A Árvore da Vida

8 de dezembro de 2011 às 13:40 | 5 Comentários
Por João da Mata

O ano termina e já computo o que de melhor vi. Escapei com vida, penso. Um dos grandes filmes que vi no ano que termina foi “A Arvore da Vida”. Filme para ser assistido numa tela grande e sem pipoca. Desde o big bang até hoje uma viagem em imagens deslumbrantes da formação do universo, as plantas e o homem. Esse animal tão novo e tão insignificante. O filme faz referencias bíblicas, mas não apela para a religião. Ao vencedor as batatas. “Ao vendedor, conceder-lhe-ei comer da árvore da vida que está no paraíso de Deus.” (Apocalipse 2:7).

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Pickpocket, ou a arte sedutora do crime

15 de outubro de 2011 às 17:01 | Comentar
Por Lívio Oliveira

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Assisti hoje, em DVD (Coleção Folha do Cine Europeu), ao clássico filme Pickpocket, ou “O Batedor de Carteiras” (1959), do cineasta francês Robert Bresson (1901-1999).

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Quem quer ser um cineasta?

19 de julho de 2010 às 23:26 | Comentar

Por Ana Maria Bahiana

Quem batalha nestas trincheiras sabe que a oportunidade miraculosa de virar sucesso da noite para o dia é mais lenda que fato. Lançar e principalmente estabelecer uma carreira na industria – aqui ou em qualquer mercado desenvolvido – é quase sempre o resultado de muito trabalho, paciência, talento e sorte, em doses mais ou menos iguais.

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A Literatura no Cinema

3 de julho de 2010 às 14:17 | Comentar
Por João da Mata

Todas as artes estão relacionadas. A sétima arte visitou a literatura desde o seu nascedouro. As adaptações para a tela de romances consagrados nem sempre foram bem sucedidas e alguns clássicos da literatura foram filmados diversas vezes. Nesse ensaio discutimos a transposição de três grandes clássicos da literatura universal e ramakes. O Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes. O Fausto, de Goethe (foto: Fausto, de Murnau) e Madame Bovary, de Flaubert. Três grandes personagens e tramas que se adaptam perfeitamente a um roteiro cinematográfico.

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Os filmes que eu não esqueci

3 de julho de 2010 às 9:55 | 2 Comentários
Por Marcos Silva

Amigos e amigas:

Publiquei no blog “Refletores da fama” e no jornal Tribuna do Norte, a convite de Valério Andrade, uma seleção de filmes de estima pessoal, que reproduzo para vocês:

OS FILMES QUE EU NÃO ESQUECI (em ordem alfabética)

Natalense, radicado em São Paulo, Marcos Silva é professor titular de Metodologia da História da FFLCH/USP, desde 2007, onde também obteve os graus de Livre-Docente (1999), Doutor (1987), Mestre (1981), Bacharel e Licenciado em História (1976).
Publicou individualmente seis livros, entre os quais, “Prazer e Poder do Amigo da Onça” (1989).  Organizou três coletâneas sobre cinema: “Clarões da Tela” (2006) e “Cenas Brasileiras – O Cinema em Perspectivas Multidisciplinar” (2009), em parceria com Bené Chaves,  e “Metamorfoses das linguagens – Histórias, Cinemas, Literaturas”, em parceria com Maurício Cardoso e Júlio Pimentel (2009).
O leitor poderá se comunicar com Marcos Silva através do e-mail: marcossilva.usp@uol.com.br . (Valério Andrade).

Alemanha ano zero – foto (Roberto Rosselini) – A guerra não acaba quando cai a última bomba. Vidas humanas seguem sendo destroçadas a longo prazo. A opressão não se deu apenas nos campos de concentração e tem dolorosas continuidades no mundo “em paz”.
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Sai a coleção da revista ‘Filme Cultura’

2 de julho de 2010 às 9:39 | Comentar

Uma das principais revistas da história do cinema brasileiro será lançada na Livraria Cultura nesta sexta, 2.

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Moviecom não respeita cinéfilos

1 de julho de 2010 às 9:12 | 2 Comentários

O Moviecom Natal tirou de cartaz o filme Em Teu Nome sem avisar ninguém. Os jornais e até o site da empresa continuam divulgando que o filme está passando. Chequei tanto o jornal Tribuna do Norte quanto o site agora há pouco (9h) e tá lá o filme em cartaz. Um descaso total e recorrente por parte do Moviecom com seus clientes. Fui ontem e perdi a viagem. A explicação da moça da bilheteria é que a “culpa” é do jornal que não mudou a programação. Não é a primeira vez que isso acontece. Por isso, só vou ao Moviecom em último caso. As salas são cada vez menos frequentadas. Também, com tanto desrespeito ao cinéfilo!

Cinema e caranguejos

30 de junho de 2010 às 9:26 | Comentar

Por Dácia Ibiapina da Silva

No último dia 19 de junho foi comemorado o Dia do Cinema Brasileiro. Nesta data foi feita a primeira filmagem em terras brasileiras, ou melhor, em águas brasileiras. Trata-se de uma “vista” da Baía de Guanabara, filmada do navio Brèsil, pelo italiano Alfonso Segreto, em 1898. Anote-se que o navio era Brèsil, o cinegrafista era italiano e a filmadora era francesa. Hoje, os turistas chegam ao Rio de Janeiro e filmam a Baía de Guanabara do avião, com seus celulares, máquinas fotográficas e câmeras digitais, que cabem na palma da mão. A tecnologia mudou, se globalizou, mas o Brasil segue apenas como importador de tecnologias audiovisuais, além de exibidor de filmes estrangeiros, majoritariamente norte-americanos, em detrimento da produção nacional.

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Resnais fala sobre Ervas Daninhas

27 de junho de 2010 às 11:19 | Comentar

”Eu não conseguiria fazer um filme realista”. Alain Resnais fala sobre Ervas Daninhas, em cartaz no Brasil desde dezembro.

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Os dez melhores filmes latinos da década

27 de junho de 2010 às 11:10 | 1 Comentário

Por Flávia Guerra
Estadão

Ônibus 174 – Documentário sobre o trágico ‘caso Sandro’ é o quinto melhor filme latino da década

Veja só. A Periferia também tem seu centro e seus personagens centrais. Principalmente no cinema.

O Cinema Tropical www.cinematropical.com (aqui), conceituada organização sem fins lucrativos que promove o cinema latino-americano nos Estados Unidos, escolheu na semana passada seus dez melhores filmes latino-americanos da década.

Listas são sempre controversas e polêmicas, mas é interessante observar que, em se tratando de um cinema ‘periférico’, os cineastas latino-americanos têm emplacado nas últimas décadas sucessos de público, abocanhado vários ‘centrais’ Oscar e se mantido no centro das atenções da classe cinematográfica mundial.

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Saudades do Festival Rouch

27 de junho de 2010 às 9:28 | 1 Comentário
Por João da Mata

Terminou a mostra Jean Rouch com um belo filme do Jean-André Fieschi em homenagem a Jean Rouch. Um belo filme com a participação do Tallou e Damouré.
O Lam que fazia parte da grande trilogia de atores que trabalhou com Rouch já havia falecido quando Fieschi fez o filme em 1998.
Foi um belíssimo festival com mais de 30 filmes curtas e longas do Jean Rouch. Infilizmente pouco freqüentado pelos natalenses.
O Rouch tinha uma filosofia que deixo para a nossa reflexão. “O fazer de conta”. Vamos fazer de conta que é real. Que faço filme, que você me ama, que a gente acredita no que faz….
Momentaneamente podemos suspender a descrença.
Uma grande filosofia de uma semana plena.

Do Transe ao Funeral

26 de junho de 2010 às 9:07 | 2 Comentários
Por João da Mata

Sexta Feira na Mostra Jean Rouch

Três grandes filmes num crescendo da minha admiração por esse cineasta múltiplo.
O primeiro filme “A invenção do cine- transe junto aos Songhay- Niger” narra de forma muito fiel a uma seção de transe de mulheres/ cavalos que recebem o espírito ao som dos tambores (cabaças) monocórdios tocados repetidamente acompanhados por m violinos de arco. Filme longo e bastante cansativo podia ser reduzido.

O segundo filme do dia foi o “Niger- França, ida evolta, ou a etno– ficção ao avesso”.
Petit à Petit. Uma deliciosa comedia de um africano que vem a Paris para olhar os prédios e encomendar um projeto que vai ser levado á sua cidade. O prédio será o mais alto abrigará suas várias esposas.
Em Paris ele aproveita para fazer etnografia de campo e m cenas muito bem urdidas e hilárias. Em Paris o rio é preso e as pessoas são feias.

Ao voltar à sua Niger junto com o amigo na companhia de duas mulheres e um malandro de rua para tocar a sua fábrica não mais se adapta ao capitalismo que compra barato e vende caro. As mulheres trazidas de Paris não se adaptam e o malandro vai embora. Belo filme com os mesmos atores do excelente “Jaguar” (exibido na terça feira)

O ultimo filme foi o melhor de todos. Ritos funerários dos Dogon, no Mali. O primeiro filme narra um funeral com muita festa e lutas.

O segundo Funeral “A dama de Ambara” é deslumbrante. Um cortejo de mascaras e danças encomendam o morto num rito que representa todas as etapas da vida e a não possibilidade da união do casal Raposa Pálida ( entidade muito forte entre os povos Mali) e sua gêmea. A dança pulando a vagina é empolgante. O texto é um lindo poema.

Catálogo da Mostra Jean Rouch

23 de junho de 2010 às 14:49 | 1 Comentário
Por João da Mata

No link abaixo, em PDF, catálogo da Mostra Jean Rouch (em cartaz no Sebrae), organizado pelo curador da Mostra Mateus Araújo Silva.

aqui

Atenção para a emergente classe C

23 de junho de 2010 às 10:49 | Comentar

Uma notícia boa – o que é raro -, vindo de governos, quaisquer um deles – federal, estadual ou municipal, de vez em quando não faz mal a ninguém.

“Governo federal lança hoje projeto para criar 600 novas salas em 4 anos”.

aqui

Mostra Jean Rouch será aberta hoje

21 de junho de 2010 às 14:49 | 2 Comentários

Quando estive com Moacy Cirne e outros pluralistas, na semana passada, na Siciliano, ele recomendou enfaticamente essa mostra do francês  Jean Rouch, cineasta-antropólogo conhecido por seu trabalho sobre povos africanos. Será aberta hoje (21) e vai até sábado (26),  a partir das 15h, no auditório do Sebrae (Av. Lima e Silva, 76, Lagoa Nova). “A iniciativa percorre várias capitais brasileiras no intuito de possibilitar que espectadores de outros centros entrem em contato com esta obra, considerada uma das mais relevantes da sétima arte no século XX”. Confira a programação no link abaixo:

aqui

Download grátis de filmes

17 de junho de 2010 às 22:57 | 2 Comentários

Vocês acreditam que existe um site com dezenas de excelentes filmes para download grátis, inclusive a filmografia completa de Jean-Luc Godard? Pois ele existe. Confira no link abaixo:

aqui

Filmografia completa de Jean-Luc Godard p/download:

O diretor em seus filmes

10 de junho de 2010 às 15:00 | Comentar

Na Bravo

O diretor polonês Roman Polanski revela parte de sua conturbada biografia no cinema.

aqui

“É Proibido Fumar” fica com Oscar tupiniquim

9 de junho de 2010 às 8:52 | Comentar

Além da vitória na categoria melhor longa de ficção, Ana Muylaert levou também o troféu de melhor diretora.

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Morreu Joseph Strick

5 de junho de 2010 às 8:34 | 2 Comentários

FSP

O cineasta americano Joseph Strick, recompensado em 1970 com o Oscar de melhor documentário com o filme “Interviews with My Lai Veterans”, faleceu em 2 de junho, em Paris, aos 86 anos, anunciou esta sexta-feira sua família ao jornal francês Le Monde.

Nascido em 1923 na Pensilvânia (EUA), Joseph Strick, uma das maiores personalidades do cinema independente americano, também era produtor e roteirista. Ex-cinegrafista da Força Aérea americana, participou da renovação do cinema independente com Morris Engel e John Cassavetes.

Jospeh Strick dirigiu seu primeiro filme, “The Balcony”, em 1963, baseado em “O Balcão”, de Jean Genet. Após ter sido recompensado com o Oscar, adaptou para o cinema “O trópico de Câncer”, de Henry Miller.

Eastwood chega aos 80 anos, íntegro e coerente

31 de maio de 2010 às 17:28 | Comentar

Por Inácio Araújo
UOL

E hoje, nem bem eu havia acordado, o Giannini me liga em estado de euforia: “Sabia que hoje o Clint faz 80 anos”? E daí?

O Manoel de Oliveira está com 102. E este parece ser o ano dos 80 anos. Chabrol em junho. Godard em dezembro.

Mas, ok, existe algo especial no aniversário de Clint.

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AGENDA

  • O dia em que os manicacas caem na folia

    Prévia da troça Manicacas no Frevo ocorre hoje, com concentração às 18h no Bar de Pedrinho, no centro da cidade.

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  • Lançamento da Palumbo será hoje na Quinta Viva do Samba, no Centro Histórico

    Por Sérgio Vilar
    NO DIÁRIO DO TEMPO

    Todas as quintas-feiras têm sido motivo de samba no pé e boemia no Centro Histórico. E hoje não será diferente. O grupo Arquivo Vivo se iniciou timidamente no Buraco da Catita, subiu a ladeira até as adjacências do Beco da Lama para tocar de graça no Bar de Fátima e hoje ganhou a simpatia do público em frente ao Bar de Nazaré, onde fincou “morada” em mesa postada no meio da rua e sob as bênçãos de São Jorge. A partir das 19h o som começa. Tudo de graça e no gogó.

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  • Os vencedores do Prêmio Hangar 2012

    O Prêmio Hangar de Música 2012 promoveu uma solenidade à altura da importância conquistada pelo premiação nestes dez anos. Uma verdadeira celebração da música potiguar.

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  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vagalume da Paz
    04-02-2012 às 8:12 - Comentar
    Por Romana Alves

    Vaga vagalume
    Venha em cardume
    O mundo está escuro!
    Vire luz
    Traga paz

    COMENTÁRIOS

    • Fernando Monteiro: Belo hai-cai, Poeta -- obrigado! -- com essa certeza, sempre, de haver sido LIDO, sim, quando o ouvido apuradíssimo da LEITURA (raridade rara - tautologia necessária) é não menos que o do Poeta que sucedeu, aí, em grandeza lírica, o querido (saudade!) Luís Carlos Guimarães: JARBAS MARTINS. - As asas da noite que surgem (1)
    • Daniel Menezes: O direito autoral é a apropriação individual de conhecimento coletivo. Tipo assim, a sociedade trabalha para promover a cultura objetiva e depois, alguém, por um impulso social, produz algo. Afinal, uma sociedade sempre gera as questões que pode responder, já dizia o barbudo. Este "inventor" (expressão burguesa) não produz a "novidade" sozinho e nunca partindo do zero. Depois de feito, diz que aquilo é dele. Só muito aparato estatal para empurrar isso pela goela. - Pirataria
    • Ednar Andrade: Boa noite, Marcos, amigo, querido. Também acho maravilhoso reencontrá-lo. Já sentia a tua falta aqui neste espaço. Saudades. Eu sou, tu és, Rio corrente. Não demores. Beijos, querido. - Fio de luz
    • Regiane de Paiva: Não sei dizer o quanto este texto me emocionou. Aqui sinto a literatura e a vida. Cada metáfora ou descrição de um recorte da memória provoca uma sensação de nostalgia e de melancolia. Llosa afirma que nada ensina melhor que a literatura a ver a riqueza do patrimônio humano e a valorizá-la como uma manifestação da sua múltipla criatividade. Desta forma, entendo que este texto é literatura pura! Literariedade, primor e encanto! Beijos in..... marido! - Da solidão
    • Regiane de Paiva: O título é a extensão do texto. A fala pueril dentro de um contexto como a política remeteu a uma bela reflexão. À medida que eu ia lendo o texto, ouvia uma voz de menino atrás dos meus olhos, parece que o menino conversa fitando o leitor... Texto maravilhoso! - Política de menino
    • Jarbas Martins: UM HAI-CAI PARA FERNANDO MONTEIRO A noite, com gesto brusco,/ roubou um naco da tarde/ e se esgueira pelo subúrbio. - As asas da noite que surgem (1)
    • Jarbas Martins: Fernando Monteiro, sim. E o pouco que li de António Lobo Antunes. - As asas da noite que surgem (1)
    • Jarbas Martins: Juan Ramón Jiménez, sim. E a boa tradução de Antonio Cícero. - Juan Ramón Jiménez: "Soledad" / "Solidão"
    • Marcos Silva: Não assisti à montagem de Roda Viva, eu morava em Natal na época. Li o texto, vi fotografias, ouvi depoimentos (inclusive de Anna Maria Martinez Correa, historiadora e irmã de José Celso, que acompanhou os debates sobre a agressão aos atores da peça). A peça foi recuperada na auto-vitimização de Marília Pera como justificativa para seu apoio à candidatura de Fernando Collor... Na época da encenação, atribuía-se a agressividade da peça ao diretor José Celso. Chico Buarque, com muita dignidade, declarou que o texto era integralmente dele. É difícil dizer para um autor o que ele deve ou não autorizar fazer em relação a sua obra. Roda viva existe como memória. Talvez seja legal pensar, hoje, numa peça sobre Roda viva (que tal uma peça sobre a invasão do teatro pelos terroristas de direita, que contavam com apoio de estado?). En passant, discordo de Alonso sobre a peça criticar APENAS a Jovem Guarda. É claro que ela aborda toda a indústria cultural, que lançou inclusive... Chico Buarque de Hollanda! Nesse sentido, é preciso explorar em profundidade as ligações entre a peça e canções posteriores, como "Agora falando sério" e "Essa moça tá diferente". - Zé Celso questiona decisão de Chico de vetar encenação de 'Roda Viva'
    • carlos de souza: devia liberar a biografia, que não tem uma sequer revelação que já não tenha em sua discografia e reportagens jornalísticas. punir um escritor sério por pura babaquice diminui sua aura de "rei", isso sim. - Roberto Carlos autoriza relançamento de seu disco "proibido"