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	<title>Substantivo Plural &#187; Cinema</title>
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	<description>CULTURA + IDÉIAS + INFORMAÇÕES</description>
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		<title>A Árvore da Vida</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 16:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João da Mata</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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O ano termina e já computo o que de melhor vi. Escapei com vida, penso. Um dos grandes filmes que vi no ano que termina foi “A Arvore da Vida”. Filme para ser assistido numa tela grande e sem pipoca. Desde o big bang até hoje uma viagem em imagens deslumbrantes da formação do universo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/12/brad-pitt-em-cena-do-filme-a-arvore-da-vida-.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-38079" title="brad-pitt-em-cena-do-filme-a-arvore-da-vida-" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2011/12/brad-pitt-em-cena-do-filme-a-arvore-da-vida--340x242.jpg" alt="" width="340" height="242" /></a></p>
<p>O ano termina e já computo o que de melhor vi. Escapei com vida, penso. Um dos grandes filmes que vi no ano que termina foi “A Arvore da Vida”. Filme para ser assistido numa tela grande e sem pipoca. Desde o big bang até hoje uma viagem em imagens deslumbrantes da formação do universo, as plantas e o homem. Esse animal tão novo e tão insignificante.  O filme faz referencias bíblicas, mas não apela para a religião. Ao vencedor as batatas. “Ao vendedor, conceder-lhe-ei comer da árvore da vida que está no paraíso de Deus.” (Apocalipse 2:7).</p>
<p><span id="more-38076"></span>Na vida existem dois caminhos. O caminho da natureza e o caminho da graça, você tem que escolher um para seguir. A natureza é a força (o marido) e a graça ( a mulher). A personagem melhor construída do filme.  Uma dona de casa que possui três filhos e perde um. Na escala da dor humana é essa a pior dor: A perda de um filho. Só a dor é universal.</p>
<p>Qual o sentido da vida procura saber a bela O’Brien. Uma mulher ingênua para o marido. Uma grande mulher para mim. Elas são muito sábias. O marido truculento tenta ensinar pela força.  Procurando a perfeição e busca do sucesso a qualquer custo faz uma referencia à música quando deve ser tocada até a exaustão, sempre pensado que é preciso melhorar. A mulher sabe da fragilidade do ser humano e seus métodos são menos truculentos que o caricato pai.</p>
<p>A paciência de Jô é ensinada. O filme tem mais perguntas que respostas.    “Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência”. Lindas imagens e uma bela trilha fazem sonhar e pensar no começo e fim de tudo.</p>
<p>Foi muito feliz o cineasta Terrence Malick ao escolher um trecho da &#8220;Lacrimosa&#8221; do polonês Zbigniew Preisner num casamento perfeito  sinfônico entre som e imagem.</p>
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		<title>Pickpocket, ou a arte sedutora do crime</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 20:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lívio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Bresson]]></category>

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		<description><![CDATA[
Assisti hoje, em DVD (Coleção Folha do Cine Europeu), ao clássico filme Pickpocket, ou &#8220;O Batedor de Carteiras&#8221; (1959), do cineasta francês Robert Bresson (1901-1999).
Impressionou-me a sutil maneira como Bresson, com referências evidentes transportadas do romance &#8220;Crime e Castigo&#8221;, de Dostoiévski, exibe o lado sedutor que se associa, vez ou outra, ao cometimento de crimes.
O personagem principal - uma face parisiense [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_eAgbZ0cqhLE/Sx7tQ8vVq6I/AAAAAAAABaw/0BW6L9Y9vow/s1600/029.%2BPickpocket%2B%E2%80%93%2BRobert%2BBresson.jpg" border="0" alt="[029.+Pickpocket+â€“+Robert+Bresson.jpg]" width="224" height="405" /></p>
<p>Assisti hoje, em DVD (Coleção Folha do Cine Europeu), ao clássico filme Pickpocket, ou &#8220;O Batedor de Carteiras&#8221; (1959), do cineasta francês Robert Bresson (1901-1999).</p>
<p><span id="more-36192"></span>Impressionou-me a sutil maneira como Bresson, com referências evidentes transportadas do romance &#8220;Crime e Castigo&#8221;, de Dostoiévski, exibe o lado sedutor que se associa, vez ou outra, ao cometimento de crimes.</p>
<p>O personagem principal - uma face parisiense e cinematográfica de Raskolnikóv - com seus &#8220;dons&#8221; quase artísticos e bem arrogantes de surrupiar a bolsa alheia, demonstra um aspecto delicadamente táctil e sensual da prática que desborda da lei.</p>
<p>Fiquei pensando se esse aspecto sensual, beirando mesmo o erótico, é o que move meio mundo lá de Brasília e de lugares não tão distantes.</p>
<p>De qualquer sorte, vale salientar: o minimalismo estético de Bresson é algo que vale a pena revisitar, atual como nos parece.</p>
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		<title>Quem quer ser um cineasta?</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 02:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ana Maria Bahiana
Quem batalha nestas trincheiras sabe que a oportunidade miraculosa de virar sucesso da noite para o dia é mais lenda que fato. Lançar e principalmente estabelecer uma carreira na industria – aqui ou em qualquer mercado desenvolvido – é quase sempre o resultado de muito trabalho, paciência, talento e sorte, em doses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Ana Maria Bahiana</strong></p>
<p>Quem batalha nestas trincheiras sabe que a oportunidade miraculosa de virar sucesso da noite para o dia é mais lenda que fato. Lançar e principalmente estabelecer uma carreira na industria – aqui ou em qualquer mercado desenvolvido – é quase sempre o resultado de muito trabalho, paciência, talento e sorte, em doses mais ou menos iguais.</p>
<p><a href="http://anamariabahiana.blog.uol.com.br/arch2010-07-18_2010-07-24.html#2010_07-19_18_30_29-135740537-0" target="_blank">aqui</a></p>
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		<title>A Literatura no Cinema</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 17:17:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João da Mata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[D. Quixote]]></category>
		<category><![CDATA[Fausto]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Madame Bovary]]></category>

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		<description><![CDATA[
Todas as artes estão relacionadas. A sétima arte visitou a literatura desde o seu nascedouro. As adaptações para a tela de romances consagrados nem sempre foram bem sucedidas e alguns clássicos da literatura foram filmados diversas vezes. Nesse ensaio discutimos a transposição de três grandes clássicos da literatura universal e ramakes.  O Dom Quixote [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/07/fausto-de-murnau.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-19439" title="fausto - de murnau" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/07/fausto-de-murnau-510x382.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p>Todas as artes estão relacionadas. A sétima arte visitou a literatura desde o seu nascedouro. As adaptações para a tela de romances consagrados nem sempre foram bem sucedidas e alguns clássicos da literatura foram filmados diversas vezes. Nesse ensaio discutimos a transposição de três grandes clássicos da literatura universal e ramakes.  O Dom Quixote de la Mancha,  de Miguel de Cervantes. O Fausto, de Goethe (<em>foto: Fausto, de Murnau</em>) e Madame Bovary, de Flaubert. Três grandes personagens e tramas  que se adaptam perfeitamente a um roteiro cinematográfico.</p>
<p>LEIA O ENSAIO COMPLETO EM PDF <strong><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/07/A-LITERATURA-NO-CINEMA.pdf">AQUI</a></strong></p>
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		<title>Os filmes que eu não esqueci</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 12:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[
Amigos e amigas:
Publiquei no blog &#8220;Refletores da fama&#8221; e no jornal Tribuna do Norte, a convite de Valério Andrade, uma seleção de filmes de estima pessoal, que reproduzo para vocês:
OS FILMES QUE EU NÃO ESQUECI (em ordem alfabética)
Natalense, radicado em São Paulo, Marcos Silva é professor titular de Metodologia da História da FFLCH/USP, desde 2007, onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/07/alemanha-ano-zero.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-19433" title="alemanha ano zero" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/07/alemanha-ano-zero.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a></p>
<p>Amigos e amigas:</p>
<p>Publiquei no blog &#8220;Refletores da fama&#8221; e no jornal Tribuna do Norte, a convite de Valério Andrade, uma seleção de filmes de estima pessoal, que reproduzo para vocês:</p>
<p><strong>OS FILMES QUE EU NÃO ESQUECI (em ordem alfabética)</strong></p>
<p>Natalense, radicado em São Paulo, Marcos Silva é professor titular de Metodologia da História da FFLCH/USP, desde 2007, onde também obteve os graus de Livre-Docente (1999), Doutor (1987), Mestre (1981), Bacharel e Licenciado em História (1976).<br />
Publicou individualmente seis livros, entre os quais, “Prazer e Poder do Amigo da Onça” (1989).  Organizou três coletâneas sobre cinema: “Clarões da Tela” (2006) e &#8220;Cenas Brasileiras – O Cinema em Perspectivas Multidisciplinar&#8221; (2009), em parceria com Bené Chaves,  e &#8220;Metamorfoses das linguagens &#8211; Histórias, Cinemas, Literaturas&#8221;, em parceria com Maurício Cardoso e Júlio Pimentel (2009).<br />
O leitor poderá se comunicar com Marcos Silva através do e-mail: marcossilva.usp@uol.com.br . (Valério Andrade).</p>
<p>Alemanha ano zero &#8211; <em>foto</em> (Roberto Rosselini) – A guerra não acaba quando cai a última bomba. Vidas humanas seguem sendo destroçadas a longo prazo. A opressão não se deu apenas nos campos de concentração e tem dolorosas continuidades no mundo “em paz”.<br />
<span id="more-19426"></span> Amor sublime amor (Robert Wise e Jerome Robbins) – A imensa beleza do amor é destruída pela ferocidade das relações sociais. Resta a memória artística sobre uma New York que resignifica Shakespeare e o cinema musical.<br />
[O] ano passado em Marienbad (Alain Resnais) – O amor como esperança de descoisificação: se tiver acontecido algo entre homem e mulher, a mudança é possível e o filme termina como aposta. A exatidão do mundo controlado sofre abalos a partir do desejo.<br />
Aquele que deve morrer (Jules Dassin) – Como o sagrado é possível no mundo posterior à Revolução Industrial? Através do inconformismo e da revolução social. O martírio dos inconformistas não significa perda da chama sagrada/revolucionária.<br />
Atalante (Jean Vigo) – Somente o amor consegue tornar possível a beleza absoluta. Se esse objetivo (beleza absoluta) é presunçoso na produção artística, Vigo conseguiu se aproximar muito de sua realização através de recursos poéticos.<br />
[O] bebê de Rosemary (Roman Polansky) – Um momento de sutileza na apresentação do pior horror. O diretor está num ponto particularmente bom e faz parte desse momento escolher atores brilhantes e saber dirigi-los para serem livres na interpretação.<br />
Blow-up (Michelangelo Antonioni) – A narrativa reflete o tempo todo sobre o que está mostrando, sobre o que é possível ver. É um nivel altíssimo de consciência do cinema como pensamento visual.<br />
Cabra marcado para morrer (Eduardo Coutinho) – A ditadura não conseguiu fazer com que tudo fosse esquecido. Pelo contrário, duras lembranças servem para lembrar o que se exige como democracia, em especial, igualdade. É o documento das sensibilidades.<br />
Cidadão Kane (Orson Welles) – Ninguém conhece ninguém direito. Cada um é mil coisas e poderia ser outras tantas mais. Nunca os limites do dinheiro foram tão bem expostos: o milionário é um fracasso humano.<br />
Contos da lua vaga (Kenji Mizoguchi) – Luz e neblina: os planos na pintura japonesa são de uma sutileza muito especial. Mizoguchi traz isso para seus delicados contos dedicados a amor e memória.<br />
[A] conversação (Francis Ford Coppola) – A ilusão do auto-controle se desfaz com consciência e profunda dor. O espião se descobre espionado, burlado, paralisado. 007, quem diria?, acabou por se destruir.<br />
[Um] corpo que cai (Alfred Hitchcock) – O amor acontece como ilusão mas é real: “uma ilusão deve morrer”. Hitchcock conquistou, neste e noutros muitos filmes, o poder de construir planos cinematográficos inexcedíveis dentro das ilusórias prisões de Hollywood.<br />
Doutor Fantástico (Stanley Kubrick) – A outra face de Limite de segurança, tragédia de Sidney Lumet: o mundo se acaba como farsa. Kubrick se excede desde o começo ao fazer mil tipos bons de cinema.<br />
[O] Encouraçado Potemkin (Sergei Eisenstein) – O cinema já nasce grande. Junto com as peripécias da montagem, Eisenstein nos ensina pontos de vista (o veleiro da perspectiva do marinheiro morto, no cais de Odessa) que marcariam até John Ford (Rastros de ódio).<br />
Era uma vez em Tóquio (Yasujiro Ozu) – O mundo, em acelerada mutação, se defronta com o peso das tradições. O olhar da câmera lembra o tempo todo que estamos no universo dos tatames, que pode estar se acabando.<br />
[Os] esquecidos (Luís Buñuel) – Quem via fantasia gratuita no Surrealismo de Buñuel deve ter ficado espantado com essa tradução literal do conceito nesse filme: sur-realisme, realismo exagerado. Sem pieguice, os terríveis meninos de rua são apenas meninos.<br />
[A] estrada (Federico Fellini) – Que aconteceu com Giulietta Massina nesse filme e no igualmente grandioso Noites de Cabíria? Ela magnetiza a cena a tal ponto que quase esquecemos da bela concepção geral do diretor e do desempenho raro de Anthony Quinn.<br />
Estranho encontro (Walter Hugo Khoury) – Desencontros e encontros amorosos, imagens carregadas de simbologia sobre tempo e possibilidades do mundo. Khoury aborda problemas sociais menos visíveis (amor e desigualdade) mas muito intensos.<br />
[A] felicidade não se compra (Frank Capra) – Fábula idealista, reflexão sobre angústias sociais, interpretações brilhantes de todo o elenco: um afinadíssimo hino à vida que ultrapassa interpretações religiosas, em nome da grande arte.<br />
[A] general (Buster Keaton e Clyde Bruckman) – O riso em Keaton nunca perde um forte teor de indagação. Existem amores (a locomotiva e a namorada) e oponentes (os confederados): a grandeza nasce da paixão.<br />
Hannah e suas irmãs (Woody Allen) – Há suaves rimas que percorrem esse filme, articulando Hannah, suas irmãs, gêneros artísticos e o mundo inteiro. O equilíbrio entre riso e drama se mantém de maneira muito especial, auxiliado pelos ótimos intérpretes.<br />
Hiroshima meu amor (Alain Resnais) – Não há como escapar da memória. Mas o que se rememora? Muito mais do que o que se passou, a memória é a vida difícil, onde o amor sem futuro pode acontecer. O que o holocausto atômico fez com o futuro?<br />
[Uma] história real (David Lynch) – Limites da vida (velhice, doença, pobreza) são espaço da vida: dá para fazer muita coisa. Enquanto isso, contemplamos as estrelas – beleza com outro tempo de duração. Entre atores brilhantes, Sissy Spacek consegue se destacar.<br />
[O] homem do prego (Sidney Lumet) – Uma pioneira reflexão sobre destinos dos que sobreviveram ao Holocausto no mundo capitalista. Emular Resnais (Hiroshima meu amor) foi apelar para o que havia de melhor.<br />
Imitação da vida (Douglas Sirk) – Arte subverte: um melodrama transforma a aparente vilã (Sarah Jane, filha de Annie Johnson) em personagem crítico central. Mahalia Jackson, cantando no enterro, configura a cultura afro-americana como epifania.<br />
[Os] Incompreendidos (François Truffaut) – O mundo mudava e se mantinha o mesmo: família, instituições disciplinares. Antoine Doinel contempla o espectador no plano final como se perguntasse: o que você está fazendo aí? Resposta: vendo grande cinema.<br />
Johnny Guitar (Nicholas Ray) – Um faroeste provocativo: pistoleiras ao entardecer, função de homem é fazer música e servir de título. As mulheres apresentam poderes nem sempre visíveis nela: propriedade, política, luta. Mas não dispensam os machos.<br />
Levada da breca (Howard Hawks) – Por um lado, cinema de atores: grandes desempenhos de Katherine Hepburn e Cary Grant. Por outro, a evidente mão de um mestre da direção: é difícil pensar num talento tão grande para o ritmo cômico.<br />
[Um] lugar ao sol (George Stevens) – O romance Uma tragédia americana foi recortado para salientar que o dinheiro não tem ética. Excelente elenco (a grande Shelley Winters e os belos expressivos Elizabeth Taylor e Montgomery Cliff) sofre a vitória do capital.<br />
Luzes da cidade (Charles Chaplin) – Carlitos desmonta poderes (monumento, riqueza) e se esconde de si, passando por milionário. Mas a beleza do mundo possui traços surpreendentes que só a ex-cega poderá identificar. Somos curados junto com ela.<br />
Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade) – Que aconteceu com nossa modernidade? O filme visita um clássico literário para devorar veredas da cultura brasileira. E o Cinema Novo fez um filho na Chanchada, irmão da Terra em transe e do Azyllo Muito Louco.<br />
[O] mágico de Oz (Victor Fleming) – A delicadeza da fantasia se tornou possível no cruzamento entre várias estradas do cinema americano, com destaque para os musicais e os melodramas de formação.<br />
Mamma Roma (Pier Paolo Pasolini) – Pasolini é um grande diretor sem medo de uma grande atriz: Anna Magnani. Resulta disso uma produtora que até o vaidoso Visconti reconheceu em relação a Belíssima: a atriz como co-diretora.<br />
Meu Tio (Jacques Tati) – Um anônimo que varre a rua é personagem. Uma subida de escada é um episódio narrativo especialmente bem feito. O riso ensina que os desajustados são fundamentais.<br />
Morte em Veneza (Luchino Visconti) – O diretor conversou com Thomas Mann sobre esse projeto nos anos 40! É o coroamento sem retoques de uma grande carreira; reforçado por fotografia, música e atores excepcionais. A beleza vence de ponta a ponta a morte.<br />
[Uma] noite na ópera (Sam Wood) – Momento privilegiado da comédia de ator, com intensa representação física. Um fiapo de argumento é transformado em tapeçaria pela habilidade desses singulares marxistas.<br />
Persona (Ingmar Bergman) – A mudez de uma atriz se compensa pela eloqüência do mundo revelado: hierarquia social excludente, negação do amor, planejamento da agressão contra quem se amou. A beleza do edifício fílmico escancara instrumentos de seu fazer-se.<br />
Punhos de campeão (Robert Wise) – Esse mundo recusa a verdade: o velho lutador perde porque ganhou. Sobra o amor, refúgio de relações profundas.<br />
Quanto mais quente melhor (Billy Wilder) – A excelência da direção se dá ao luxo de exibir um elenco arrasa-quarteirão, é difícil indicar quem está melhor: Marylin Monroe, Jack Lemmon, Tony Curtis, George Raft, Joe Brown? Melhor ficar com todos e os outros.<br />
Rastros de ódio (John Ford) – O faroeste vai à Odisséia e descobre a invenção da América. Belas mulheres de avental têm por contraponto feios pistoleiros que recuperam a família. No plano final, o mundo do filme e o resto do mundo são brilhantemente expostos.<br />
[A] regra do jogo (Jean Renoir) – Uma canção de Cazuza repete no refrão: “Enquanto houver burguesia não pode haver poesia”. Esse verso pode ser lido como síntese da obra-prima de Jean Renoir: o amor é impossível no mundo burguês.<br />
Rocco e seus irmãos (Luchino Visconti) – É um ápice do cinema com preocupações sociais. Ao mesmo tempo, o filme dialoga com a ópera e mesmo o melodrama, passando pela iconografia cristã e moderna (pintura metafísica de De Chirico). O elenco deslumbra.<br />
São Bernardo (Leon Hirzsman) – O filme é uma vitória contra dificuldades de produção: transformou a falta de película em exigência de concisão e longos planos. No elenco, Othon Bastos e Isabel Ribeiro se destacam, sem demérito para Nildo Parente e Mário Lago.<br />
Sete noivas para sete irmãos (Stanley Donen) – Esse elogio do orgulho hetero se desenrola através de atléticas coreografias masculinas. Mas a civilização vem das astuciosas fêmeas: o melhor é pensar na união dos dois lados.<br />
[O] sétimo selo (Ingmar Bergman) – A Idade Média sueca revém num sutil diálogo com os impasses do mundo pós-holocausto atômico. A arte vence a morte através dos pobres atores mambembes.<br />
Solaris (Andrei Tarkovsky) – Apresenta a vida humana diante da onipotência científica, que não consegue abolir angústias metafísicas. A permeabilidade entre imaginário e real (o imaginário tornado pertubadroramente real) surge em magníficas imagens.<br />
Taxi-driver (Martin Scorcese) – É possível fazer algo – mas quase sem querer. Restos da contracultura: prostituição infanto-juvenil e imensa violência potencial. A memória do recalcado se manifesta no corte moicano de cabelo do motorista e redime essa América.<br />
Tempo de guerra (Jean-Luc Godard) – Descoberta e memória do cinema, adeus às ilusões ideológicas. Godard faz uma síntese de gênero que o coloca num beco sem saída: os cartões postais são os troféus de papel que sobraram para soldados, candidatos à morte.<br />
Terra em transe (Glauber Rocha) – Auto-reflexão de esquerda: qual revolução pensávamos fazer, qual revolução efetivamente perdemos? Além da montagem brilhante, os atores fazem cinema sem complexo de inferioridade, com destaque para Glauce Rocha.<br />
Vidas amargas (Elia Kazan) – Um brilhante recorte no romance de John Steinbeck nos apresenta o que o dinheiro faz com as pessoas. A atriz Jo Van Fleet consegue roubar a cena num filme recheado por brilhantes pares – James Dean, Julie Harris e Raymond Massey.<br />
Vidas secas (Nelson Pereira dos Santos) – Seres pobres são tratados como gado: o som de carro de boi abre e fecha o filme com a imagem da família de Fabiano. Mas eles são seres humanos, razão pela qual continuam tão profundamente co-moventes para nós.<br />
Viver (Akira Kurosawa) – Morrer é um balanço da vida. O Japão, depois da guerra, aparece como uma perda de si. Mas é possível fazer coisas decentes neste mundo, embora nos custe apenas a vida.</p>
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		<title>Sai a coleção da revista &#8216;Filme Cultura&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 12:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filme Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das principais revistas da história do cinema brasileiro será lançada na Livraria Cultura nesta sexta, 2.
aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais revistas da história do cinema brasileiro será lançada na Livraria Cultura nesta sexta, 2.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,sai-a-colecao-da-revista-filme-cultura,574903,0.htm" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Moviecom não respeita cinéfilos</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 12:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Moviecom]]></category>

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		<description><![CDATA[O Moviecom Natal tirou de cartaz o filme Em Teu Nome sem avisar ninguém. Os jornais e até o site da empresa continuam divulgando que o filme está passando. Chequei tanto o jornal Tribuna do Norte quanto o site agora há pouco (9h) e tá lá o filme em cartaz. Um descaso total e recorrente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Moviecom Natal tirou de cartaz o filme Em Teu Nome sem avisar ninguém. Os jornais e até o site da empresa continuam divulgando que o filme está passando. Chequei tanto o jornal Tribuna do Norte quanto o site agora há pouco (9h) e tá lá o filme em cartaz. Um descaso total e recorrente por parte do Moviecom com seus clientes. Fui ontem e perdi a viagem. A explicação da moça da bilheteria é que a &#8220;culpa&#8221; é do jornal que não mudou a programação. Não é a primeira vez que isso acontece. Por isso, só vou ao Moviecom em último caso. As salas são cada vez menos frequentadas. Também, com tanto desrespeito ao cinéfilo!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cinema e caranguejos</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 12:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Dácia Ibiapina da Silva
No último dia 19 de junho foi comemorado o Dia do Cinema Brasileiro. Nesta data foi feita a primeira filmagem em terras brasileiras, ou melhor, em águas brasileiras. Trata-se de uma &#8220;vista&#8221; da Baía de Guanabara, filmada do navio Brèsil, pelo italiano Alfonso Segreto, em 1898. Anote-se que o navio era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Dácia Ibiapina da Silva</strong></p>
<p>No último dia 19 de junho foi comemorado o Dia do Cinema Brasileiro. Nesta data foi feita a primeira filmagem em terras brasileiras, ou melhor, em águas brasileiras. Trata-se de uma &#8220;vista&#8221; da Baía de Guanabara, filmada do navio Brèsil, pelo italiano Alfonso Segreto, em 1898. Anote-se que o navio era Brèsil, o cinegrafista era italiano e a filmadora era francesa. Hoje, os turistas chegam ao Rio de Janeiro e filmam a Baía de Guanabara do avião, com seus celulares, máquinas fotográficas e câmeras digitais, que cabem na palma da mão. A tecnologia mudou, se globalizou, mas o Brasil segue apenas como importador de tecnologias audiovisuais, além de exibidor de filmes estrangeiros, majoritariamente norte-americanos, em detrimento da produção nacional.</p>
<p><span id="more-19344"></span>No ano em que se comemora o cinquentenário de Brasília, muito se tem escrito sobre a mudança da capital do litoral para o Planalto Central do Brasil. Datas comemorativas servem também para reavivar mitos. No caso dos 50 anos da nova capital, muito se falou sobre a vida caranguejeira dos brasileiros antes da mudança para Brasília. O Frei Vicente de Salvador, no século XVII, teria dito que os brasileiros viviam, à época, como caranguejos, agarrados ao litoral. Toma-se aqui, de empréstimo, a metáfora dos caranguejos, para falar do cinema nacional. Os dados no fechamento do ano de 2009, não deixam dúvidas. Em 2009, foram vendidos no Brasil 112,7 milhões de ingressos, dos quais apenas 15,9 milhões são referentes a filmes nacionais.</p>
<p>Isto em um ano considerado excepcional.</p>
<p>Os próximos números nos remetem diretamente à metáfora dos caranguejos: 74% do público total das produções brasileiras em 2009 foram concentrados por quatro comédias: Se eu Fosse Você 2, com 6 milhões de espectadores, A Mulher Invisível, com 2,3 milhões de espectadores, Os Normais 2 com 2, 1 milhões de espectadores e Divã, com 1,8 milhão de espectadores. São quatro produções cariocas coproduzidas pela Globo Filmes. Não é necessário dizer muito mais. A produção de cinema no Brasil segue concentrada no eixo Rio/São Paulo. Os talentos que surgem fora desse eixo acabam migrando em busca de emprego, fomentos e infraestrutura. No Rio de Janeiro está a Globo, com tudo que significa para a indústria nacional de televisão; e agora também, para a produção de cinema, por meio da Globo Filmes. No Rio de Janeiro estão também a Agência Nacional de Cinema e a TV Brasil.</p>
<p>No cinquentenário de Brasília, pode-se constatar que a capital do Brasil mudou, mas a capital do cinema brasileiro não. Segue sendo o Rio de Janeiro. A despeito de algumas políticas públicas de descentralização da produção nacional, como as cotas regionais em editais de produção do Ministério da Cultura, não houve avanços significativos neste item em relação à produção de filmes de longa-metragem de ficção &#8211; o filé da produção audiovisual. Este filé, bancado pelo dinheiro público, por meio das leis de renúncia fiscal, quando não do investimento público direto, segue alimentando quase que exclusivamente os produtores de cinema do Rio e de São Paulo. E assim eles seguem vivendo como caranguejos, agarrados ao litoral.</p>
<p><strong><em>Professora da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resnais fala sobre Ervas Daninhas</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/resnais-fala-sobre-ervas-daninhas/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 14:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Alain Resnais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ervas Daninhas]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8221;Eu não conseguiria fazer um filme realista&#8221;. Alain Resnais fala sobre Ervas Daninhas, em cartaz no Brasil desde dezembro.
aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ervas-daninhas-cartaz.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-19301" title="ervas daninhas - cartaz" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ervas-daninhas-cartaz-510x291.jpg" alt="" width="510" height="291" /></a></p>
<p>&#8221;Eu não conseguiria fazer um filme realista&#8221;. Alain Resnais fala sobre Ervas Daninhas, em cartaz no Brasil desde dezembro.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100627/not_imp572630,0.php" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os dez melhores filmes latinos da década</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/os-melhores-filmes-latinos-da-decada/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/os-melhores-filmes-latinos-da-decada/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 14:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ônibus 174]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Flávia Guerra
Estadão
Ônibus 174 – Documentário sobre o trágico &#8216;caso Sandro&#8217; é o quinto melhor filme latino da década
Veja só. A Periferia também tem seu centro e seus personagens centrais. Principalmente no cinema.
O Cinema Tropical  www.cinematropical.com (aqui), conceituada organização sem fins lucrativos que promove o cinema latino-americano nos Estados Unidos, escolheu na semana passada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/flavia-guerra/the-cinema-tropical-awards/" target="_blank"></a><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/onibus-174.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-19299" title="onibus-174" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/onibus-174-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" /></a>Por Flávia Guerra<br />
Estadão</strong></p>
<p>Ônibus 174 – Documentário sobre o trágico &#8216;caso Sandro&#8217; é o quinto melhor filme latino da década</p>
<p>Veja só. A Periferia também tem seu centro e seus personagens centrais. Principalmente no cinema.</p>
<p>O Cinema Tropical  www.cinematropical.com (<strong><a href="http://www.cinematropical.com/" target="_blank">aqui</a></strong>), conceituada organização sem fins lucrativos que promove o cinema latino-americano nos Estados Unidos, escolheu na semana passada seus dez melhores filmes latino-americanos da década.</p>
<p>Listas são sempre controversas e polêmicas, mas é interessante observar que, em se tratando de um cinema ‘periférico’, os cineastas latino-americanos têm emplacado nas últimas décadas sucessos de público, abocanhado vários ‘centrais’ Oscar e se mantido no centro das atenções da classe cinematográfica mundial.</p>
<p><span id="more-19298"></span>Se a bola ainda está rolando na África do Sul, no Cinema Tropical os hermanos argentinos foram tri-campeões. E a ‘técnica’ Lucrecia Martel emplacou três de seus belos filmes. Em primeiro, La Ciénaga (O Pântano), em oitavo, A Mulher Sem Cabeça, Em nono, A Menina Santa. Nada mal.. nada mal!</p>
<p>Entre os dez ‘melhores’, O cinema brasileiro entra duas vezes. Em quarto, com Cidade de Deus, e em quinto com Ônibus 174. Não por acaso, Bus 174 é um dos filmes latinos mais vistos na história dos EUA.</p>
<p>A seguir, a lista comple, ‘en español’:</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="0" width="377">
<tbody>
<tr>
<td><strong>1)</strong></td>
<td><strong>La   Ciénaga </strong>(2001)</td>
<td>Lucrecia   Martel</td>
<td>Argentina</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>2)</strong></td>
<td><strong>Amores   Perros </strong>(2000)</td>
<td>Alejandro   González Iñárritu</td>
<td>Mexico</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>3)</strong></td>
<td><strong>Luz   Silenciosa / Silent Light </strong>(2007)</td>
<td>Carlos   Reygadas</td>
<td>Mexico</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>4)</strong></td>
<td><strong>Cidade   de Deus / City of God </strong>(2002)</td>
<td>Fernando   Meirelles</td>
<td>Brazil</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>5)</strong></td>
<td><strong>Ônibus   174 / Bus 174 </strong>(2002)</td>
<td>Jose   Padilha, Felipe Lacerda</td>
<td>Brazil</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>6)</strong></td>
<td><strong>Y Tu   Mamá También</strong></p>
<p><strong> </strong></td>
<td>Alfonso   Cuarón</td>
<td>Mexico</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>7)</strong></td>
<td><strong>Whisky </strong>(2004)</td>
<td>Juan Pablo Rebella, Pablo Stoll</td>
<td>Uruguay</td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td><strong>La mujer sin cabeza / The Headless Woman </strong>(2008)</td>
<td>Lucrecia   Martel</td>
<td>Argentina</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>9)</strong></td>
<td><strong>La niña santa / The Holy Girl </strong>(2004)</td>
<td>Lucrecia   Martel</td>
<td>Argentina</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10)</strong></td>
<td><strong>El   laberinto del fauno / Pan’s Labyrinth </strong>(2006)</td>
<td>Guillermo   del Toro</td>
<td>Mexico</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Saudades do Festival Rouch</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/saudades-do-festival-rouch/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/saudades-do-festival-rouch/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 12:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João da Mata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Rouch]]></category>

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		<description><![CDATA[
Terminou a mostra Jean Rouch com um belo filme do Jean-André Fieschi em homenagem a Jean Rouch. Um belo filme com a participação do Tallou e Damouré.
O Lam que fazia parte da grande trilogia de atores que trabalhou com Rouch já havia falecido quando Fieschi fez o filme em 1998.
Foi um belíssimo festival com mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/jean-rouch-filme.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-19293" title="jean rouch  - filme" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/jean-rouch-filme-510x277.jpg" alt="" width="510" height="277" /></a></p>
<p>Terminou a mostra Jean Rouch com um belo filme do Jean-André Fieschi em homenagem a Jean Rouch. Um belo filme com a participação do Tallou e Damouré.<br />
O Lam que fazia parte da grande trilogia de atores que trabalhou com Rouch já havia falecido quando Fieschi fez o filme em 1998.<br />
Foi um belíssimo festival com mais de 30 filmes curtas e longas do Jean Rouch. Infilizmente pouco freqüentado pelos natalenses.<br />
O Rouch tinha uma filosofia que deixo para a nossa reflexão. “O fazer de conta”. Vamos fazer de conta que é real. Que faço filme, que você me ama, que a gente acredita no que faz&#8230;.<br />
Momentaneamente podemos suspender a descrença.<br />
Uma grande filosofia de uma semana plena.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Do Transe ao Funeral</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/sexta-feira-na-mostra-jean-rouch/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/sexta-feira-na-mostra-jean-rouch/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 12:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João da Mata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Rouch]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sexta Feira na Mostra Jean Rouch
Três grandes filmes num crescendo da minha admiração por esse  cineasta múltiplo.
O primeiro filme  “A invenção do cine- transe junto aos Songhay- Niger”  narra de forma muito fiel a uma seção de transe de mulheres/ cavalos que  recebem o espírito ao som dos tambores (cabaças) monocórdios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/jean-rouche.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-19277" title="jean-rouche" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/jean-rouche.jpg" alt="" width="496" height="384" /></a></p>
<p><strong>Sexta Feira na Mostra Jean Rouch</strong></p>
<p>Três grandes filmes num crescendo da minha admiração por esse  cineasta múltiplo.<br />
O primeiro filme  “A invenção do cine- transe junto aos Songhay- Niger”  narra de forma muito fiel a uma seção de transe de mulheres/ cavalos que  recebem o espírito ao som dos tambores (cabaças) monocórdios tocados  repetidamente acompanhados por  m violinos de arco.  Filme longo e  bastante cansativo podia ser reduzido.</p>
<p>O segundo filme do dia foi o “Niger- França, ida evolta, ou a etno–  ficção ao avesso”.<br />
Petit à Petit. Uma deliciosa comedia de um africano que vem a Paris para  olhar os prédios e encomendar um projeto que vai ser levado á sua  cidade. O prédio será o mais alto abrigará suas várias esposas.<br />
Em Paris ele aproveita para fazer etnografia de campo e m cenas muito  bem urdidas e hilárias. Em Paris o rio é preso e as pessoas são feias.</p>
<p>Ao voltar à sua Niger junto com o amigo na companhia de duas mulheres e  um malandro de rua para tocar a sua fábrica não mais se adapta ao  capitalismo que compra barato e vende caro. As mulheres trazidas de  Paris não se adaptam e o malandro vai embora. Belo filme com os mesmos  atores do excelente “Jaguar” (exibido na terça feira)</p>
<p>O ultimo filme foi o melhor de todos. Ritos funerários dos Dogon, no  Mali. O primeiro filme narra um funeral com muita festa e lutas.</p>
<p>O segundo Funeral  “A dama de Ambara” é deslumbrante. Um cortejo de  mascaras e<strong> </strong>danças encomendam o morto num rito que representa todas as etapas da  vida e a não possibilidade da união do casal  Raposa Pálida ( entidade  muito  forte entre os povos Mali) e sua gêmea. A dança pulando a vagina é  empolgante. O texto é um lindo poema.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Catálogo da Mostra Jean Rouch</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/catalogo-da-mostra-jean-rouch/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/catalogo-da-mostra-jean-rouch/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 17:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João da Mata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Rouch]]></category>

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		<description><![CDATA[No link abaixo, em PDF, catálogo da Mostra Jean Rouch (em cartaz no Sebrae), organizado pelo curador da Mostra Mateus Araújo Silva.
aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No link abaixo, em PDF, catálogo da Mostra Jean Rouch (em cartaz no Sebrae), organizado pelo curador da Mostra Mateus Araújo Silva.</p>
<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Jean-Rouch-Mateus-Araujo-Silva.pdf">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Atenção para a emergente classe C</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/atencao-para-a-emergente-classe-c/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/atencao-para-a-emergente-classe-c/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 13:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma notícia boa &#8211; o que é raro -, vindo de governos, quaisquer um deles &#8211; federal, estadual ou municipal, de vez em quando não faz mal a ninguém.
&#8220;Governo federal lança hoje projeto para criar 600 novas salas em 4 anos&#8221;.
aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma notícia boa &#8211; o que é raro -, vindo de governos, quaisquer um deles &#8211; federal, estadual ou municipal, de vez em quando não faz mal a ninguém.</p>
<p>&#8220;Governo federal lança hoje projeto para criar 600 novas salas em 4 anos&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100623/not_imp570592,0.php" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mostra Jean Rouch será aberta hoje</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/mostra-jean-rouch-sera-aberta-hoje/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/mostra-jean-rouch-sera-aberta-hoje/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 17:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Rouch]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando estive com Moacy Cirne e outros pluralistas, na semana passada, na Siciliano, ele recomendou enfaticamente essa mostra do francês  Jean Rouch, cineasta-antropólogo conhecido por seu  trabalho sobre povos africanos. Será aberta hoje (21) e vai até sábado (26),  a partir das 15h, no auditório do Sebrae (Av. Lima e Silva,  76, Lagoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/jean-rouah.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-19123" title="jean rouah" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/jean-rouah-510x148.jpg" alt="" width="510" height="148" /></a></p>
<p>Quando estive com Moacy Cirne e outros pluralistas, na semana passada, na Siciliano, ele recomendou enfaticamente essa mostra do francês  Jean Rouch, cineasta-antropólogo conhecido por seu  trabalho sobre povos africanos. Será aberta hoje (21) e vai até sábado (26),  a partir das 15h, no auditório do Sebrae (Av. Lima e Silva,  76, Lagoa Nova). &#8220;A iniciativa percorre várias capitais  brasileiras no intuito de possibilitar que espectadores de outros  centros entrem em contato com esta obra, considerada uma das mais  relevantes da sétima arte no século XX&#8221;. Confira a programação no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.balafon.org.br/mostrajeanrouch/natal.html" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Download grátis de filmes</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/download-gratis-de-filmes/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/download-gratis-de-filmes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 01:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[godard]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês acreditam que existe um site com dezenas de excelentes filmes para download grátis, inclusive a filmografia completa de Jean-Luc Godard? Pois ele existe. Confira no link abaixo:
aqui

 
Filmografia completa de Jean-Luc Godard p/download:
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês acreditam que existe um site com dezenas de excelentes filmes para download grátis, inclusive a filmografia completa de Jean-Luc Godard? Pois ele existe. Confira no link abaixo:</p>
<p><a href="http://trixxx.com.br/?p=4710" target="_blank">aqui<br />
</a></p>
<div><a id="status_star_16425135578" title="favorite this tweet"> </a></div>
<p>Filmografia completa de Jean-Luc Godard p/download:</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.substantivoplural.com.br/download-gratis-de-filmes/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>O diretor em seus filmes</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/o-diretor-em-seus-filmes/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/o-diretor-em-seus-filmes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 18:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Polanski]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Bravo
O diretor polonês Roman Polanski revela parte de sua conturbada biografia no cinema.
aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na Bravo</strong></p>
<p>O diretor polonês Roman Polanski revela parte de sua conturbada biografia no cinema.</p>
<p><a href="http://bravonline.abril.com.br/conteudo/cinema/diretor-seus-filmes-roman-polanski-567216.shtml" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;É Proibido Fumar&#8221; fica com Oscar tupiniquim</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/e-proibido-fumar-fica-com-oscar-tupiniquim/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/e-proibido-fumar-fica-com-oscar-tupiniquim/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 11:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Muylaert]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[É proibido fumar]]></category>

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		<description><![CDATA[
Além da vitória na categoria melhor longa de ficção, Ana Muylaert levou também o troféu de melhor diretora.
aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/747749-filme-e-proibido-fumar-e-vencedor-de-versao-tupiniquim-do-oscar.shtml" target="_blank"><img class="aligncenter size-large wp-image-18715" title="proibido fumar" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/06/proibido-fumar-510x216.jpg" alt="" width="510" height="216" /></a></p>
<p>Além da vitória na categoria melhor longa de ficção, Ana Muylaert levou também o troféu de melhor diretora.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/747749-filme-e-proibido-fumar-e-vencedor-de-versao-tupiniquim-do-oscar.shtml" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Morreu Joseph Strick</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/morreu-joseph-strick/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 11:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Strick]]></category>

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		<description><![CDATA[FSP
O cineasta americano Joseph Strick, recompensado em 1970 com o Oscar de melhor documentário com o filme &#8220;Interviews with My Lai Veterans&#8221;, faleceu em 2 de junho, em Paris, aos 86 anos, anunciou esta sexta-feira sua família ao jornal francês Le Monde.
Nascido em 1923 na Pensilvânia (EUA), Joseph Strick, uma das maiores personalidades do cinema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>FSP</strong></p>
<p>O cineasta americano Joseph Strick, recompensado em 1970 com o Oscar de melhor documentário com o filme &#8220;Interviews with My Lai Veterans&#8221;, faleceu em 2 de junho, em Paris, aos 86 anos, anunciou esta sexta-feira sua família ao jornal francês Le Monde.</p>
<p>Nascido em 1923 na Pensilvânia (EUA), Joseph Strick, uma das maiores personalidades do cinema independente americano, também era produtor e roteirista. Ex-cinegrafista da Força Aérea americana, participou da renovação do cinema independente com Morris Engel e John Cassavetes.</p>
<p>Jospeh Strick dirigiu seu primeiro filme, &#8220;The Balcony&#8221;, em 1963, baseado em &#8220;O Balcão&#8221;, de Jean Genet. Após ter sido recompensado com o Oscar, adaptou para o cinema &#8220;O trópico de Câncer&#8221;, de Henry Miller.</p>
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		<title>Eastwood chega aos 80 anos, íntegro e coerente</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/eastwood-chega-aos-80-anos-integro-e-coerente/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/eastwood-chega-aos-80-anos-integro-e-coerente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 20:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Eastwod]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Inácio Araújo
UOL
E hoje, nem bem eu havia acordado, o Giannini me liga em estado de euforia: “Sabia que hoje o Clint faz 80 anos”? E daí?
O Manoel de Oliveira está com 102. E este parece ser o ano dos 80 anos. Chabrol em junho. Godard em dezembro.
Mas, ok, existe algo especial no aniversário de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/gran_torino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18413" title="gran_torino" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/gran_torino.jpg" alt="" width="453" height="368" /></a></strong></p>
<p><strong>Por Inácio Araújo<br />
UOL</strong></p>
<p>E hoje, nem bem eu havia acordado, o Giannini me liga em estado de euforia: “Sabia que hoje o Clint faz 80 anos”? E daí?</p>
<p>O Manoel de Oliveira está com 102. E este parece ser o ano dos 80 anos. Chabrol em junho. Godard em dezembro.</p>
<p>Mas, ok, existe algo especial no aniversário de Clint.</p>
<p><span id="more-18412"></span>Ele me lembra uma coisa que disse Rossellini: o mais importante para um diretor de cinema é manter-se livre.</p>
<p>Diante de um colega que se queixou da falta de liberdade que sentia, Clint respondeu mais ou menos o seguinte: ninguém te obriga a nada.</p>
<p>Quer dizer: a liberdade é uma batalha. Não tem essa de ficar reclamando pelas costas e dizendo sim senhor ao produtor.</p>
<p>Isso é o que mais me impressiona no Clint. A imensa coerência. Ok, ela é maior e mais irretocável hoje. Mas as coisas em que acredita ou acreditou estão em seus filmes desde “Play Misty for Me” (Perversa Paixão), sua estréia como diretor, em 1971, por aí.</p>
<p>Ora, elas estão de forma ainda mais intensa.</p>
<p>“Gran Torino” (<em>foto</em>), para ficar com sua obra-prima mais recente, é uma retomada de parte considerável de sua vida. É uma espécie de Dirty Harry renascido num subúrbio de Detroit, mas agora incapaz de conceber a salvação do que quer que seja por sua ação.</p>
<p>Nada. Existe decadência, desindustrialização. Existe perda de um espírito que fez a grandeza da América e que o veterano de guerra acredita que está dita cuja, na guerra, na discriminação, na negação do outro.</p>
<p>Mas é o perfeito contrário: é na aceitação da convivência que está esse espirito, porque o americano puro que ele julga ser não passa de um Kowalski, de um polaco. Não é tão diferente de chineses, latinos, coreanos.</p>
<p>O que existe agora, para esse moralista que é Clint, é uma derrota da civilização.</p>
<p>Não há herói que reponha as coisas nos eixos, a não ser nos filmes 3D, nas HQs, nessas fantasias.</p>
<p>Ser fiel a si mesmo, ser fiel ao mundo que conheceu, ser fiel ao cinema, evocar essa grande tradição da imagem na América, essa é a tarefa a que Clint se designou.</p>
<p>Não, não é fácil chegar íntegro aos 80, não nos EUA, onde a indústria existe para boicotar cada autor, para dobrá-lo. E Clint chega com a força de seus pistoleiros.</p>
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		<title>Os incompreendidos</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/os-incompreendidos/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 18:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João da Mata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bazin]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nouvelle Vague]]></category>
		<category><![CDATA[Truffaut]]></category>

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		<description><![CDATA[
Truffaut &#8211; Bazin
Uma obra prima do cinema e da Nouvelle Vague. Filme-poema dedicado ao grande André Bazin que havia lido o roteiro e morreria no primeiro dia da filmagem desse filme dirigido por François Truffaut. Um filme muito autobiográfico de alguém que ama o cinema, assim como o menino protagonista do filme, Antoine. Nada é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/os-incompreendidos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18407" title="os-incompreendidos" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/os-incompreendidos.jpg" alt="" width="421" height="297" /></a></p>
<p>Truffaut &#8211; Bazin</p>
<p>Uma obra prima do cinema e da Nouvelle Vague. Filme-poema dedicado ao grande André Bazin que havia lido o roteiro e morreria no primeiro dia da filmagem desse filme dirigido por François Truffaut. Um filme muito autobiográfico de alguém que ama o cinema, assim como o menino protagonista do filme, Antoine. Nada é perdido nesse filme que tem na sensibilidade e gestos do menino um tour de force. Só a juventude sem a couraça da idade pode moldar uma personagem com tal intensidade. “Os incompreendidos” teve a participação imprescindível do menino Antoine (Jean Pierre Léaud), participação decisiva no roteiro de Moussy e do Decae, na câmera. Um filme em cinemascope onde nada é perdido. Cada fotograma uma obra de arte. Até a cena dos pássaros voando ao serem atravessados pelo menino que roubava uma máquina de escrever é uma homenagem ao cinema, mesmo sendo supérflua no filme de Truffaut.</p>
<p><span id="more-18405"></span> O jovem Antoine tem uma mãe ausente que mora com o seu padrasto. O menino é expulso do colégio e recebe umas tapas na cara do padrasto. Sua pena será como uma condenação á morte. Reclusão em regime fechado, trabalho forçado, etc. Só resta mesmo a fuga que finaliza esse filme comovente numa longa tomada do Antoine correndo em direção á praia da Normandia. Nenhuma emoção gratuita. O menino é responsável pelo grande sucesso do filme. O seu dialogo com a psicóloga é antológico. Nenhuma mentira. A Avó dele de que havia subtraído algum dinheiro  entra na historia.</p>
<p>- Não esqueça de botar o lixo fora, diz o padrasto. Uma ordem que será repetida algumas vezes. O apartamento é pobre e todo o filme é rodado em ambiente natural, o que exige muito do câmera-men e do menino que diz para todos nós, adultos: DEIXEM de ser ridículos e hipócritas. Quando o menino leva porrada é como um soco  no nosso estomago.</p>
<p>Sua mãe promete mil francos se ele escrever uma boa redação para escola. Antoine apela para Balzac e copia trecho de um dos seus livros. O truculento professor percebe e lhe adverte seriamente com uma nota zero. Zero também é uma alusão aos filmes “Zero em comportamento”, do Jean Vigo e “Alemanha Ano Zero”, de Rosselini. Filmes com a mesma temática do pos-guerra e do sofrimento infantil, muito apreciado pelo grande amante do cinema que foi Truffaut.</p>
<p>O altar que o menino faz para Balzac pega fogo. Ele não é beneficiado com os seus pequenos roubos. Um incompreendido pelos adultos e pais. A sua amizade com um amiguinho da escolha que o acolhe quando gazeia a aula é comovente. Colocado preso com outros delinqüentes maiores, só resta fugir. Uma longa fuga para a liberdade nesse grande hino ao cinema e a vida. UM DOS MAIORES FILMES DE TODOS OS TEMPOS.</p>
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		<title>Eastwood faz 80 anos</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/eastwood-faz-80-anos/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/eastwood-faz-80-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Clint Eastwood]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um dos mais importantes diretores de cinema em atividade, Clint Eastwood, completa 80 hoje. Na foto, cena de &#8220;Os Imperdoáveis&#8221;, um dos meus favoritos.
aqui e aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/os-imperdoaveis.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18403" title="os imperdoaveis" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/os-imperdoaveis-510x363.jpg" alt="" width="510" height="363" /></a></p>
<p>Um dos mais importantes diretores de cinema em atividade, Clint Eastwood, completa 80 hoje. Na foto, cena de &#8220;Os Imperdoáveis&#8221;, um dos meus favoritos.</p>
<p><a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/diversao/2010/05/31/250128-clint-eastwood-faz-80-anos-veja-a-evolucao-de-sua-carreira-e-a-influencia-na-cultura-pop" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/clint+eastwood+de+a+a+z/n1237639514730.html" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Godard + Truffaut = nascimento do novo cinema</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/godard-truffaut-nascimento-do-novo-cinema/</link>
		<comments>http://www.substantivoplural.com.br/godard-truffaut-nascimento-do-novo-cinema/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 12:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[godard]]></category>
		<category><![CDATA[Truffaut]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma longa, intensa, estranha amizade, a de François Truffaut e Jean-Luc Godard, apresentada em “Godard, Truffaut, Nouvelle Vague”.
aqui

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma longa, intensa, estranha amizade, a de François Truffaut e Jean-Luc Godard, apresentada em “Godard, Truffaut, Nouvelle Vague”.</p>
<p><a href="http://inacio-a.blog.uol.com.br/arch2010-05-30_2010-06-05.html#2010_05-30_13_46_44-135949845-0" target="_blank">aqui</a></p>
<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/godard-truffaut.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18392" title="godard - truffaut" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/godard-truffaut.jpg" alt="" width="260" height="365" /></a></p>
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		<title>Dennis Hopper</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 22:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dennis Hopper]]></category>

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		<description><![CDATA[
Leon Cakoff*
Especial para o UOL
Confirma-se mais uma vez que os gênios se despedem do mundo dos vivos é mesmo nos fins de semana
Hopper é um gigante e fincará sua estátua no nosso imaginário de heróis transgressores e videntes. Ele deu sentido ao desejo reprimido a gerações de jovens que queriam mostrar suas caras &#8216;on the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/deniis.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18375" title="deniis" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/deniis-510x382.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></strong></p>
<p><strong>Leon Cakoff*<br />
Especial para o UOL</strong></p>
<p><em>Confirma-se mais uma vez que os gênios se despedem do mundo dos vivos é mesmo nos fins de semana</em></p>
<p>Hopper é um gigante e fincará sua estátua no nosso imaginário de heróis transgressores e videntes. Ele deu sentido ao desejo reprimido a gerações de jovens que queriam mostrar suas caras &#8216;on the road&#8217;, desafiando paisagens e personagens diferentes de suas realidades adormecidas.</p>
<p>Bom, com a Mostra Dennis Hopper foi de uma humanidade e de uma solidariedade inesquecíveis. Estávamos na 8ª Mostra, em 1984, a primeira independente, fora das amarras e do manto protetor do Masp, com uma produção cheia de dificuldades. Tinha visto e adorado seus filmes &#8220;The Last Movie&#8221; e &#8220;Out of the Blue&#8221; seguidos a &#8220;Easy Rider&#8221; (&#8220;Sem Destino&#8221;). Convidei-o para vir a São Paulo temendo nem mesmo poder pagar a sua passagem na classe econômica. Mesmo assim lancei o convite atrevido.</p>
<p>Surpreendentemente, Dennis Hopper aceitou o convite, veio em econômica de Los Angeles a São Paulo e ainda trouxe na bagagem seus três filmes para exibir na Mostra.</p>
<p>Mais surpreendente ainda é que ele fixava seus olhos marejados nos meus olhos ao longo da Mostra e repetia que eu tinha salvado a sua vida. Sem saber, tinha sido a Mostra o primeiro festival a convidá-lo depois de um longo inferno astral que havia enfrentado com drogas pesadas, álcool, antidepressivos e tratamentos de choque em clínicas horrorosas, me dizia.</p>
<p>Voltamos a nos encontrar, por acaso, nas escadarias do Festival de Cannes de 1991, na exibição especial de &#8220;Truth or Dare&#8221; (aqui, &#8220;Na Cama com Madonna&#8221;), de Alex Keshishian. Dennis Hopper continuou se mostrando agradecido e feliz, exagerando imagino, mas carinhoso, dizendo que eu havia mudado a sua vida. Sapecou-me um inesperado beijo na boca para o espanto dos fotógrafos surpreendidos que gritavam para ele repetir o beijo. E repetiu.</p>
<p>Tinha o seu telefone pessoal e chegara a telefonar-lhe muitas vezes para convidá-lo a voltar à Mostra. &#8220;Não posso, não posso, não paro de trabalhar, me dizia se desculpando&#8221;. E rindo, emendava: &#8220;a culpa é sua&#8221;.</p>
<p><em><strong>(Leon Cakoff é diretor da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo)</strong></em></p>
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		<title>&#8216;Easy rider&#8217;</title>
		<link>http://www.substantivoplural.com.br/easy-rider/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 22:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tácito Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Easy Rider]]></category>

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		<description><![CDATA[
Como nasceu &#8216;Easy rider&#8217;, e Dennis Hopper mudou o cinema.
aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Easy-Rider-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18340" title="Easy-Rider 2" src="http://www.substantivoplural.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Easy-Rider-2-509x346.jpg" alt="" width="509" height="346" /></a></p>
<p>Como nasceu &#8216;Easy rider&#8217;, e Dennis Hopper mudou o cinema.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/blogs/cinema/#295728" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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