Sete anos e cinco meses de decisões catastróficas
El País/UOL
F. Peregil / J. M. Muñoz
Em Madri (Espanha)
Assim que entraram em Bagdá, os fuzileiros navais amarraram a ponta de uma corda à estátua de Saddam Hussein na Praça do Paraíso e a outra extremidade a um tanque. Esse fato tão simples quanto simbólico foi um dos primeiros na série de decisões que causaram efeitos catastróficos no Iraque a partir daquele 9 de abril de 2003.
Afeganistão: quadro sem retoques (1)
26 de julho de 2010 às 14:22 | ComentarThe Guardian – Vi o Mundo
A névoa da guerra é excepcionalmente densa no Afeganistão. No momento em que se dissipa, como hoje, com a publicação, pelo Guardian, de excertos de relatos secretos de militares dos EUA, revela-se paisagem muito diferente daquela a que nos habituamos.
Inveja de Vênus
25 de julho de 2010 às 18:44 | ComentarSimon Tisdall
Para o Foreign Policy – Estadão
Europa e EUA vão precisar mais e mais um do outro. Eis um casamento tempestuoso
Washington e a América Latina
29 de junho de 2010 às 18:08 | ComentarPor Mark Weisbrot
The Guardian – Vi o Mundo
No filme “Guantanamera”, o último do renomado diretor cubano Tomás Gutiérrez Alea, o mito de criação iorubá é apresentado como metáfora para as dificuldades em provocar mudanças. Nesse mito, os humanos eram inicialmente imortais, mas o resultado é que os velhos acabavam sufocando os jovens, e assim a morte teve de ser criada.
Os amantes da guerra e o Nobel da Paz
29 de junho de 2010 às 8:34 | ComentarPor Paulo Nogueira
UM LIVRO NOVO sobre guerra lançado nos Estados Unidos provoca debates e reflexões. O autor, Evan Thomas, é editor da revista Newsweek, e o livro se chama “The War Lovers”. Os apaixonados pela guerra, é como eu traduziria.
Erik Prince, o homem da Blackwater
28 de junho de 2010 às 9:35 | ComentarAdam Ciralsky, Vanity Fair
Vi o Mundo
Erik Prince, recentemente indiciado como membro ativo de um programa de ‘assassinatos seletivos’ da CIA, ganhou notoriedade como presidente da empresa-gigante de segurança privada Blackwater, empresa que é hoje objeto de investigação federal acusada de suborno, julgamento privado e tortura de cinco ex-empregados, com julgamento marcado para o mês de julho. Em movimento que visa a responder aos que o criticam, o milionário ex-fuzileiro de grupo de elite da marinha dos EUA convida o jornalista para acompanhá-lo até o coração de sua empresa, nos EUA e no Afeganistão, para mostrar o papel que tem na guerra dos EUA contra o terror.
A guerra desembestada
25 de junho de 2010 às 9:32 | ComentarNorman Solomon
Huffington Post – Vi o Mundo
Traduzido por Caia Fittipaldi
Troca-se o motorista, com o carro está derrapando. Trocam-se os generais, Petraeus assume o comando geral no Afeganistão; e o esforço de guerra dos EUA prossegue, só carnificina e futilidade.
A crise no Oriente Médio
10 de junho de 2010 às 8:43 | ComentarSanções contra o Irã: inúteis, além de contraproducentes
Robert Dreyfuss, The Nation – Traduzido por Caia Fittipaldi
No Vi o Mundo
A votação, no Conselho de Segurança da ONU hoje, para impor uma quarta rodada de sanções contra o programa nuclear iraniano – os três blocos de sanções impostas antes foram aprovados sob pressão do presidente Bush e de seu governo, com destaque para o embaixador John Bolton – são claro sinal de que o presidente Obama não tem ideia alguma sobre o que fazer sobre o Irã.
Brasil e EUA divergem sobre Honduras
8 de junho de 2010 às 10:56 | 1 ComentárioDesastre ambiental nos EUA
7 de junho de 2010 às 23:22 | 1 ComentárioOs riscos da governança global
4 de junho de 2010 às 15:49 | ComentarHá dois anos, o National Intelligence Council (NIC) dos EUA publicou o relatório “Tendências Globais 2025″, incluindo cenário no qual o Brasil atua como mediador em situações de crise no Oriente Médio e na Ásia para “ajudar a reconstituir o tecido internacional”, num desempenho diplomático “que os EUA não podiam igualar naquelas circunstâncias”.
Políticos ocidentais, covardes…
1 de junho de 2010 às 23:13 | ComentarPor Robert Fisk
The Independent, UK, tradução de Caia Fittipaldi (Vi o Mundo)
Políticos ocidentais, covardes demais para ajudar a salvar vidas
Verdade é que os muitos, gente comum, ativistas, deem-lhes o nome que quiserem, são os que hoje tomam as decisões que mudam o curso dos acontecimentos.
Israel perdeu? A guerra de Gaza de 2008-09 (1.300 mortos) e a guerra do Líbano de 2006 (1.006 mortos) e todas as outras guerras e, agora, a matança da madrugada da 2a.-feira significam que o mundo afinal decidiu rejeitar o mando de Israel? Não esperem tanto. Mas, sim, algo aconteceu.
Entrevista com Brian Reynolds Myers
29 de maio de 2010 às 19:52 | 1 ComentárioAté onde iriam os EUA para evitar um conflito armado entre o Norte e o Sul?
Os EUA fariam tudo, dentro do possível, para evitar uma guerra. Mas, se começar um combate entre as Coreias próximo à Linha de Limite do Norte, por exemplo, os americanos não podem impedir o confronto.
A fúria nas zonas industriais dos EUA
28 de maio de 2010 às 9:06 | ComentarEm 18 de fevereiro, Joe Stack, um engenheiro de computação de 53 anos de idade, suicidou-se chocando seu pequeno avião contra um edifício em Austin, Texas, destruindo um escritório do Serviço de Arrecadação Fiscal (IRS, na sua sigla em inglês), matando outra pessoa e ferindo várias mais no ato.
Um acordo e seis verdades
26 de maio de 2010 às 11:19 | ComentarPor José Luís Fiori
Valor Econômico
“A mediação bem sucedida de Lula com o Irã alçaria o Brasil no cenário mundial.” O Globo, 16 de maio de 2010, p. 38.
Na terça feira, 18 de maio de 2010, foi assinado o Acordo Nuclear entre o Brasil, a Turquia e o Irã, que dispensa maiores apresentações. E como é sabido, quarenta e oito horas depois da assinatura do Acordo, os Estados Unidos propuseram ao Conselho de Segurança da ONU, uma nova rodada de sanções ao Irã, junto com a Inglaterra, França e Alemanha, e com o apoio discreto da China e da Rússia.
Brasil agiu certo com Irã
23 de maio de 2010 às 10:55 | 1 ComentárioCom uma análise favorável à postura do Brasil face ao bloqueio das negociações sobre o programa nuclear iraniano, o pesquisador Thierry Coville, do Instituto de Relação Internacionais e Estratégicas (Iris), de Paris, aposta que nenhuma sanção econômica faria o Irã mudar de posição. No entender de Coville, a atitude do Brasil e da Turquia de dialogarem com o presidente Mahmoud Ahmadinejad deveria ter sido parabenizada com unanimidade e representa um passo importante na retomada das negociações.
O especialista, que estuda o Irã há mais de 20 anos e é autor de dezenas de obras sobre o país, considera essa via pelas sanções “um caminho perigoso” já que, na ineficácia da punição, a única alternativa que restaria aos ocidentais seria a via militar.
Os interesses de cada um na questão iraniana
20 de maio de 2010 às 10:13 | 1 ComentárioPor Gustavo Chacra
Estadão
Alguns dividem o mundo em blocos, como Ocidente, mundo islâmico, africanos, latinos e outras denominações raciais e geográficas. Outros preferem ver o mundo como um conjunto de Estados nacionais, onde cada nação defende os seus próprios interesses ou, em alguns casos, do regime que a governa.
Sanções:’bofetada na diplomacia dos emergentes’
19 de maio de 2010 às 10:39 | 2 ComentáriosBBC/O GLOBO
Um editorial do jornal britânico “The Guardian” afirma que a resolução proposta pelos Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU prevendo sanções contra Teerã é uma “bofetada nos esforços de negociação” das potências emergentes.
O acordo com o Irã
17 de maio de 2010 às 9:03 | ComentarNo Estadão
Ameaça de sanções dos EUA ajudou Lula e sua alma gêmea turca a conseguirem acordo com o Irã
No curto prazo, Lula conquistou uma vitória, assim como Erdogan, sua alma gêmea de Ancara. Os dois convenceram o Irã a aceitar um plano em que os iranianos enviariam urânio para ser enriquecido na Rússia e na França, e o receberiam de volta em troca a ser feita na Turquia. O acordo adia os esforços americanos e de seus aliados franceses e britânicos para impor novas sanções ao regime de Teerã no Conselho de Segurança das Nações Unidas.






