Regulação da internet

7 de abril de 2010 às 10:06 | 1 Comentário

Do Valor Econômico
Proposta de regulação da internet dá mais responsabilidade a provedores

Por Danilo Fariello

O código regulatório da internet será colocado em consulta pública ainda nesta semana com um modelo inédito no mundo, que define as responsabilidades e os direitos de cada agente em divulgação de conteúdo na rede, principalmente quando houver dúvida quanto a autoria.

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E se a internet pifar?

22 de março de 2010 às 0:11 | Comentar

Cinco cenários de apocalipse tecnológico. Seria o fim dos tempos ou só a terceira (e última) grande guerra – que os indianos chama de MahaBharat?

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Da tribo ao gueto

19 de março de 2010 às 19:20 | Comentar

Por Bráulio Tavares
Continente Multicultural

O livro vermelho, de Mao Tsé-Tung, continha uma frase famosa: “A política para promover o progresso das Artes e das Ciências e o desabrochar de uma cultura socialista em nossa terra deve ser: deixar que floresçam as cem flores, deixar que debatam as cem escolas do pensamento”. Mao acenava com isso àqueles jovens que Jean-Luc Godard filmou em La chinoise (1967): um socialismo em que todas as formas de arte e todas as ideias estéticas e científicas seriam acessíveis a todos, e seriam debatidas livremente. A metáfora das “cem flores” virou um clichê no linguajar politizado. Depois, Mao passou o trator por cima das 99 que discordavam dele.

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A intolerância na internet

19 de março de 2010 às 9:27 | Comentar

A internet e a farra dos comentários intolerantes.

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A literatura no mundo virtual: falsas autorias

17 de março de 2010 às 17:02 | Comentar

“A internet tem sido uma ferramenta eficaz ao democratizar a publicação de textos literários, mas tem, por outro lado, dado espaço a imbróglios relativos à autoria. Esta pesquisa mostra a profusão de textos apócrifos no mundo virtual, bem como equívocos quanto aos créditos dados em poemas e crônicas de escritores consagrados na literatura universal”.

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Internet e Sociedade

16 de março de 2010 às 10:49 | Comentar

“El lado oscuro de internet somos nosotros”. Manuel Castells.

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O culto do amador

3 de agosto de 2009 às 15:42 | Comentar
Por Daniel

Terminei de ler este fim de semana O culto do amador. Depois escrevo com mais calma, até porque pretendo sistematizar uma resenha coerente. Mas no fim, por incrível que seja, terminei achando que o livro não é tão fraco quanto se anunciava. Keen vai muito mal quando tenta ser um cientista social – péssimo mesmo. Não tem profundidade conceitual nem teórica. Falha com preconceitos e presunções. Mas na segunda parte do livro, quando ele começa a contar histórias que retratam os riscos da Internet e quando procura apontar possíveis soluções, o livro melhora.
Não passaria para meus alunos resenharem porque acho que não seria útil – muito mais marketing do autor que análise social crítica da Internet.

Blog concorre em votação internacional

10 de julho de 2009 às 14:55 | Comentar
Por Daniel

O blog Fatos e Dados, da Petrobras, está concorrendo numa votação aberta internacional. A votação se chama Top 10 who are changing the World of Internet and Politics, e pode ser realizada no site do Projeto. Abaixo reproduzo post publicado no blog sobre o tema:

No dia 4/7, foi divulgada a lista dos 26 finalistas do prêmio “Os 10 que estão transformando o mundo da internet e da política”. Entre eles está o Fatos e Dados como “um dos experimentos mais importantes de transparência informativa e, portanto, da e-democracia”.

A votação – organizada pelo Politics Online e pelo World e-Democracy Forum – existe há dez anos e elegeu no ano passado como vencedor o site da campanha presidencial de Barack Obama.

O voto é aberto e não exige cadastro. Para votar e ver os outros indicados, clique aqui.

“The Petrobras’ blog Fatos e Dados, is the most important thing that has happened to Brazil’s people in recent years because provides a democratic real freedom – that was impossible with the traditional newspapers and TVs broadcast. Brazilian people feel hopeful that this blog Fatos e Dados has changed forever the face of the information we have from now on”. PoliticsOnline and the World eDemocracy Forum

Prosseguindo a leitura de O culto do amador

9 de julho de 2009 às 16:24 | Comentar
Por Daniel

Prossigo, também, minha leitura de Andrew Keen ( O culto do amador: como blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, cultura e valores. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2009).

Keen (2009, p. 82) diz que, com a emergência da Internet, perdemos “aquela conversa ou debate informado sobre os fatos em relação aos quais todos têm uma opinião que é lugar-comum”. Que imagem é essa? Quem disse que na mídia convencional é diferente? A Internet, reitero, desvela o discurso que já está presente na mídia convencional.

Mais a frente, ele cita uma matéria do The Economist que informa que os falsos links de fraudes publicitárias constituíram, em 2006, algo em torno de 10 e 50% de toda publicidade online em 2006 – “totalizando algo entre 3 e 13 bilhões de dólares” (KEEN, 2009, p. 85). Para quem se arvora a ser um especialista preciso, a precisão é inacreditável!

Na mesma página, Keen diz que na mídia convencional a gente era capaz de reconhecer a distinção entre conteúdo publicitário ou pago e as matérias, coisa que não é mais real na Internet. Quer dizer que Keen realmente acredita – e os seus seguidores também acreditam – que a gente é capaz de distinguir matéria paga de texto redacional no jornalismo convencional? Diz ainda Keen (2009, p. 86) que esse “apagamento das linhas entre publicidade e conteúdo se deve em parte ao aumento da nossa descrença em negociantes e na publicidade”.

Nossa descrença não é resultado, como parece supor o autor, da emergência da Internet. Lembro-me dos comerciais das Casas Bahia cinco anos atrás. Eles interrompiam o conteúdo jornalístico dos programas, sem nenhuma marcação ou deixam, levando a uma nítida confusão entre conteúdo editorial e comercial. Em uma mídia convencional.

Além da afirmação de que a Internet favorece à explosão de narcisismo, apareceu um outro trecho em que concordo bastante com Keen (2009, p. 90):

A ironia da mídia “democratizada” é que alguns produtores de conteúdo têm mais poder que outros. Numa mídia sem guardião, em que a verdadeira identidade das pessoas está muitas vezes oculta ou disfarçada, quem é realmente fortalecido são as grandes empresas com grandes orçamentos para publicidade [reproduzindo os modelos de distribuição do discurso da mídia convencional, na ilusão de democracia da Web 2.0]. Teoricamente, a Web 2.0 dá voz aos amadores. Na realidade, são muitas vezes os que têm a mensagem mais ruidosa, mais convincente, e mais dinheiro para difundi-la, que estão sendo ouvidos.

Concordo com Keen, em que pese a minha discordância dessa noção elitista de guardião da cultura (e todas as suas implicações de uma cultura que precisa de defesa por estar ameaçada de morte) que ele costuma usar e do que fica subentendido em relação à mídia convencional, como se esse modelo não fosse sua perfeita reprodução. Incomoda-me a defesa de Keen da mídia convencional, como se ela não tivesse as mesmas facetas negativas e defeitos crônicos que o autor só enxerga na Internet, especialmente sua forma mais participativa, a chamada Web 2.0.

Nascisismo

5 de julho de 2009 às 12:42 | Comentar
Por Daniel

Não era entreter você ou fazer piada. Era mostrar o óbvio: você precisa ler mais e ler gente que não sirva só para confirmar o que você pensa e diz.

De minha parte, esse papo acabou. Uma vez que não pode ser democrático quem desqualifica – até como não democrata – quem pensa diferente de si. Isso é uma das coisas que concordo com Andrew Keen: Internet é o espaço propício para nosso narcisismo.

Keen

29 de junho de 2009 às 8:35 | Comentar
Por Daniel

Comecei a ler O culto do amador, de Andrew Keen.  Confesso que decidi ler depois de instigado pelos comentários de Nelson Patriota, de Alex Medeiros e de Tácito Costa.

Prometo que farei uma resenha mais detalhada ao fim do livro, mas pelo menos duas coisas já me deixam preocupado.  A primeira é que Keen fala de uma posição autoritária.  Explico o que quero dizer: ele fala com base na sua própria autoridade, de crítico e ex-adepto de um ciberculto doentio.  Não sou um utopista da rede.  Não suporto ler algumas coisas escritas por gente como Pierre Levy, mas longe de mim me expressar contra o que esses camaradas defendem sem um levantamento bibliográfico e teórico convincente.

E esse é o segundo problema de Keen, por enquanto.  Ele sofre de uma superficialidade teórica que é de doer.  Fundada em um bem definido lugar social e ideológico de onde fala o autor.  Ele não conhece ou não entendeu os estudos sobre jornalismo e comunicação mais contemporâneos.

Por exemplo, Keen diz:

Os blogs tornaram-se tão vertiginosamente infinitos que solaparam nosso senso do que é verdadeiro e do que é falso, do que é real e do que é imaginário.  Hoje em dia, as crianças não sabem distinguir entre notícias críveis escritas por jornalistas profissionais objetivos e o que lêem em joeshmoe.blogspot.com.

Keen desconsidera todo avanço nos estudos de comunicação e jornalismo da segunda metade do século XX e início dos anos 2000.  Só para simplificar, os estudos do jornalismo tendem a reafirmar algo que falei até jocosamente no debate da Siciliano: quem entende de verdade dos fatos é gastroenterologista e não jornalista.  O jornalismo é uma arte de contar estórias, já diz Nelson Traquina.  Como eu gosto de falar, é ficção baseada em fatos reais.  Então é superficial e inverídica a afirmação de Keen.

Na sua crítica à democracia virtual ele entende que o mundo necessita dos editores profissionais.  Ele esquece que esses editores não servem à verdade, mas atendem a critérios de noticiabilidade que são carregados de uma cultura organizacional e da ideologia deles mesmos e dos veículos onde atuam.  É como pedir a um editor da TV Ponta Negra que deixe passar uma notícia com pesadas críticas contra a prefeita Micarla de Sousa.  Além disso, por outro lado, as mídias sociais garantem o acesso a vozes alternativas.  Isso me faz pensar no Blog da Petrobras, criado depois que a empresa se viu obrigada a pagar espaço em veículos convencionais para que sua voz fosse ouvida, uma vez que os jornais estavam se recusando a publicar suas posições ou, quando publicavam, editavam de tal maneira que não era mais possível reconhecer a voz da empresa.  Para ser ouvida, a empresa criou o Blog.

É bom ter um radical falando desse lado da arena.  É bom porque nos levará a um equilíbrio possível.  Mas Keen deve ser lido com cuidado, porque além de sua fala de autoridade e da superficialidade teórica, ele fala de um muito bem definido lugar social e ideológico.  Afinal, só essa ideologia para acreditar que existe alguma coisa na sociedade, conhecido como guardiões da cultura, personalizados em jornalistas, cineastas, etc..

Thompson, na obra A mídia e a modernidade, fala com muito mais profundidade e reflexão que Keen demonstra nessas primeiras páginas de nosso encontro.  E Thompson dizia nos anos 80, antes da Internet, portanto, que a emergência de qualquer mídia promove uma completa reorganização da cultura e de todos os bens simbólicos da sociedade.  Foi assim quando surgiu o códex, a imprensa, o rádio, a tevê.  É assim agora.  E é inevitável.  O problema é olhar com um olhar superior essas mudanças e achar que elas significam perda.  Nunca significaram e não acho que nesse caso significarão.

Prometo um texto mais completo quando eu terminar de ler o livro.

AGENDA

Esposição de Ana Prata - Instituto Tomie Ohtake

A artista apresenta tanto telas pequenas, como também trabalhos grandiosos, usando o efeito de escorrido; até agora não acho razão para que alguns [leia mais]

Recital de piano com Guilherme Rodrigues nesta quinta - Entrada grátis

O professor da Escola de Música da UFRN Guilherme Rodrigues apresenta recital de piano esta quinta-feira no auditório da EMUFRN. O recital começa [leia mais]

Oboé, Música de Câmara e Tecnologia, de quarta a sábado na EMUFRN

Acontece de quarta a sábado desta semana na Escola de Música da UFRN o evento Oboé, Música de Câmara e Tecnologia. Na ocasião, [leia mais]

Exposição "Quixote com Rosas", será aberta quinta, na Galeria Newton Navarro

Será aberta quinta-feira, 17, às 18 horas, na Galeria Newton Navarro (sede da Fundação José Augusto - Rua Jundiaí, 641 - Tirol) a [leia mais]

Festival “Thomaz Babini” da Escola de Música da UFRN – 22 a 25 de maio

No mês de Maio um evento histórico acontecerá na cidade de Natal. Italo Babini (FOTO), violoncelista natalense, considerado um dos mais importantes violoncelistas [leia mais]

"Mattinata", de Fernando Monteiro, será lançado em Natal quinta-feira, 17

Anote aí na agenda: na próxima quinta-feira, dia 17, a partir das 19 horas, o escritor e pluralista Fernando Monteiro lança na Livraria [leia mais]

OUTROS EVENTOS

POESIA

    Névoa
    16-05-2012 às 9:40 - 7 Comentários
    Por Jarbas Martins

    Carl Sandburg

    Vem a névoa
    em breve pisar de gata.

    Queda-se olhando
    o porto e a cidade
    sentada em seu silêncio e
    esgueirando-se em seguida.

    (Tradução de Jarbas Martins)

    * * *

    Fog

    The fog comes
    on litlle cat feet.

    It sits looking
    over harbor and city
    on silent haunches
    and then moves on.

    (Carl Sandburg, “Selected Poems”, G.Books,1992)

    COMENTÁRIOS

    • João da Mata: Amigo Carlão, Vejo com muita alegria a sua inquietação e leitura. Tb indico fortemente o livro .Jerônimo, A Técnica do Livro de autoria do grande Dom Paulo Evaristo Arns ( Sua tese de doutorado) , trad. de Cleone Augusto Rodrigues e prefácio de Alfredo Bosi . Belíssimo livro em capa dura Jeronimo traduziu a vulgata da biblia e é considerado o patronomo dos bibliófilos e amantes do livro. Saudações bibliófilas. ab imo corde - Help
    • edjane linhares: Muito lindo, Jarbas. A experiência do haicai, como Fernando nos lembrou, ajuda muito neste processo de contemplação e silêncio, ato solitário e sublime. Quero agradecer a homenagem às mães no seu último haicai (único vestígio da data por aqui). Aguardo coletânea deles. Um abraço. - Névoa
    • Jarbas Martins: Amigo Jóis: gosto da sua poesia e da sua prosa digressiva, inflada de saberes e sabores, biscoito fino para raros paladares.Nem precisava dizer isso, mas como em seu comentário você se reportou a um incógnito Aguinaldo Soares, usando termos utilizados por ele contra mim - deu-me vontade de voltar ao assunto. Repito mais uma vez: Aguinaldo Soares sabe escrever, e a expressão "sólida cultura" é tão infeliz que não me restou outra alternativa: pedi desculpas ao ilustríssimo desconhecido.Não conheço o Aguinaldo, mas presumo que ele, como eu, temos algo em comum: fizemos o curso de direito.Daí o nosso gosto pelas sentenças líquidas e certas. Abraços, Poeta ! - Ditirambo
    • Marcos Silva: Li um livro interessante sobre Jerônimo, A Técnica do Livro Segundo São Jerônimo, de Paulo Evaristo Arns - Help
    • Jarbas Martins: Tradução inventiva a tua, Marcos. Nenhuma novidade nisso. Você é um reconhecido mestre na arte tradutória. - Névoa
    • Jóis Alberto: O poema é bom! Afirmo isso, embora não tenha plena consciência do ofício de poeta. Porque se eu for intelectual, sou dos mais incompletos – em meio a preconceitos, totens e tabus, como vocês já tiveram oportunidade de ler mais de uma vez, aqui neste democrático SP. Além do mais, como posso ter sólida base cultural nesses tempos em que tudo que é sólido se desmancha no ar? Tempos de modernidade e amores líquidos, de fodas em excesso e entediadas, blasé até – foda blasé é ‘foda’! – de gente que trepa com a mesma rotina de quem escova os dentes, tema objeto das sátiras ingênuas de meia dúzia dos meus poemas eróticos. Ingênuas não só se comparadas às sátiras e poemas eróticos/pornográficos de um grande poeta, Bernardo Guimarães, por exemplo, mas ‘ingênuas’ também no sentido libertino, filosófico, da palavra ‘ingênuo’! Ou então as fodas são escassas como as leituras de gente que, se leram os gregos, leram em traduções, não no original, e fazem a pose erudita de quem muito entende esses clássicos da filosofia, da poética e da ética, da antiguidade greco-romana. O que danado é ‘inveja poética’? Se é inveja não é poética, nem ética! Porque a ética, é verdade, pode tratar da inveja, da emulação, mas a inveja despreza a ética. O que danado significa ‘fracasso moral da estética’? De qual moral estamos falando? Da moral burguesa? Sinceramente! Qual o poeta que não esconde a fonte onde bebe? Como poeta bissexto, escondo e revelo fontes. Sem maiores dificuldades coloco as cartas na mesa, porque nesse jogo de cartas – de cartas muitas vezes marcadas, e viciadas – uma das minhas cartas prediletas é a do coringa, do joker! Porém, como há muito não jogo nem pif-paf, buraco ou sueca, uso essa expressão ‘jogo de cartas marcadas’ como um dos inúmeros clichês que pululam por aí, em discussões de intelectuais de prestígio... - Ditirambo
    • Cássio: Biografia eu não sei, mas recomendo o filme do júlio bressane. No seu livro Cinemancia tem também uma tradução interessante da "epifania" de são jerônimo. - Help
    • Marcos Silva: Belo poema, bom poeta, boa tradução. Sugiro a alternativa: NÉVOA. Névoa vem em pés de gatim Senta e olha sobre porto e cidade ancas silêncio e se moveu - Névoa
    • Jarbas Martins: Tenho a honra e o dever de confessar que a tradução que fiz do poema "Dormire", de Ungaretti, publicado há alguns dias neste SP - teve a orientação do poeta Fernando Monteiro ! Obrigado, mestre Fernando, obrigado poetas Anne Guimarães e Lívio Oliveira. - Névoa
    • Nina Rizzi: "A capa já dá o tom da revista. Uma foto de Câmara Cascudo passeando de riquexó (uma espécie de carroça de duas rodas e movida a tração humana) em Moçambique, ao lado de uma pessoa não identificada. A foto - de autoria desconhecida - foi clicada em 1963, quando o folclorista estudava costumes e tradições africanos. As observações e anotações depois seriam o mote para o livro Made in África. A imagem foi cedida pela família. E a filha, Ana Maria Cascudo, escreve artigo contando as inúmeras viagens do pai, em um diálogo emblemático entre Natal e o estrangeiro." Viu, neguinho não existe não, ô rapá! - Tributo ao mar