Miguel de Cervantes e William Shakespeare

23 de abril de 2010 às 18:08 | Comentar
Por João da Mata

Dia Mundial do Livro – 23 de Abril
Uma falsa coincidencia

“Tudo no mundo existe para, algum dia, terminar num livro.” Stéphane Mallarmé

“Os livros são como os homens: alguns poucos têm um grande papel, enquanto o resto se perde na multidão.” Voltaire

O dia 23 de abril foi escolhido o dia mundial do livro em homenagem ao dia do falecimento de escritor Miguel de Cervantes Saavedra (1547- 1616). Além do Dom Quixote de la Mancha, Cervantes escreveu A Galatéia (novela pastoril), as novelas exemplares, entremezes (teatro), etc. O Dom Quixote, publicado em dois volumes 1605- 1615, é um livro fundador do romance moderno, considerado por muitos o maior livro de ficção de todos os tempos. Em 2005, o mundo inteiro comemorou os 400 anos da 1ª edição da primeira parte de “El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha”.Infelizmente, o dom. Quixote só foi traduzido para o português no final do século XVIII (1794). A primeira referência à sua recepção no Brasil está no poeta Gregório de Matos, século XVII. Desde então, é grande a influência do D. Quixote nas artes e na literatura Brasileira.

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Diários da inocência perdida

18 de abril de 2010 às 10:39 | Comentar

“Parece difícil imaginar que exista alguma poesia na rotina de adolescentes sexualmente exploradas, mas é esta a primeira surpresa que se tem na leitura de As Meninas da Esquina, da jornalista Eliane Trindade (Record, 420 pgs. R$ 47,90)”

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Livros, pensamento, sensibilidade

17 de abril de 2010 às 9:47 | Comentar
Por Marcos Silva

Amigos e amigas:

A notícia sobre o acervo destruído em biblioteca pública potiguar (mais instalações desconfortáveis, precárias e hostis) é deprimente: que estamos fazendo conosco?
Faço questão de isentar os bibliotecários de responsabilidade pessoal pelo descalabro: todos os profissionais da área com quem convivi e convivo são pessoas sérias e responsáveis, que sabem muito bem qual a importância dos livros no mundo.
Agora: como silenciar a irresponsabilidade de gestores que não prevêem a garantia do patrimônio espiritual da humanidade, contido em livros que se expõe a chuva, microorganismos e outros fatores destrutivos?
Que tal promovermos uma campanha permanente de defesa do patrimônio em livros? Bibliotecas privadas são vendidas a quilo, quando seus organizadores morrem. Bibliotecas públicas são destruídas com a conivência de quem deveria zelar por sua presença na cena social.
Tenho a impressão de que nós, escritores e leitores, temos atitudes auto-centradas: compramos nossos livros, lemos em casa e deixamos a sociedade sem ler. Conivência com o descalabro?
Uma nota de esperança potiguar: a Biblioteca Zila Mamede, na UFRN, funciona bem.
Abraços entristecidos:

E a Myriam Coeli foi parar no sótão

17 de abril de 2010 às 9:11 | Comentar

Livros molhados, mofados e rasgados foi o que sobrou da biblioteca Myriam Coeli, desativada há dois anos na Cidade da Criança.

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Uma lista de livros que não me foi pedida

14 de abril de 2010 às 14:17 | Comentar

Por Jarbas Martins

Para que serve uma lista de livros, que considero básicos, da Literatura Norte-rio-grandense ? Também não sei.

1.Obra completa ( prosa ) de Bartolomeu Correia de Melo
2.Obra completa ( poesia ) de Ferreira Itajubá
3.Ensaios e os chamados “poemas apócrifos” de Franklin Jorge
4.”Vibrações” ( poesia ) de Henrique Castriciano
5.Obra completa ( poesia ) de Homero Homem
6.”Livro de poemas de Jorge Fernandes” ( sic ) de Jorge Fernandes
7.Obra completa ( poesia ) de Nei Leandro de Castro
8.Obra completa ( teatro ) de Racine Santos
9.Obra completa ( poesia ) de Sanderson Negreiros
10.”Navegos” ( poesia ) de Zila Mamede

Leituras privadas, livros públicos

14 de abril de 2010 às 10:13 | Comentar

Por Marcelo Coelho
FSP

IPOD, IPAD, iPhone, Bluetooth: não me perguntem a diferença entre uma coisa e outra. Quase nunca uso o celular e acho isso uma felicidade.

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Cascudo Musicólogo

14 de abril de 2010 às 9:53 | 4 Comentários
Por João da Mata

III- Personalidades da Cultura do RN

CASCUDO VIVE

Cascudo vive no coração e mente de todos aqueles que conseguiram penetrar em seu Universo. De sonhos, crendices, superstições, gestos, arte, ciência e música. Cascudo vive em seus livros. Agora, em boa hora, reeditados por uma grande editora, a Global. Na estante, ao lado dos grandes clássicos da humanidade, a cascudiana tem lugar de destaque. Em cima uma jangada convida a navegar por este universo maravilhoso de nós mesmos, onde o passaporte não é necessário.

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Paixão pelos livros

12 de abril de 2010 às 18:21 | Comentar

Por Moacyr Scliar
Na revista Mente e Cerébro

Ilustração: bibliotecário, óleo sobre tela, Arcimboldo, c.1566, castelo Skokloster, Estocolmo

O paulista José Mindlin, que morreu, recentemente, aos 95 anos, era advogado, empresário, jornalista, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), mas ficou conhecido mesmo como bibliófilo. Sua paixão pelos livros era lendária e traduziu-se num acervo de cerca de 40 mil títulos, que incluíam obras raras e de valor incalculável. Boa parte desta biblioteca foi doada para a Universidade de São Paulo (USP), em um gesto generoso e compatível com o vocábulo bibliofilia, que traduz uma genuína, mas não egoísta, paixão pelos livros. O bibliófilo é um leitor, claro, e um leitor culto, que conjuga sua admiração pelo texto com um afeto pelo objeto livro – um produto que às vezes pode se transformar numa verdadeira obra de arte, quando, por exemplo, é ilustrado por um grande artista.

A bibliofilia não deve ser confundida com a bibliomania (embora no dicionário de língua portuguesa Houaiss as palavras apareçam como sinônimos), uma desordem obsessivo-compulsiva, que não obedece a qualquer critério lógico. O bibliomaníaco às vezes adquire numerosos exemplares do mesmo livro e da mesma edição, sem propósito aparente, apenas movido por um impulso incontrolável. Exemplo disso temos no personagem vivido por Mel Gibson no filme Teoria da conspiração (1997), que se sentia obrigado a comprar um exemplar de O apanhador no campo de centeio, de J. D. Salinger, sempre que saía para a rua. A paixão pelos livros é um dos temas de Auto-de-fé, romance de Elias Canetti (1905-1984), Nobel de Literatura de 1981. Nascido na Bulgária, em uma família de judeus sefaraditas, Canetti cresceu falando búlgaro, alemão, inglês e ladino (um espanhol arcaico usado pelos sefaraditas). Publicado em 1935 Auto-de-fé foi imediatamente proibido pelos nazistas e só recebeu atenção depois de 1960, quando foi reimpresso. O protagonista é Peter Kien (provavelmente um trocadilho a palavra espanhola quien, sugerindo que não se sabe exatamente “quem” é esse homem). Especialista em mandarim (idioma chinês), o personagem alia à sua profissão uma tremenda paixão por livros. Ele tem a mais importante biblioteca da cidade, um acervo de 25 mil livros. Mas precisa lutar contra a obsessão de comprar livros (mesmo os ruins): “Felizmente as livrarias não abriam antes das oito da manhã”, diz Canetti, sugerindo que, se isso acontecesse, Peter madrugaria para adquirir livros, que para ele eram mais importantes que os seres humanos; uma pessoa só tem importância se valoriza os livros. Mas existe aí um elemento de ambivalência: em pesadelos ele vê a biblioteca destruída por um incêndio (semelhante às fogueiras da Inquisição que Auto-de-fé evoca). Pior, a cultura que adquiriu não o tornava sábio: é um homem ingênuo, dominado por uma governanta sexagenária, com quem acaba se casando.

Dom Inácio, meu amigo – eu confesso

12 de abril de 2010 às 14:25 | 3 Comentários
Por João da Mata

I – Personalidades da Cultura do Rio Grande do Norte

“São os livros os mestres mudos que ensinam sem fastio, falam a verdade sem respeito, repreendem sem pejo, amigos verdadeiros, conselheiros singelos; e assim como a força de tratar com pessoas honestas e virtuosas se adquirem, insensivelmente, os seus hábitos e costumes, também à força de ler os livros, se aprende a doutrina que eles ensinam”. Padre Antonio Vieira – Quatro séculos de nascimento.

O livro muda a nossa vida. Os livros são os tijolos com que construímos nossa cidadela. A cidadela de Inácio é construída de livros. Ele é um livro-pessoa como na fábula de Ray Bradbury em Fahrenheit 431. Inácio é como um Julien que não se cansa de abrir seus fólios e brochuras. Dom Inácio completou setenta anos e vive mergulhado num mar de letras e imagens. Sua biblioteca babélica é sua vida. Muito religioso, vive tranqüilo em sua loucura quixotesca.

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Menos capas para julgar

12 de abril de 2010 às 9:49 | Comentar

Por Motoko Rich
FSP/New York Times

Em locais públicos, capas de livros atraem leitores em potencial ou dizem algo sobre o gosto do dono

Bindu Wiles estava no metrô do Brooklyn, Nova York, em março, quando viu uma mulher lendo um livro cuja capa tinha uma instigante silhueta negra da cabeça de uma menina diante de um fundo laranja. Wiles notou que a mulher tinha mais ou menos a sua idade, 45, e levava consigo um colchão de ioga, então imaginou que elas tinham afinidades e se inclinou para ler o título: “Little Bee”, romance de Chris Cleave. Wiles, pós-graduanda em escrita de não ficção na Faculdade Sarah Lawrence, em Bronxville, digitou uma anotação no seu iPhone e comprou o livro naquela mesma semana.

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Elias Canetti

27 de março de 2010 às 13:13 | Comentar

“Dentre as coisas mais importantes que urdem dentro de nós estão os encontros adiados – trate-se de lugares ou de pessoas, de quadros ou de livros”.

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Kultur

19 de março de 2010 às 14:20 | Comentar
Por João da Mata

Kultur: O QUE VOCE PRECISA SABER PRA SE TORNAR UMA PESSOA CULTA

“Quando penso em todos os livros que ainda posso ler, tenho a certeza de ainda ser feliz” – Jules Renard, escritor Francês.

O Livro “Cultura Geral” (Bildung) – Tudo o que você deve saber” – do Alemão Dietrich Schwanitz, com mais de um milhão de exemplares vendido na Alemanha, é um daqueles livros best-seller que valem o investimento gasto na sua compra, e as horas gastas na sua leitura. É um livro que você não precisa ler de cabo a rabo, porque onde você abrir é interessante. Até mesmo o final do livro quando é dada uma relação dos livros recomendados para que uma pessoa se torne culta. Importante, também, a relação dos livros que mudaram o mundo.

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Entrevista com Marcelo Mirisola

17 de março de 2010 às 10:33 | Comentar

Qual o futuro dos escritores num país que ainda não conhece o caminho da biblioteca?
Ora, o futuro chegou: 70 milhões de pessoas votaram no último paredão do Big Brother.

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AGENDA

Esposição de Ana Prata - Instituto Tomie Ohtake

A artista apresenta tanto telas pequenas, como também trabalhos grandiosos, usando o efeito de escorrido; até agora não acho razão para que alguns [leia mais]

Recital de piano com Guilherme Rodrigues nesta quinta - Entrada grátis

O professor da Escola de Música da UFRN Guilherme Rodrigues apresenta recital de piano esta quinta-feira no auditório da EMUFRN. O recital começa [leia mais]

Oboé, Música de Câmara e Tecnologia, de quarta a sábado na EMUFRN

Acontece de quarta a sábado desta semana na Escola de Música da UFRN o evento Oboé, Música de Câmara e Tecnologia. Na ocasião, [leia mais]

Exposição "Quixote com Rosas", será aberta quinta, na Galeria Newton Navarro

Será aberta quinta-feira, 17, às 18 horas, na Galeria Newton Navarro (sede da Fundação José Augusto - Rua Jundiaí, 641 - Tirol) a [leia mais]

Festival “Thomaz Babini” da Escola de Música da UFRN – 22 a 25 de maio

No mês de Maio um evento histórico acontecerá na cidade de Natal. Italo Babini (FOTO), violoncelista natalense, considerado um dos mais importantes violoncelistas [leia mais]

"Mattinata", de Fernando Monteiro, será lançado em Natal quinta-feira, 17

Anote aí na agenda: na próxima quinta-feira, dia 17, a partir das 19 horas, o escritor e pluralista Fernando Monteiro lança na Livraria [leia mais]

OUTROS EVENTOS

POESIA

    Névoa
    16-05-2012 às 9:40 - 7 Comentários
    Por Jarbas Martins

    Carl Sandburg

    Vem a névoa
    em breve pisar de gata.

    Queda-se olhando
    o porto e a cidade
    sentada em seu silêncio e
    esgueirando-se em seguida.

    (Tradução de Jarbas Martins)

    * * *

    Fog

    The fog comes
    on litlle cat feet.

    It sits looking
    over harbor and city
    on silent haunches
    and then moves on.

    (Carl Sandburg, “Selected Poems”, G.Books,1992)

    COMENTÁRIOS

    • João da Mata: Amigo Carlão, Vejo com muita alegria a sua inquietação e leitura. Tb indico fortemente o livro .Jerônimo, A Técnica do Livro de autoria do grande Dom Paulo Evaristo Arns ( Sua tese de doutorado) , trad. de Cleone Augusto Rodrigues e prefácio de Alfredo Bosi . Belíssimo livro em capa dura Jeronimo traduziu a vulgata da biblia e é considerado o patronomo dos bibliófilos e amantes do livro. Saudações bibliófilas. ab imo corde - Help
    • edjane linhares: Muito lindo, Jarbas. A experiência do haicai, como Fernando nos lembrou, ajuda muito neste processo de contemplação e silêncio, ato solitário e sublime. Quero agradecer a homenagem às mães no seu último haicai (único vestígio da data por aqui). Aguardo coletânea deles. Um abraço. - Névoa
    • Jarbas Martins: Amigo Jóis: gosto da sua poesia e da sua prosa digressiva, inflada de saberes e sabores, biscoito fino para raros paladares.Nem precisava dizer isso, mas como em seu comentário você se reportou a um incógnito Aguinaldo Soares, usando termos utilizados por ele contra mim - deu-me vontade de voltar ao assunto. Repito mais uma vez: Aguinaldo Soares sabe escrever, e a expressão "sólida cultura" é tão infeliz que não me restou outra alternativa: pedi desculpas ao ilustríssimo desconhecido.Não conheço o Aguinaldo, mas presumo que ele, como eu, temos algo em comum: fizemos o curso de direito.Daí o nosso gosto pelas sentenças líquidas e certas. Abraços, Poeta ! - Ditirambo
    • Marcos Silva: Li um livro interessante sobre Jerônimo, A Técnica do Livro Segundo São Jerônimo, de Paulo Evaristo Arns - Help
    • Jarbas Martins: Tradução inventiva a tua, Marcos. Nenhuma novidade nisso. Você é um reconhecido mestre na arte tradutória. - Névoa
    • Jóis Alberto: O poema é bom! Afirmo isso, embora não tenha plena consciência do ofício de poeta. Porque se eu for intelectual, sou dos mais incompletos – em meio a preconceitos, totens e tabus, como vocês já tiveram oportunidade de ler mais de uma vez, aqui neste democrático SP. Além do mais, como posso ter sólida base cultural nesses tempos em que tudo que é sólido se desmancha no ar? Tempos de modernidade e amores líquidos, de fodas em excesso e entediadas, blasé até – foda blasé é ‘foda’! – de gente que trepa com a mesma rotina de quem escova os dentes, tema objeto das sátiras ingênuas de meia dúzia dos meus poemas eróticos. Ingênuas não só se comparadas às sátiras e poemas eróticos/pornográficos de um grande poeta, Bernardo Guimarães, por exemplo, mas ‘ingênuas’ também no sentido libertino, filosófico, da palavra ‘ingênuo’! Ou então as fodas são escassas como as leituras de gente que, se leram os gregos, leram em traduções, não no original, e fazem a pose erudita de quem muito entende esses clássicos da filosofia, da poética e da ética, da antiguidade greco-romana. O que danado é ‘inveja poética’? Se é inveja não é poética, nem ética! Porque a ética, é verdade, pode tratar da inveja, da emulação, mas a inveja despreza a ética. O que danado significa ‘fracasso moral da estética’? De qual moral estamos falando? Da moral burguesa? Sinceramente! Qual o poeta que não esconde a fonte onde bebe? Como poeta bissexto, escondo e revelo fontes. Sem maiores dificuldades coloco as cartas na mesa, porque nesse jogo de cartas – de cartas muitas vezes marcadas, e viciadas – uma das minhas cartas prediletas é a do coringa, do joker! Porém, como há muito não jogo nem pif-paf, buraco ou sueca, uso essa expressão ‘jogo de cartas marcadas’ como um dos inúmeros clichês que pululam por aí, em discussões de intelectuais de prestígio... - Ditirambo
    • Cássio: Biografia eu não sei, mas recomendo o filme do júlio bressane. No seu livro Cinemancia tem também uma tradução interessante da "epifania" de são jerônimo. - Help
    • Marcos Silva: Belo poema, bom poeta, boa tradução. Sugiro a alternativa: NÉVOA. Névoa vem em pés de gatim Senta e olha sobre porto e cidade ancas silêncio e se moveu - Névoa
    • Jarbas Martins: Tenho a honra e o dever de confessar que a tradução que fiz do poema "Dormire", de Ungaretti, publicado há alguns dias neste SP - teve a orientação do poeta Fernando Monteiro ! Obrigado, mestre Fernando, obrigado poetas Anne Guimarães e Lívio Oliveira. - Névoa
    • Nina Rizzi: "A capa já dá o tom da revista. Uma foto de Câmara Cascudo passeando de riquexó (uma espécie de carroça de duas rodas e movida a tração humana) em Moçambique, ao lado de uma pessoa não identificada. A foto - de autoria desconhecida - foi clicada em 1963, quando o folclorista estudava costumes e tradições africanos. As observações e anotações depois seriam o mote para o livro Made in África. A imagem foi cedida pela família. E a filha, Ana Maria Cascudo, escreve artigo contando as inúmeras viagens do pai, em um diálogo emblemático entre Natal e o estrangeiro." Viu, neguinho não existe não, ô rapá! - Tributo ao mar