Por Ricardo Musse
REVISTA CULT
Adorno diagnosticou como as sociedades capitalistas avançadas transformam as produções do espírito em pura mercadoria
Adorno rejeita peremptoriamente o modelo expositivo dos sistemas filosóficos. Recusa neles o idealismo implícito no propósito de construir uma “totalidade para a qual nada permanece exterior e todo e qualquer conteúdo se volatiza em pensamentos”.
Um bom debate
25 de março de 2011 às 14:11 | ComentarO Movimento de Blogueiros Progressistas do RN nesta noite realizou um debate sobre a gestão da cultura em Natal com a produtora cultural Ilana Félix (http://ilanafelix.blogspot.com). Este foi o primeiro de uma série de eventos que o BlogProgRN pretende realizar, pontuados pelo Encontro Estadual na semana que vem.
Encontro reúne Espaços culturais independentes do Brasil e da América Latina na Casa da Ribeira
26 de novembro de 2010 às 8:43 | ComentarInterromper o cotidiano e provocar um momento de reflexão na prática de 25 organizações não governamentais que pensam e fazem cultura em todo o Brasil e na América Latina. Estes são verbos e ações que movem o Encontro de Espaços Culturais Independentes – EEI – que acontece do dia 29 de novembro até 01 de dezembro na Casa da Ribeira.
Funcarte oferece curso “Cultura de literatura”
8 de junho de 2010 às 8:57 | ComentarA Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco, realizará o curso Cultura Contemporânea: uma introdução – Módulo Literatura com a pesquisadora Zuleide Duarte, da Universidade Estadual de Campina Grande. O módulo será realizado de hoje a sexta-feira, no auditório da Funcarte. Serão oferecidas 50 a vagas e será cobrada uma taxa de 10 reais. O curso tem início nesta terça-feira (08), das 14h às 17h30, no auditório da Funcarte. Informações pelo telefone 3232-4599
SubstantivoPlural – Três anos
4 de junho de 2010 às 15:06 | 13 ComentáriosNinguém tem dúvida da importância do SPlural para a cidade de Natal, sua cultura e nossas vidas. Da participação salutar de colegas de fora e nativos no exílio ou a trabalho. Participação de grandes intelectuais, poetas e professores de notório saber. Tudo isso torna esse espaço um veículo único de debates, informações e trocas. Ninguém sabe tudo e temos aprendido muito um com os outros.
Game é cultura
14 de maio de 2010 às 14:54 | ComentarPor Hermano Vianna
No Globo
Will Wright poderia dispensar apresentações. Mas fui procurar, em cadernos culturais de jornais brasileiros, algum artigo sobre sua obra e só encontrei superficialidades. Então, correndo risco do óbvio: Wright é um dos mais importantes, criativos e influentes artistas da virada do século XX para o XXI. Mesmo quem nunca ouviu seu nome deve ter tido contato com seus trabalhos como “The Sims”, a série de jogos de mais sucesso, com mais de cem milhões de exemplares vendidos. Ele já foi chamado de “Spielberg dos games”, mas não seria inapropriado apelidá-lo também de Godard, pois suas criações revolucionaram várias vezes seu campo artístico. Um dos programas de maior audiência da rede norte-americana NPR (National Public Radio) é o “Morning edition”, que apresenta o quadro Open Mic, onde um convidado especial escolhe outro que deseja entrevistar.
Entrevista com Jorge Furtado
13 de maio de 2010 às 10:24 | Comentar“O Rio Grande do Sul tem preconceito contra o Brasil”. O cineasta Jorge Furtado discute o isolamento cultural e político do RS.
Abrindo a velha caixa de brinquedos
9 de maio de 2010 às 22:20 | 4 ComentáriosContinuação do post de 2 de maio de 2010
Quem, menino ou menina, no sertão não se arriscou em busca das frutinhas (vermelhas sem igual!) do pé de cardeiro ou da coroa de frade, tão apreciadas por nós e que dão em meio a pedras e lajeiros? Quem, menino, não furtou frutas nos quintais ou sítios vizinhos correndo dos tiros de sal ou de pedradas na cabeça atiradas por fundas?
O que é cultura, afinal?
6 de maio de 2010 às 13:34 | 1 Comentário“O que é cultura? Tempo vai, tempo vem, e a discussão sobre o conceito de cultura é sempre um debate atual. Cultura é o que tem qualidade? E quem define o que tem qualidade? A cultura de massa é ruim? Existe uma cultura boa e outra que possa ser considerada lixo?”
Intelectuais do pior tipo
4 de maio de 2010 às 15:11 | ComentarPor Umberto Eco
New York Times/UOL
No início de março, o respeitado jornal diário italiano “Corriere della Sera” publicou um artigo do colunista Ernesto Galli della Loggia (que pode ser tudo menos um perigoso comunista) que criticava o Partito della Liberte (PDL), o partido governista da Itália. Logo após a publicação do artigo, Sandro Bondi, Ignazio Russa e Denis Verdini – todos coordenadores do PDL – escreveram uma carta conjunta ao mesmo jornal manifestando o seu desacordo. Não discutirei o fato em si; colunistas têm liberdade para criticar partidos políticos e políticos têm o direito de retrucar tais críticas. O que me interessa é a escolha das palavras utilizadas pelos representantes do PDL.
Guerras Culturais
3 de maio de 2010 às 21:45 | ComentarPor Umberto Eco
The New York Times/UOL
Enquanto discutiam o novo livro de Frédéric Martel, “Mainstream”, em uma edição recente do jornal italiano “La Repubblica”, Angelo Aquaro e Marc Augé retornaram a uma questão que desponta com muita frequência, mas sempre por novos ângulos –a distinção entre alta e baixa cultura. É claro, um jovem que atualmente escuta indiscriminadamente Mozart e música folk pode considerar isso irrelevante. Mas vale a pena apontar que o assunto era quentíssimo há meio século. Em 1960, o crítico cultural americano Dwight Macdonald escreveu um ótimo ensaio intitulado “Cultura de Massa e Cultura Média”, no qual identificava não apenas dois, mas três níveis de cultura.
Nísia Floresta Brasileira Augusta
3 de maio de 2010 às 15:27 | 6 Comentários
Afinal, já decidiram se Nisia e Zila são nossas
Grande e Augusto Natal,
Fosse outro país estava levantando monumentos e louvando a história dessa educadora, escritora, feminista e poetisa brasileira nascida na zona rural de Papari, na bela Nísia Floresta – onde vamos comer camarão, estado do RN. Brasileira? sim. Norteriograndense? sim.
Todos os grandes países procuram seus filhos ilustres para poder louvá-los. Aqui nós os expulsamos, vivos e mortos.
Nísia nasceu pertinho de Natal.
A poeta Zila Mamede nasceu na Paraíba e viveu no RN. Amou esse estado e fez o melhor trabalho já feito em honra de seu filho mais ilustre: Luis da Câmara Cascudo.
Cheirou esse estado e namorou suas praias, becos e gentes. A biblioteca da UFRN chama-se Biblioteca Central Zila Mamede. Zila é parte da nossa cultura, assim como outros grandes nordestinos paraibanos, pernambucanos, etc. São muitos os nossos artistas vindos de outros estados e que aqui ficaram, casaram se amigaram e viveram felizes.
A invenção no nordeste, diz o nosso colega historiador Durval, é coisa recente. Um dia desses pertencíamos a Pernambuco. Essa divisão é besta. Quero todos eles para mim.
Abrindo a velha caixa de brinquedos
2 de maio de 2010 às 18:37 | 6 ComentáriosO Capítulo abaixo por ser longo, dividirei em quatro momentos. Assim, a cada semana (domingo) postarei uma parte do mesmo.
Para Carlos de Souza, infância vivida em Areia Branca! (?)
“Um poeta contemporâneo disse que para cada homem existe uma imagem que faz o mundo inteiro desaparecer; para quantas pessoas essa imagem não surge de uma velha caixa de brinquedos?” Walter Benjamim
Crianças, éramos todas mágicas. Nossa imaginação? Ah! Essa não conhecia limites nem fronteiras, a tudo abarcava. Um simples carretel de linha, uma lata de sardinha, de óleo ou de doce transformava-se num carrinho, caminhão, trator. Pedaços de ossos (juntas do boi, mocotó), tanto viravam o rebanho da fazenda quanto carrinhos e até mesmo bebês. Cabeça de lagosta depois de seca virava cavalo ou boi que puxava as carroças. Talo de bananeira virava espingarda, seixos de pedras, bebês, cuidadosamente encoeirados (enrolados) em pedaços de panos. Papel de embrulho, papel colorido e molambos (pedaços de pano) para fazer o rabo viravam corujas a rodopiar em pleno ar, guiadas pela mão ágil dos meninos. Sabugos de milho, vestidos, transformavam-se em reis, rainhas, moças e rapazes.
Décima arte ou jogada?
2 de maio de 2010 às 12:36 | 1 ComentárioPor Ernane Guimarães Neto
FSP
Para alguns, é um problema superado. Kellee Santiago, presidente da Thatgamecompany, abriu uma conferência na Universidade do Sul da Califórnia, no ano passado, com o apelo: “Parem o debate! Videogames são arte, o que vem a seguir?”. Sua empresa é parte interessada, pois seu “Flower”, para PlayStation 3, é um dos principais jogos eletrônicos tomados como artísticos.
O que levo e o que deixo
28 de abril de 2010 às 16:46 | ComentarPor Ronaldo Correia de Brito
No Terra Magazine
O que faço de um chaveiro com um pequeno boné de louça, em que está escrito: Raimundo Leandro – 80 anos? O objeto surgiu dentro de uma caixinha azul, em meio às quinquilharias de um armário. De repente, lembrei um tio-padrinho na cidade de Várzea-Alegre, no Ceará, e da festa a que não compareci por medo de encontrar a família. Raimundo Leandro morreu. Os mortos deveriam carregar suas lembranças.
Encontro de Escritores da Língua Portuguesa
23 de abril de 2010 às 8:17 | ComentarOs debatedores e mediadores das três mesas formadas durante o 1º Encontro de Escritores da Língua Portuguesa (EELP) foram praticamente definidos. Faltam poucas confirmações e a palavra final ainda será dita. Adianto um esboço próximo do que virá a acontecer no próximo 28, 29 e 30 de abril.
Pichadores convidados para Bienal de SP
15 de abril de 2010 às 8:42 | 1 Comentário“Acusados de vandalismo e terrorismo, os líderes do grupo que invadiu e pichou o andar vazio da Bienal de São Paulo em 2008 vão entrar na 29ª edição, em setembro, da mostra com credencial de artista”.
Caravela Selo Cultural
14 de abril de 2010 às 14:29 | 1 ComentárioDo produtor cultural José Correia, por e-mail, dando conta do que anda fazendo, após pedir-lhe notícias:
Pois é, amigo! Desde o ano passado (agosto) que abri uma pessoa jurídica chamada CARAVELA SELO CULTURAL direcionanda a edição de livros, revistas e jornais, serviços jornalisticos e culturais. Já publiquei três livros em 2009: ‘Ferrarin e Del Prete – os cavaleiros dos céus’, que conta a história dos pilotos italianos que pousaram em Touros; ‘Quem quer trocar um par de pernas’ (livro infnatil) e ‘Sai Baba – uma avatar em minha vida’, de um escritor pernambucano que narra a sua viagem a Índia.
Neste ano, relancei um CD coletâneas de Ismael Alves e estou concluindo o livro ‘Aleluia de um homem novo’ de Jansen Leiros que será lançado dia 28 deste mês.
O Selo faz toda a produção do livro (revisão ortográfica, projeto gráfico, diagramação, registro e solicitação de ISBN junto a Biblioteca Nacional, revisão tipográfica, impressão, assessoria de imprensa e lançamento) e tem alguns trabalhos interessentes para esse ano. Um deles é a edição de 6 livros que estão inseridos na Lei Câmara Cascudo (a captação é o problema.. rs).
Se você precisar dos serviços do CARAVELA ou conhecer alguém que o precise, indique-o (rs)…
Grande abraço e prazer em revê-lo ontem.
José Correia Torres Neto
jctn68@gmail.com
www.potiguarando.blogspot.com
Acordes de Cascudo: Claudio Galvão.
14 de abril de 2010 às 10:38 | 1 ComentárioAmigos e amigas:
A nota de João da Mata sobre Cascudo musicólogo aborda um ângulo importante na obra desse escritor, que está sendo pesquisado – em fase conclusiva – por Claudio Galvão, como doutorado em História Social na FFLCH/USP, sob minha orientação. Claudio faz um balança exaustivo dos artigos e livros de Câmara Cascudo que abordam música, além de refletir sobre a atuação do escritor nesse campo – apoio a grupos e instituições potiguares.
A tese de Claudio será concluída até julho deste ano, com defesa prevista para setembro. Claudio é historiador, com muitas obras publicadas sobre nomes representativos da cultura potiguar – Othoniel Menezes, Zila Mamede, Oriano de Almeida, Tonheca Dantas e tantos mais.
Abraços a todos e todas:
Leituras privadas, livros públicos
14 de abril de 2010 às 10:13 | ComentarPor Marcelo Coelho
FSP
IPOD, IPAD, iPhone, Bluetooth: não me perguntem a diferença entre uma coisa e outra. Quase nunca uso o celular e acho isso uma felicidade.









