Por Marc Frank
Financial Times, de Havana – NO VALOR
O ex-líder cubano Fidel Castro fez ontem uma aparição de surpresa na cerimônia de encerramento do Congresso do Partido Comunista, um divisor de águas que aprovou os planos para reformar o modelo econômico do país e o sistema de partido único que Fidel construiu.
Delegados entoavam “Fidel, Fidel” quando o líder de 84 anos foi conduzido a seu assento. Ele compareceu em apoio a seu irmão e sucessor Raúl, eleito líder do Partido Comunista.
Fidel e o comunismo em Cuba
13 de setembro de 2010 às 9:44 | ComentarDúvidas de Fidel quanto ao comunismo cubano e o antissemitismo iraniano
The New York Times News Service/UOL
Robert Mackey
O episódio pareceu ser um caso de quando a vida imita “Os Simpsons”. Fidel Castro disse durante uma entrevista recente para Jeffrey Goldberg da “The Atlantic” que o modelo econômico comunista se mostrou um fracasso.
Num texto de blog sobre a entrevista, Goldberg escreveu:
Perguntei se ele achava que o modelo econômico cubano ainda era algo que merecia ser exportado. “O modelo econômico cubano não funciona mais nem para nós”, disse ele.
La reconciliación cubana?
18 de julho de 2010 às 11:37 | ComentarEscolha da Igreja Católica como mediadora na libertação de presos pelo regime castrista não foi um fato isolado.
Entrevista com dissidentes cubanos
15 de julho de 2010 às 17:40 | ComentarDissidentes cubanos criticam Lula e revelam que conviviam com baratas e ratos na prisão.
Entrevista com Guillermo Fariñas
9 de julho de 2010 às 9:07 | 1 ComentárioAinda em estado febril, o dissidente cubano Guillermo Fariñas bebeu na quinta-feira seu primeiro copo de água após 135 dias de greve de fome e sede . “Uma porta foi aberta” com o anúncio da libertação dos presos políticos, afirmou ele ao GLOBO em entrevista por telefone.
Fariñas encerra greve de fome
8 de julho de 2010 às 18:16 | ComentarDissidente cubano concorda em interromper jejum que fazia pela libertação de presos políticos.
A música cubana
24 de maio de 2010 às 11:11 | 3 ComentáriosGosto muito do filme Buena Vista Social Clube, que resgatou a velha guarda da música cubana para o mundo. Tava trabalhando aqui no micro, com o rádio ligado, e tocou “Chan Chan”, uma das que estão no filme, que só tem música massa. Por coincidência vinha no carro ontem e tocou outra que aparece no filme, “Dos Gardenias”. A música cubana é o que há de melhor. Ouçam para começar a segunda mais animados.
Fariñas diz que deixaria greve de fome
22 de maio de 2010 às 14:30 | ComentarUOL
Havana, 21 mai (EFE).- O dissidente cubano Guillermo Fariñas disse hoje que deixaria a greve de fome que mantém há 87 dias se o Governo de Cuba libertasse 12 presos políticos mais doentes e desse um prazo para libertar o restante.
Neta da revolução
9 de maio de 2010 às 11:17 | ComentarFlávia Marreiro
Na FSP
Com obra censurada em Cuba, a escritora Wendy Guerra reconstrói, no romance “Nunca Fui Primeira-Dama”, que chega ao Brasil, as histórias de duas mulheres sob o regime cubano
Há alguns anos, um cinema cubano exibiu o premiado “A Vida dos Outros” [2006, de Florian Henckel von Donnersmarck], sobre a espionagem na Alemanha Oriental. Ato contínuo, foi rebatizado, com ironia, “La Vida de Nosotros” .
Podemos alargar o espasmo de liberdade que permitiu a apresentação da obra na ilha de Fidel e Raúl Castro para encontrar o interstício frágil e dinâmico de uma parcela da cultura cubana. É nele que atuam e negociam o escritor Pedro Juan Gutiérrez ou o cineasta Juan Carlos Cremata ou a escritora e poeta cubana Wendy Guerra, que virá para a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), em agosto.
Cuba, substantivo feminino
24 de abril de 2010 às 9:06 | ComentarTrajetória de Célia Sánchez, companheira de Fidel, é tema de ‘Nunca Fui Primeira-Dama’, de Wendy Guerra.
Cuba, esquerda e liberdade
19 de março de 2010 às 15:26 | ComentarMuitos apontaram o vazio silente, nas fileiras da esquerda, em relação ao que se passa hoje em Cuba. Após a fala desastrosa do presidente da República, que comparou os presos políticos em greve de fome a criminosos comuns, a indagação ganhou mais corpo: a esquerda brasileira não vai protestar contra nada disso?
A dama contra Fidel
19 de março de 2010 às 14:40 | Comentar
Por Renata Miranda
Estadão
Laura Pollán, líder das Damas de Branco, grupo de mães e mulheres de presos políticos cubanos, consolidou-se esta semana como uma das principais figuras de oposição ao regime de Fidel e Raúl Castro. Encabeçado por esta senhora de pele clara e cabelos loiros, o movimento de dissidentes tem realizado diariamente protestos para marcar a primavera negra, ofensiva lançada pelo governo em 18 de março de 2003, que resultou na prisão e condenação de 75 opositores cubanos.
Casada com Héctor Maseda, preso em 19 de março de 2003 e condenado a 20 anos por “atentar contra a independência e a integridade territorial do Estado” cubano, Laura é professora de espanhol, mas abandonou a profissão depois que seu marido foi detido.
“Héctor está condenado injustamente porque em nenhuma parte do mundo se consideraria um delito pensar diferente de um regime governamental”, afirma Laura no site das Damas de Branco.
Apesar da repressão às manifestações que o grupo vem realizando, Laura garante que não se calará. “Não vamos deixar de marchar”, disse ela à agência de notícias France Press. “Aconteça o que acontecer, continuaremos.”
Em sua casa, onde funciona uma espécie de quartel-general das Damas de Branco, Laura nunca está sozinha. Ela conta com a companhia dos gatos Blacky e Ricky, além de receber visitas de parentes e outros integrantes do movimento dissidente. “Tenho uma casa ampla que tem espaço para receber as mulheres que chegam do interior com informações dos homens que estão detidos fora de Havana.”
Cuba reprime protesto
17 de março de 2010 às 18:08 | ComentarPor Marcos Nobre
FSP
A MANEIRA MAIS eficaz de evitar uma discussão de verdade é embolar os seus termos. É exatamente isso o que está acontecendo a propósito da situação em Cuba.
Sem querer defender…
15 de março de 2010 às 15:14 | ComentarSem querer explicitamente defender o regime cubano, mas já defendendo:
O ponto destacado por Nei Leandro de Castro no livro de Samarone sobre Cuba tem resposta pronta e, lamentavelmente, real. A culpa da falta de gêneros é do embargo. As críticas a Cuba precisam ir noutra direção para se sustentarem. Críticas assim são facilmente convertidas em defesa do regime.
Não li o livro, nem conheço Cuba. Conheço relatos como de um amigo, pastor batista em Salvador, profundo conhecedor de Cuba. Segundo ele, por exemplo, não é verdade que na ilha não há liberdade de culto, como se diz entre as igrejas evangélicas do Brasil. Mas isso aqui é relato de terceiro, porque, como já disse, não conheço Cuba. O mesmo pastor me disse certa vez que nunca viu um menino de rua ou homeless em Cuba.
Se faltam gêneros, a culpa é do embargo. É verdade? Não sei: não conheço Cuba.



