quantidade de acessos do Substantivo Plural ratifica o que acredito ser comentário geral: seu site é um sucesso, referência no meio cultural natalense. Editores e repórtes de cultura das mídias convencionais procuram nas palavras aqui expostas o panorama crítico, a ‘temperatura ambiente’ dos principais fatos do segmento na cidade, no Brasil e no Mundo.

Abraço!

AGENDA

  • Pinacoteca está com Edital aberto para ocupação das Salas de Exposições

    Artistas plásticos e visuais ainda podem se inscrever no Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Pinacoteca Potiguar para todo o ano de 2012.

    mais informações »

  • Rede Cinemark exibe direto de Londres a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House

    Espetáculos serão transmitidos em mais de 30 complexos espalhados pelo Brasil, sendo dois ao vivo. Natal-RN participa da programação e os ingressos já estão à venda

    A Rede Cinemark traz para o Brasil, com exclusividade, a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House (ROH), de Londres, a partir do dia 25 de fevereiro.

    mais informações »

  • Museu de Arte Moderna do Rio abre mostra cancelada de Nan Goldin

    NAN GOLDIN
    QUANDO abre hoje, às 19h; de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 19h; até 8/4
    ONDE MAM-Rio (av. Infante Dom Henrique, 85, Rio; tel. 0/xx/21/2240-4944)
    QUANTO R$ 8
    CLASSIFICAÇÃO 18 anos

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vento nordeste
    10-02-2012 às 7:14 - Comentar
    Por Oreny Junior

    sopra
    meu vento nordeste
    sou todo seu
    feito de sol e sal
    visto as velas
    desse cais cansado
    que tanto me espera
    levado pelas caiçaras
    nos lemes canguleiros
    sopra
    meu vento nordeste
    a amada me aguarda
    o rancho está vazio
    aproveita a baixa da maré
    e me atraca
    joga essa âncora
    onde o tempo
    por uns dias
    será meu amigo
    sopra
    meu vento nordeste
    sopra
    sopra
    ..

    COMENTÁRIOS

    • Marcos Silva: Certamente, existem ONGs sérias. Infelizmente, a desqualificação geral tende a se tornar corriqueira. Lembro que ela aparece com todas as letras no filme Tropa de elite (I). - Brado retumbante
    • Marcos Silva: No diálogo de 2010 sobre esse tema aqui, SP, considerei o direito do feto como especialmente frágil, uma vez que é uma vida ainda sem voz. Prefiro que haja debate sobre esse e outros temas. Não procuro convencer ninguém. Apenas considero fundamental ocupar o espaço público com argumentos em confronto, evitar a política de cada macaco em seu galho. Sou homem, não engravido. Mas posso engravidar uma mulher. Para evitar isso, tomo as providências necessárias (camisinha, em especial). Se engravidasse alguém, defenderia o feto, sim - parte de mim, parte do direito ao meu corpo. Melhor conversar. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Fernando: Marcos silva, discordo. O tema do aborto é tão absurdo que nem sequer deve ser debatido. Você não percebe que isso é exatamente o que os abortistas desejam? Eles desejam pôr em discussão um assunto que até então é evidente: a vida humana ganhou um valor intrínseco com o Cristianismo (todos são filhos de Deus, todos são irmãos), mas agora os que querem erradicar Cristo da sociedade estão querendo justamente questionar esse valor, "discuti-lo". Seria o mesmo que você propor que o tema da pedofilia é muito sério e precisa ser debatido, ou então que como alguns seres humanos têm tendência homicida, deveríamos debater o homicídio. A discussão em si já questiona o valor, e eu te asseguro que as pessoas que propõem isso sabem o que estão fazendo, porque eu estudei com essa gente que quer manipular a linguagem para mudar a sociedade. Elas nunca vão apresentar suas reais intenções, porque tais intenções não atrairiam ninguém, causariam repugnância. A propósito, desculpem-me: nos comentários anteriores errei o endereço. Querem ver se o aborto é algo a ser discutido? Assistam a esse vídeo: abort67.co.uk Abs - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Yuno Silva: Pelo visto dá para ver que o assunto é polêmico, cultural, um tabu histórico, e abordado com o lado emocional da racionalidade. Deixemos a cristandade de lado para um debate amadurecido. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Carmen Vasconcelos: Grata, Anchieta. - Avoengo
    • Marcos Silva: Walter: Entendo que o grande equívoco foi terem implantado uma ditadura no país. Objetivamente, os guerrilheiros do Araguaia e outros não tinham poder de fogo para o enfrentamento com um Exército regular e minimamente equipado, que sustentatava o regime. Mas a guerrilha anunciou, tragicamente (porque muita gente morreu e sofreu - e não só os guerrilheiros propriamente ditos), que nem tudo era ditadura. Não anunciou sozinha, claro. Parte da produção artística (música popular, artes visuais, teatro, cinema, literatura) também o fez. A mesma situação se observou nos movimentos sociais que foram se estruturando contra o regime. A "milicada" não precisava de treinamento, já era bem treinada e o demonstrou desde o começo do regime, oprimindo os adversários. É possível que a guerrilha tenha servido como álibi para o regime. Mas uma ditadura, quando não tem álibi, inventa, como o Nazismo o fez em relação aos judeus. - À sombra da ditadura
    • Clarissa Torres: Paiva, texto incrível! Que alma atormentada e corajosa. Realmente, a imagem é igualmente perturbadora e por isso belíssima. Me lembrou Ego Schiele. - Rita louca
    • Jarbas Martins: Seja apocalíptica, não, Paglia.Tenha medo não. De hora em hora Deus melhora. - Camille Paglia, em entrevista recente
    • Jarbas Martins: Sai dessa, M.Couto. - À sombra da ditadura
    • Jarbas Martins: Tô contigo, Alex. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”