O lançamento do livro de Marize

17 de junho de 2011 às 15:52 | 2 Comentários
Por João da Mata

Dando uma rapidinha

Meus amigos,

Passando aqui rapidinho para dizer que foi lindo demais o lançamento do livro de nossa amiga Marize Castro. Quanta gente bonita e com a cara de uma Natal que tem a nossa cara. Muitos amigos e reencontros. O poeta volunté. O vinho no ponto e os amigos, o reencontro. Natal esteve plena nesse encontro celebrando o livro e uma poetiza que amava os livros e foi responsável pela formação de várias bibliotecas.

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Barata

19 de setembro de 2010 às 18:25 | Comentar
Por Ronie Von Rosa Martins

Não. Não era Gregor. Mas era imenso. E era uma barata. E sendo o que era rastejava. Movimento silencioso-furtivo. Era o que era. E ponto. Barata. E estava no lixo. Todos não estavam? Todos não eram baratas? Não eram?

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A odisséia literária – do manuscrito à estante

21 de julho de 2010 às 11:40 | Comentar

Por Flávia Denise
Livro Livre

Há alguns dias atrás eu disse que iria conversar com os compradores da Barnes & Noble (B&N) e trazer para vocês os critérios que eles usam na hora de escolher os livros. Como promessa é dívida, aqui está.

Eu participei de uma palestra com dois dos compradores nacionais da maior rede de livrarias do mundo. Sallye Leventhal e Edward Ash-Milb – ambos especializados em compras de não-ficção – falaram sobre o processo que termina com o livro nas suas mãos.

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Livros na Internet

20 de julho de 2010 às 14:25 | Comentar

Baixar livros na internet é uma das principais formas de acesso à cultura e a publicações pela juventude brasileira. Pesquisa mostra que cerca de 5 milhões de pessoas leram cerca de 7 milhões de obras na telinha, em 2008

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Parceria promete livros mais baratos

18 de julho de 2010 às 12:46 | Comentar

Por Miguel Conde
O Globo

Daqui a oito dias, na última segunda-feira do mês, o animal mais conhecido do mundo dos livros vai se aboletar em prateleiras por toda parte do país na companhia de uma língua com a qual nunca teve lá muita intimidade: o português. O encontro foi anunciado no ano passado, e os curiosos com o resultado foram tantos que os responsáveis tiveram que rever seus planos. Os primeiros livros da parceria entre a multinacional Penguin e a brasileira Companhia das Letras chegam às livrarias no próximo dia 26 em tiragens entre oito mil e 18 mil exemplares, mais que o triplo dos cinco mil previstos inicialmente, graças às encomendas de livreiros que apostam no interesse em torno do maior acontecimento do mercado editorial nacional em 2010.

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Cem livros ruins

22 de junho de 2010 às 18:35 | 8 Comentários

Leitores escolhem os cem piores livros que já leram. Paulo Coelho está lá. A lista vai bem até o 14º livro. Parei no 15º, estarrecido e convencido de que não é uma seleção para ser levada em conta.

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Os livros da feira

17 de maio de 2010 às 14:00 | Comentar

Por Janilson Sales de Carvalho

Todos os domingos vou a feira da Cidade da Esperança comprar livros. Há 25 anos o casal, Neto e Rosa, trabalha na feira vendendo livros e revistas. Entre verduras, frutas e outros produtos, os clientes encontram Machado de Assis, Jorge Amado, Paulo Coelho, Chico Xavier, Proust , Cascudo, Cecília Meireles e incontáveis nomes da literatura. Enquanto realizo minha operação de busca entre os livros amontoados converso com o casal um papo sempre agradável.

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Literatura na WEB

14 de maio de 2010 às 18:48 | Comentar

A literatura através da internet está se tornando um negócio próspero na China, onde aproximadamente um milhão de usuários ganham a vida publicando livros e histórias, segundo o jornal China Daily.

A demanda por esse tipo de conteúdo tem crescido. Sites especializados na publicação das obras cobram dos leitores que desejam acessá-las, embora os preços sejam até dez vezes menores do que os das edições de papel, e repassam de 50% a 70% da arrecadação aos escritores.

Os autores são contratados para escrever um determinado número de palavras, e geralmente empregam entre seis e dez horas por dia neste tipo de trabalho, disse um dos escritores ao jornal.

Os leitores pagam entre 4 e 5 yuan (cerca de R$ 1) para acessar estas obras literárias. Dependendo da fama do profissional, em alguns casos é possível arrecadar até US$ 140.000 – cerca de R$ 250 mil – por ano.

Não é um caminho fácil para os escritores chineses, pois eles enfrentam a limitação da censura – que os proíbe, por exemplo, de escrever sobre pornografia, informou o China Daily. Também há o risco de que suas obras sejam copiadas algo que, de acordo com algumas empresas do setor, acontece frequentemente.

A China tem a maior comunidade online do mundo, mais de 400 milhões de usuários, apesar de extensas limitações de acesso impostas pelo governo do país.

Mais bibliotecas e menos livrarias

13 de maio de 2010 às 11:20 | Comentar

Biblioteca do Palacio e Convento de Mafra I, Lisbon Coast, Portugal

“O total de municípios brasileiros com bibliotecas públicas aumentou 22% entre 1999 e 2009, enquanto que o percentual de cidades com pelo menos uma livraria diminuiu 21%, aponta a nova edição da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), divulgada nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados mostram que, em 1999, 76,3% dos municípios contavam com bibliotecas públicas, percentual que passou para 93,2% em 2009 – alta de 22,1%. No ano passado, conforme os dados, 5.187 cidades do país tinham bibliotecas.

Por outro lado, a parcela de cidades com livrarias caiu aproximadamente na mesma proporção, 21,1%. Em 1999, 35,5% das cidades do país tinham livrarias. No ano passado, o total dos municípios com livrarias foi de 1.557, 28% do total.

Considerando outros equipamentos culturais, como provedores de internet, lojas de discos, centros culturais, museus, cinemas e teatros, houve alta no percentual de cidades com os serviços”. (IG)

A feira do livro ideal

11 de maio de 2010 às 17:33 | Comentar

Se tivéssemos a organização dos alemães, a capacidade de falar à volta de uma mesa dos franceses, o orgulho dos ingleses e a animação dos brasileiros seríamos capazes de organizar a melhor Feira do Livro do mundo.

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Publique eletronicamente ou pereça

11 de maio de 2010 às 15:49 | Comentar

Para variar, a discussão sobre o impacto do livro eletrônico – via Kindle, via iPad – ainda mal começou no Brasil, embora, nos Estados Unidos, já esteja pegando fogo.

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Buquinando em Sampa

11 de maio de 2010 às 14:26 | 2 Comentários
Por João da Mata

VI- Histórias de Sebos e Livrarias

Mês de Janeiro, mês de férias para alguns, para mim mês de peregrinação pelos templos sagrados dos sebos de Sampa. Nem sei bem o que procuro, mas procuro alguns livros e outros nem tanto. Num sebo de vários andares perco-me de tanto entrar e sair de salas, cada uma dedicada a um assunto. Na sala dedicada aos estados, o RN parece algo exótico ou desconhecido porque não consta nada.

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O cheiro do saber

6 de maio de 2010 às 18:03 | Comentar

Por Elias Thomé Saliba
Carta Capital

O historiador Robert Darnton analisa por que a realidade digital pode tornar opaco o conhecimento acumulado durante anos nas estantes

Biblioteca Angelica, Roma, Itália

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Hipóteses realistas para o futuro próximo

5 de maio de 2010 às 11:10 | 1 Comentário

“Uma única certeza existe neste processo: tal como em todas as outras áreas do mundo contemporâneo, há muito tempo, na verdade desde 1850, que a sociedade humana não acelerava tanto”.

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Livro: um objeto anacrônico?

1 de maio de 2010 às 12:30 | Comentar

“Num artigo publicado em 2007, José Mindlin escreveu que o livro “tanto pode continuar sua trajetória de mais de 550 anos, como pode desaparecer em sua forma atual; mas apesar do risco de uma afirmação categórica, não tenho dúvidas em afirmar minha convicção de que vai permanecer”. (O Futuro do Livro – Sessenta Visões: Estúdio Substância/editora Olhares/ Ipsis Gráfica e Editora)”.

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A Ralé Brasileira / Lançamento de Livro

1 de maio de 2010 às 10:28 | Comentar
Por João da Mata

Caros amigos,

“Na próxima segunda-feira, 3/5/10, às 11:00, na Livraria da Cooperativa Cultural/UFRN, Jessé Souza lançará o seu mais novo livro: “A Ralé Brasileira (quem é e como vive)”. Jessé Souza, (nasceu em Natal, estudou no Colégio Marista), é considerado um dos mais importantes cientistas sociais sociais brasileiros na atualidade. Doutor em sociologia pela Universidade de Heidelberg, Alemanha, com pós-doutorado pela New School for Social Reseaarch, de Nova Iorque, e livre-docente em  sociologia pela Universidade
Flensburg, Alemanha. Atuou em diversas universidades brasileiras como a UnB,sendo autor de extensa obra. Atualmente é professor titular de sociologia da UFJF, Minas Gerais, onde dirige o Centro de Estudos sobre Desigualdade. Antes do lançamento o autor irá proferir a palestra “As classes populares no
novo capitalismo brasileiro”, a convite do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais/UFRN, à 09:00, no auditório B do CCHLA, Campus Universitário. A Cooperativa Cultural em prosseguimento da sua agenda cultural tem a satisfação convidá-los para esse importante evento. Da mesma forma solicitamos a gentileza de divulgação, caso seja possível, nos seus importantes espaços informativos. Muito obrigado.

Cordialmente, Willington Germano”.

O Cata-Livros de Jácio e Vera

30 de abril de 2010 às 21:23 | 1 Comentário
Por João da Mata

V- Histórias de Sebos e Livrarias

Há um homem por trás dos óculos espessos. Um amigo, um sebista, um grande sujeito. Uma miopia de tantos títulos, brochuras e orelhas que só ele sabe ouvir. Desculpem-me os ciúmes e os outros todos meus amigos, mas – Jácio, é o maior sebista de Natal.

Jácio e seus grandes irmãos. Jácio e sua mulher também maravilhosa. Uma mulher de Vera. Acompanhei a sua luta em tempos que o marido precisou passar por várias cirurgias e se recupera bravamente, para o bem da grande nação potiguar.

Conheço Jácio desde a sua casa-sebo no alecrim, depois, a cigarreira em frente ao ex-cinema São Luís. Em seguida, várias localizações no grande ponto. No ponto de todos. Jácio conversa com todos e todas. Jácio tem o que conversar em todos os níveis. O cigarro atalhando o papo esgueira a fumaça que descaminha os pensamentos nas tardes jacianas. Boa parte da minha biblioteca foi adquirida com o Jácio e Vera.

Nunca deixei de comprar porque não estava com dinheiro. Comprei livros em Russo, Alemão, Inglês, Espanhol, Italiano, Português, etc. Jácio aprendeu a gostar dos livros. Aprendeu, sobretudo, a servir e a ser amigo. A cidade alta sem Jácio não é cidade.

A cidade que ele conquistou e semeou com livros, afetos e risos por entre prismas de uma visão que enxerga longe. Não chore meu amigo, pois estamos todos torcendo por sua rápida e pronta recuperação. Vera está tomando conta de tudo. É uma mulher excepcional e trabalhadora.

Sabia o que ela me disse? – e eu mais do que concordo! JÁCIO É UM HOMEM BOM. Se existe melhor eu não conheço.

Um forte abraço meu amigo,

Ps Hoje, O cata- livros estar situado na Xavier da Silveira e Vera abriu um novo sebo perto da UNP da Salgado Filho.

Uma tarde no sebo

30 de abril de 2010 às 14:03 | 1 Comentário
Por João da Mata

IV- Histórias de Sebos e Livrarias

Tarde quente de sexta feira prenuncio daquele chope gelado para refrescar a semana que passou. Antes dou uma passadinha no sebo para saber as novidades. No meio daquela bagunça aparentemente não tem nada de novo. Vou garimpando e encontro um livro sobre a minha querida Teresa de A´vila, com textos de Walter Migg e fotos de Helmuth Nils. O êxtase místico dessa mulher é a prova de algo para além de humano e físico. Só a arte consegue escorrer o mármore e nos levar ao sublime. Um anjo na transverberação transpassa o coração de Teresa com o dardo ardente do amor divino.

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De errinhos – II

30 de abril de 2010 às 12:32 | Comentar
Por Lívio Oliveira

Respondendo a uma das pessoas que fizeram perguntas ontem, o grande João Ubaldo Ribeiro teria afirmado que os livros são caros, dentre outras razões, porque as editoras sofrem com a carga de impostos sobre aqueles.

Por elegância e pelo adiantado daquela hora do debate, preferi não responder no momento. O professor Tarcísio Gurgel também restou silente, mesmo ciente da regra constitucional, conforme conversamos.

No entanto, quero lembrar (como mera informação para os que eventualmente não a tenham) que a Constituição Federal dispõe:

Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

(…)

VI – instituir impostos sobre:

(…)

d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.

Percebe-se, então, que nada têm a ver coisa com outra.

Agora, sobre o preço dos livros no Brasil, tal assunto daria um encontro específico de uns dez dias. Ou até mesmo uma CPI.

Exposição Quixote em Homenagem ao Dia do Livro

26 de abril de 2010 às 10:33 | Comentar
Por João da Mata

Caros Colegas,

A exposição em Homenagem ao Dia do Livro continua até sexta feira, dia 30 de abril, na Cooperatica Cultural da UFRN.
Horário de Visitação 09h- 21h

Livros Raros e edições famosas do Quixote, músicas e quadros de artistas locais: Assis Marinho, Fábio Eduardo, Marconi Ginnani, Newton Navarro e outros grandes artistas

Sobre a abertura do evento:

Caro João,

Tivemos uma manhã de rara sensibilidade e beleza. Parabéns pela organização, pelas sua belas, apaixodas e esclareçedoras palavras. Palavras que tornaram possível o diálogo com outros leitores de Cervantes e admiradores do cavaleiro andante e do seu fiel escudeiro. Uma manhã, de aprendizagem e do cultivo da amizade e da sensibilidade, virtudes que estão se tornando raras em nosso ambiente universitário.A exposição está linda. É isso que deve fazer um espaço de cultura. Começamos bem amigo. Todos nós devemos divulgar ao máximo que a exposição irá se prolongar até sexta, dia 30/4/10. Assim, o lançamento de Norma Takeuti, no dia 29/4/10, às 11:00, terá o privilégio ser ambientada nessa bela e significativa exposição.
Abraços,
Willington.

AGENDA

  • Pinacoteca está com Edital aberto para ocupação das Salas de Exposições

    Artistas plásticos e visuais ainda podem se inscrever no Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Pinacoteca Potiguar para todo o ano de 2012.

    mais informações »

  • Rede Cinemark exibe direto de Londres a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House

    Espetáculos serão transmitidos em mais de 30 complexos espalhados pelo Brasil, sendo dois ao vivo. Natal-RN participa da programação e os ingressos já estão à venda

    A Rede Cinemark traz para o Brasil, com exclusividade, a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House (ROH), de Londres, a partir do dia 25 de fevereiro.

    mais informações »

  • Museu de Arte Moderna do Rio abre mostra cancelada de Nan Goldin

    NAN GOLDIN
    QUANDO abre hoje, às 19h; de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 19h; até 8/4
    ONDE MAM-Rio (av. Infante Dom Henrique, 85, Rio; tel. 0/xx/21/2240-4944)
    QUANTO R$ 8
    CLASSIFICAÇÃO 18 anos

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    Vento nordeste
    10-02-2012 às 7:14 - Comentar
    Por Oreny Junior

    sopra
    meu vento nordeste
    sou todo seu
    feito de sol e sal
    visto as velas
    desse cais cansado
    que tanto me espera
    levado pelas caiçaras
    nos lemes canguleiros
    sopra
    meu vento nordeste
    a amada me aguarda
    o rancho está vazio
    aproveita a baixa da maré
    e me atraca
    joga essa âncora
    onde o tempo
    por uns dias
    será meu amigo
    sopra
    meu vento nordeste
    sopra
    sopra
    ..

    COMENTÁRIOS

    • Marcos Silva: Certamente, existem ONGs sérias. Infelizmente, a desqualificação geral tende a se tornar corriqueira. Lembro que ela aparece com todas as letras no filme Tropa de elite (I). - Brado retumbante
    • Marcos Silva: No diálogo de 2010 sobre esse tema aqui, SP, considerei o direito do feto como especialmente frágil, uma vez que é uma vida ainda sem voz. Prefiro que haja debate sobre esse e outros temas. Não procuro convencer ninguém. Apenas considero fundamental ocupar o espaço público com argumentos em confronto, evitar a política de cada macaco em seu galho. Sou homem, não engravido. Mas posso engravidar uma mulher. Para evitar isso, tomo as providências necessárias (camisinha, em especial). Se engravidasse alguém, defenderia o feto, sim - parte de mim, parte do direito ao meu corpo. Melhor conversar. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Fernando: Marcos silva, discordo. O tema do aborto é tão absurdo que nem sequer deve ser debatido. Você não percebe que isso é exatamente o que os abortistas desejam? Eles desejam pôr em discussão um assunto que até então é evidente: a vida humana ganhou um valor intrínseco com o Cristianismo (todos são filhos de Deus, todos são irmãos), mas agora os que querem erradicar Cristo da sociedade estão querendo justamente questionar esse valor, "discuti-lo". Seria o mesmo que você propor que o tema da pedofilia é muito sério e precisa ser debatido, ou então que como alguns seres humanos têm tendência homicida, deveríamos debater o homicídio. A discussão em si já questiona o valor, e eu te asseguro que as pessoas que propõem isso sabem o que estão fazendo, porque eu estudei com essa gente que quer manipular a linguagem para mudar a sociedade. Elas nunca vão apresentar suas reais intenções, porque tais intenções não atrairiam ninguém, causariam repugnância. A propósito, desculpem-me: nos comentários anteriores errei o endereço. Querem ver se o aborto é algo a ser discutido? Assistam a esse vídeo: abort67.co.uk Abs - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Yuno Silva: Pelo visto dá para ver que o assunto é polêmico, cultural, um tabu histórico, e abordado com o lado emocional da racionalidade. Deixemos a cristandade de lado para um debate amadurecido. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Carmen Vasconcelos: Grata, Anchieta. - Avoengo
    • Marcos Silva: Walter: Entendo que o grande equívoco foi terem implantado uma ditadura no país. Objetivamente, os guerrilheiros do Araguaia e outros não tinham poder de fogo para o enfrentamento com um Exército regular e minimamente equipado, que sustentatava o regime. Mas a guerrilha anunciou, tragicamente (porque muita gente morreu e sofreu - e não só os guerrilheiros propriamente ditos), que nem tudo era ditadura. Não anunciou sozinha, claro. Parte da produção artística (música popular, artes visuais, teatro, cinema, literatura) também o fez. A mesma situação se observou nos movimentos sociais que foram se estruturando contra o regime. A "milicada" não precisava de treinamento, já era bem treinada e o demonstrou desde o começo do regime, oprimindo os adversários. É possível que a guerrilha tenha servido como álibi para o regime. Mas uma ditadura, quando não tem álibi, inventa, como o Nazismo o fez em relação aos judeus. - À sombra da ditadura
    • Clarissa Torres: Paiva, texto incrível! Que alma atormentada e corajosa. Realmente, a imagem é igualmente perturbadora e por isso belíssima. Me lembrou Ego Schiele. - Rita louca
    • Jarbas Martins: Seja apocalíptica, não, Paglia.Tenha medo não. De hora em hora Deus melhora. - Camille Paglia, em entrevista recente
    • Jarbas Martins: Sai dessa, M.Couto. - À sombra da ditadura
    • Jarbas Martins: Tô contigo, Alex. - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”