O plano de jogo do Pentágono

6 de maio de 2010 às 10:16 | Comentar

Há mais guerra no futuro dos EUA – muito mais, a julgar pelos relatórios, pronunciamentos e ações do governo Obama nesses últimos meses.

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Imagens da guerra no Afeganistão

3 de maio de 2010 às 20:43 | Comentar

As legendas são em inglês. Com ajuda do Google Tradutor e o pouco do inglês aprendido no colégio  a gente se safa.

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A Crise no Oriente Médio

3 de maio de 2010 às 13:08 | Comentar

Do Cairo a Nova York – Irã, Turquia, Brasil e árabes usam Israel para pressionar EUA.

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A ‘censora’ de Guantánamo

3 de maio de 2010 às 13:06 | Comentar

Toda noite em Guantánamo, a major Diana Haynie coloca o chip da câmera do Estado em seu computador. Já virou rotina. Ela conta de sua vida enquanto passa de foto em foto, censurando as que considera “sensíveis”, como quem já fez isso zilhões de vezes com jornalistas do mundo inteiro. Ao final, depois de listar as imagens vetadas, dá uma folha para o Estado assinar, consentindo com a censura. Quem não assina, não fica na base.

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La transgresión de la verdad

2 de maio de 2010 às 13:09 | Comentar

E. L. Doctorow sigue aplicando en sus novelas lo que él llama un simulacro de crónica histórica de Estados Unidos. El autor de títulos como Ragtime recurre ahora al caso de dos personajes populares, Homer y Langley, como metáfora de un país que pierde el rumbo. Por Juan Gabriel Vásquez.

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Guantánamo e Obama

2 de maio de 2010 às 11:24 | Comentar

Guantánamo, ponto fraco de Obama, mantém-se retrato da guerra sem fim.

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O cidadão nem nem nem

28 de abril de 2010 às 17:41 | Comentar

El País/UOL

O palestino de 30 anos que chegou da prisão de Guantánamo está agora em um limbo jurídico espanhol

É um cidadão nem nem nem. Nem está detido, nem é ilegal, nem é acusado de nada. No entanto, Walid Ibrahim Mustafá Abu Hijazi, o palestino de 30 anos que passou os últimos oito preso em Guantánamo e que é o primeiro dos cinco reclusos que o governo espanhol aceitou receber para ajudar Barack Obama a fechar a penitenciária da base americana em Cuba, encontra-se em paradeiro desconhecido para sua família e para o advogado que esta contratou e não pode abandonar o território espanhol. Não se conhecem as condições do compromisso feito com os EUA, nem se Abu Hijazi poderá um dia retornar a sua pátria.

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A nova estratégia nuclear dos Estados Unidos

19 de abril de 2010 às 18:00 | Comentar

Por José Goldemberg
O Estado de S.Paulo

A cada dez anos o governo americano publica um importante documento sobre os princípios – isto é, a “doutrina” – nos quais se apoia a sua estratégia nuclear. É um documento genérico, que fixa as diretrizes a serem seguidas por todos os órgãos do governo e pelas Forças Armadas.

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Economia de bombas

18 de abril de 2010 às 11:43 | Comentar

“A cúpula de Segurança Nuclear em Washington nos dias 12 e 13 de março deve ser entendida, antes de mais nada, como uma tentativa dos EUA e aliados, de manter o status quo geopolítico ao menor custo militar e econômico, por meio de um concerto de potências nucleares. Menos ruim, é provável, que o unilateralismo belicoso do primeiro governo Bush júnior, mas continua a ser um esforço no sentido de salvar uma hegemonia em risco”.

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Hobsbawm aponta questões cruciais do século 21

18 de abril de 2010 às 10:33 | Comentar

New Left Review/FSP

Aos 92 anos, o historiador britânico Eric Hobsbawm continua um feroz crítico da prevalência do modelo político-econômico dos EUA. Para ele, o presidente americano Barack Obama, ao lidar com as consequências da crise econômica, desperdiçou a chance de construir maneiras mais eficazes de superá-la.

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Sanções contra o Irã

18 de abril de 2010 às 9:44 | 1 Comentário

Pressões internas fazem Obama apressar-se em impor sanções ao Irã. EUA e potências ocidentais acreditram que iranianos têm programa nuclear para fabricar armas.

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Obama e um certo delírio nuclear

16 de abril de 2010 às 9:07 | Comentar

“A reunião sobre segurança nuclear do presidente Obama dos EUA e 47 países, uma espécie de ‘Grupo dos 20’ bombado, bem pode ter sido a maior solenidade de engambela-trouxas, comandada por presidente dos EUA, desde a conferência de San Francisco em 1945, que criou a ONU”.

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Os negócios e a soberania

15 de abril de 2010 às 9:13 | Comentar

Por Mauro Santayana
No Jornal do Brasil

O MINISTRO NELSON JOBIM, sem que o Congresso e o povo fossem ouvidos, assinou, em Washington, tratado militar com os Estados Unidos. O objetivo é restaurar o acordo que existia antes e que o general Geisel rompeu em 1977. O governo cometeu erro político de que se dará conta no futuro. O Tratado, dizem seus defensores, é igual ao que temos com outros países do mundo. Não é: desafia-se o ministro Jobim a firmar um equivalente, em todas as suas cláusulas, com a Rússia de Putin ou a China Continental. Como todos os tratados, ele favorece o signatário mais forte. Benjamin Franklin aconselhava tratar bem o vizinho, mas manter o portão bem trancado. Jobim abre a porta do quarto. O tratado prevê o treinamento de militares brasileiros nos Estados Unidos. Quem treina, adestra, e quem adestra, busca obter certos resultados, entre eles, o da fidelidade.

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Dois, três, mil Afeganistãos

13 de abril de 2010 às 18:08 | Comentar

“A nova estratégia do Pentágono só conseguirá, afinal de contas, nos fazer andar mais depressa para um mundo de antiamericanismo cada vez intenso e de cada vez mais violência.”

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Projeto dos EUA equivale a reescrever o TNP

12 de abril de 2010 às 9:32 | Comentar

Por Claudia Antunes
Na FSP

Washington ambiciona evitar que mais países cheguem ao limiar da bomba, o que é possível ser feito em conformidade com as atuais diretrizes do tratado

Se bem-sucedida, a pressão liderada pelos EUA para que sejam reforçados os mecanismos contra a disseminação de tecnologia atômica corresponderá, na prática, a reescrever o Tratado de Não Proliferação Nuclear.

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Bush e Guántanamo

9 de abril de 2010 às 10:16 | Comentar

Na FSP

“O ex-presidente americano George W. Bush (2001-2009) e os principais nomes de seu governo sabiam que na prisão para suspeitos de terrorismo de Guantánamo, em Cuba, havia presos inocentes, segundo um documento revelado nesta sexta-feira pelo jornal britânico “The Times”.

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Mídia americana: a verdade caiu…

8 de abril de 2010 às 17:29 | Comentar

Por Paul Craig Roberts*

Mídia americana: a verdade caiu e levou a liberdade com ela

Hoje em dia os americanos são governados pela propaganda. Os americanos dão pouco valor à verdade, têm pouco acesso a ela, e têm pouca habilidade para reconhecê-la.

A verdade é uma entidade não bem-vinda. É perturbante. É de acesso interdito. Aqueles que falam verdade correm o risco de serem marcados como “antiamericanos”, “anti-semitas” ou “teóricos da conspiração”.

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Israel e Estados Unidos: Paz agora!

5 de abril de 2010 às 18:09 | Comentar

Bernard-Henri Levy
The New York Times

Recentemente foram escritas inúmeras coisas insensatas sobre a suposta crise nas relações entre os EUA e Israel. A verdade é que uma análise da situação revela uma divisão marcante entre as consequências a curto prazo e as repercussões a longo prazo.

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Me segurem!

4 de abril de 2010 às 10:12 | Comentar

“Os EUA gostam de aparecer como a única força capaz de conter os ferozes Rottweilers israelenses. Assim, todas as demais potências são pressionadas a impor sanções ao Irã. Se alguém não concordar, ali estão os furiosos cães israelenses, sempre a um passo de escapar da coleira. Imaginem o que acontecerá!”

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Um processo sem paz

17 de março de 2010 às 17:14 | Comentar

Mouin Rabbani (*)
Estadão

Só incluir o Brasil no diálogo palestino-israelense será inócuo, deve-se mudar o paradigma de negociação

Se ainda fossem necessárias provas adicionais para demonstrar a completa falência da diplomacia americana no Oriente Médio, elas foram proporcionadas pela recente visita do vice-presidente dos EUA, Joe Biden, à região. Assim que o avião de Biden aterrissou em Tel-Aviv, seus anfitriões israelenses anunciaram planos para construir outras 1.600 casas nos território ocupado de Jerusalém Oriental. Diante dessa grave violação da Quarta Convenção de Genebra – equivalente, no direito internacional, a crime de guerra – Biden não fez mais do que comentar que tais iniciativas “prejudicam a confiança” no processo de paz.

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AGENDA

  • Pinacoteca está com Edital aberto para ocupação das Salas de Exposições

    Artistas plásticos e visuais ainda podem se inscrever no Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Pinacoteca Potiguar para todo o ano de 2012.

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  • Rede Cinemark exibe direto de Londres a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House

    Espetáculos serão transmitidos em mais de 30 complexos espalhados pelo Brasil, sendo dois ao vivo. Natal-RN participa da programação e os ingressos já estão à venda

    A Rede Cinemark traz para o Brasil, com exclusividade, a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House (ROH), de Londres, a partir do dia 25 de fevereiro.

    mais informações »

  • Museu de Arte Moderna do Rio abre mostra cancelada de Nan Goldin

    NAN GOLDIN
    QUANDO abre hoje, às 19h; de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 19h; até 8/4
    ONDE MAM-Rio (av. Infante Dom Henrique, 85, Rio; tel. 0/xx/21/2240-4944)
    QUANTO R$ 8
    CLASSIFICAÇÃO 18 anos

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  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vento nordeste
    10-02-2012 às 7:14 - Comentar
    Por Oreny Junior

    sopra
    meu vento nordeste
    sou todo seu
    feito de sol e sal
    visto as velas
    desse cais cansado
    que tanto me espera
    levado pelas caiçaras
    nos lemes canguleiros
    sopra
    meu vento nordeste
    a amada me aguarda
    o rancho está vazio
    aproveita a baixa da maré
    e me atraca
    joga essa âncora
    onde o tempo
    por uns dias
    será meu amigo
    sopra
    meu vento nordeste
    sopra
    sopra
    ..

    COMENTÁRIOS

    • Marcos Silva: Certamente, existem ONGs sérias. Infelizmente, a desqualificação geral tende a se tornar corriqueira. Lembro que ela aparece com todas as letras no filme Tropa de elite (I). - Brado retumbante
    • Marcos Silva: No diálogo de 2010 sobre esse tema aqui, SP, considerei o direito do feto como especialmente frágil, uma vez que é uma vida ainda sem voz. Prefiro que haja debate sobre esse e outros temas. Não procuro convencer ninguém. Apenas considero fundamental ocupar o espaço público com argumentos em confronto, evitar a política de cada macaco em seu galho. Sou homem, não engravido. Mas posso engravidar uma mulher. Para evitar isso, tomo as providências necessárias (camisinha, em especial). Se engravidasse alguém, defenderia o feto, sim - parte de mim, parte do direito ao meu corpo. Melhor conversar. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Fernando: Marcos silva, discordo. O tema do aborto é tão absurdo que nem sequer deve ser debatido. Você não percebe que isso é exatamente o que os abortistas desejam? Eles desejam pôr em discussão um assunto que até então é evidente: a vida humana ganhou um valor intrínseco com o Cristianismo (todos são filhos de Deus, todos são irmãos), mas agora os que querem erradicar Cristo da sociedade estão querendo justamente questionar esse valor, "discuti-lo". Seria o mesmo que você propor que o tema da pedofilia é muito sério e precisa ser debatido, ou então que como alguns seres humanos têm tendência homicida, deveríamos debater o homicídio. A discussão em si já questiona o valor, e eu te asseguro que as pessoas que propõem isso sabem o que estão fazendo, porque eu estudei com essa gente que quer manipular a linguagem para mudar a sociedade. Elas nunca vão apresentar suas reais intenções, porque tais intenções não atrairiam ninguém, causariam repugnância. A propósito, desculpem-me: nos comentários anteriores errei o endereço. Querem ver se o aborto é algo a ser discutido? Assistam a esse vídeo: abort67.co.uk Abs - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Yuno Silva: Pelo visto dá para ver que o assunto é polêmico, cultural, um tabu histórico, e abordado com o lado emocional da racionalidade. Deixemos a cristandade de lado para um debate amadurecido. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Carmen Vasconcelos: Grata, Anchieta. - Avoengo
    • Marcos Silva: Walter: Entendo que o grande equívoco foi terem implantado uma ditadura no país. Objetivamente, os guerrilheiros do Araguaia e outros não tinham poder de fogo para o enfrentamento com um Exército regular e minimamente equipado, que sustentatava o regime. Mas a guerrilha anunciou, tragicamente (porque muita gente morreu e sofreu - e não só os guerrilheiros propriamente ditos), que nem tudo era ditadura. Não anunciou sozinha, claro. Parte da produção artística (música popular, artes visuais, teatro, cinema, literatura) também o fez. A mesma situação se observou nos movimentos sociais que foram se estruturando contra o regime. A "milicada" não precisava de treinamento, já era bem treinada e o demonstrou desde o começo do regime, oprimindo os adversários. É possível que a guerrilha tenha servido como álibi para o regime. Mas uma ditadura, quando não tem álibi, inventa, como o Nazismo o fez em relação aos judeus. - À sombra da ditadura
    • Clarissa Torres: Paiva, texto incrível! Que alma atormentada e corajosa. Realmente, a imagem é igualmente perturbadora e por isso belíssima. Me lembrou Ego Schiele. - Rita louca
    • Jarbas Martins: Seja apocalíptica, não, Paglia.Tenha medo não. De hora em hora Deus melhora. - Camille Paglia, em entrevista recente
    • Jarbas Martins: Sai dessa, M.Couto. - À sombra da ditadura
    • Jarbas Martins: Tô contigo, Alex. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”