(Indiferente)

4 de janeiro de 2012 às 17:05 | 7 Comentários
Por José de Paiva Rebouças

o que sei da vida
é que ela passa
o dia passa
as horas passam
e eu passo

o que sei da morte
é que ela vem
o dia vem
as horas vêm
e eu vou

o que sei de mim
é o que sou agora

Epitáfio para o ano que finda

28 de dezembro de 2011 às 14:01 | Comentar
Por João da Mata

Dedico a todos os que se foram e a Montgomery Clift ( Robert E. Lee “Prew” Prewitt) do filme “A Uma passo da Eternidade” tocando o seu Clarim.

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Um poeta volunté

22 de dezembro de 2011 às 10:30 | 24 Comentários
Por João da Mata

Foto: Kamilo Marinho

O poeta peripateia nas vielas da urbe natalina que ele conhece com a planta dos pés. Pés para os quais um dia ele comprou um par de sandálias na Bahia e recebeu um embrulho com os mesmos destros e números distintos. Tem sido assim a vida do poeta. Difícil formar um par. E fulano? – Vige. E sicrano ? – Cansei! Assim é assim o poeta canguleiro: reticentioso. A caminho das estrelas de (cadentes) ele faz um poema para Renato Russo – o da colina: “Não tenho mais o tempo que passou nesse século manual”.

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Eira in(T)eira!

18 de dezembro de 2011 às 18:49 | 3 Comentários
Por Civone Medeiros

Ninguém me completa: já nasci inteira. Não há chances que me façam presa: nasci liberta. Ninguém é minha cara metade: minha face é completa.

[PERformARS] A-rede.com/CivOne #1 SerINconexão

^C!V | *

*Este escrito faz parte da nova série das Escrituras Sangradas: “ESCRE’VIDAScomoVIDAS” (qu)e está em processo de gestação…
|
{ Outras Escrituras em e-Book’s Free in PDF » www.issuu.com/civonemedeiros
+
www.escriturasangradas.blogspot.com
www.facebook.com/civonemedeiros
@civonemedeiros
|
^Foto de Flávio Aquino | Coletivo SOLARES

Um ano sem o imperador da Casqueira – Benito Barros

16 de dezembro de 2011 às 23:02 | Comentar
Por João da Mata

“Dezembro chegando. / – Aleluias de pastoris, / Lapinhas e fandangos. / Alegres passos / De Bumba-meu-boi / Em noites de navegar:” BB

No Natal do ano passado ele falecia no hospital Promater. Tinha muito planos em andamento. Entre eles, deixar para Macau uma biblioteca de autores note-rio-grandense. Passado esse tempo, o projeto ainda engatinha. Alguns amigos tentam levar o seu plano adiante. Seria uma grande homenagem ao poeta que fez tanto por sua terra e cultura.

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SOBRE A LÓGICA DIVINA

3 de novembro de 2011 às 7:03 | 4 Comentários
Por José de Paiva Rebouças

Ando cansado.

Carrego nos ombros
o peso enfadonho
do mundo que tenho.

Vejo sempre o que não quero.
Ouço sempre o que me dão.

Quando tenho sede, bebo água
quando tenho fome, hei de comer,
mas o que se faz quando se tem paixão?
(…)
A vida não aceita os sonhos
e o pensamento dói.
- Viver é uma dor constante.

A dúvida é nada que tenho.
A verdade é uma vaca morta…
Deus são os números inteiros.
A poesia, o infinito do zero e eu, apenas…

Eu
a vaguidão da palavra.
Uma palavra genérica:
coisa
- qualquer coisa
da coisa que sou.

Coisa: simplesmente.
Concepção estigmatizada
a fenda pequena
da porta fechada.

Muitos habitam em mim
da bactéria
ao sentrossoma
da saudade
ao pensamento.
Às vezes eu moro,
às vezes eu morro,
vida que é vida
não quer dizer nada.

La Poesía Terminó Conmigo (Nicanor Parra)*

14 de outubro de 2011 às 8:21 | 2 Comentários
Por Lívio Oliveira

(Nicanor Parra - imagem Google)
________________

Yo no digo que ponga fin a nada

no me hago ilusiones al respecto

yo quería seguir poetizando

pero se terminó la inspiración.

La poesia se ha portado bien

yo me he portado horriblemente mal.

-

Qué gano com decir

yo me he portado bien

la poesia se ha portado mal

cuando saben que yo soy el culpable.

-

¡Está bien que me pase por imbécil!

-

La poesia se há portado bien

yo me he portado horriblemente mal

la poesia terminó conmigo.

___________________

*poema colhido do livro “Nicanor Parra- Poemas para combatir la calvicie (antología)”, Julio Ortega (compilador), Fondo de Cultura Económica, undécima reimpresión, Chile, 2010.

Várzeas (poesia experimental)

30 de setembro de 2011 às 9:10 | 13 Comentários
Por José de Paiva Rebouças

a)

e de tua pele me farei corpo e do meu corpo espanto e espasmos…
serei palavras monossilabicamente gritadas aos horrores, como no tormento de uma dor imune… serei líquido quando serei homem.
teu corpo é uma duna sobre o meu plano firme…
desfolharei tuas ondas, desnudando-te, como um artesão com o seu barro.
pois se sou as mãos, retiro o que te cobre e te porei nua frente ao mar.

como o vento, cobrirei tuas curvas e finalizarei o barro que te cria… eu te movo com a lentidão da carne e te promovo uivos de assombração;
te faço carne e, como carne, como-te,
como os romanos em suas noites de ceia e festa:

como-te, como se comem as mangas da várzea do Apodi.

homem peixe fome

22 de agosto de 2011 às 13:43 | 4 Comentários
Por José de Paiva Rebouças

Para Anchieta Rolim

o pescador não tem câncer de pele
câncer
Pele
o pescador não tem peixe
que sacie a fome
peixe
fome
o pescador não tem fome
que sacie o câncer de peixe

Ensaio sobre teu olhar

17 de agosto de 2011 às 17:58 | 1 Comentário
Por Mario Gerson

Como uma multidão,
Assim é o teu olhar;
Rompe esta manhã
Anunciando claridade,
Luz.

II

Na matéria vã da existência,
O olhar sereno, a luz amena.
Sobre as águas do Eu,
Ali, afogado, vai se desdobrando
Este dia iluminado.

Sim, esta matéria vã me presenteia
As cruciais horas e incendeia
O corpo como quem massacra
O momento e sua morada.

Como uma nuvem que se vai,
Assim, se desfazendo,
Teu olhar é como a vela,
A solidão do Todo,
O mais sereno.

Dentro do Eu, agora,
Essa nódoa prossegue
Sua mancha precisa
Na carne que a discerne…
Está por toda parte
Sua dimensão de mancha;
Está na própria existência,
Na cisma, na lembrança.

III

Algumas palavras se gastam,
Se assemelham ao dinheiro comum
Que sempre usamos…
Algumas palavras,
Como a própria vida,
Se dilaceram –
Flor jogada na calçada,
Luz do sol apenas refletida,
Os carros e a solidão da estrada.

Algumas palavras se gastam
De tanto se avizinhar a outras
Tantas palavras plenas de nada,
Desatentas palavras…

Algumas palavras são gastas
Antes de sua exaustão…
Se gastam de não ser usadas,
Se perdem na multidão
De outras nunca pensadas…

Algumas nunca existiram
Na plenitude exata…
Como embrião do ser –
Indefinida morada.

Estas palavras me acenam
Da solidão do Não-Ser-Nada –
Ali, onde espatifam
Seus corpos de apenas palavras…

Algumas se perdem na senda –
O caminho, o anátema
Daquilo que foi tempestade;
Hoje, letra sonhada.

CAÇA-PALAVRAS (Ode à Palavra)…

24 de junho de 2011 às 11:46 | 4 Comentários
Por Civone Medeiros
(d)A incansável busca… Em Ode À Palavra… Eis, minha Caça-Palavras…
|
} ‘Escrituras Sonoras’ via @youtube :: http://youtu.be/_Nx7MTzmrcc
|
Clique aqui para ler mais »

De Vagar

18 de junho de 2011 às 14:47 | 2 Comentários
Por Michelle Ferret

Devagar porque as coisas rápidas não tem gosto
elas se atropelam
reviram no asfalto
e ninguém percebe…
Devagar porque a tristeza é permanente
e as coisas pequenas
são mais lindas
assim como os passarinhos
e as bolas de gude nas mãos dos meninos
Devagar porque as vassouras também varrem flores
e o silêncio não percebeu ainda o ruído discreto das violetas
elas gemem…
devagar porque a saudade não passa
tão cedo
nem as águas presas nas núvens
viram chuva
elas ventaniam
Devagar porque os pés são pequenos
e as estradas são poucas para atravessar uma vida tão corrida

Lâmina

10 de março de 2011 às 10:22 | 5 Comentários
Por João da Mata

Marize Castro

Nos teus infinitos
me equilibro.

Aporto
tensa
nesse olhar
e me preservo
em qualquer cais
refletida
na lâmina fina
que em meus pulsos
jaz.

Mas anoiteço

5 de janeiro de 2011 às 10:22 | 5 Comentários
Por Bruno Costa

Amanhece um novo dia
com sua pompa habitual
sorrindo vaidoso por ser novo
pintando a morte com azul celeste

Amanhece um novo dia
e nem sequer se faz nublado
em respeito aos que choram
- poetas insones, colecionadores de ilusões

Amanhece um novo dia
mas anoiteço
também a esperança se torna inoportuna
e prolonga minha dor

Amanhece um novo dia
em minha cidade Natal
amanhã é Dia de Reis – anuncia meu querido pai em tom de convite
ignorando o que sinto e o que me esforço para ocultar.

SEM INSPIRAÇÃO

2 de janeiro de 2011 às 11:52 | Comentar
Por Ednar Andrade

sem inspiração

Poesia sem rima,
Desejo, solidão…
Oposto ou contrastes;
Erros ou acertos;
Meu errôneo devaneio;
Meu anseio;
Meu contrário;
E tudo, nada principia.
O corpo, o resto e o calado;
O segredo, o dito e o silenciado.
Nada rima ao condenado.
O doce ou o amargo;
A treva ou a luz;
A leveza ou a cruz.
Nada rima ou faz poesia
Nem a nossa fantasia,
Nem o vento,
Nem a ironia,
Juntaria os separados.
Poesia sem emoção.
Reticências… Nada a mais.

(Ednar Andrade).

O Jardineiro

22 de dezembro de 2010 às 17:00 | Comentar
Por yuripadilha

Desde criança gostava de flores
Tateá-las com mãos suaves, sentindo o aroma gentil
Bebendo o mel amargo, imita o beija-flor num dança
Leve de levitar

*********

Com olhos gatunos, semi cerrados e lábios mordidos
A adorar os astros gêmeos em órbita no alto do jardim
Crava a terra morena ou branca com mãos fortes
Lança a semente numa dança intensa de delirar
E faz crescer o fruto

**********

A terra treme, geme, grita
O jardineiro força, bate, agita
O fruto cresce, cres… cre…
Explode!
A flor se derrama em mel amargo
E se faz em alegria
Pro jardim, pro Jardineiro

*********

Em oferta também na Bodega do Padilha.

Temporal (Atemporal)

16 de dezembro de 2010 às 23:05 | 1 Comentário
Por Ednar Andrade

temporal2

O dia está diferente…
Amanheceu com céu cinza….
Muitas nuvens… Em variados tons…
Venta forte.
E agora mais forte,
Um céu chumbo…”CHUMBADO ”
Tomado de surpresas, quase verão…
Um traço de temporal(atemporal)…
E nestes dias por aqui não chove, ou….Não chovia…
Estranho.(…)
O VENTO SOPRA MAIS FORTE…
Bem mais forte…
O infinito carregado de interrogação(?)????
No meu infinito *
“Forte chuva de verão,”
Divago… Abro a janela, olho o telhado…
E daqui sobe às minhas narinas um cheiro forte,
Um perfume diferente invade tudo…
uma vaga e falsa sensação de inverno… Nos acode.
Um refrescante momento se faz poesia
…E CHOVE…

(Ednar Andrade)
(16*12*2010)

Três Irmãos de Sangue

6 de dezembro de 2010 às 8:56 | Comentar
Por João da Mata

Três irmãos mineiros

Eram três irmãos denosotros
Mário, Henfil e Betinho.
Mário conversa de corda
O Henfil cria o fradinho
E Betinho é o Sociólogo
Que volta do exílio
Os três amam o Brasil
E lutam pela vida
Traiçoeira da AIDS
Hemofílicos nasceram
E da vida fizeram
Um canteiro de obras
No violão Mário é gênio
Compõe independentemente
Betinho pede comida e
Compromissos do governo
Pela vida que renasce da
Dor de se saber morrendo
E amados por todo Brasil
Nos traços do Henfil a
Graúna ri, chora e
Ironiza a vida cachorra
Fúrias não conseguem
Levar a beleza desses irmãos
Brasileiros como eu e você
Beato e cangaceiro
Palhaço e equilibrista
Tontos no cárcere materno
E prometeus que o fado
De mordaz saudade arrebata.

São Seridó Amado

29 de novembro de 2010 às 14:39 | 1 Comentário
Por João da Mata

Moxotó, camará, catingueira
Sustentam a vida
A chuva desperta a terra num
Odor de zimbro e chumbo
Meu sertão caritó
Serra Negra, Acari.
Caicó e Jardim do Seridó
Thomas- o filho – cronista
De homens-ferros,
Cachimbos, galegos
Judeus e Portugueses
A rede suspende a vida – letargia -morte
Meu avô morreu de cezão aos 33 anos
O bisavô mestre-escola
Minha avó dormia só uma madorna e
Faleceu de arteriosclerose.
Mamãe solidão
Vivendo estamos doendo
Não há fim para essa lembrança.
Engenho torto
Açúcar o sangue
Chouriço espécie
O sol a carne
Queijo de coalho e lingüiça
Fu-deu? Não, não foi Deus
Ninguém entende
Sefus gões
Quadrivium
Guerra – o Padre
Sant´anna; ensina
esse menino!

Movimentos e Versos

26 de novembro de 2010 às 14:56 | Comentar
Por Ednar Andrade

Olho-te,
E assim permaneço
Por longo tempo a pensar…
Tua beleza é ímpar,
Teus verdes braços
Para mim, acenam…
Induzindo o vento
A me beijar a face…
Num doce balanço
Em que tuas palmas
Parecem crinas…
Em teu tronco
Agitas o vento,
Numa dança toda tua,
A natureza te fez
Para por vida
Na vida,
Teus movimentos são versos,
Poemas, acalanto…
Num indispensável balé
Teço estes versos
Que careço,
Para me sentir livre.
E mandas que o vento
Passe por mim
E deixe uma carícia…
E fazes gestos
(Parecem feitos para mim)
Que leio com saudade.
Velhos companheiros,
A tudo assistes
E persistes:
Ao frio,
Á seca, ao deserto,
Ao apelo de tudo.
E neste teu movimento,
Me amparo.
Tua sombra é o refrigério
Da minha alma…
Do teu som,
Saem notas verdes
Dentre a folhagem…
Coqueiros…
Seu balanço me anima,
Me aninha, me acalma.
De ti, vem um sussurro
Que me acaricia a alma,
Das tuas palmas;
O palco que pintas
E uma harmoniosa natureza,
Singela beleza que amo mirar.

(Ednar Andrade).

AGENDA

  • Pinacoteca está com Edital aberto para ocupação das Salas de Exposições

    Artistas plásticos e visuais ainda podem se inscrever no Edital de Ocupação das Salas de Exposição da Pinacoteca Potiguar para todo o ano de 2012.

    mais informações »

  • Rede Cinemark exibe direto de Londres a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House

    Espetáculos serão transmitidos em mais de 30 complexos espalhados pelo Brasil, sendo dois ao vivo. Natal-RN participa da programação e os ingressos já estão à venda

    A Rede Cinemark traz para o Brasil, com exclusividade, a temporada 2012 de óperas e balés do The Royal Opera House (ROH), de Londres, a partir do dia 25 de fevereiro.

    mais informações »

  • Museu de Arte Moderna do Rio abre mostra cancelada de Nan Goldin

    NAN GOLDIN
    QUANDO abre hoje, às 19h; de ter. a sex., das 12h às 18h; sáb. e dom., das 12h às 19h; até 8/4
    ONDE MAM-Rio (av. Infante Dom Henrique, 85, Rio; tel. 0/xx/21/2240-4944)
    QUANTO R$ 8
    CLASSIFICAÇÃO 18 anos

    aqui

  • OUTROS EVENTOS

POESIA

    No bar
    08-02-2012 às 22:17 - 7 Comentários
    Por Jairo Lima

    Chegaste a mim não como lume
    Mas como Pergunta exposta na toalha sobre a mesa
    E com olhos irônicos fitaste o Vazio dos meus olhos
    E nos meus olhos te atiraste como um predador na rota de sua presa

    Na boca um sorriso zombava de futuros e certezas

    E eu te vi.
    Te vi como se vê mares e dunas
    Como coisas que são sem oráculos nem seitas
    Que não se anunciam, nem aguardam, nem ficam, nem se vão:
    Ali estavas de pé em frente aos panos da noite
    E parecia que contigo aquela noite estava feita

    Te vi coxas, riso, ombros e mãos
    Perdidos entre afago e maldição

    Enquanto o sol ainda se esconde tua mão me marca a pele e impõe fronteiras de posse
    Num corpo que já não é mais o meu e se entrelaça no teu e se contorce

    Os lábios se encontram e vão em busca dos vapores quentes da alma
    Se colam, se penetram, se invadem;
    Não são asas de pássaros, são patas de cavalo
    Destruindo colheitas

    Aquela noite só prometia suores
    Conquistados a cada beijo
    Os latifúndios do desejo
    Eram cada vez maiores

    (———–)

    Vim de longe
    Em hora incerta
    Vim de lunas
    Vim de céus perfurados de estrelas
    Vim de amores submersos em dores e desfeitas
    Para que celebrasses a consagração bizarra
    Que faz a carne virar pão
    O sangue virar vinho
    E a cama virar mesa
    Onde a fome dispõe as suas facas
    Para cortar as carnes e sugar a seiva

    (—————–)

    ******

    Tácito, aqui vai um pequeno FAQ para explicar porque voltei a enviar poemas:
    1. Porque JL parou de mandar poemas para o SP?
    Não sei
    2. E porque voltou a envia-los agora.
    Sei lá.

    COMENTÁRIOS

    • Marcos Silva: Anchieta: Obrigado, lerei e comentarei depois. - Ai Hay Hai
    • Fernando: Nossa, nunca li um artigo tão fraco como esse, nunca vi tantas falácias coligidas em um artigo de um abortista (não nos parece um jornalista, já que demonstra nada ter lido efetivamente sobre o aborto). Vejamo-las: 1) Aborto não é questão de controle populacional: mentira. Basta ver a origem da defesa do aborto nos EUA e basta ver quem financia o aborto ainda hoje. Para quem nada sabe do assunto, estudar a história das fundações Rockefeller, MacArthur e Ford pode ajudar. 2) Aborto é "direito reprodutivo". Direito??? Que absurdo! Além do absurdo, o termo maldosamente forjado para induzir a erro é incoerente: como pode um "direito reprodutivo" tirar uma vida? Ah, tem dúvida se é vida humana? Por favor, dá uma olhadinha aqui: abort67.com.uk 3) Ó loucura... "atendimento de qualidade" e "sem preconceito" do Estado para ajudar uma mulher a matar o próprio filho. Quanto amor, quanta bondade! Quer saber? Chega de ironia, falemos a verdade: que nojo, quanta hipocrisia! Por que não propor educação sexual para valorização da mulher, do corpo, do próprio sexo, ao invés de louvar o sexo irresponsável que gera vida e que deve terminar em assassinato "de qualidade" e "sem preconceito"? Repito, gritando: QUANTA HIPOCRISIA, QUANTA HIPOCRISIA ASSASSINA MENTIROSA travestida de luz. Típico de quem quer fazer o mal. 4) Ah, o velho conceito da luta de classes para transformar o assassinato de bebês em "questão de saúde pública": mulher rica aborta com segurança, mulher pobre aborta e morre. MENTIRA HORROROSA!! Uma simples consulta ao SUS desmistifica essa mentira. O aborto como causa de morte de mulheres está LONGE, MUITO LOOOOOOOOOOONGE de ser questão de saúde pública. Mas é claro que este abortista (jornalista? Não... já não resta dúvida) está mal informado, lendo pesquisas financiadas pelas ONGs abortistas que sabidamente MENTEM para jornalistas divulgando números falsos que eles irresponsavelmente repassam para pressionar a opinião pública. Deem uma olhadinha aqui (é só uma das evidências...): http://boletimfedf.blogspot.com/2011/03/os-controversos-numeros-do-aborto-e.html 5) Como é fácil ter opinião diferente sobre o feto quando você não foi abortado, né japonesinho? Que lindo que soa aos ouvidos menos instruídos "direito sobre o próprio corpo". Que sorte a sua que sua mamãe (e seu papai, coitado! Não o reduza a nada! Ele também quis que você viesse ao mundo... Como você pode tirar dele o direito de amar você?) - que sorte que ela não pensou como você!! Afinal, seu corpinho não era nada, não é? Era uma unha encravada da mamãe, não é? Se você tem dúvida sobre "que corpo" é mutilado, se o da mamãe ou o do bebê, recomendo novamente este videozinho instrutivo: abort67.com.uk 6) Ave, e o que dizer da tese - histérica - de que "religiosos estão se intrometendo na questão!!! O Estado é laico!!" Será que não existe um ateuzinho que não concorde com a matança de bebês? Acho que existem sim. Muitos. Mas é mais fácil ser ignorante (ou maldoso) e criar uma guerra religiosa. Abjeta, como aliás têm sido todos os supostos "argumentos" até aqui para defender a matança de bebês gerados irresponsavelmente. 7) E o autor - que por sinal demonstra ter um elevadíssimo autoconceito, um amor-próprio no mínimo... doentio, para usar um eufemismo - ainda tem o fingimento de se apresentar aos leitores como alguém que está preocupado com a dignidade alheia, quando se acha no direito de decidir quais dos mais novos membros da espécie humana devem ou não viver. Como é triste a cegueira humana! É surpreendente até que ponto alguém ensimesmado consegue perder a noção da realidade! - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • Fernando: É, Alex de Souza... "seus corpos" - abort67.com.uk - A “defesa do direito ao aborto” e a “defesa do aborto”
    • chico m guedes: coisas de Jairo eu sempre me pego lendo em voz alta; é quase táctil (quase?) - No bar
    • Daniel Menezes: Ótima reflexão. - Yoani Sánchez, a direita e a esquerda
    • Jairo Lima: Brigado, Nina, sou leitor atento e empolgado de tua poesia. - No bar
    • Anchieta Rolim: Marcos Silva, caso tenha interesse dê uma olhada nesse blog: araguaiahistoriaemovimento.blogspot.com Um abraço! - Ai Hay Hai
    • Marcos Silva: Aprendi a sentir Anne como mais que irmã, pedaço de mim, essas coisas que uns e outros consideram sentimentais mas são apenas sentimentos que nos diferenciam dos computadores. Grande beijo. - Ai Hay Hai
    • Anchieta Rolim: Gostei muito da matéria. E pra quem interessar, segue o blog do meu amigo João Carlos Wisnesky que foi um dos guerrilheiros do Araguaia e que ainda continua sua luta para esclarecer esse fato histórico. araguaiahistoriaemovimento.blogspot.com - À sombra da ditadura
    • Nina Rizzi: Gosto muito. E o meu gostar tem a pretensão dos desejos mais pungentes. Um beijo :) - No bar