Dando uma rapidinha
Meus amigos,
Passando aqui rapidinho para dizer que foi lindo demais o lançamento do livro de nossa amiga Marize Castro. Quanta gente bonita e com a cara de uma Natal que tem a nossa cara. Muitos amigos e reencontros. O poeta volunté. O vinho no ponto e os amigos, o reencontro. Natal esteve plena nesse encontro celebrando o livro e uma poetiza que amava os livros e foi responsável pela formação de várias bibliotecas.
Não. Não era Gregor. Mas era imenso. E era uma barata. E sendo o que era rastejava. Movimento silencioso-furtivo. Era o que era. E ponto. Barata. E estava no lixo. Todos não estavam? Todos não eram baratas? Não eram?
A odisséia literária – do manuscrito à estante
21 de julho de 2010 às 11:40 | ComentarHá alguns dias atrás eu disse que iria conversar com os compradores da Barnes & Noble (B&N) e trazer para vocês os critérios que eles usam na hora de escolher os livros. Como promessa é dívida, aqui está.
Eu participei de uma palestra com dois dos compradores nacionais da maior rede de livrarias do mundo. Sallye Leventhal e Edward Ash-Milb – ambos especializados em compras de não-ficção – falaram sobre o processo que termina com o livro nas suas mãos.
Livros na Internet
20 de julho de 2010 às 14:25 | ComentarBaixar livros na internet é uma das principais formas de acesso à cultura e a publicações pela juventude brasileira. Pesquisa mostra que cerca de 5 milhões de pessoas leram cerca de 7 milhões de obras na telinha, em 2008
Parceria promete livros mais baratos
18 de julho de 2010 às 12:46 | ComentarDaqui a oito dias, na última segunda-feira do mês, o animal mais conhecido do mundo dos livros vai se aboletar em prateleiras por toda parte do país na companhia de uma língua com a qual nunca teve lá muita intimidade: o português. O encontro foi anunciado no ano passado, e os curiosos com o resultado foram tantos que os responsáveis tiveram que rever seus planos. Os primeiros livros da parceria entre a multinacional Penguin e a brasileira Companhia das Letras chegam às livrarias no próximo dia 26 em tiragens entre oito mil e 18 mil exemplares, mais que o triplo dos cinco mil previstos inicialmente, graças às encomendas de livreiros que apostam no interesse em torno do maior acontecimento do mercado editorial nacional em 2010.
Cem livros ruins
22 de junho de 2010 às 18:35 | 8 ComentáriosLeitores escolhem os cem piores livros que já leram. Paulo Coelho está lá. A lista vai bem até o 14º livro. Parei no 15º, estarrecido e convencido de que não é uma seleção para ser levada em conta.
Os livros da feira
17 de maio de 2010 às 14:00 | ComentarPor Janilson Sales de Carvalho
Todos os domingos vou a feira da Cidade da Esperança comprar livros. Há 25 anos o casal, Neto e Rosa, trabalha na feira vendendo livros e revistas. Entre verduras, frutas e outros produtos, os clientes encontram Machado de Assis, Jorge Amado, Paulo Coelho, Chico Xavier, Proust , Cascudo, Cecília Meireles e incontáveis nomes da literatura. Enquanto realizo minha operação de busca entre os livros amontoados converso com o casal um papo sempre agradável.
Literatura na WEB
14 de maio de 2010 às 18:48 | ComentarA literatura através da internet está se tornando um negócio próspero na China, onde aproximadamente um milhão de usuários ganham a vida publicando livros e histórias, segundo o jornal China Daily.
A demanda por esse tipo de conteúdo tem crescido. Sites especializados na publicação das obras cobram dos leitores que desejam acessá-las, embora os preços sejam até dez vezes menores do que os das edições de papel, e repassam de 50% a 70% da arrecadação aos escritores.
Os autores são contratados para escrever um determinado número de palavras, e geralmente empregam entre seis e dez horas por dia neste tipo de trabalho, disse um dos escritores ao jornal.
Os leitores pagam entre 4 e 5 yuan (cerca de R$ 1) para acessar estas obras literárias. Dependendo da fama do profissional, em alguns casos é possível arrecadar até US$ 140.000 – cerca de R$ 250 mil – por ano.
Não é um caminho fácil para os escritores chineses, pois eles enfrentam a limitação da censura – que os proíbe, por exemplo, de escrever sobre pornografia, informou o China Daily. Também há o risco de que suas obras sejam copiadas algo que, de acordo com algumas empresas do setor, acontece frequentemente.
A China tem a maior comunidade online do mundo, mais de 400 milhões de usuários, apesar de extensas limitações de acesso impostas pelo governo do país.
Mais bibliotecas e menos livrarias
13 de maio de 2010 às 11:20 | Comentar
Biblioteca do Palacio e Convento de Mafra I, Lisbon Coast, Portugal
“O total de municípios brasileiros com bibliotecas públicas aumentou 22% entre 1999 e 2009, enquanto que o percentual de cidades com pelo menos uma livraria diminuiu 21%, aponta a nova edição da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), divulgada nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados mostram que, em 1999, 76,3% dos municípios contavam com bibliotecas públicas, percentual que passou para 93,2% em 2009 – alta de 22,1%. No ano passado, conforme os dados, 5.187 cidades do país tinham bibliotecas.
Por outro lado, a parcela de cidades com livrarias caiu aproximadamente na mesma proporção, 21,1%. Em 1999, 35,5% das cidades do país tinham livrarias. No ano passado, o total dos municípios com livrarias foi de 1.557, 28% do total.
Considerando outros equipamentos culturais, como provedores de internet, lojas de discos, centros culturais, museus, cinemas e teatros, houve alta no percentual de cidades com os serviços”. (IG)
A feira do livro ideal
11 de maio de 2010 às 17:33 | ComentarSe tivéssemos a organização dos alemães, a capacidade de falar à volta de uma mesa dos franceses, o orgulho dos ingleses e a animação dos brasileiros seríamos capazes de organizar a melhor Feira do Livro do mundo.
Publique eletronicamente ou pereça
11 de maio de 2010 às 15:49 | ComentarPara variar, a discussão sobre o impacto do livro eletrônico – via Kindle, via iPad – ainda mal começou no Brasil, embora, nos Estados Unidos, já esteja pegando fogo.
Buquinando em Sampa
11 de maio de 2010 às 14:26 | 2 ComentáriosVI- Histórias de Sebos e Livrarias
Mês de Janeiro, mês de férias para alguns, para mim mês de peregrinação pelos templos sagrados dos sebos de Sampa. Nem sei bem o que procuro, mas procuro alguns livros e outros nem tanto. Num sebo de vários andares perco-me de tanto entrar e sair de salas, cada uma dedicada a um assunto. Na sala dedicada aos estados, o RN parece algo exótico ou desconhecido porque não consta nada.
O cheiro do saber
6 de maio de 2010 às 18:03 | ComentarPor Elias Thomé Saliba
Carta Capital
O historiador Robert Darnton analisa por que a realidade digital pode tornar opaco o conhecimento acumulado durante anos nas estantes
Hipóteses realistas para o futuro próximo
5 de maio de 2010 às 11:10 | 1 Comentário“Uma única certeza existe neste processo: tal como em todas as outras áreas do mundo contemporâneo, há muito tempo, na verdade desde 1850, que a sociedade humana não acelerava tanto”.
Livro: um objeto anacrônico?
1 de maio de 2010 às 12:30 | Comentar“Num artigo publicado em 2007, José Mindlin escreveu que o livro “tanto pode continuar sua trajetória de mais de 550 anos, como pode desaparecer em sua forma atual; mas apesar do risco de uma afirmação categórica, não tenho dúvidas em afirmar minha convicção de que vai permanecer”. (O Futuro do Livro – Sessenta Visões: Estúdio Substância/editora Olhares/ Ipsis Gráfica e Editora)”.
A Ralé Brasileira / Lançamento de Livro
1 de maio de 2010 às 10:28 | ComentarCaros amigos,
“Na próxima segunda-feira, 3/5/10, às 11:00, na Livraria da Cooperativa Cultural/UFRN, Jessé Souza lançará o seu mais novo livro: “A Ralé Brasileira (quem é e como vive)”. Jessé Souza, (nasceu em Natal, estudou no Colégio Marista), é considerado um dos mais importantes cientistas sociais sociais brasileiros na atualidade. Doutor em sociologia pela Universidade de Heidelberg, Alemanha, com pós-doutorado pela New School for Social Reseaarch, de Nova Iorque, e livre-docente em sociologia pela Universidade
Flensburg, Alemanha. Atuou em diversas universidades brasileiras como a UnB,sendo autor de extensa obra. Atualmente é professor titular de sociologia da UFJF, Minas Gerais, onde dirige o Centro de Estudos sobre Desigualdade. Antes do lançamento o autor irá proferir a palestra “As classes populares no
novo capitalismo brasileiro”, a convite do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais/UFRN, à 09:00, no auditório B do CCHLA, Campus Universitário. A Cooperativa Cultural em prosseguimento da sua agenda cultural tem a satisfação convidá-los para esse importante evento. Da mesma forma solicitamos a gentileza de divulgação, caso seja possível, nos seus importantes espaços informativos. Muito obrigado.
Cordialmente, Willington Germano”.
O Cata-Livros de Jácio e Vera
30 de abril de 2010 às 21:23 | 1 ComentárioV- Histórias de Sebos e Livrarias
Há um homem por trás dos óculos espessos. Um amigo, um sebista, um grande sujeito. Uma miopia de tantos títulos, brochuras e orelhas que só ele sabe ouvir. Desculpem-me os ciúmes e os outros todos meus amigos, mas – Jácio, é o maior sebista de Natal.
Jácio e seus grandes irmãos. Jácio e sua mulher também maravilhosa. Uma mulher de Vera. Acompanhei a sua luta em tempos que o marido precisou passar por várias cirurgias e se recupera bravamente, para o bem da grande nação potiguar.
Conheço Jácio desde a sua casa-sebo no alecrim, depois, a cigarreira em frente ao ex-cinema São Luís. Em seguida, várias localizações no grande ponto. No ponto de todos. Jácio conversa com todos e todas. Jácio tem o que conversar em todos os níveis. O cigarro atalhando o papo esgueira a fumaça que descaminha os pensamentos nas tardes jacianas. Boa parte da minha biblioteca foi adquirida com o Jácio e Vera.
Nunca deixei de comprar porque não estava com dinheiro. Comprei livros em Russo, Alemão, Inglês, Espanhol, Italiano, Português, etc. Jácio aprendeu a gostar dos livros. Aprendeu, sobretudo, a servir e a ser amigo. A cidade alta sem Jácio não é cidade.
A cidade que ele conquistou e semeou com livros, afetos e risos por entre prismas de uma visão que enxerga longe. Não chore meu amigo, pois estamos todos torcendo por sua rápida e pronta recuperação. Vera está tomando conta de tudo. É uma mulher excepcional e trabalhadora.
Sabia o que ela me disse? – e eu mais do que concordo! JÁCIO É UM HOMEM BOM. Se existe melhor eu não conheço.
Um forte abraço meu amigo,
Ps Hoje, O cata- livros estar situado na Xavier da Silveira e Vera abriu um novo sebo perto da UNP da Salgado Filho.
Uma tarde no sebo
30 de abril de 2010 às 14:03 | 1 ComentárioIV- Histórias de Sebos e Livrarias
Tarde quente de sexta feira prenuncio daquele chope gelado para refrescar a semana que passou. Antes dou uma passadinha no sebo para saber as novidades. No meio daquela bagunça aparentemente não tem nada de novo. Vou garimpando e encontro um livro sobre a minha querida Teresa de A´vila, com textos de Walter Migg e fotos de Helmuth Nils. O êxtase místico dessa mulher é a prova de algo para além de humano e físico. Só a arte consegue escorrer o mármore e nos levar ao sublime. Um anjo na transverberação transpassa o coração de Teresa com o dardo ardente do amor divino.
De errinhos – II
30 de abril de 2010 às 12:32 | ComentarRespondendo a uma das pessoas que fizeram perguntas ontem, o grande João Ubaldo Ribeiro teria afirmado que os livros são caros, dentre outras razões, porque as editoras sofrem com a carga de impostos sobre aqueles.
Por elegância e pelo adiantado daquela hora do debate, preferi não responder no momento. O professor Tarcísio Gurgel também restou silente, mesmo ciente da regra constitucional, conforme conversamos.
No entanto, quero lembrar (como mera informação para os que eventualmente não a tenham) que a Constituição Federal dispõe:
Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
(…)
VI – instituir impostos sobre:
(…)
d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.
Percebe-se, então, que nada têm a ver coisa com outra.
Agora, sobre o preço dos livros no Brasil, tal assunto daria um encontro específico de uns dez dias. Ou até mesmo uma CPI.
Exposição Quixote em Homenagem ao Dia do Livro
26 de abril de 2010 às 10:33 | ComentarCaros Colegas,
A exposição em Homenagem ao Dia do Livro continua até sexta feira, dia 30 de abril, na Cooperatica Cultural da UFRN.
Horário de Visitação 09h- 21h
Livros Raros e edições famosas do Quixote, músicas e quadros de artistas locais: Assis Marinho, Fábio Eduardo, Marconi Ginnani, Newton Navarro e outros grandes artistas
Sobre a abertura do evento:
Caro João,
Tivemos uma manhã de rara sensibilidade e beleza. Parabéns pela organização, pelas sua belas, apaixodas e esclareçedoras palavras. Palavras que tornaram possível o diálogo com outros leitores de Cervantes e admiradores do cavaleiro andante e do seu fiel escudeiro. Uma manhã, de aprendizagem e do cultivo da amizade e da sensibilidade, virtudes que estão se tornando raras em nosso ambiente universitário.A exposição está linda. É isso que deve fazer um espaço de cultura. Começamos bem amigo. Todos nós devemos divulgar ao máximo que a exposição irá se prolongar até sexta, dia 30/4/10. Assim, o lançamento de Norma Takeuti, no dia 29/4/10, às 11:00, terá o privilégio ser ambientada nessa bela e significativa exposição.
Abraços,
Willington.






