A velha mídia finge que o país não mudou

16 de julho de 2010 às 22:21 | 1 Comentário

Venício Lima
Observatório de Imprensa

Apesar de não haver consenso entre aqueles que estudaram o processo eleitoral de 1989 – as primeiras eleições diretas para presidente da República depois dos longos anos de regime autoritário –, é inegável que a grande mídia, sobretudo a televisão, desempenhou um papel por muitos considerado decisivo na eleição de Fernando Collor de Mello. O jovem e, até então, desconhecido governador de Alagoas emergiu no cenário político nacional como o “caçador de marajás” e contou com o apoio explícito, sobretudo, da Editora Abril e das Organizações Globo.

Clique aqui para ler mais »

Não culpe a internet

11 de julho de 2010 às 10:42 | Comentar

Por Steven Pinker
‘The New York Times’ – Estadão

Novas mídias sempre causam pânico moral: imprensa, jornais, e a TV foram outrora denunciados como ameaças ao cérebro e à fibra moral dos consumidores.

aqui

O espetáculo e suas perversões

6 de julho de 2010 às 15:02 | Comentar

Por Muniz Sodré
Observatório da Imprensa

Diante de uma prateleira de supermercado, a mulher, de aparência muito humilde, explica à outra por que não tinha torcido pela seleção brasileira: “Eu, aqui, me virando para comprar comida, e aquela turma de milionários correndo atrás de uma bola no campo…”

Em princípio, uma frase dessas, colhida ao acaso no instante fugaz de uma ida ao mercado, não justificaria um texto no Observatório de Imprensa. Se constasse de uma carta de leitor ou de qualquer uma das chamadas mídias sociais (Twitter, Facebook etc.), sim. Mas é possível tomá-la como pretexto para ser coerente com o pensamento de que, às vezes, é necessário complementar a informação de imprensa com o que se observa ao redor, na comunidade.

Clique aqui para ler mais »

Pássaro azul da cultura

6 de julho de 2010 às 14:26 | Comentar

O twitter mudou. Deixou de ser sobre o umbigo de seus usuários para servir de ferramenta dinâmica de circulação de informação. Em entrevista, o criador do encontro dos twitteiros culturais, José Luiz Goldfarb, fala sobre essas e outras transformações na rede social.

aqui

80% dos brasileiros duvidam das notícias

30 de junho de 2010 às 15:07 | Comentar

Por Luís Nassif

Encomendado pela Secom (Secretaria de Comunicação do Governo Federal), o «Relatório de Pesquisa Quantitativa – Hábitos de Formação e Informação da População Brasileira» mereceu pouquíssima análise da imprensa escrita, apesar de já ter inspirado anúncios da Rede Globo sobre pontos que lhe são favoráveis.

aqui

Os neojornalistas estão chegando

29 de junho de 2010 às 16:25 | Comentar

Por Muniz Sodré
Observatório da Imprensa

Em sua coluna semanal do Globo (20/6/2010), Caetano Veloso comentava sobre um amigo jornalista para quem o convite feito a celebridades para escrever em jornais é uma tentativa furada de enfrentar a crise da palavra impressa no mercado. O jornalista estaria “sentindo saudades de um suposto tempo em que jornais eram feitos por jornalistas”.

Clique aqui para ler mais »

“Veja: O Indispensável Partido Neoliberal”

24 de junho de 2010 às 17:57 | Comentar

Depois de acabar e postar o texto sobre a Veja comentei com o colega aqui da sala, jornalista Dinarte Assunção, que, por coincidência, estava lendo a mais recente edição da revista Le Monde Brasil Diplomatique. Na revista, tem uma curta resenha sobre o livro “Veja: O Indispensável Partido Neoliberal”, da jornalista Carla Luciana Silva, editado pelo Edunioeste. A obra, na verdade, é a tese de doutorado defendida pela jornalista na Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Vale a pena reproduzir dois trechos da resenha:

“A hipótese da autora é que a revista teve papel decisivo na construção do neoliberalismo no Brasil ao ajustar sua linha editorial aos interesses do capital externo, da indústria do entretenimento e do capital oligopolizado”.

“Para demonstrar o papel de Veja como farol dessa ideologia, Carla Silva esquadrinhou mais de 720 edições da revista e selecionou uma infinidade de exemplos de como a pauta é orientada, em qualquer seção ou assunto, para reiterar certezas e formar opinião – jamais fomentar dúvidas e alimentar o debate crítico”.

Veja e os Jim Jones da imprensa brasileira

24 de junho de 2010 às 17:23 | 4 Comentários

Faz tempo que deixei de interessar-me por Veja. Tenho acesso online, de graça, ao conteúdo integral da revista, mas raramente a folheio. Acho-a fundamentalista, reacionária e parcial em excesso para o meu gosto. Em alguns casos, deturpadora dos fatos e destruidora, de maneira injusta, de reputações. Na maioria das vezes suas reportagens são editorializadas, tentativas de impor a visão que a revista tem sobre tudo. Passo longe da revista, notadamente, porque ela choca-se com a minha visão de mundo.

Clique aqui para ler mais »

Ainda o Jornalismo Político

22 de junho de 2010 às 11:43 | 2 Comentários
Por João da Mata

O tema abordado pelo Alex e ampliado pelos comentários precisa ser aprofundado naquilo que ele tem de fundamental na democracia e na relação dos donos de jornais com o poder especulativo e dos grandes conglomerados multinacionais.

Clique aqui para ler mais »

O futuro nunca se engana

4 de junho de 2010 às 16:03 | Comentar

As viúvas do “disco” e, em breve, as do “livro”, assim como as do “vídeo”, ainda vão lutar muito – e com toda a razão – para preservar suas preciosas fontes de receita.

aqui

O Jornalismo e as palavras do poder

26 de maio de 2010 às 11:28 | 1 Comentário

“Poder e mídia não são apenas relações amigáveis entre jornalistas e líderes políticos, entre editores e presidentes. Não são apenas sobre as relações parasitárias e de osmose entre repórteres supostamente honrados e o eixo do poder que existe entre a Casa Branca, o Departamento de Estado e o Pentágono, a Downing Street e os ministérios das Relações Exteriores e da Defesa [britânicos]. No contexto Ocidental, a relação entre poder e mídia diz respeito a palavras — é sobre o uso de palavras. É sobre semântica. É sobre o emprego de frases e suas origens. E é sobre o mau uso da História e sobre nossa ignorância da História. Mais e mais, hoje em dia, nós jornalistas nos tornamos prisioneiros da linguagem do poder”.

aqui

Xenofobias e outras fobias

19 de maio de 2010 às 9:43 | Comentar

A autorregulação é necessária, será bem-vinda, mas, convenhamos, é cosmética: nossa mídia precisa com urgência de uma temporada num spa para rever-se, rejuvenescer e revitalizar-se. Frágil e espertinha – como ficou visível no negócio com o governo para aprovar o 3º PNDH –, dá dó.

aqui

Liberdade de expressão para quem?

19 de maio de 2010 às 9:31 | Comentar

Por Venício A. de Lima
No Observatório da Imprensa

O recente episódio da demissão do jornalista Felipe Milanez, editor da revista National Geographic Brasil, publicada pela Editora Abril, por ter criticado, via Twitter, a revista Veja, é revelador da hipocrisia geral que envolve as posições públicas dos donos da mídia sobre liberdade de expressão e liberdade de imprensa.

Clique aqui para ler mais »

Em defesa do Dunga

13 de maio de 2010 às 10:33 | 2 Comentários

A guerra começou e o jogo vai ser pesado. A imprensa vai conseguir dividir o país como nunca visto em nenhuma outra copa do mundo. Quando uma pessoa competente, verdadeira, de personalidade que não se dobra fácil, entra em relação com a mídia mais fraca, mentirosa e manipuladora desse mundo, podem acreditar: Essa química foi feita pra explodir! Hoje, foi dada a partida.

aqui

A visão cartorial da velha mídia

13 de maio de 2010 às 10:17 | Comentar

Qualquer forma de defesa da produção interna brasileira sempre foi tratada como cartório pela mídia. Reservas de mercado, aumento de alíquotas de importação. Até a decisão de construir navios no Brasil foi taxada de anacrônica que comprometia a eficiência da economia. Na própria Constituição, decidiu-se tratar como empresa nacional qualquer multinacional instalada no país.

aqui

A hora é agora

12 de maio de 2010 às 16:21 | Comentar

Oportuna, proveitosa e salutar é a discussão sobre a autorregulação da imprensa recentemente iniciada por Eugênio Bucci, a partir de uma proposta de Sidnei Basile, vice-presidente de Relações Institucionais da Editora Abril.

aqui

Hugo Chavez contratou 200 para seu Twitter

10 de maio de 2010 às 21:05 | Comentar
Por Nicolau Chiavenato

O Presidente venezuelano, Hugo Chavez, famoso por ter sido chamado atenção pelo Rei espanhol e ter virado uma febre no Youtube. Chavez é protagonista, novamente, na internet por ter seu perfil no site de microblog Twitter e que, segundo estimativa do Presidente, já possui mais de 250 mil seguidores.

Clique aqui para ler mais »

ABA responde a Veja

6 de maio de 2010 às 15:36 | Comentar

A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) divulgou duas notas a respeito da reportagem publicada por “Veja”. A revista é acusada de manipular declarações, desrespeitar indígenas e usar dados inverídicos.

aqui

Os vencedores de Prêmio Webby

5 de maio de 2010 às 18:39 | Comentar

Na Época

O ator americano Jim Carrey, o crítico de cinema Roger Ebert, o cineasta David Lynch e até os muppets estão entre os vencedores do prêmio Webby, considerado o Oscar da internet, entregue ontem pela Academia Internacional de Ciências e Artes Digitais.

Com o Webby, a Academia homenageia todo ano pessoas que se destacaram em diversas atividades na internet. Um júri, composto neste ano por personalidades como Martha Stewart, David Bowie e Arianna Huffington, elegem os vencedores.

O prêmio de Pessoa do Ano na internet foi para o crítico de cinema e ganhador de um Pulitzer, Roger Ebert (foto), por seu blog no “Chicago Sun-Times” e pelas publicações na versão digital de dezenas de jornais dos Estados Unidos.

Clique aqui para ler mais »

Liberdade com responsabilidade

5 de maio de 2010 às 17:34 | Comentar

Por Dalmo de Abreu Dallari
No Observatório da Imprensa

A liberdade de imprensa é necessidade essencial da sociedade moderna, quando se pensa em sociedade democrática, e por esse motivo essa liberdade é consagrada como um direito fundamental. E aqui é oportuno acentuar que esse direito, antes de ser dos proprietários ou dirigentes dos órgãos de divulgação, é um direito da cidadania, que necessita da imprensa livre para obter informações corretas e precisas sobre fatos e questões que apresentem algum interesse para a convivência humana, assim como para expender opiniões e tomar conhecimento do pensamento de outras pessoas e de grupos e instituições sociais sobre dados e perspectivas que tenham essa relevância.

Clique aqui para ler mais »

AGENDA

  • Pinacoteca está com Edital aberto para ocupação das Salas de Exposições

    Artistas plásticos e visuais ainda podem se inscrever no Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Pinacoteca Potiguar para todo o ano de 2012.

    mais informações »

  • Rede Cinemark exibe direto de Londres a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House

    Espetáculos serão transmitidos em mais de 30 complexos espalhados pelo Brasil, sendo dois ao vivo. Natal-RN participa da programação e os ingressos já estão à venda

    A Rede Cinemark traz para o Brasil, com exclusividade, a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House (ROH), de Londres, a partir do dia 25 de fevereiro.

    mais informações »

  • Museu de Arte Moderna do Rio abre mostra cancelada de Nan Goldin

    NAN GOLDIN
    QUANDO abre hoje, às 19h; de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 19h; até 8/4
    ONDE MAM-Rio (av. Infante Dom Henrique, 85, Rio; tel. 0/xx/21/2240-4944)
    QUANTO R$ 8
    CLASSIFICAÇÃO 18 anos

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    No bar
    08-02-2012 às 22:17 - 7 Comentários
    Por Jairo Lima

    Chegaste a mim não como lume
    Mas como Pergunta exposta na toalha sobre a mesa
    E com olhos irônicos fitaste o Vazio dos meus olhos
    E nos meus olhos te atiraste como um predador na rota de sua presa

    Na boca um sorriso zombava de futuros e certezas

    E eu te vi.
    Te vi como se vê mares e dunas
    Como coisas que são sem oráculos nem seitas
    Que não se anunciam, nem aguardam, nem ficam, nem se vão:
    Ali estavas de pé em frente aos panos da noite
    E parecia que contigo aquela noite estava feita

    Te vi coxas, riso, ombros e mãos
    Perdidos entre afago e maldição

    Enquanto o sol ainda se esconde tua mão me marca a pele e impõe fronteiras de posse
    Num corpo que já não é mais o meu e se entrelaça no teu e se contorce

    Os lábios se encontram e vão em busca dos vapores quentes da alma
    Se colam, se penetram, se invadem;
    Não são asas de pássaros, são patas de cavalo
    Destruindo colheitas

    Aquela noite só prometia suores
    Conquistados a cada beijo
    Os latifúndios do desejo
    Eram cada vez maiores

    (———–)

    Vim de longe
    Em hora incerta
    Vim de lunas
    Vim de céus perfurados de estrelas
    Vim de amores submersos em dores e desfeitas
    Para que celebrasses a consagração bizarra
    Que faz a carne virar pão
    O sangue virar vinho
    E a cama virar mesa
    Onde a fome dispõe as suas facas
    Para cortar as carnes e sugar a seiva

    (—————–)

    ******

    Tácito, aqui vai um pequeno FAQ para explicar porque voltei a enviar poemas:
    1. Porque JL parou de mandar poemas para o SP?
    Não sei
    2. E porque voltou a envia-los agora.
    Sei lá.

    COMENTÁRIOS

    • Marcos Silva: Anchieta: Obrigado, lerei e comentarei depois. - Ai Hay Hai
    • Fernando: Nossa, nunca li um artigo tão fraco como esse, nunca vi tantas falácias coligidas em um artigo de um abortista (não nos parece um jornalista, já que demonstra nada ter lido efetivamente sobre o aborto). Vejamo-las: 1) Aborto não é questão de controle populacional: mentira. Basta ver a origem da defesa do aborto nos EUA e basta ver quem financia o aborto ainda hoje. Para quem nada sabe do assunto, estudar a história das fundações Rockefeller, MacArthur e Ford pode ajudar. 2) Aborto é "direito reprodutivo". Direito??? Que absurdo! Além do absurdo, o termo maldosamente forjado para induzir a erro é incoerente: como pode um "direito reprodutivo" tirar uma vida? Ah, tem dúvida se é vida humana? Por favor, dá uma olhadinha aqui: abort67.com.uk 3) Ó loucura... "atendimento de qualidade" e "sem preconceito" do Estado para ajudar uma mulher a matar o próprio filho. Quanto amor, quanta bondade! Quer saber? Chega de ironia, falemos a verdade: que nojo, quanta hipocrisia! Por que não propor educação sexual para valorização da mulher, do corpo, do próprio sexo, ao invés de louvar o sexo irresponsável que gera vida e que deve terminar em assassinato "de qualidade" e "sem preconceito"? Repito, gritando: QUANTA HIPOCRISIA, QUANTA HIPOCRISIA ASSASSINA MENTIROSA travestida de luz. Típico de quem quer fazer o mal. 4) Ah, o velho conceito da luta de classes para transformar o assassinato de bebês em "questão de saúde pública": mulher rica aborta com segurança, mulher pobre aborta e morre. MENTIRA HORROROSA!! Uma simples consulta ao SUS desmistifica essa mentira. O aborto como causa de morte de mulheres está LONGE, MUITO LOOOOOOOOOOONGE de ser questão de saúde pública. Mas é claro que este abortista (jornalista? Não... já não resta dúvida) está mal informado, lendo pesquisas financiadas pelas ONGs abortistas que sabidamente MENTEM para jornalistas divulgando números falsos que eles irresponsavelmente repassam para pressionar a opinião pública. Deem uma olhadinha aqui (é só uma das evidências...): http://boletimfedf.blogspot.com/2011/03/os-controversos-numeros-do-aborto-e.html 5) Como é fácil ter opinião diferente sobre o feto quando você não foi abortado, né japonesinho? Que lindo que soa aos ouvidos menos instruídos "direito sobre o próprio corpo". Que sorte a sua que sua mamãe (e seu papai, coitado! Não o reduza a nada! Ele também quis que você viesse ao mundo... Como você pode tirar dele o direito de amar você?) - que sorte que ela não pensou como você!! Afinal, seu corpinho não era nada, não é? Era uma unha encravada da mamãe, não é? Se você tem dúvida sobre "que corpo" é mutilado, se o da mamãe ou o do bebê, recomendo novamente este videozinho instrutivo: abort67.com.uk 6) Ave, e o que dizer da tese - histérica - de que "religiosos estão se intrometendo na questão!!! O Estado é laico!!" Será que não existe um ateuzinho que não concorde com a matança de bebês? Acho que existem sim. Muitos. Mas é mais fácil ser ignorante (ou maldoso) e criar uma guerra religiosa. Abjeta, como aliás têm sido todos os supostos "argumentos" até aqui para defender a matança de bebês gerados irresponsavelmente. 7) E o autor - que por sinal demonstra ter um elevadíssimo autoconceito, um amor-próprio no mínimo... doentio, para usar um eufemismo - ainda tem o fingimento de se apresentar aos leitores como alguém que está preocupado com a dignidade alheia, quando se acha no direito de decidir quais dos mais novos membros da espécie humana devem ou não viver. Como é triste a cegueira humana! É surpreendente até que ponto alguém ensimesmado consegue perder a noção da realidade! - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Fernando: É, Alex de Souza... "seus corpos" - abort67.com.uk - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • chico m guedes: coisas de Jairo eu sempre me pego lendo em voz alta; é quase táctil (quase?) - No bar
    • Daniel Menezes: Ótima reflexão. - Yoani Sánchez, a direita e a esquerda
    • Jairo Lima: Brigado, Nina, sou leitor atento e empolgado de tua poesia. - No bar
    • Anchieta Rolim: Marcos Silva, caso tenha interesse dê uma olhada nesse blog: araguaiahistoriaemovimento.blogspot.com Um abraço! - Ai Hay Hai
    • Marcos Silva: Aprendi a sentir Anne como mais que irmã, pedaço de mim, essas coisas que uns e outros consideram sentimentais mas são apenas sentimentos que nos diferenciam dos computadores. Grande beijo. - Ai Hay Hai
    • Anchieta Rolim: Gostei muito da matéria. E pra quem interessar, segue o blog do meu amigo João Carlos Wisnesky que foi um dos guerrilheiros do Araguaia e que ainda continua sua luta para esclarecer esse fato histórico. araguaiahistoriaemovimento.blogspot.com - À sombra da ditadura
    • Nina Rizzi: Gosto muito. E o meu gostar tem a pretensão dos desejos mais pungentes. Um beijo :) - No bar